Bem, há mais de ano que venho prometendo a mim mesmo escrever algo a respeito do esperanto. Mas a preguiça era tanta que minha mente foi afetada...
Bem, ela foi a primeira língua que decidi aprender de livre e espontânea vontade: tinha dez anos quando ouvi falar dela pela primeira vez. Com onze, comecei a fazer o primeiro curso; mas tive que parar por causa da escola (os horários de ambos coincidiam). No decorrer de minha existência, fui aprendendo outros idiomas (francês, alemão, inglês, espanhol...), o que contribuiu sobremaneira para a retomada do estudo do esperanto que comecei a empreender aos dezessete anos. Desde então, venho acumulando o conhecimento dela em doses homeopáticas, embora possa ler textos de forma bastante razoável.
Nesse meio tempo, conheci a Associação Potiguar de Esperanto (aos dezessete anos, mais precisamente), comecei a interagir com os membros de lá, participar de alguns eventos... Mas, definitivamente, sou um esperantista bem preguiçoso. Não sei quando vou começar a lecionar esperanto, mas já recusei vários convites (mesmo os que me dou!). Quase não vou à Associação. Mas ainda tenho interesse na língua internacional; tanto é que me comunico com uma lituana e um costarriquenho (aliás, foram os primeiros de suas nacionalidades que eu conheci - através da língua de Zamenhof!), e desejo traduzir algumas coisas no futuro (espero que estas não sejam apenas PROMESSAS!).
Ora, que que tô falando no parágrafo acima? Não faço eu uma propaganda discreta do esperanto, quando participo dos fóruns de discussão na Internet? E nas mensagens eletrônicas? E neste blog? Da mesma forma como aprendo, propago e explico (na medida do possível) como "funciona" la Internacia (é o nome que Zamenhof deu ao esperanto, enquanto era vivo) em doses minúsculas; umas cinco pessoas resolveram aprendê-la depois que eu falara a tal propósito, eu acho. O quê? A quantidade é pouca? Já pensaram se os 3 milhões de esperantistas fizessem pelo menos isso? Voltando ao fio do pensamento, esta é a razão das "saudações verdes" com as quais assino os artigos deste blog, dos fóruns de discussão e as mensagens eletrônicas. É uma tática que sempre funciona, pois sempre alguém pergunta pelo significado dessa assinatura. Se esse alguém não se interessar muito, explico a simbologia envolvida nela; caso contrário