Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Junho 2008
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26/06/08
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"FALANDO FRANCAMENTE" - Um amistoso convite à ação.
De: M
Data: 06/26/08 09:50:18
Assunto: "FALANDO FRANCAMENTE" - Um amistoso convite à ação.
"Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada." E.Burke
"Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um
pouco." E.Burke
M.
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Fonte: Farol da Democracia
FALANDO FRANCAMENTE
Klauber Cristofen Pires
Fundador e Representante para a Região Amazônica do FDR
O meu trabalho como articulista teve início algum tempo depois de ter
conhecido o filósofo Olavo de Carvalho. Confesso que minhas primeiras reações
ao polêmico jornalista foram negativas, mas tive a prudência – ou terá sido
sorte – de, antes de enviar-lhe alguma carta contestando suas posições – ter
dado um tempo para lê-lo mais. Este tempo hoje já alcançou dez anos, desde que
vi o seu primeiro artigo na edição nº 01 da Revista Época, em 1998, e de lá
para cá a ânsia de lê-lo não mudou, mas apenas o propósito: se antes queria
saber mais sobre a quem intentava refutar, hoje não quero perder uma chance de
aprender.
Felizmente, tal fenômeno, que absolutamente mudou a minha vida, o vi
repetir-se também por outras pessoas, que foram se inteirando, lendo,
instruindo-se, e sobretudo, testemunhando todas as previsões certeiras que fez
o incansável Olavo: sobre a incapacidade das oposições de facearem a hegemonia
esquerdista, sobre a explosão da corrupção e da violência (perdoem-me:
criminalidade), sobre a ascensão do Foro de São Paulo e a cumplicidade da
esquerda brasileira com as FARC, sobre o aumento da carga tributária, sobre a
imposição das agendas indigenista, gaysista, feminista, ambientalista, racista
e ateísta, e tantas outras mais.
Imbuídas do dever não somente patriótico, mas sobretudo, moral, estas pessoas,
tanto as novas que despertaram com as idéias do professor Olavo, como foi o
meu caso, quanto outras tantas que já brilhavam em talento e conhecimento, mas
que andavam silenciadas, têm trilhado o caminho das pedras, difícil, íngreme,
escorregadio e perigoso, com seus próprios recursos e com sua própria vontade
e perseverança.
Talvez não ocorra a muitos leitores sobre quanta coragem acomete aos que
desafiam poderosas forças, para alertar-lhes sobre as nuvens pesadas que
pairam sobre os céus do nosso país; talvez não se lhes passe na mente que, ao
invés de recebermos por tais serviços, na verdade os pagamos do próprio bolso;
porém, pior do que isto, é passar-lhes em branco o exemplo, por pura timidez
ou indolência, para que eles mesmos comecem a exercer algum protagonismo!
Amigo leitor, já é hora de você começar a fazer alguma coisa, não por nós, mas
por si mesmo! Tome alguma atitude! Saia do marasmo, da passividade
expectadora!
Durante o tempo em que traço estas linhas apelativas, um professor ignorante
ou mal-intencionado empenha-se a ensinar ao seu filho sobre a justeza de
ambicionar os bens alheios, a desprezar a sua religião, a odiar outras nações
livres, e todas as demais metas da agenda “ista” que listei parágrafos acima.
Concomitantemente, políticos estão estudando como tomarem mais do fruto do seu
trabalho, via tributação, bem como se apoderar do resto do que você tem, via
regulação ou pura desapropriação levada a cabo por massas de inocentes úteis,
e não menos, controlar a sua própria vida, ao submeter-lhe aos valores que
eles perseguem.
Não tenha dúvida, por exemplo, do que querem com o aborto e a eutanásia, que
não seja dotar o futuro (quase presente) estado socialista de um instrumento
que os permita gerir a população tal como um criador faz com a sua granja!
Pois quando um velho estiver custando muito num leito hospitalar, lá estará o
estado socialista a ordenar o desligamento dos instrumentos em prol do
interesse público, assim como também fará a ligação das trompas das mulheres
quando aumentarem as taxas de desemprego ou de criminalidade, ou ao contrário,
lhes negará contraceptivos quando ambicionar formar um exército para atacar
outras nações.
Para o estado socialista, a humanidade não se reveste do caráter de
essencialidade, mas rebaixa-se ao nível da funcionalidade. Disto resulta que
todos terão importância enquanto tiverem alguma utilidade para o bem da
coletividade. Mas o que é a coletividade? Bom, segundo o desenho animado
“FormiguinhaZ” (não se assuste, mas foi o melhor conceito que já li), não
passa de um buraco no chão!
Querido leitor, tome alguma atitude! A filosofia da liberdade, da
responsabilidade individual e da livre iniciativa não combina com a formação
de um exército de militantes zumbis. Não espere dos defensores da liberdade os
mesmos procedimentos da turma que combatemos! Pense simplesmente no que é
certo e o que é errado, peça a ajuda de Deus, confie Nele e faça a sua parte!
Com coragem, com determinação, com segurança e com certeza!
Se você é empresário, junte os seus amigos. Imprima um artigo que lhe chamou a
atenção durante a semana e converse com eles durante o jogo de tênis ou o
churrasco! Se você é estudante, confronte – sempre com respeito – as idéias
tortas que os professores mal-intencionados ou ignorantes tentarem lhes
repassar: estude e apresente seus argumentos com confiança e serenidade!
Entrem em contato com o Farol da Democracia Representativa, os sites, as
instituições e os colunistas que defendem a sociedade cristã e livre, e
dêm-lhes notícias que estão fazendo estas coisas! A qualquer cidadão, por
favor, não compareça à parada gay, nem participe de convenções sobre
responsabilidade social - Parem de financiar quem lhes quer destruir!
Durante a minha vida, várias vezes fui testemunhas das iniciativas e passeatas
que estes militantes dos regimes totalitaristas fizeram em frente à minha
casa! Jamais eles agremiaram grandes multidões e na mais das vezes observei
que não passavam de algumas dezenas, seja gritando contra a globalização, a
guerra do Iraque, ou o alegado massacre de Eldorado dos Carajás. Todavia, por
absoluto W.O., muitos dos ignorantes toscos que participaram naqueles eventos
hoje estão empossados em cargos públicos, eletivos ou da administração, e
estão tomando conta de nossas vidas.
"Ninguém comete erro maior do que não fazer nada porque só pode fazer um
pouco". (Edmund Burke, 1729-1797)
"Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada."(Idem)
Klauber Cristofen Pires - Analista Tributário, formado como bacharel em
Ciências Náuticas, e especialista em Direito Tributário. Já exerceu cargo de
chefia na Administração Pública Federal em gerência de administração de
recursos materiais e humanos e planejamento. Possui vários cursos de gestão,
planejamento, orçamento e licitações e contratos. Em 2006 foi condecorado com
como Colaborador Emérito do Exército, título concedido pelo Comando Militar da
Amazônia. Dedicado ao estudo autoditada da doutrina do liberalismo,
especialmente o liberalismo austríaco. Atualmente escreve para sites como o
Causa Liberal, Manausonline.com, O Estadual.com, Parlata, Diego Casagrande, e
Instituto Liberdade. Também mantém os Blogs Coligados, que reúne cerca de 40
blogueiros de todo o Brasil, e seu próprio blog, Libertatum .
Contato: [email protected]
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