Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Novembro 2008 Índice Geral
10/11/08
• Rumo ao caos fabricado. - Gen .Azevedo
----- Original Message -----
From: M
To: undisclosed-recipients
Sent: Monday, November 10, 2008 10:29 AM
Subject: Rumo ao caos fabricado. - Gen .Azevedo
...O quadro é abusivamente claro: todos os passos do golpe branco em
processo, para transformação do Estado em ditadura comunista estão expostos
às escâncaras.
Com o descaramento característico, os comuno-petistas atropelam as leis,
estupram a Constituição, prostituem as instituições e lentamente putrefazem
o espírito da Nação, para gáudio e lucro de uma quantidade de boçais, que à
"esperteza" somam crua canalhice.
O bramir da obviedade aturde ouvidos... mas ainda é insuficiente para
deslocar a cera nas orelhas do EMFA: Dever, Brio, Honra dormem em tranquilo
alheamento, ressonando em tons macunaímicos...
Lá em cima, Castelo e Medici ocultam os rostos em vergonha.
Pobre Brasil.
M.
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RUMO AO CAOS FABRICADO
Já falamos acerca do estado policialesco, cujas tétricas asas se abrem sobre
a nossa Pindorâmica Nação, e comentamos sobre as arbitrariedades da Lei Seca
e da boçal proibição do consumo de bebidas alcoólicas nas estradas.
Draconianas medidas, cujos decantados resultados seriam, igualmente obtidos,
caso, antes, houvesse uma mínima fiscalização, de acordo com os padrões
normais estipulados para o controle de ingestão alcoólica por parte dos
motoristas.
No País da impunidade, os agentes de trânsito tornaram–se a consciência
nacional.
Vimos como prender porcos selvagens, pouco a pouco, instalando se, sem
alarde, cerca após cerca, até torná-los, nada mais do que um confinado
rebanho de dóceis ovelhas.
Assistimos impotentes, às transformações de uma sociedade que poderia
representar a verve nacional, num exército de zumbis votantes ao serviço do
desgoverno. E ai, de quem ouse insurgir–se.
Lemos que a nossa justiça tem autorizado a instalação de mais de mil grampos
por dia, notícia que, certamente, não causará a menor fissura no espírito
dos mortos–vivos, mas que cala fundo nos corações e mentes daqueles que
percebem o que está acontecendo.
É facílimo imaginar que, entre as justas autorizações para a instalação
daqueles artifícios, no sentido de descobrir e penalizar pretensos
criminosos, corruptos e corruptores, um número sem conta deve primar pelo
caráter ilegal e pelo descumprimento de uma série de normas, como o seu
tempo de duração.
Assim, conhecendo-se os gestores dos aparatos policiais de mais alto nível
da Nação, podemos aventar, sem medo de cometer perjúrio, que muitos grampos
destinam-se a bisbilhotar os inimigos do “regime”.
Considerando-se, ainda, que o dado de mil por dia é o oficial, podemos
questionar quanto à veracidade daquele número, e, realmente, admitir que ele
possa ser bem maior do que o divulgado.
A cada dia, salta aos olhos, mesmo dos que insistem em olhar apenas para a
ponta do próprio nariz, que vivemos às portas de um arremedo de governo, que
está decidido a exercer o domínio total sobre a sociedade, através da
instrumentalização do poder do aparato estatal.
E os subterfúgios e artimanhas para tanto são de toda ordem, sendo
importante destacar a instalação de um clima de contradições estabelecido
pelas declarações das autoridades governamentais, a começar pelo nosso
loquaz Macunaíma nordestino, sempre pronto, a pronunciar–se,
abestalhadamente, sobre qualquer coisa ou assunto, para depois, descarada e
malandramente, contradizer–se ao sabor de seus interesses.
O clima de confusão fabricada é exacerbado pelo fomento de dicotomias e
arestas entre os segmentos sociais. As discussões sobre a Lei da Anistia que
o digam.
Contando com a mídia parcial e atrelada aos seus interesses, assistimos ao
surgimento de excrescências territoriais como os Mega–Latifúndios Indígenas
de Roraima, agora ombreados por obra e graça dos agentes dissociativos,
pelos Mega–Latifúndios Quilombolas.
Assim, “la nave va”.
Sem a menor reação, foi criado o dia das vítimas da tortura; prosseguiram as
concessões de Bolsa – Anistia; reavivaram–se os salamaleques para os
ditadores e assassinos de Cuba; a Venezuela, o Paraguai, o Equador e a
Bolívia desdobram–se em tripudiar sobre ao Brasil.
E nós, “os bonitões”, nem estamos ai.
Os otimistas afirmam que o resultado das eleições para a Prefeitura de São
Paulo mostrou ao molusco e caterva que eles não estão com a bola toda. Ledo
engano. Incautos, focam o miúdo e não analisam o conjunto da obra.
Os “petralhas” e a base aliada dominaram mais de 72 % do eleitorado, ou
seja, uma maioria significativa subordinou–se às cantilenas e aos chamados
lulo–petistas.
Dominando o ensino, os sindicatos, o funcionalismo, que recebe mais do que
os empregados das empresas privadas; insuflando greves e abonando aos
banqueiros, o nosso governo segue impávido, como se nada mais importasse. O
fim justifica os meios.
Assim, “a lula va". Sempre alhures, comandando de longe, como um profissional
que maneja os cordões das marionetes.
Destarte, como maquiavelicamente planejado, caminhamos para o caos, até que
o Estado, ou melhor, o esperto Governo, impelido pelo dever de pôr ordem na
casa, venha a exercer, de fato, o domínio do Estado sobre a sociedade.
E pronto. Como um passe de mágica, eis que, ao abrirmos os olhos, estaremos
atolados no velho comunismo.
Brasília, DF, 10 de novembro de 2008
Gen. Bda RI Valmir Fonseca AZEVEDO Pereira