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17/11/08
• Os Titubeantes Passos da OAB - Gen. Azevedo
----- Original Message
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From: M
Sent: Monday, November 17, 2008 2:01 PM
Subject: Os Titubeantes Passos da OAB - Gen. Azevedo
Entendo que o essencial no artigo abaixo é expor mais um passo das técnicas
gramscianas da guerra psicológica movida contra o povo brasileiro pelo
comuno-petismo:
- ocupar redações, escolas, editoras, igrejas e todo e qualquer espaço
formador de opinião, a partir dos quais a unanimidade do discurso corruptor - castrando quaisquer possibilidades de contradição - se imponha à mente
popular como verdade única e absoluta.
Era inevitável que a voz da OAB, presumível intérprete nacional do Estado
Direito, fosse também 'aparelhada' para, como o restante da mídia e
instituições, sacramentar o 'torto'. Implementando a onda do momento, cobra
vingança contra os bravos que os puseram de joelhos, generosamente lhes
pouparam as vidas, perdoaram seus muitos crimes e suínas intenções e ainda
lhes facultaram plenos direitos da cidadania.
Uma vez mais - e como sempre! - se impõe claramente a evidência de que
comunistas são uma escória tóxica com a qual, tal como como os vírus, não se
negocia, não se argumenta ou sequer se convive. As asneiras marxistas a que
chamam "ideologia" e os particulares meios desenvolvidos para implementá-la
são - até agora em minha experiência de psicólogo clínico - os mais
adequados instrumentos jamais ideados para desenvolver a própria corrupção.
Em perfeito, absoluto contrário aos ideais das vertentes religiosas que
incentivam à construção da excelência humana, esta coprologia, estimulando
as piores características patológicas da psique, empurra para o baixo, para
o inferior degradado, para níveis anímicos trevosos a que nenhum animal é
dado atingir.
Alcançam se fazerem virtuosi da própria canalhice...
Declaração de um Velho Soldado que os conheceu em toda a extensão da náusea:
-- Não converso com comunas. Se aparecerem por aqui, recebo-os a bala...
Correto conhecimento, levando a correto diagnóstico e conseqüente correta
terapia: chumbo quente em pastilhas cilíndricas...
.....................................................................................................................................
Cobramos atitude das FFAA, ignorando quase tudo a respeito de suas reais
circunstâncias.
Talvez pequemos por injustos, risco fácil pro ignorante.
Talvez que a presente inércia lhes seja - por enquanto - a única postura
aceitável em relação a custo-benefício, para si e para nosso povo.
O fato é que, na área de instituições, mantêm-se como a reserva moral da
nação - a última!
Que o Criador as proteja e ilumine - neste nosso escuro quadro
sócio-político ainda representam uma luz.
Talvez aquela ao fim do túnel?
Que assim Deus nos permita.
Aproveite o texto do Gen. Azevedo.
M.
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Fonte: Usina de Letras
Os Titubeantes Passos da Ordem dos Advogados do
Brasil (OAB) por Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira
O Brasil é o paraíso dos advogados e rábulas. Isto ninguém pode negar. Não
nos faltam “causídicos”, nós os temos às pencas. No entanto, na contramão da
fartura de togados em leis e nos seus meandros, somos, estranhamente, o País
da impunidade.
Velhas, desusadas e sibilinas leis regem a justiça tupiniquim. É fato
notório. Quem de direito, também sabe; porém, os que sabem, nada ou pouco
fazem.
A morosidade ou total ineficiência na aplicação da justiça é fato consabido.
Que a “bandalha” é admitida como um mal tão encruado no imaginário nacional
que, resignadamente, a pusilânime sociedade é unânime em aceitar, que nada
poderá mudar este estado de leniência.
A Ordem dos Advogados do Brasil congrega na atualidade mais de 700 mil
advogados, o que lhe concede uma voz na sociedade, e, sem dúvida, um polpudo
pé - de - meia, graças às contribuições de seus muitos associados. Capilar,
suas Secções espalham – se sobre todo o território nacional.
Volta e meia, opina.
A OAB costuma pronunciar–se, esporadicamente. Faz parte da sua
sobrevivência, emitir pensamentos e pareceres. Assim, posiciona-se a favor
ou contra, de que lado, não interessa, é preciso estar em primeiro plano.
A OAB, como a maioria das entidades, retrata a imagem de seu Presidente, por
isso, às vezes brilha, noutras claudica e embota o seu passado, iniciado em
1930, mas cujas raízes remontam ao Instituto dos Advogados.
Eventualmente, sabedores de sua força e projeção, a OAB é instada ou
convidada a emitir pareceres. Em 1979, em face da sensibilidade do tema, foi
solicitado pelo Presidente do Senado Federal, Senador Luiz Viana Filho, ao
Presidente da Ordem, Eduardo Seabra Fagundes, um Parecer sobre o Projeto de
Lei de Anistia que tramitava no Congresso.
Assunto delicado, de difícil trato, o qual deveria como foi, ser esmiuçado
nas suas minudências e nuances pelos seus “lentes”; a começar, pelo renomado
advogado, Sepúlveda Pertence, Conselheiro da Ordem e Relator da matéria, na
ocasião.
Mas, pasmem, ao contrário do que hoje apregoa rútilo de indignação, o seu
atual Presidente, Cézar Britto, com visível parcialidade, insuflando para a
imperiosa necessidade de serem penalizados os “torturadores” da época dos
Governos Militares; o Conselho da Ordem aprovara em Sessão Plenária de 24 de
julho de 1979, o Parecer que, categoricamente, afirmava, sem tergiversação,
que a Anistia deveria ser Ampla, Geral e Irrestrita.
Aquele Conselho fundamentou o seu Parecer num elenco de irretorquíveis
argumentos que permanecem pétreos, até os nossos dias.
Mas o que aconteceu? O renomado Sepúlveda Pertence estaria fora do seu
juízo? Por acaso, estava a soldo da governança da época? Era refém de alguma
entidade ou ideologia? Sofria alguma ameaça que lhe tolhia a melhor decisão
ou embotava seu julgamento? E a Plenária do Conselho?
Então, qual será a razão da subserviência do Conselho em relação à opinião
de alguns Ministros do governo da situação, que o leva a atropelar,
grosseiramente, o estudado Parecer de 1979?
O Presidente Cézar Britto, ao ser taxativo no seu repto de “cacem as
bruxas”, e ao omitir–se quanto aos terroristas, sobre os quais não emite
sequer a mais lacônica citação, transparece, com limpidez, qual é a sua
estatura.
Segundo aquele Presidente o terrorismo da época era do tipo “paz e amor”,
que o digam as suas vítimas, feridos, mortos ou seqüestrados, que
provavelmente, foram mimoseados com delicados incentivos para encetar uma
fuga.
Hoje, para a esquerda, que advoga em causa própria, e para muitos de seus
correligionários que abonadamente ocupam postos em todos os níveis do
Governo, os terroristas são esqueletos a serem guardados no armário das
saudosas lembranças.
Os assaltos, atentados, assassinatos, justiçamentos e outros descaminhos
foram fugazes pesadelos que se desvaneceram no despertar no dia seguinte.
Foram peraltices, doces recordações de idealistas guerrilheiros, hoje,
regiamente reembolsados (tem razão o Millor Fernandes ao dizer que eles não
fizeram “guerrilha” e, sim, um bom investimento).
Mornas tertúlias sobre aqueles tempos, por certo, enchem de nostalgia e de
desmedido orgulho àquele bando de heróis. São os “cumpanheiros” rindo e
jactando-se de suas façanhas.
Acorda OAB.
Acorda Brasil.
Pode ser que haja algo de podre no distante Reino da Dinamarca, mas a bem da
verdade, é que o mau cheiro recende aqui.
Brasília, DF, 15 de novembro 2008
Gen. Bda RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira