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Música de Fundo: ASA BRANCA _ LUIZ GONZAGA |
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Homenagem
a Vitória (ES) – Brasil Valeriano
Luiz da Silva Há
tempo penso em falar de Vitória E
não há melhor momento do que agora Nesta
data Quatrocentos
e cinqüenta e quatro anos de glória, Vitória!
o que muitos não sabem é que você
conquistou... Um
pedaço do mar e o aterrou Por
isso você se expandiu... E
muito progrediu Na
cidade alta estão os monumentos da época da colonização E
na parte baixa os mais modernos esperando visitação Quem
for a Vitória não deixe de fazer uma visita... Nos
monumentos abaixo relacionados coisa muito bonita
Visitem
as escadarias do início do século vinte E
várias igrejas feitas com requinte Também
o Palácio Anchieta que sempre foi ocupado Pelos
governos da Província até os governos do Estado Com
o nome de “Capixaba” estão o Mercado e o Chafariz Lá
estão o Museu de Artes Plásticas e o prédio da FAFI com seus matizes Os
pomposos Teatros “Carlos Gomes e o Glória” Devem
ser visitados na cidade de Vitória Não
se esqueçam de um lugar bonito e de conforto... Com
o nome de “Vitória” está lá o seu porto Vitória
de ricas manifestações culturais Vitória
de tantos legados dos ancestrais Visitem
a Praia da Castanheira com tranqüilidade... Com
piscinas naturais verdadeiras beldades Se
você não conhece Vitória vá lá tirar sua teima Visitando
as Praias de Camburi, Ilha do boi e Curva da
Jurema, É
do Iate Clube do Espírito Santo... Localizado
na Praia do Canto... Que
saem todos os anos as embarcações Para
o Campeonato Internacional de Pesca Oceânica onde há competições Falei
pouco da Vitória que conheci um dia Se
pudesse lá voltar bem que eu gostaria Enquanto
isto não acontece a homenageio com esta poesia Nesta
data tão importante que Vitória aniversaria Anápolis,
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Eldorado
do Carajás (PA) Autor:
Valeriano Luiz da Silva Dos
cento e quarenta e três Municípios do Estado do Pará Tem
uma cidade que há de se destacar... É
a famosa cidade de Eldorado do Carajás Iniciou-se
com o garimpo de Serra Pelada e o Projeto Ferro
de Carajás É
uma Cidade nova onde na década de oitenta o povo começou a chegar E
em mil novecentos e noventa e um o Município veio a emancipar, O
nome Eldorado tem a ver com o “boom” do ouro naquela região Devido
a crise econômica do país para lá houve
grande migração E
o complemento “Carajás” foi a proximidade do Município à
Serra que lá está Embora
uma triste notícia fez esta cidade se propagar Com
o trágico acontecimento do massacre de Eldorado do Carajás Infelizmente
até a imprensa mundial fez esta notícia se espalhar A
descoberta da jazida de ferro na Serra de Carajás Levou
a Companhia Vale do Rio Doce a este minério explorar Com
autorização do governo esta companhia construiu uma rodovia E
ao longo desta linha, pólos siderúrgicos surgiriam, Várias
usinas de ferro-gusa ali vieram a se implantar Instalaram
em: Açailândia, Santa Inês, Rosário, São
Luis e Marabá, A
CVRD foi privatizada, mas por trinta anos tem trabalho assegurado, Através
da ferrovia, cargas e passageiros são transportados, A
maior atração turística é o Rio Vermelho Que
tem algumas praias e águas brilhantes como espelho A
melhor opção de hospedagem é o Hotel-Nacional As
riquezas de Carajás têm destaque internacional Anápolis
Go, www.albumdepoeta.com
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Rio Araguaia - Go Autor: Valeriano Luiz da Silva O Rio Araguaia parece coisa imaginária, Em tupi é conhecido como Papagaio Manso ou Rio das Araras Ele nasce em Goiás no Parque Nacional das Emas Por lá já viram tantas aves lindas até mesmo a Seriema Este Rio caudaloso divide dois Estados Entre Goiás e Mato Grosso está este rio tão falado Pertence a Bacia Amazônica estas águas tão serenas O passeio de barco vendo o pôr- do- sol vale a pena Venha conhecer este rio que te espera com carinho Divide “Mato Grosso e Tocantins” também “Pará e Tocantins”, Por mais de dois mil quilômetros percorre o seu caminho Lá tem tantos bichos lindos além dos passarinhos Depois de sua jornada deságua no rio Tocantins Na tríplice divisa, Tocantins, Pará, Maranhão e encerrando seu caminho, De maio até outubro apresenta praias brancas e limpas Até parece que suas praias em todo mundo são ímpares Tem uma fauna e flora rica em volume e também em espécie Se você gosta da natureza este lugar te apetece Saiba que o Araguaia é visitado por milhares de brasileiros Mas a fama deste rio traz muita gente do estrangeiro Grande parte do Araguaia pode ser navegada, Estuda-se uma hidrovia para Araguaia e Tocantins ter água interligada Várias cidades turísticas a suas margens te esperam com boa vinda Como: Xixá, Britânia, Cocalinho Luciara e a Barreira da Bem-vinda
São Felix do Araguaia, Aruanã, Cristalino, Rio das Mortes e Aragarças Conceição do Araguia, S.José dos Bandeirantes, Luiz Alves e Barra do Garças, Também é um dos mais piscosos rios do mundo Os pesquisadores estudam sua preservação a quase todo segundo Os tucanos, as garças, os uirapurus, a onça pintada na fauna há de se destacar, Também tem Lontras, ariranhas, botos, tartarugas e tracajás, Nas matas a vegetação predominante é de campos de várzeas e cerrado Ao norte há presença de grandes florestas, nesta flora que deixa encantado. Fica aqui alguns peixes no Araguaia criados: Piau, Piau-cabeça-gorda ou Piavuçu Piraiba, Pintado, Tuvira, Arraia, Piapara, Curvina, Pirarucu, Barbado, Bargada, Pitanga, amarelo, Paca, Cachorra, Dourada e Jaú, Piabas, Piabinha, Bicuda, Fidalga e Pacu. Tubara, Jaragui, Aruanã, Traira, acará e Caranha Surubim chicote, Curimatá, Candiru e Mandipiranha Desculpe a poesia longa, mais uma coisa quero registrar... O Araguaia é o lugar da moradia histórica do povo Karajá. Anápolis Go, 23/04/04 www.albumdepoeta.com
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Curitiba
– (Paraná-Brasil) Valeriano
Luiz da Silva Vou
tentar nesta poesia mostrar um pouco do Paraná... Deixando
outras lindas cidades de Curitiba vou falar Este
lugar onde o verde impera, e que no Brasil faz destacar... Que
já foi cidade das araucárias, ou pinheiro-do-paraná Curitiba
surgiu com o ouro Que
na época era o maior tesouro Cresceu
e floresceu com decoro Com
um progresso duradouro A
imigração teve papel fundamental Com
os estrangeiros vieram a cultura e o trabalho
manual Trouxeram
hábitos e costumes para esta Capital E
muito ajudaram no crescimento, econômico e social, Curitiba
de muitas raças De
Belos jardins e lindas praças De
grande miscigenação De
polonês, italiano e alemão... Nós
aqui do centro ou os do norte Se
um dia não tiver sorte De
conhecer a Europa bela Vamos
a Curitiba que é um pedaço dela No
bairro de Santa Felicidade eu provei o prato italiano Dentre
tantos povos, ainda me lembro dos ucranianos... Esta
Curitiba de mamelucos espanhóis e portugueses Não
deixou de receber um grande número de japoneses Percorrendo
Curitiba se vê em todo instante Um
portal homenageando aos lutadores emigrantes Entre
os que vieram de longe, também tiveram sua vez... Os
comerciantes Árabes; Sírios e libaneses, É
muito lindo em Curitiba o Parque de Tanguá Também
a Ópera de arame não deixe de visitar Tem
as casas de alto padrão no Parque de Tingui Onde
a estátua do cacique Tindiqüera está
erguida ali Outra
coisa me chamou atenção Foi
um relógio de precisão Mostrando
a entrada de uma rua Com
lojas abertas continuamente, seja com o sol ou com lua... Com
suas pistas de Cooper e também as ciclovias O
transporte de Curitiba é verdadeira maravilha Fica
a homenagem de um goiano a este importante lugar Da
bela Curitiba Capital do Parana Anápolis
Go, www.albumdepoeta.com
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Rio
São Francisco (Brasil) Valeriano Luiz da
Silva Oh! Minas Gerais Quem te conhece não
esquece jamais Oh! Minas de raça Onde está a Serra
da Canastra É aí no Chapadão
da Zagaia Que nasce o São
Francisco e depois se espalha Que segue pelo
Nordeste seu percurso Este Rio cuja foz
descobriu Américo Vespúcio Logo no seu
inicio está a Cachoeira do Casca Dantas Visitada até por
Auguste de Sain-Hilaire, que veio da França, É bonito ver-te
serpentear pelo sertão afora Sem pressa ou
canseira tu deixas Minas e vai-se embora Tu formas uma bacia
a caminho do Sertão Que mede quase duas
vezes o Estado do Maranhão Há um século atrás
Delmiro Gouveia em ti instalou A Primeira Hidrelétrica
que em ti funcionou Tu és o maior rio
genuinamente brasileiro Teu nome atravessou
fronteira e chegou ao estrangeiro Se tu falasses
pediria revitalização Que por inépcia do
poder público está só na projeção Velho Chico de boa potabilidade Mas que o homem por
pura maldade Jogam em ti detritos
poluentes Que às vezes mata
ou faz alguém ficar doente Ah São Francisco!
dizem que você está secando O culpado é o homem
que as matas está derrubando Como pode este Rio
que tem tanta história Por maldade do
homem perder a sua glória Com suas margens
arenosas, desprotegidas, desmoronadas, Falam que tu serás
um deserto que não valerá nada Mas se o homem se
despertar, ainda há tempo... De o São Francisco
levar ao mundo grande exemplo Também no vale do
Jequitinhonha Onde grande Rio ao
povo quase abocanha Mas no período da
estiagem As águas não
chegam ao homem jamais Deve dizer o
lavrador: Oh! Velho Chico que está às minhas portas Eu aguardo suas águas,
mas de mim elas dão voltas... De ti já falaram em
transposição Mas foi apenas a voz
do político em tempo de eleição Parece um projeto
difícil Mas eu sei que nem
por isso Ficarei sem trabalho
ou serviço E não faltarei com
meus compromissos Pois, nosso Deus de
misericórdia... Sempre nos acode Evaporando a água
do mar Que em forma de
nuvens vem nosso pranto acalmar Mesmo com Rio perene
no Vale do Jequitinhonha Porém suas águas
poucos apanham Quantas vezes a seca
é tão forte... E o homem sem água,
será destino ou sorte? É preciso salvar o
São Francisco da morte Para não virmos a
sofrer culpando a sorte Este Rio que
testemunhou seca, dor e transporte... Está como moribundo
gemendo com medo da morte Anápolis-Go,
23/03/05 www.albumdepoeta.com
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Cachoeiro
de Itapemirim – (ES) Autor: Valeriano
Luiz da Silva O Governador
Francisco Alberto Rubim É considerado o
fundador de Cachoeiro de Itapemirim Que em 1819 mandou
abrir uma estrada praqueles confins Ali nas proximidades
do Rio Itapemirim A região era
dominada pelos temidos índios Puris Isto não impediu
que os desbravadores entrassem por ali Entre 1820 e 1825
ocorreu a primeira incursão exploradora Que ali foram
impulsionados pela corrida do ouro No começo a navegação
no Rio Itapemirim era precária Pra atravessar o Rio
os barqueiros precisavam de força extraordinária Mas como o
transporte de gente e mercadorias era crescente Logo surgiram os
vapores solucionando a necessidade premente A estrada de Ferro
ajudou no desenvolvimento da cidade Esta estrada fez o
Rio e Espírito Santo estreitarem mais a amizade Em Vindo a ajudar muito
no transporte do café que dali escoou Na cidade tem
tombamento monumental Como a Ponte
Francisco Alves Athayde e o Matadouro
Municipal Casa da Memória,
Casa dos Bragas e o Mercado Municipal, Chafariz da Praça
Jerônimo Monteiro e a Lira de Ouro Sociedade Musical Recentemente
inaugurou o Teatro Rubem Braga Desta cidade vários
artistas se consagram Destaca-se sua
grande evolução cultural Que mandou vários
de seus filhos para o cenário nacional Lá nasceu Jece
Valadão produtor de Tieta do Agreste Com 106 filmes é um
artista que muito cresce Nos anos 50 Jece
nas chanchadas estava constante, E no cinema novo fez
interpretações marcantes Foi lá que nasceu o
cantor Roberto Carlos Que aos nove anos na
rádio local mostrava seu dom musical Imitando o cantor
Bob Nelson, Roberto cantava quase igual, Através de Roberto
o nome de Itapemirim atravessou a fronteira
nacional No Distrito de Rio
Negro do Sul Há um monumento da Natureza Uma formação granítica
gigantesca, coisa linda com certeza, Parece um ser humano
olhando pro outro isto é coisa certeira Dizem que é a lenda
do Frade e da Freira Falam que
quando o Brasil engatinhava os religiosos ali chegavam Assim chegou ali um
frade honrado semeando esperança Na mesma aldeia as
freiras pregavam que com esforço e sacrifício tudo se alcança Que possuindo estes
dons o povo poderia ter esperança Mas no coração do
Frade e da Freira surgiu ardente paixão Dizem que
continuavam mais fervorosos em suas orações Além das orações
dizem que viviam chorando e penando E que aquela recordação
cruel vivia lhes machucando A memória popular não
recorda se foram ou não unidos na terra Mas que as duas
rochas frente a frente Foi Deus mostrando o
amor sincero Chegando em
Cachoeiro de Itapemirim
mantenham-se informados E o lugar da Lenda
do amor impossível não poderá deixar de ser visitado. Anápolis Go, www.albumdepoeta.com |
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Pequena homenagem a Goiânia Valeriano Luiz da Silva Minha linda Goiânia capital de nosso Estado Há décadas atrás um projeto arrojado... Pelo Dr. Pedro Ludovico o mesmo foi implantado E esta cidade jovem surgiu do meio do serrado
A antiga cidade de Goiás já se sentia incapaz... De suportar o Progresso do Estado que cada vez aumentava mais Mas ninguém te esqueceu oh! Velha cidade de Goiás... Hoje Patrimônio da Humanidade terra de nossos ancestrais
O nome de Goiânia desde o princípio começou ser destacado... Diziam que um projeto Europeu surgia no Serrado Goiânia tão próxima de Brasília Exceto alguma violência ainda se considera cidade tranqüila
Na década de quarenta quando Goiânia precisou de apoio... O material de sua construção foi puxado por carro de boi Hoje com largas avenidas É uma cidade desenvolvida
Grande vantagem tem Goiânia pelo baixo custo de vida A educação e a cultura estão cada dia mais expandida E a medicina em Goiânia cada vez mais evoluída... É cidade bem cuidada com muitas árvores floridas
Muitos parques e jardins enfeitando a cidade... E o goianiense é tão amoroso que o turista já sai com saudade Isto aqui é apenas uma noção desta linda beldade Venha logo ver Goiânia Capital menina de verdade.
Valeriano Luiz da Silva Goiânia - Go, 04/08/04
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Rio
Branco – (AC) Autor:
Valeriano Luiz da Silva Mil
oitocentos e oitenta e dois Rio
Branco se originou. Quando
o Seringalista Neutel Maia por lá chegou À
direita do Rio Acre o primeiro seringal ele fundou Como
marco deste lugar uma gameleira lá ele ficou Esta
Gameleira testemunhou os combates ali travados Acreanos
e Bolivianos tiveram um conflito acirrado Mas
com a garra dos acreanos o Acre ao Brasil foi anexado Com
o tratado de Petrópolis o Território do Acre foi criado Barracões
e Barracas foram as primeiras Construções À
margem esquerda do mesmo rio surgiu a segunda plantação Onde
foi este seringal hoje está o Palácio do Governador Através
de Neutel Maia Rio Branco começou Vila
Rio Branco tornou-se o nome do lugar O
segundo distrito da cidade ainda hoje está lá Em
mil novecentos e nove, nova mudança ocorreu. Às
margens esquerdas do Rio Acre a prefeitura se estabeleceu Neste
local hoje funciona os principais órgãos estaduais Até
Rio Branco se firmar os nomes mudaram demais A
partir de mil novecentos e doze o nome não mudou mais Homenageando
este brasileiro que na academia foi um dos imortais Em
mil novecentos e vinte Capital do Acre foi
tornando Já
no início do século passado o desenvolvimento foi aumentado Estações
Radiotelegráficas e os correios foram instalados A
primeira usina elétrica e telefones foram implantados Muitos
têm o Acre como fim do mundo, mas para outros foi começo de vida. Portugueses
espanhóis alemães libaneses e sírios ali foram acolhidos Mas
também turcos japoneses e italianos que trabalharam ali mudaram de vida Famílias
de nordestinos sulistas e de outros estados ali também tiveram lidas, Com
o surto da Borracha para lá foram vários nordestinos Muitos
pensavam enriquecer rápido mudando seus destinos Pelas
propagandas dos seringalistas muitos foram arregimentados Diziam
que o enriquecimento fácil na Amazônia no nordeste era propagado Para
ver e lembrar o passado não deixe de visitar primeiro O
Museu da Borracha e A Casa do Seringueiro O
Anfiteatro Garibalde Brasi,
está no Campus da Universidade, O
Conservatório Maestro Neves tem estilo de modernidade O
Parque ambiental Chico Mendes faz lembrar esta criatura Que
para defender a ecologia lutou com muita bravura Visitar
Rio Branco pode ser uma aventura Muitos
acham difíceis devido à lonjura Anápolis
Go, www.albumdepoeta.com O
autor visitou o Acre em 1998 Curitiba
– (Paraná-Brasil)
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Fortaleza - (CE) Autor: Valeriano Luiz da Silva É preciso muita destreza pra falar de Fortaleza Pra não deixar a desejar, precisas conhecê-la com firmeza, Por isso peço ao leitor para não reparar Vou falar só um pouquinho da Capital do Ceará Todas as vezes que lá estive alguma marca em mim ficou Lembro das lindas jangadas, do brilho do sol e a noite iluminada, Lembro dos seus lindos coqueiros E de seu povo hospitaleiro Quando passei em Macejana alguém veio me contar Foi aqui onde nasceu José de Alencar Da história de Iracema eu vim a lembrar Percebi que grandes homens saíram do Ceará Em Fortaleza tem uma coisa que chama muito a atenção Um Monumento ao General Tibúrcio chamada Praça dos Leões Tem a antiga Cadeia Pública e a Barra do Ceará O Cine São Luiz e a Casa José de Alencar Ponte Metálica, ponte dos Ingleses e Praça Coração de Jesus, Antiga Alfândega, Mercado Central e Palácio da Luz, Catedral Metropolitana e a Antiga Escola Normal Com o nome de Dragão do Mar está o Centro Cultural Praça do Ferreira, Praça dos Mártires e a Igreja do Rosário, Estoril, Praça José de Alencar e a Estação Ferroviária, Teatro São José e Forte de Nossa Senhora de Assunção Estátua de Iracema, Teatro José de Alencar e o Museu do Som, Em 13 de Abril de mil setecentos e vinte e seis, fortaleza veio-se instalar, Com os atributos reais de promover o aumento da Capitania do Ceará Pra defender o povo e a justiça administrar E do bem comum ela iria cuidar Por suas nuances tropicais e vocação hospitaleira Tornou berço esplêndido de cearenses e outros brasileiros Pra inspirar poetas e artistas ali virou um celeiro Com a beleza de suas praias atrai turistas do mundo inteiro Vou citar apenas algumas das praias que tem por lá: Praia de Abreulândia e Praia da Barra do Ceará Praia do Futuro com infra -estrutura lá está A Praia de Mucuípe, você vai muito agradar, A Praia do Meireles também na Avenida Beira Mar Pra saber mais de Fortaleza tem que lá visitar Vá tomar água de coco e sentir muito calor Dizem que Fortaleza é filha do sol, do mar e do amor. Anápolis
Go, 16/04/04 www.albumdepoeta.com
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João
Pessoa (PB) Autor:
Valeriano Luiz da Silva Vou
falar de uma cidade que você vai admirar João
Pessoa situa-se entre o Rio e o Mar Quatrocentos
e dezessete anos
de história João Pessoa tem pra contar Terceira
cidade mais antiga do Brasil é aquele lugar A
ocupação começo no século dezesseis... Com
a chegada dos exploradores franceses Esta
cidade está no nordeste do Brasil No
Estado da Paraíba de um povo muito gentil Tem
lindos monumentos todos bem guardados E
o verde daquela capital é bem preservado Como
cidade mais verde do mundo João Pessoa foi destacada Somente
pela cidade de Paris ela foi ultrapassada Com
a vegetação o pessoense tem muito cuidado Todos
que tem ido lá isto tem observado A
cidade tem muitas árvores frutíferas Gramados
e praças belíssimas O
mais conhecido cartão postal É
cercado de palmeiras imperiais É
a Lagoa do Parque Sólon de Lucena Que
conhecer vale a pena A
cidade nasceu às margens do Rio Sanhauá Mas
seu crescimento foi direto ao rumo do mar Tem
lindas praias que o olhar da gente até se some E
matas virgens que nunca foram tocadas pelo homem Na
Praia do Cabo Branco você deve visitar por certo Lá
está o ponto oriental das Américas esbelto O
marco geográfico mais importante do país É
a Ponta Seixas com vegetação primaveris Segue
os nomes das principais praias com seus encantos Tambaú,
Manaíra, toda Costa do Sol e Cabo Branco, O
Conjunto barroco está lá com sua beleza E
os lindos azulejos com sua delicadeza João
Pessoa une o passado ao futuro Por
isso seus filhos falam de lá com muito orgulho Esta
poesia te despertou o interesse de ir lá por certo João
Pessoa te espera de braços abertos. O
autor esteve duas vezes Anápolis
Go, 20/04/04
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As belezas do Amapá Valeriano Luiz da Silva É preciso visitar o Amapá Para dele poder falar Observar os manguezais Os cupuaçuzeiros e os açaizais Como barulho de roca Ouve-se a pororoca Onde a água se encanta Quando a doce e a salgada se encontram Onde se vê com facilidade A fauna e a flora em diversidade A pescada da gurijuba e o mergulho no igarapé As habitações ribeirinhas de madeira e sapé Da macaxeira ou mandioca Faz-se a tapioca O tambaqui e o tacacá São comidas típicas do Amapá Em Macapá Presente está O acarajé e o vatapá E as águas do Amazonas correndo sem parar Macapá se destacou Com a linha do Equador Esta linha imaginária É coisa extraordinária Ver os tamboris do Marabaixo e as pedras da fortaleza A vastidão da floresta com tamanha beleza Também tem peixe e camarão Em grande proporção Na orla de Macapá pode se fazer caminhada É lindo ver a garça em grande revoada Além das florestas tropicais também os cerrados E semelhante ao Pantanal estão lá os alagados Macapá-AP,
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Caldas
Novas - (GO) Autor:
Valeriano Luiz da Silva Aqui
vou falar um pouco da Região das águas quentes Que
Peço
desculpas a cidade de Rio Quente para falar
de Caldas Novas Mas
as duas são cidades gêmeas que os turistas farão prova O
que se há de destacar são seus grandes mananciais É
um dos maiores do mundo seu complexo hidrotermais Tem
lugar que a água é tão quente que em minuto se cozinha um ovo Lá
tem roteiro turístico variado para todo gosto do povo Em
mil setecentos e vinte e dois Bartolomeu Bueno
da Silva chegou neste lugar Para
reconhecimento de Goiás aonde um dia seu pai veio a explorar Para
vir para cá o Governador de São Paulo ordens a ele teve que dar Teve
a ventura de no pé de uma serra águas quentes encontrar Para
pesquisar a origem das fontes Tem
vindo Técnicos de todo Horizonte Uns
dizem que são enriquecidas com minério de urânio Que
ao longo do tempo da Serra de Caldas vem desintegrando Outra hipótese
é a da existência de um vulcão, Em
cuja cratera brota as águas, pois não entrou em erupção, Outros
indicam que elas são resultadas de águas pluviais Que
vindo de uma profundidade tem aquecimentos naturais As
águas quentes são por si sós, uma fascinante atração, Mas
muitas coisas típicas de Goiás estão presentes nesta região Se
quiser ver a água quase fervendo, o Parque Lagoa quente é uma sugestão, Se
andar pelos cerrados frutos nativos lá estão, Dentre
os frutos do Campo deste lugar Apenas
três aqui vou destacar... Um
com os Nomes populares - piqui,
pequi, pequi-bravo, pequiá Que
além do fruto cheiroso sua madeira até em navio pode se empregar Outro
fruto do cerrado presente na região que tem se destacado Tem
o Nome
popular - Chichá-do-Cerrado,
Sapucaia, Castanha de Macaco, Em
obra interna a madeira tem sido utilizada E
as castanhas pelo homem e espécies da fauna têm sido apreciadas Outra
fruta com Nome popular - Mangaba -Mangabeira Para
fazer caixas e carvão utilizam sua madeira Seus
frutos também os goianos muito tem gostado E
no nordeste do Brasil são muito comercializados Cidade
traquila para caminhada matinal É
uma cidade moderna com destaque nacional A
cinco quilômetros da Cidade você verá uma grande obra O
“Parque Estadual da Serra de Caldas Novas” Parece
que todos os caminhos do mundo nos levam a este lugar Além
da pureza e beleza, estas águas fazem a saúde
melhorar. Está
próxima de Goiânia e da Capital Federal Venha
conhecer Caldas Novas com seu complexo hidrotermal. Anápolis-Go,
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Garanhuns
– Pe Autor:
Valeriano Luiz da Silva Do
pleno sertão pernambucano Um
município está me inspirando E
sobre esta cidade eu estou poetizando É
da bela Garanhuns que eu aqui estou falando É
uma cidade diferente Neste
nosso nordeste quente Por
ter um clima diferenciado Do
nordeste ensolarado Parece
utopia O
que estou falando na poesia Mas
talvez você não sabia Desta
nordestina cidade fria Garanhuns
em certa estação Assemelha-se
a Campos do Jordão Aqui
não falo da Europa, como Lisboa sobre as sete colinas, Pois,
sobre sete colinas Garanhuns também a muitos fascina, O
gostoso clima de inverno nesta cidade predomina Também
de água mineral lá existe certa mina Como
é linda Garanhuns com o aroma das flores Este
perfume ali exala como nas festas de amores É
uma bela cidade, quanto a famosa Ipanema, Mesmo
sem praias, parecem os lábios de mel de Iracema, Garanhuns
sempre se destacou
no Estado pernambucano Na
economia e no turismo está sempre prosperando É
bom apreciar as paisagens típicas da região Fica
aqui para o leitor um pouco da atração Como
Castelo de João Capão O
relógio de flores único do sertão A
Bica do timbó o Alto columinho O
Cristo do Magno e a Casa de farinha do castainho A
Fonte luminosa onde há pássaros demais Que
à tarde se recolhem nas palmeiras imperiais Tem
o monumento do Ypiranga no Alto da Boa Vista Que
em forma de obelisco o turista ele conquista A
Cachoeira de Inhumas com piscinas naturais E
visitar várias fazendas também é bom demais No
povoado do Castainho Você
é tratado com carinho Por
uma comunidade negra Que
segue dos ancestrais certas regras Num
português arcaico fazem seus cantos e a ladainha, Num
labor como ritual, produzem muita farinha, E
unidos eles exploram a agricultura, Gostam
de festas e são alegres estas belas criaturas, Para
um goiano falar de Garanhuns é preciso sacrifício Mas
você acredita que lá tem gastronomia em estilo suíço? Há
construções e hotelarias aconchegantes Pra
receber turistas a qualquer instante Se
puderes vá lá ao mês de julho... No
festival de inverno com muito orgulho Fica
apenas noção da Manchester do agreste Pernambucano Aqui
descrita por um poeta goiano Anápolis-Go,
14 de março de 2005
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Brasília – (DF) Autor: Valeriano Luiz da Silva Em mil oitocentos e vinte e tres, José Bonifácio sugeriu, Que a capital teria que vir, para o interior do Brasil, Para que constasse na Constituinte do Império, isto êle pediu, Mas sua sugestão foi rejeitada e nenhum efeito surtiu,
Porém a idéia da mudança não foi esquecida, Cem anos depois estava mais amadurecida, Em mil novecentos e vinte e dois, foi lançada a pedra fundamental, Proximo
a Planaltina de Goiás no Planalto central O
presidente Juscelino Kubitschek, em mil novecentos cinquenta e seis, Outorgou poder a Novacap para construir Brasília desta vez, Para planejar e executar este projeto empreendedor, Na região do cerrado goiano que Lúcio Costa traçou, O projeto a este urbanista, o presidente entregou. Pra trabalhar com Lucio Costa, Oscar Niemeyer associou, Com uma equipe de arquitetos, os prédios públicos Oscar traçou, Isto foi bom para o país, pois muita gente lá empregou.
Outro Brasileiro que destacou na construção, foi Israel Pinheiro. Ao lado dos arquitetos foi um grande engenheiro, Cinco mil oitocentos e vinte e dois Quilômetros, do Distrito é a extensão, Topografia suave e vegetação de cerrados são as características da região. Em vinte e um de abril de mil novecentos e sessenta, boa notícia foi dada, A estrutura básica da cidade, já estava edificada, Houve festa na cidade pelos chamados candangos, Disse que festejaram tanto que parecia dançar tango.
Nascia a capital das esperanças, que viria ser uma grande cidade, Que já não era mais um sonho, mais sim realidade, Fez uma linda cidade com grande arborização, Flamboyants, espatódias e sibipirunas, plantaram em vasta extensão.
A iluminação da cidade foi com lâmpadas fluorescentes, Enquanto São Paulo e Rio eram lâmpadas incandescentes, Na década de setenta, a iluminação passou a vapor de mercúrio, Pelo rebaixamento dos postes, algumas ruas ficaram um pouco escuras.
O poder executivo trabalha com regiões administrativas, No Distrito também funciona uma assembléia legislativa, Estes parlamentares são chamados de Deputados distritais, Mas é representado no congresso, por senadores e deputados federais.
Há um administrador para cada região, O plano piloto e as cidades satélites fazem parte desta união, No plano piloto está os órgãos públicos Federais, Também as embaixadas e residências oficiais
A atividade econômica é pouco diversificada. As funções administrativas são as mais destacadas, O planejamento industrial é muito estudado, Para que o estilo da cidade seja preservado
Como atrativo para o turista, tem a torre da TV, E também o autódromo, Nelson Piquet, Como primeira residência do presidente, está lá o Catetinho, Este símbolo os brasilienses, o mantêm com carinho. Falei pouco da Brasília de hoje, que se modernizou, Brasília só poderia ser construída, por um homem empreendedor, Que sem briga e discussão dois estados conquistou, Parte de Minas e Goiás o governo apropriou e assim nestas terras o Distrito se formou
Anápolis
Go, 27/03/04 www.albumdepoeta.com
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Brasileiros
trabalhando no estrangeiro |
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