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Por meio de um artigo publicado na revista época, edição 369 de junho de
2005 debateu-se em sala de aula os pontos positivos e a serem
questionados sobre a universidade a domicilio.
Segue as principais discussões sobre do debate:
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O elevado crescimento de cursos
de graduação e pós-graduação, por meio de EAD como alternativa de
ensino e livre arbítrio do aluno em poder escolher em qual
universidade do país deseja fazer sua graduação ou pós.
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Que o curso pela EAD tende a ser
mais barato do que os cursos presenciais, devido a economia com
transporte e demais gastos presente num curso presencial.
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Uso constante de softwares como
Messenger, como canal de comunicação entre colegas de curso, em
momentos de fóruns e discussão.
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Preocupação do corpo docente em
motivar o aluno a não desistir do curso online, visto que o índice
de desistência passa de 50%.
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Preocupação de futuros pedagogos
sobre a formação de profissionais com dificuldades na oralidade,
pois o ambiente online geralmente não propicia ambientes de
discussões verbais, como seminários e apresentação de trabalhos
acadêmicos.
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Preocupação na formação de
docentes preparados para avaliar o desenvolvimento de um aprendiz,
em relação ao conhecimento adquirido, além das suas habilidades em
relação aos conteúdos e possíveis atitudes frente ao absorvido.
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Crescimento excessivo de cursos
em ambientes online, como facilitador na disseminação de
conhecimentos a quem não possui uma carga horária livre em um
determinado período do dia, para participar nos ambientes
presenciais.
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Reflexão sobre cursos online,
não serem totalmente virtuais, sendo necessário uma parte
presencial.
Link:
Universidade a Domicílio
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