Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Agosto 2008
Índice Geral
29/08/08
• Nossos governantes - Divulgue ao máximo!
----- Original Message
----- From: Márcio
Sent: Friday, August 29, 2008
9:04 AM
Subject: Nossos governantes - Divulgue ao máximo!
Atenção:
nos últimos meses, 40 militares argentinos - que atuaram na repressão ao
terrorismo comunista em décadas passadas - morreram nas prisões do Estado. Um
envenenado por cianureto, outro morto por enforcamento e os demais por "falta
de assistência médica".
No Uruguai e no Chile, ocorrem eventos similares, também por mãos de
comunistas no poder estatal.
Abaixo, em "nota da Executiva", o comuno-petismo reafirma sua intenção
de submeter às mesmas humilhações e calvário aqueles nossos Soldados que os
impediram, em '64, de impor-nos uma ditadura de feição castro-comunista.Irão
insistir e insistir... até que o consigam, num passo decisivo para destruição
de nossas Forças Armadas. Porque sabem que elas são, hoje no Brasil, a única
força viva e o derradeiro valor moral capacitado a barrar seus planos de poder
totalitário.
Nossos Soldados representam nossa última esperança de salvaguarda
das liberdades democráticas e do Estado de Direito.
Não apoiá-los, não lutar por eles, equivale a fazer o jogo dos comunistas,
ajudá-los em sua traição à nação.
Ainda mais grave, abandonar nossos militares neste momento de perigo, seria
prestar-se atestado de caráter de sarjeta, de repugnante irresponsabilidade e
ingratidão àqueles bravos que sacrificaram vidas e carreiras em nossa defesa.
A vitória dos comunistas neste empenho significará mais que a derrota da honra
e da justiça:
implicará que nós, brasileiros, mereceremos integralmente - por abjeta
covardia e endêmica falta de caráter - o destino de escravos a nos ser imposto
pela Peste Vermelha.
Pense.
E aja!
M.
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Fonte: Partido dos Trabalhadores
[27/08/08]
Em nota da Executiva, PT reafirma posições sobre Direitos Humanos
A Comissão Executiva Nacional do PT aprovou nesta quarta-feira (27) nota a
propósito dos 29 anos da Lei da Anistia – que se completam amanhã – e das
posições do partido relativas às questões dos Direitos Humanos. Leia a
íntegra:
Nota sobre Direitos Humanos e Anistia
A Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores, reunida no dia 27
de agosto de 2008, véspera de aniversário da Lei da Anistia, reafirma as
resoluções sobre Direitos Humanos aprovadas no 3º Congresso Nacional do PT:
a) crimes contra a humanidade não prescrevem;
b) a Lei da Anistia de 1979 não beneficia quem cometeu crimes como a tortura
nem impede o debate público, a busca da verdade e da Justiça;
c) a punição aos violadores de direitos humanos é tarefa da Justiça
brasileira. Esperamos que o Poder Judiciário atenda aos reclamos das vítimas,
especialmente dos familiares de mortos e desaparecidos.
A Comissão Executiva Nacional repudia os ataques difamatórios feitos por
setores conservadores e antidemocráticos contra os companheiros Paulo
Vannucchi e Tarso Genro.
Brasília, 27 de agosto de 2008.
Comissão Executiva Nacional do PT
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Fonte: Rede Pró Brasil
Origem: Jornal do Brasil
[28/08/08]
Nossos governantes
Nossos governantes por Olavo de Carvalho
Desafio o governo Lula e seus 60 intelectuaizinhos de estimação, os partidos de
esquerda, o dr. Baltasar Garzón e todos os camelôs de direitos humanos a provar
que qualquer das afirmações seguintes não corresponde aos fatos:
1. Todos os militantes de esquerda mortos pela repressão à guerrilha eram
pessoas envolvidas de algum modo na luta armada. Entre as vítimas do terrorismo,
ao contrário, houve civis inocentes, que nada tinham a ver com a encrenca.
2. Mesmo depois de subir na vida e tomar o governo, tornando-se poderosos e não
raro milionários, os terroristas jamais esboçaram um pedido de perdão aos
familiares dessas vítimas, muito menos tentaram lhes dar alguma compensação
moral ou material. Nada, absolutamente nada, sugere que algum dia tenham sequer
pensado nessas pessoas como seres humanos; no máximo, como detalhes irrisórios
da grande epopéia revolucionária. Em contrapartida, querem que a opinião pública
se comova até às lágrimas com o mal sobrevindo a eles próprios em retaliação
pelos seus crimes, como se a violência sofrida em resposta à violência fosse
coisa mais absurda e chocante do que a morte vinda do nada, sem motivo nem
razão.
3. Bradam diariamente contra o crime de tortura, como se não soubessem que
aprisionar à força um não-combatente e mantê-lo em cárcere privado sob constante
ameaça de morte é um ato de tortura, ainda mais grave, pelo terror inesperado
com que surpreende a vítima, do que cobrir de pancadas um combatente preso que
ao menos sabe por que está apanhando. Contrariando a lógica, o senso comum, os
Dez Mandamentos e toda a jurisprudência universal, acham que explodir pessoas a
esmo é menos criminoso do que maltratar quem as explodiu.
4. Mesmo sabendo que mataram dezenas de inocentes, jamais se arrependeram de
seus crimes. O máximo de nobreza que alcançam é admitir que a época não está
propícia para cometê-los de novo – e esperam que esta confissão de oportunismo
tático seja aceita como prova de seus sentimentos pacíficos e humanitários.
5. Consideram-se heróis, mas nunca explicaram o que pode haver de especialmente
heróico em ocultar uma bomba-relógio sob um banco de aeroporto, em aterrorizar
funcionárias de banco esfregando-lhes uma metralhadora na cara, em armar tocaia
para matar um homem desarmado diante da mulher e do filho ou em esmigalhar a
coronhadas a cabeça de um prisioneiro amarrado – sendo estes somente alguns dos
seus feitos presumidamente gloriosos.
6. Dizem que lutavam pela democracia, mas nunca explicaram como poderiam criá-la
com a ajuda da ditadura mais sangrenta do continente, nem por que essa ditadura
estaria tão ansiosa em dar aos habitantes de uma terra estrangeira a liberdade
que ela negava tão completamente aos cidadãos do seu próprio país.
7. Sabem perfeitamente que, para cada um dos seus que morria nas mãos da polícia
brasileira, pelo menos 300 eram mortos no mesmo instante pela ditadura que
armava e financiava a sua maldita guerrilha. Mas nunca mostraram uma só gota de
sentimento de culpa ante o preço que sua pretensa luta pela liberdade custou aos
prisioneiros políticos cubanos.
Desses sete fatos decorrem algumas conclusões incontornáveis. Esses homens têm
uma idéia errada, tanto dos seus próprios méritos quanto da insignificância
alheia. Acham que surrar assassinos é crime hediondo, mas matar transeuntes é
inócuo acidente de percurso (e recusam-se, é claro, a aplicar o mesmo atenuante
às mortes de civis em tempo de guerra, se as bombas são americanas). São
hipersensíveis às suas próprias dores, mesmo quando desejaram o risco de
sofrê-las, e indiferentes à dor de quem jamais a procurou nem mereceu. Procedem,
em suma, como se tivessem o monopólio não só da dignidade humana, mas do direito
à compaixão. Qualquer tratado de psiquiatria forense lhes mostrará que esse modo
de sentir é característico de criminosos sociopatas, ególatras e sem consciência
moral. Não tenham ilusões. É esse tipo de gente que governa o Brasil de hoje.
Olavo de Carvalho - filósofo
"Sem ilusões:
- com comunistas não se conversa, não se neggocia, não se fazem acordos... Como
aos virus, exterminam-se!
Inexistem alternativas.
Porque são os mais venenosos, traiçoeiros e mortais inimigos com que a
Humanidade teve que haver-se ao longo dos milênios da História conhecida.
São, hoje, a clara evidência do Mal Manifesto: como a peste, espalham a mentira,
a miséria, a degradação, o genocídio e a destruição de toda a Luz do Homem."