Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Julho 2008
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30/07/08
• O Filho de Putin ataca de novo
O Filho de Putin ataca de novo
Recentemente o Gorilla Chàvez esteve na sua amada Rússia para fazer umas
"comprinhas" para seu projeto insano.
Mas, segundo a agência russa Interfax (http://www.interfax.ru/),
“divergências” entre Caracas e Moscou impediram que ocorresse um pré-contrato
de US$ 30 bilhões em armamentos para a Venezuela chavista inclusive em relação
a equipamentos avançados como o caça Su-35.
Diz essa agência que isso se deve ao efeito dos dados do computador do
narcoterrorista das FARC morto (thank God!) Raul Reyes.
Ou seja o governo russo estaria “cuidadoso” diante do apoio mais que
escrachado de Chàvez às FARC, o que poderia “estremecer” ainda mais suas
relações com Washington.
Chàvez tentou jogar com os russos e isso está subtendido na medida em que,
aproveitando-se da reação russa ao sistema de defesa antimísseis que o governo
norte-americano planeja implantar na Europa Central, Chàvez tentou seduzi-los
com o oferecimento do território venezuelano para a implantação de bases
russas, e deixou exposto seu afã pela dominação como um fim em si mesmo, ao
“esquecer” propositalmente que Cuba tem as mesmas pretensões.
Ou seja, o Gorilla ficou de quatro diante de Putin, sua fonte fornecedora de
armamentos.
A Rússia, tão “bem” intencionada, disse querer impor controles das armas que
irão compor o uptade do armamento chavista, não só em relação ao fornecimento
de novos armamentos como também sobre as armas já fornecidas.
Só para se ter uma idéia, a pretensão do Gorilla Chàvez de comprar o fuzil AK-103
tinha a “vantagem” de usar a mesma munição do AK-47 (calibre 7,2cm),
justamente a arma padrão das FARC e se os russos formalizarem protocolos que
impeçam o repasse dessas a “terceiros” (leia-se FARC) isso criaria sérias
dificuldades ao verdadeiro chefe daquele bando narcoterrorista.
Mas porque estariam “esfriadas” as relações Moscou-Caracas se o objetivo dos
dois é o mesmo?
Uma das explicações é o lucro que a Rússia deixaria de ter já que o governo
chavista quer que as novas compras sejam financiadas com créditos abertos pelo
governo russo que se pergunta "por qual razão um país produtor de petróleo e
membro da OPEP, com o preço a U$130 o barril, necessita de créditos para
adquirir armamentos".
Outra explicação estaria na reunião ocorrida em junho passado entre o
presidente russo Dmitriy Medvedev com o vice-presidente da Colômbia, Francisco
Santos, na qual discutiram a possibilidade de novas vendas de armamentos à
Colômbia, que tem como maior adversário a Venezuela.
Além disso, existe a possibilidades de que o México e Argentina adquiram
equipamentos bélicos russos sendo que o Brasil reabriu “oficialmente” o
programa de aquisição dos caça F-X2, o que faria Moscou mais “cuidadosa”.
Por outro lado, Ruslán Puhkov, diretor do Centro Russo para Análise de
Estratégias e Tecnologias (CAST), diz que o mercado europeu de defesa está
"praticamente fechado para Caracas, primeiro, porque os equipamentos são muito
caros e segundo, porque vários componentes são produzidos nos Estados Unidos,
que tem impedido que este material seja vendido à Venezuela".
Um momento, Sr. Puhkov, o que é realmente “caro” para Chàvez que desvirtua os
petrodólares com o sacrifício do povo venezuelano?
O problema, ou melhor, a solução, estaria sim nos componentes produzidos nos
EUA que, ao menos antes que B. Hussein Obama chegue para queimar a bandeira
americana, impede que os mesmos sejam disponibilizados a um narcoterrorista
psicopata como o Gorilla Chàvez.
E como explicar a “boa intenção” russa quando o mesmo “especialista”, numa
entrevista para a agência RIA Novosti afirma que "Qualquer que seja a
conjuntura do mercado mundial de material bélico, Hugo Chávez seguirá
comprando armamento na Rússia e poderá gastar até cinco bilhões de dólares na
próxima década".
Esses cinco bilhões mencionados é que podem ser elevados à potência cash que o
Gorilla Chàvez disponibilize para “convencer” os russos.
Realmente ou a KGB não está com nada ou finge que pegou a doença de Lula da
Silva, que “nunca sabe de nada”. Ora, a KGB “não sabe” nem da existência do
Foro de São Paulo que já elegeu por aqui 12 narcoterroristas que compõe o Foro
do Terror (Foro de São Paulo) como presidentes de “Estados” prestes a
desaparecer sob o manto opaco (ao povo) da URSAL, o que converge com seus
sonhos comunalhas?
Resumo da ópera bufa de Chàvez e Putin: não é minimamente razoável que se
credite confiabilidade nem a Moscou nem ao Gorilla Chàvez, já que tudo isso
não passa de jogo de cena e desinformação planejada milimetricamente para
confundir a opinião pública com a finalidade de melhor esconder o que se passa
realmente nos bastidores.
Enquanto isso o crápula dirigente da Venezuela diz que os EUA querem
ressuscitar a “Guerra Fria”.
Ressuscitar o que nunca morreu? Como assim?
Um recadinho para Chàvez: a “guerra” pode é se tornar muito quente,
principalmente se travada no Inferno.
Postado por Suzy às 18:25 em
http://alkimistasdobrasil.blogspot.com