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(Márcio Del Cístia)

Abril 2008               Índice Geral


24/04/08

Um Governo Traidor - Excelente artigo do Cel Luís Mauro!

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From: M
Sent: Thursday, April 24, 2008 11:37 AM
Subject: Um Governo Traidor - Excelente artigo do Cel Luís Mauro!

Amigos

O Cel Luís Mauro comprova neste artigo, o conceito de bom analista de que goza entre os que o conhecem. E não se faz exceção à regra da clareza inteligente, franca e valente, com que nossos soldados vem alertando à nação.

Lugo, no Paraguai, é o mais novo membro do Foro de São Paulo a assumir uma presidência e terá por parte de seus coleguinhas de clube, Inácio da Silva inclusive, o mesmo tratamento apoiador dispensado a Evo.

Inácio - que arrotou machismo quando de consulta do anterior presidente paraguaio sobre possibilidade de revisão do acordo de Itaipú - irá ceder a todas as exigências do ex-bispo, da mesma forma que entregou ao cocalero as instalações da Petrobrás e o acréscimo ao preço do gás.

Porque interessa ao Foro de São Paulo que, como Evo na Bolívia, Lugo se apresente a seu povo como o herói nacional, o 'bravo pai-dos-pobres' que fez ajoelhar o vizinho gigante, este Brasil grandão e covarde, tão invejado quanto antipatizado.

Inácio faz o jogo em obediência ao Foro, que é quem efetivamente manda neste país. E o faz não porque seja às deveras um marxista - há muito ele e seus próximos sabem que a ideologia é um monte de asneiras, útil apenas para manipular otários. O que o move, ademais da banal ganância (US$ 2 bi já seguros em paraísos fiscais) e a compulsão por poder, é a certeza que se não obedecer seu inevitável substituto o fará. O exu de Garanhuns, que solenemente se lixa para o Brasil e sua gente, conhece muito bem seus patrões e o destino reservado aos celsos daniéis.

Conte-se como certo que nós, povo, arcaremos também com o custo de mais um lance populista do 'Inácio generoso com os pobres', desta vez nas contas de energia elétrica.

Suponho ter sido um traço de auto-contenção os comentários generosos de Luís Mauro quanto à atuação do senador Artur Virgílio, porque certamente nada há de ingenuidade neste ou em seus colegas de Congresso. Ninguém chega a tais cargos eletivos sendo cego e burro. Bem ao contrário, Virgílio - como seu inteiro PSDB - faz a parte acordada que lhe cabe neste 'jogo das tesouras': - uma oposição de faz-de-conta montada para platéia de cretinos. Tomam imenso cuidado em se opor apenas às intenções do Executivo que sabem ser já favas contadas. E eventualmente, para mais fumaça nos olhos da nação, joga-se-lhes uma 'vitória pírrica' (*) como a CPMF.

Todos eles, todos, sabem que está em adiantado estágio de execução um golpe branco comunista, na linha gramsciana, para impor ao Brasil e aos latino-americanos uma "ditadura do proletariado". E igualmente cooperam na manutenção da maior das mentiras, engolida por dezenas de milhões de idiotas: o comunismo não existe. E Inácio da Silva e Petralhas são 'só'( ! ) um bando de 'aloprados' metendo as mãos nos dinheiros públicos.
Virgílio é 'contra' a política indigenista porque sabe já estar sendo implementada por vias escusas (**), longe dos olhos da nação e além de qualquer suposta perturbação pelo Legislativo - bem à mode o cafetão que arrota moralismo... enquanto embolsa a féria das "meninas".

Agora, atenção: - oposição real são suas críticas à atuação do Gal Heleno.

Porque, desde sempre, o único - e grande - medo da comunalha, óbvia ou 'virgiliana', é e sempre foi a integridade ética e constitucional das Forças Armadas, a disposição de nossos soldados a, se necessário, repetir 1964. É a honestidade valente destes militares que os faz suar frio em seus momentos de incerteza.

Porque, cumpadres, todo o resto eles já têm no bolso.

- Têm a garantia da enorme massa de votos comprados por várias bolsas-esmolas.
- Têm a grande mídia, impressa e televisiva, cooptada em franco apoio ou hipócrita e covarde leniência.
- O estamento administrativo estatal ocupado por exército de petralhas.
- Um bordel legislativo já preenchido por virgílios.
- Milhares de "agentes de influência" travestidos de professores, sociólogos, cientistas políticos, jornalistas - atuando livremente em suas áreas.
- Vasta porção do empresariado lucrando com a situação, trabalhando para sua continuidade - enquanto cegamente tecem as cordas de sua nêmesis.
- Um povão ignorante e estupidificado pelos formadores de opinião.
- Oposição popular consciente mínima, e no cômputo geral, impotente porque miseravelmente desprovida de meios e voz.
- Apoio - poderoso e irrestrito - da comunidade internacional esquerdopata.

A grita massiva desta comunalha, intra e extra fronteiras, em furioso suporte a Quartim de Moraes quando do entrevero com Olavo de Carvalho, é um dedo luminoso apontando a importância que os esquerdosos atribuem à corrupção ideológica de nossas Forças Armadas, responsabilidade precípua do 'agente' Quartim.
A cambada vermelha sabe que a postura do Gal Heleno espelha o pensamento do Estado Maior das FFAA - e se borrou.
Inácio, convocado às pressas para um pito intimidante, deu com a fuça num paredão de integridade - e teve que trocar as calcinhas Armani.
Se rosnar não funciona, há que tergiversar afagando, jogando um petisco para acalmar a onça:

o próximo passo serão urgentes providências - gritadas por todas as mídias - aumentando os miseráveis soldos militares.

O Estado Maior não é formado por tontos. Bem ao contrário, tem agudíssima lucidez sobre as circunstâncias e intenções subjacentes, ampliada e suportada por dados factuais - a molecadinha da ABIN teria muito a aprender com os mestres dos Corpos de Inteligência das FFAA.
Sabe que a inércia será garantia de sua própria extinção, do fracasso absoluto de sua função constitucional - e tão certos quanto a morte da liberdade pela escravidão totalitária a ser imposta à nação.
Com enorme angústia, prevejo um banho de sangue cobrindo nossa terra - se providências não forem tomadas com a urgência necessária.
Que Deus se apiade de nossa boa e ingênua gente.

Abraço fraterno,
M.


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Um Governo Traidor
Luís Mauro Ferreira Gomes

Em 23 de abril de 2008

Fecha-se o cerco ao Brasil com a eleição do ex-bispo “progressista” Fernando Lugo para a presidência do Paraguai. O sítio completa-se com presença incômoda, principalmente, dos governos da Bolívia, do Equador, da Argentina e da Venezuela, sob a influência do bolivarianismo extemporâneo do ditador Hugo Chávez, que os financia, à custa da miséria de seu povo, com os extraordinários lucros dos petrodólares de seu país e com os dos narcodólares de seus aliados terroristas das FARC.

A quinta coluna já está encastelada no Estado brasileiro, representada pelo presidente e por seus correligionários.

Se isso parecer estranho a alguns, basta lembrar-lhes de que o nosso presidente sempre demonstrou forte afinidade, mais do que isso, cumplicidade, com as ações antidemocráticas internas e as intervenções de Chávez nos assuntos internos dos demais países latino-americanos, inclusive, no Brasil.

A mesma atitude manifestou com relação às FARC, parte integrante do projeto do caudilho venezuelano, não tendo, sequer, hesitado em condenar a Colômbia, quando esta, legitimamente, atacou os “narcoguerrilheiros” colombianos em território do Equador, cujo governo lhes oferecia refúgio.

Sobre o caso paraguaio, a imprensa noticia que, se for aumentado o valor pago pela energia gerada em Itaipu, serão os consumidores brasileiros que pagarão a conta. Não há qualquer novidade nisso. Já são eles mesmos que pagam, com impostos confiscatórios extorsivos, a conta dos desmandos desse governo e dos desvios de dinheiro público por agentes governamentais e integrantes da base aliada em todos os níveis.

Como aconteceu com a tomada “manu militari” dos bens da Petrobras por Evo Morales, o presidente, inicialmente, finge defender os interesses nacionais, mas manda assessores tranqüilizarem o governante hostil, para, logo em seguida, ceder a todas as exigências, com a desculpa de que “é preciso ser generoso com os países pobres”.

O senhor Luiz Inácio da Silva nunca foi, verdadeiramente, presidente do Brasil, uma vez que, sempre e somente, tem agido como militante político a defender a ideologia alienígena, desagregadora e internacionalista do seu partido.

É o que explica essa opção preferencial pelos pobres dos outros países, dispensando-lhes as dívidas e fazendo-lhes generosas doações, tudo com o dinheiro do nosso povo, enquanto deixa ao desamparo os sofridos cidadãos brasileiros, que não contam com os serviços essenciais de um Estado, minimamente aceitáveis.

Aos nossos pobres, somente, bolsas-esmola eleitoreiras que estimulam a vagabundagem e perpetuam a pobreza, essencial à sobrevivência da sua legenda embolorada.

Prova eloqüente são os serviços públicos de saúde, segurança, educação e infra-estrutura, praticamente, inexistentes. A segurança nacional também está nos níveis mais críticos jamais experimentados, mercê de políticas, supostamente, sociais suicidas e do abandono irresponsável das nossas Forças Armadas, por revanchismo dos derrotados de ontem, e para neutralizar a única instância ainda capaz de nos salvar do desastre iminente.

A principal estratégia da política desse governo parece clara: destruir os nossos valores e tradições comuns, para enfraquecer a identidade nacional que nos une, herdada dos portugueses e, até agora, mantida por nós, com grande sacrifício e rara eficiência, ao mesmo tempo em que se estimula a criação de vários enclaves étnicos ou sociais: indígenas, quilombolas, de negros, dos “sem-isso” e dos “sem-aquilo”, todos acima das leis do País. Brevemente, virão as tentativas regionais de separação (no Sul, em São Paulo, no Nordeste e no Norte).

Se nada fizermos para por fim a esses traidores da Pátria, seguir-se-á o fim do Brasil que conhecemos, para a imposição da síntese final, a criação da grande nação bolivariana – desvario onírico de Hugo Chávez transformado em quimera que, inexplicavelmente se alastra – na qual, se sobrevivermos, seremos escravos da nova ordem comunista, fadados a sustentar a gorda, corrupta e esbanjadora burocracia partidária e os seus compromissos internacionais.

Nova ordem de um comunismo que dizem ter acabado, porque – depois dos estragos terríveis que causou em todos os lugares onde se instalou – foi banido, pelo menos nas suas formas mais deletérias, de quase todos os países do mundo, mas persiste, com força cada vez maior, na América Latina, tendo saído do estado de latência em que se encontrava confinado em Cuba, para assumir a forma paroxística que contaminou quase todos os países latino-americanos, lamentavelmente, também o Brasil.

É incompreensível a leniência com que a sociedade brasileira trata essa infiltração no governo e no congresso. É, igualmente, inaceitável que uma minoria barulhenta e enganadora, mediante os mais variados ardis, a maioria deles, ilegais, possa ter tanta influência na vida da nossa Nação. Os partidos comunistas, assim como aqueles que, embora disfarçados, professam a mesma ideologia, deveriam ser considerados ilegais, pelas mesmas razões que o são partidos nazistas, dos quais são a outra face. A outra face de uma mesma moeda que só compra a desgraça de todos os que a usam.

A manifestação do General Heleno sobre a política indigenista brasileira abriu uma nova fase evolutiva na nossa conjuntura. O alerta do General, pela primeira vez, evidenciou o isolamento do governo, que, a cada dia, se distancia mais da sociedade.

Todas as matérias divulgadas a favor da demarcação contínua das terras indígenas tiveram, como fonte, o presidente da FUNAI, o advogado geral da União, o ministro da Justiça ou o próprio presidente da República, que, sabidamente, estão inteiramente envolvidos nesse projeto antinacional.

O senador Arthur Virgílio, embora se tenha expressado contra a política indigenista, revelou grande falta de visão e mesquinhez política ao criticar o Comandante Militar da Amazônia, simplesmente, por ter dito as verdades que todos sabem, mas alguns gostariam de esconder.

É mais um que não é capaz de identificar o verdadeiro inimigo, com o qual convive em grande harmonia. A maior ameaça à democracia já está instalada em várias instâncias do Estado brasileiro, sem que o senador tenha demonstrado qualquer preocupação com isso.

Sua Excelência, simplesmente, não percebeu, ainda, que os militares não representam risco para a democracia nem querem o poder. Apenas, como cidadãos que, também, o são, mesmo que o senador pareça desconhecê-lo, somam-se aos demais para exigir que o governo, seja ele qual for, cumpra a Constituição, respeite as leis, os valores e as tradições do País e defenda os interesses brasileiros acima de tudo, inclusive de objetivos pessoais ou partidários dissimulados, mas altamente lesivos à segurança nacional.

Existem coisas muito mais importantes do que modismos políticos transitórios.

Não é democrata quem permite a destruição do Estado de direito pelas forças que o ameaçam, sob a desculpa de que nada fazem, para não macular a democracia. Que democracia é essa para a qual as leis só existem para os outros? Quem assim se comporta, torna-se cúmplice, por covardia ou por interesse, das ditaduras para cujas existências colaboram.

Já passou da hora de acabarmos com essa divisão artificial entre civis e militares, que não existe em qualquer outra Nação, para juntos, pormos fim às aventuras bolivariana e comunistas que, tão gravemente, nos ameaçam.

Que todos nós, os brasileiros que amamos o nosso País, lutemos para recuperarmos o controle sobre os nossos destinos e seguirmos a nossa vocação manifesta de nação livre, respeitada por todos e subserviente a ninguém.

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(*) V. [21/12/07]  A vitória pírrica - por Heitor De Paola


(**) O roteiro da Independência dos Países indígenas

Lula recebeu em palácio a luzidia (e financiada) comitiva que irá à Nova York para reinvindicar na séde da ONU os direitos de se constituirem em Nação Indígena. À frente a Dra (?) Joênia Batista de Carvalho - Joênia Wapixana, formada nos EUA e prêmio Norad (Agência de Desenvolvimento e Cooperação Internacional da Noruega), recebendo o prêmio Reebok pelos "direitos humanos" e realizado na sede da ONU, para onde irá voltar acompanhada pelo chefe da FUNAI e muitos índi-genas ligados à CIR (Conselho Indigena de Roraima) por ocasião da VI SEssão do Fórum Permanen-te da ONU já em curso até dia 3 de maio.

Paralelamente, com a coordenação do mesmo CIR, enca-beçada pelo coordenador, Dionito José de Souza já está em Brasília com diversas lideranças tribais, a fim de PRESSIONAR diretamente OS MEMBROS DO SUPREMO (STF).
Só que somente aceita- rão a decisão CASO SEJA FAVORÁVEL À MANUTENÇÃO DA RESERVA COMO FOI FIXADA NO DECRETO DITATORIAL (SEM CONSULTAR OS ÓRGÃOS DE SEGURANÇA NACIONAL, CONGRESSO E O PRÓPRIO SUPREMO!).

DE outra maneira - com respaldo na posição do ministro da justiça Tarso Genro, irão às últimas conseqüências para ter os direitos inculcados na mente nativa pelos representantes das potências interessadas...

UM ALERTA!!! Enquanto estamos preocupados com os destinos da Reserva Raposa Serra do Sol, a já constituida "nação Ianomâmi" fica esquecida, justamente da MAIS COBIÇADA... TERRITÓRIO DE MUITO MAIOR DIMENSÃO E IMENSAS RIQUEZAS EM TODOS OS MINÉRIOS estratégicos e/ou preciosos, BIODIVERSIDADE, GÁS E ÁGUA...

Não podemos nos DESCUIDAR DESSA enorme RESERVA!!! É ISSO QUE NOSSOS "AMIGOS" MAIS DESEJAM!

ACORDEM SENADORES!!!!!!

Roteiro da Independência dos Países Indígenas

A Declaração dos Povos Indígenas, adotada pela maior ONG do mundo? tem 46 artigos (em anexo).
É ela que fundamenta a militância das ONGs e da Funai. Nada menos de 45 dos seus artigos começa com a expressão:
_ Os povos indígenas têm direito...

Não se lhes estabelece uma só obrigação, nada...
Tudo quanto é dever cabe apenas aos, como chamar, Estados que conviverão com as Nações Indígenas.
Leiam estes dois artigos por exemplo:


Artigo 3:
_ Os povos indígenas têm direito à livre determinação.

Em virtude desse direito, determinam livremente a sua condição política e perseguem livremente seu desenvolvimento econômico, social e cultural.

Artigo 4:
_ Os povos indígenas no exercício do seu direito à livre determinação, têm direito à autonomia ou ao autogoverno nas questões relacionadas com seus assuntos internos e locais, assim como os meios para financiar as suas funções autônomas.

Estamos falando, é claro, de um outro Estado!

No artigo 30, estabelece-se:
_ Não se desenvolverão atividades militares nas terras ou territórios dos povos indígenas, a menos que as justifiquem uma razão de interesse público pertinente, ou que as aceitem ou solicitem livremente os povos indígenas interessados.

Interesse público de quem, cara-pálida ?

Logo no seu primeiro artigo, a declaração prega:
_ Os indígenas têm direito, como povos ou como pessoas, ao desfrute pleno de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais reconhecidos pela Carta das Nações Unidas, pela Declaração Universal de Direitos Humanos e pelo direito internacional relativo aos direitos humanos.

O artigo 31 expropria os países que contam com áreas indígenas da flora, da fauna e de qualquer riqueza mineral... os povos indígenas têm o direito de manter (...) suas ciências, tecnologias e culturas, compreendidos os recursos humanos e genéticos, as sementes, os medicamentos, o conhecimento das propriedades da fauna e flora.

Algum país do mundo pôs esta estrovenga em prática ?
Nenhum! O Brasil, sempre assombrando o mundo, dispõe-se a ser o primeiro a fazê-lo.

Não resta dúvida:
_ É um golpe contra a nossa Soberania.


O artigo 46, o último, traz uma salvaguarda:
_ Nada do assinalado na presente Declaração interpretar-se-á no sentido de que se conceda a um Estado, povo, grupo ou pessoa, nenhum direito a participar numa atividade, ou realizar, atos contrários à Carta das Nações Unidas, ou se entenderá no sentido de que autoriza ou fomenta ação alguma encaminhada a violar ou reduzir, total ou parcialmente, a integridade territorial ou a unidade política de Estados Soberanos e Independentes.

Não me digam! Quer dizer que nada menos de 45 artigos declaram a Independência dos povos indígenas, mas depois se assegura que nada do que vai ali deve ser visto como ameaça à integridade territorial?

_ É mais ou menos como um bandido que batesse a sua carteira, mas lhe dissesse:
_ Por favor, não vá pensar que eu o roubei, não é isso...


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