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O DTH (Direct to Home) é um
sistema de TV paga no qual o assinante instala em casa uma antena parabólica
e um receptor/decodificador, chamado IRD (Integrated Receiver/Decoder), e
recebe os canais diretamente de um satélite geoestacionário. Entre suas
vantagens está a cobertura nacional ou mesmo continental, com mais de 180
canais digitais, e a rápida implantação.
Contrariamente às tecnologias de cabo e MMDS, o DTH não viabiliza a inserção
de programas de conteúdo local, pois a programação é a mesma para todos os
assinantes, em toda a área de cobertura.
O headend de um sistema de DTH é chamado de uplink center porque é de lá que
os sinais recebidos pela operadora sobem para o satélite (uplink).
O custo
inicial do sistema é elevado, pois envolve o aluguel de espaço em satélites
e montagem de uma rede nacional de distribuição e de venda. Em compensação,
o serviço cobre praticamente todo o território nacional, variando um pouco
de acordo com a pegada (footprint) de cada satélite.
Todos os serviços de DTH no Brasil - DirecTV, Sky e Tecsat na banda KU, e
Digisat na banda C - , usam sinais digitais, o que permite, além de
excelente qualidade de som e de imagem, melhor aproveitamento do caro espaço
que ocupam nos satélites.
Os primeiros serviços de DTH no Brasil usavam a banda C, a mesma faixa de
freqüências usada pelas emissoras de TV aberta para levarem seu sinal às
afiliadas em todo o País, com o mesmo tipo de antena parabólica.
Hoje se
calcula que haja mais de 5 cinco milhões de parabólicas instaladas no País
para captar estes sinais.
A maioria dos assinantes usa o sistema de banda KU, com antena parabólica
bem menor, que pode ser instalada com facilidade mesmo dentro das
residências. Serviços de acesso à Internet via satélite já existem nos EUA,
mas sempre com o canal de retorno por telefone. Serviços de acesso
bidirecional via satélite ainda estão em teste.
Atualmente no Brasil existem três operadoras de DTH, são elas: DIRECTV, SKY,
TECSAT e ASTRALSAT ( Pré pago).
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