Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Agosto 2008
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01/08/08
• Militares reagem a revanchismo promovido por Tarso
----- Original Message
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From: M
To: undisclosed-recipients
Sent: Friday, August 01, 2008
Subject: Militares reagem a revanchismo promovido por Tarso
Ah! reagem?
Nossa, mãe!... reagem!
Reagem de que forma?
Com queixas...
Queixando-se de que o 'outro lado' está quebrando as regras de isonomia... A lei
é igual pra todos, nâo? Portanto, isto é injusto.
Cai-me o queixo!
Será que beberam? Sofrem de alzheimer? Senilidade avançada?
Cazzo! que tipo de merda pode haver numa cuca capaz de queixar-se... de
injustiças por comunistas!!!?
Que outra coisa podem esperar deste lixo sub-humano!?
Não aprenderam nada!? Em que planeta vivem?
Estará correta a Enciclopédia Britânica que sob o verbete 'Inteligência'
dispõe a 'Inteligência Militar' em último lugar, abaixo de 'Inteligência
Animal'?
Não sou capaz de desmontar um fuzil.
Mas desmonto mentes e caracteres. Aprendi a ver por trás das máscaras.
O que me permite afirmar - tão certo quanto Deus existe! - ser de uma estupidez
suicida queixar-se a comunistas, discutir com comunistas, negociar com
comunistas...
A comunistas, como aos virus, exterminam-se.
Porque a corrupção que os distingue é cronificada, irrecuperável. Como jararacas
que, mesmo com cabeças cortadas continuam a morder... Há muito apodreceram sua
essência humana a um nível que os situa abaixo dos animais. Incorporam o Mal
Manifesto, ativo na preia à humanidade. E o fazem conscientemente. Não existe no
planeta nada tão degradado, tão corrupto e tão deliberadamente maléfico quanto
esta comunalha. Sem a mais remota dúvida, são os mais venenosos e mortais
inimigos com que a humanidade teve que haver-se ao longo dos milênios de
História conhecida.
Em alguns casos faz-se possível recuperar criminosos.
A comunistas, nunca.
Só respeitam, atendem, a um argumento: a força.
Esta que os militares ainda têm, incorporadas em tropas, M16s e Abrahams.
Em nossas atuais circunstâncias, omitirem-se em seu uso, equivale a suicídio. E
não apenas para as F.A., mas para a Nação.
Que porra esperam?
Façam rolar os tanques às portas do Alvorada, pendurem a canalha vermelha e
serão ensurdecidos pelo volume de aplausos e gritos de júbilo de um povo
agradecido.
Ou morram.
Desonrados.
Castrados e de joelhos.
Ustra e Lício Maciel serão os primeiros de uma longa fila.
Este último eu conheço. Não irá de ovelha.
Como Velho Guerreiro, brioso e valente até ao sabugo, cairá matando.
Com a honra intacta. Como um Soldado.
Deus mantenha este bravo!
M.
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Militares reagem a revanchismo promovido por Tarso
Por Tânia Monteiro, no Estadão
Causou revolta e indignação entre militares da ativa e da reserva a decisão do
ministro da Justiça, Tarso Genro, de instalar uma audiência pública para definir
responsabilidades civis e criminais de agentes do Estado que mataram e
praticaram torturas durante a ditadura. Para eles, isso "é puro revanchismo" e
significa reabrir feridas de um problema que foi resolvido com a lei de anistia.
Mas advertem que, se querem reabrir as feridas, que reabram todas, dos dois
lados, inclusive colocando em julgamento as autoridades que estão hoje no
governo, e que praticaram também, na avaliação deles, atos de tortura e
terrorismo.
"Será que quem seqüestrou o embaixador norte-americano e o prendeu dizendo, todo
dia, que ia matá-lo, não cometeu ato de tortura da mesma forma, igualmente
condenável?", disse o presidente do Clube Militar, general de Exército da
reserva Gilberto Barbosa de Figueiredo, que marcou para o dia 7 de agosto, um
fórum de debates semelhante ao organizado por Tarso na sede da instituição, no
Rio de Janeiro.
"Se for para julgar quem torturou, vamos julgar todos, inclusive muitos que
estão na cúpula do governo hoje e tem até ministro de Estado", afirmou. O
ministro da Comunicação de Governo, Franklin Martins, foi um dos idealizadores
do seqüestro do embaixador dos Estados Unidos, Charles Burke Elbrick.
O general Figueiredo disse que "tortura é reprovável em qualquer situação".
"Existe uma lei de anistia e a única forma de se punir os militares que
praticaram estes atos de tortura, que considero reprováveis, é anular a lei,
porque o outro lado também cometeu atos hediondos, em diversas ocasiões, que
precisam ser julgados da mesma forma."
(Transcrito do Blog Reinaldo Azevedo)