Antecedentes 
 
 
 
 

Era uma vez...
 

Há já muitos anos que o Quinhe vinha tocando de festa em festa, de "ãotena ânhe ãotena" de rádio, compondo versões, bastas vezes assassina(da)s, de temas de "graunde êzito internaciunale". Juntou-se-lhe um dia o Khardozoff, que – já dizia a vizinhança – tem umas mãozinhas de oiro e que, com a sua guitarra, abrilhantou, com o Quinhe, o panorama radiofónico do Luxemburgo.
 

Um belo dia de chuva, o Quinhe do Bombo e o Khardozoff viram-se – para espanto geral e decepção internacional – dispensados da antena da rádio onde davam o litro porque o seu trabalho aparentemente não se "cu-adonava" com a política da emissora. Com eles arrastaram um africano para o desemprego.
 



 

Versão 1
 

Cheiinhos de vontade de dar umas marradas, seguiram caminhos diversos para divulgar a sua música, até que um dia, em faena copofónica com o Ci, perguntaram-se de uns para os outros: "Ó malta, e se nós fizéssemos uma banda?". Todos acharam boa ideia e pediram mais três cervejas.
 

A seguir era preciso decidir o que é que a banda ia tocar. O Ci tinha muitas ideias – por isso é considerado o idiota da banda – e começou a escrever. O Khardozoff começou a musicar, o Quinhe amalhava no bombo sempre que podia e o MC Piccolo e o Littlefield, não resistindo ao barulho, juntaram-se-lhes numa noite memorável que marcou a gravação – de primeira e sem deixar a bola cair no relvado – de Já Temos Dias a Mais.
 

A partir daí o mundo conhece a história. Surge um disco que, ao contrário dos outros discos, não é para vencer. Não, vencer é, não é é para vender... (escrever em teclas tão pequeninas com umas patorras destas...)
 

O que é que eu estava a dizer? Ah! O disco. Pois... É um disco de distribuição limitada que os Bois conseguem oferecer aos amigos graças a um apoio de uma conhecida casa de créditos belga e a um sítio internet (este) que, se não fosse a generosidade em megabytes da geocities, nunca teria existido.
 



 

Versão 2
 

Cheiinhos de vontade de dar umas marradas, seguiram caminhos diversos para divulgar a sua música, em rádios ainda mais alternativas. Até que um dia, em faena copofónica com o Ci, perguntaram-se de uns para os outros: "Ó malta, e se juntássemos todos os nossos trabalhos em disco?".
 

"Tá bem", disse a malta. "Mas para isso é preciso constituirmo-nos em banda", lembrou a malta. E todos mugiram de consentimento: muh!muh!
 

"Para termos uma banda, também é bom arranjarmo-nos um nome", acrescentou a malta (a malta aqui somos todos). Bem, dado que atingimos um nível de qualidade tão elevado que passámos a ser o padrão das boisbandes, a ninguém mais do que nós caberia o direito de utilizar o nome; e adoptámo-lo. Entre três cervejas e uma rosporre.
 



 

Versão 3
 

O melhor é passar directamente à versão 4 desta história.
 



 

Versão 4
 

Um dos provocadores, corno de alta estirpe, inquere: "Alguém tem alguma coisa contra um bom par de cornos?". Um tinha. Outro não tinha. Um terceiro também não, com a condição de esse par ser de kelkandôtre. Havia um c'até gostava muito do programa "Entre Barreiras", quéra um programa tauromáquico na televisão portuguesa. No geral, todos aceitaram de bom grado cornos artísticos, porque eram todos uns artistas...
 

Portanto, toca lá a constituir a banda. O busílis é que os nossos trabalhos não eram assim tantos que pudessem constituir um verdadeiro repertório. Donque, era preciso decidir o que é que a banda ia tocar.
 

O Ci tinha muitas ideias e começou a escrever. O Khardozoff tinha muitas notas e começou a musicar. O Quinhe, que gostava muito de tocar (tocar o burro, tocar o boi, tocar os cavalos, enfim, tocar fosse que bicho fosse), amalhava no bombo sempre que podia. E o MC Piccolo e o Littlefield, não resistindo ao barulho, juntaram-se-lhes numa noite memorável que marcou a gravação – de primeira e sem deixar a bola cair no relvado – de Já Temos Dias a Mais.
 

E foi partido! Quer dizer, táva lançado...
 



 

Versão 5
 

Depois de bebidas as três cervejas (cada um), um dos engraçadinhos perguntou: "O que é que se há-de fazer para f... a cabeça aos notáveis?". Olha, o melhor é fazer uma tourada! "Tá bem", disseram os outros. Menos um (que é um boi que se corta sempre quando é preciso ir para a arena). Combinou-se então constituir uma boysband. E como a gente não gosta de estrangeirismos, decidimos lusitanizar o nome. Ficámos, pois, a ser a Boisband, com um i.
 

O Ci tinha muitas... etc ... mesmo texto até Já Temos Dias a Mais. Agora continua assim:
 

Para trás ficaram referências simpáticas a outras personalidades, que tocaram bem fundo no nosso coração (e todos sabem quão grandes são os corações dos bois!). Canções que vão permanecer eternamente nos corações deles (bois) e de milhares deloutros (fãs).
 



 

Versão 6
 

Tudo aconteceu por acaso. Há já muitos anos que o Quinhe vinha tocando de festa em festa, de "ãotena ânhe ãotena" de rádio, compondo versões de temas de "graunde êzito internaciunale". Juntou-se-lhe um dia o Khardozoff, que – já dizia a vizinhança – tem umas mãozinhas de oiro e que com o Quinhe o panorama radiofónico do Luxemburgo.
 

Um belo dia de chuva, o Quinhe do Bombo e o Khardozoff viram-se – para espanto geral e decepção internacional – dispensados da antena da rádio onde davam o litro (etc. etc.).
 

Cheiinhos de vontade de dar umas marradas, seguiram caminhos ínvios para divulgar a sua música, começando a frequentar gente como o MC Piccolo e o Littlefield. Bom, não interessa - cada um é como é. Não se fala mais nisso... Até que um dia, em faena copofónica com o Ci, perguntaram-se de uns para os outros: "Ó malta, e se nós fizéssemos uma banda?". Todos acharam boa ideia e pediram mais três cervejas. Para cada um!
 

A seguir era preciso decidir o que é que a banda ia tocar. O Ci tinha muitas ideias – por isso é considerado um idiota – e começou a escrever. Nessa altura começou-se a pensar em arranjar um advogado...
 

O Khardozoff – que só tinha notas falsas – começou a musicar. Nessa altura começou-se a pensar em arranjar um sintetizador...
 

O Quinhe – que adorava malhar – passou a amalhar no bombo com uma força desmedida, a tal ponto que um dia em Esch até começaram a assobiar.
 

O MC Piccolo e o Littlefield, não resistindo ao barulho – eles que 'tão sempre a meter-se em barulhos –, juntaram-se aos outros, numa noite memorável que marcou a gravação de Já Temos Dias a Mais.
 

A partir daí o mundo conhece a história. Surge um disco de distribuição limitada que os Bois conseguem oferecer aos amigos graças ao apoio de uma conhecida casa de créditos belga e ao patrocínio de um generoso sítio internet etc. etc. o resto está explicado mais acima.
 


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