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1º semestre de 2008 (clique aqui para ter acesso às atividades do semestre)

Psicolingüística


(Leitura de Psicolingüística de Ari Balieiro Jr)

1.    INTRODUÇÃO: AS RAÍZES E A EVOLUÇÃO DO CAMPO



1.1        O PROBLEMA DA DEFINIÇÃO DA PSICOLINGÜÍSTICA

Um panorama, um levantamento histórico para entender a evolução da disciplina (do campo de estudos ou do conjunto de pesquisas) e para situá-la em relação a outros campos.

1.    Raízes
2.    Evolução
3.    Descrição do estado atual
4.    Principais questões
5.    Soluções oferecidas

Evidentes relações de filiação  (Psicologia e Lingüística)




1.2        A PRÉ-HISTÓRIA

O termo psicolingüística: um artigo de N.H. Proncko (1946).
Citado como campo interdisciplinar.
Estudos típicos da colaboração entre Psicologia e Lingüística:
Psicologia da linguagem
Questão central:
o relacionamento entre o pensamento (ou o comportamento) e a linguagem.
Dois movimentos:
da Psicologia para a Lingüística / da Lingüística para a Psicologia

Na Psicologia:
Estabelecer as relações entre a organização do sistema lingüístico e a organização do pensamento. Como funciona a linguagem = como funciona a mente
Hipótese:
a mente humana se estruturaria de forma análoga à linguagem
(ou através dela).


Duas concepções:
Européia: mentalista. Buscava explorar o pensamento através do estudo da linguagem
Norte-americana: comportamentalista. Buscava entender o comportamento lingüístico, reduzindo-o a uma série de mecanismos de estímulo-resposta.

Primeira guerra: desorganização da pesquisa na Europa/ crescimento da ciência nos EUA.                         Exceções: Vygotsky e Skinner


Na Lingüística:
Saussure: tornou possível a colaboração entre a Psicologia e a Lingüística
Emergência do estruturalismo na Lingüística
Emergência do comportamentalismo na Psicologia


Porém:
Os comportamentalistas reduziram a linguagem a atos de fala observáveis, minimizando o papel de estruturas mentais ou cognitivas.
Os estruturalistas acabaram por considerar a semântica como não acessível à pesquisa lingüística.

Uma Psicologia que não aceitava estudar a mente e uma Lingüística que não estudava o significado tinham pouco a dizer uma à outra.




    1.3.   O PERÍODO FORMATIVO

Teoria da informação (após a segunda guerra)
Fornece um enquadramento epistemológico mais consistente para os estudos psicolingüísticos.

Shannon & Weaver (1949).

Definiram uma “unidade de comunicação”
Fonte – Transmissor/codificador – Canal – Receptor/decodificador – Destinação

um modelo mecanicista, muito empregado pela pesquisa da década de 50.
Psicolingüística = “estudo dos processos de codificação e decodificação no ato da comunicação na medida em que ligam estados das mensagens e estados dos comunicadores.


Período formativo: Seminário de Verão de Pesquisa em Ciência Social
Universidade de Cornell (1951)
Comitê sobre Lingüística e Psicologia (direção: C. Osgood)

2º Seminário de Verão ( 1953)
Universidade de Indiana (direção Osgood e T.A. Sebeok)
Anais (Psycholinguistics: a survey of theory and research problems (1954)
Fundação da disciplina.



1.4.     O PERÍODO LINGÜÍSTICO

1957: N. Chomsky
Syntatic Structures (Fundamentos da Gramática Gerativa Transformacional)

1959: resenha do livro de Skinner Verbal Behaviour
Mentalismo reavivado
Período marcado pelo modelo chomskyano (influência da Lingüística)

Modelo gerativo (57) (pg 177)
Estruturas superficiais vs estruturas profundas
GU – inatismo
Competência vs performance

Domínio próprio da teoria lingüística: a competência
Objetivo: descrever a GU (entender como surge a linguagem/ como ela se diferencia em línguas distintas).
Componente central da competência: sintaxe

Constantes revisões do modelo (Gramática Gerativa Transformacional)

Aquisição da linguagem: um campo novo de pesquisa




1.5.    O PERÍODO COGNITIVO

Ampliação e enriquecimento da psicolingüística: inclusão de fatores semânticos e pragmático-discursivos

Psicologia
Filosofia da linguagem
Inteligência artificial

Subordinação da linguagem a fatores cognitivos mais fundamentais. Ela seria apenas um fator.

As estruturas lingüísticas não são adquiridas separadamente de conceitos semânticos e funções discursivas, além de estarem submetidas ao governo de princípios cognitivos.

Aquisição da linguagem: o resultado da interação de vários fatores. Os sistemas lingüísticos seriam o produto de estruturas cognitivas mais básicas e profundas.

Objeto: O processamento lingüístico (uma questão concernente ao funcionamento da mente humana)

Psicolingüística e Ciências cognitivas


1.6.    O ESTADO ATUAL  (em transição)

Período da teoria psicolingüística, realidade psicológica e ciência cognitiva.
 Pesquisas oriundas de várias escolas teóricas. Trabalhos interdisciplinares.



















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