Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Março 2007
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14/03/07
• O mal na política - J.Nyquist
----- Original Message -----
From: M
Sent: Wednesday, March 14, 2007 10:49 AM
Subject: O mal na política - J.Nyquist
Amigo/a
após a derrocada do Império Soviético em '91, Yeltsin abriu os arquivos da KGB à
investigação por historiadores, ocidentais inclusive.
Um dos milhões de dados aterradores descobertos foi a coleção de documentos
revelando o apoio de Stálin a Hitler na década de '30. Até então, por tratado
imposto à Alemanha derrotada na primeira Guerra Mundial, o país estava impedido
de ter um exército que lhe facultasse a tendência agressiva revelada em 1914.
Stálin forneceu a Hitler, baixo estrito segredo de estado, armas e locais na
Rússia para treinamento de tropas nazistas. Pari passu, entre outros adjutórios,
entregou a Hitler nomes e endereços de agentes comunistas ativos na Alemanha,
permitindo a este fortalecer sua imagem política ao prendê-los e executá-los.
O objetivo último era estimular a psicopatia imperialista do ditador tedesco
para lançá-lo contra as democracias ocidentais. Óbvio, a arrogância
característica não previu que o tiro lhe saísse pela culatra. E as esplêndidas
divisões da Wehrmacht teriam facilmente afogado no Oceano Ártico as miseráveis
tropas russas - e seu comandante supremo - não fosse a imensa ajuda dos Estados
Unidos, fornecendo massivas quantidade de armas, roupas, suprimentos, dinheiro.
Aliás, jamais pagas ou sequer agradecidas.
Algo posteriormente comentado pelo excelso 'Pai dos Pobres' com a frase: "A
gratidão é doença dos cães." Sublime!
Hoje, outro tempo, outros meios.
Nyquist tem em comum com Sowell uma saudável, corajosa, sensatez ante a
realidade. Seus repetidos alertas quanto ao perigo representado pela união da
Rússia, China e, em especial, o Islam corrompido, também nos dizem respeito -
somos, via comuno-petismo, sócios menores deste trio maldito.
Acredito que particularmente nos interesse - a cada um de nós - o comentário
acentuado em vermelho, iniciando com:
"A triste verdade é que nós nos recusamos a reconhecer o mal porque não queremos
a responsabilidade e o risco inerente a seu combate."
Psicologia de avestruz - o que não vejo, não existe.
Não fosse piada, mas real um tal comportamento, o avestruz estaria extinto. A
mesma extinção que ameaça nossas liberdades democráticas em função de nossa
estúpida, covarde irresponsabilidade ante o status sócio-político atual.
Há uma ficha que precisa cair: nós, cidadãos brasileiros - não comuno-petistas -
estamos sós nesta armadilha criptocomunista.
Não temos clark kents de plantão para nos salvar.
Nossas instituições já foram tomadas e trabalham para o inimigo.
A grande mídia é cooptada, ideologicamente ou por arrocho financeiro, e se
esforça para manter-nos cegos e apáticos.
Os poucos políticos honestos restantes nada podem contra a multidão de cooptados
ou vendidos.
Escolas e igrejas, como a mídia, são veículos mortais do comuno-gramscismo.
As Forças Armadas, de joelhos, subordinam-se aos 'melancias' ou aos 'nacionalisteiros'
que se unem aos comunas contra o 'grande perigo do imperialismo americano'. Que,
aliás, mal e mal se dá conta de nossa existência.
Nossos grandes empresários, banqueiros inclusive, fazem rapapés ao Poder,
ignorando um antigo ditado japonês - 'Quem muito se inclina, descobre a bunda' e
seu inevitável corolário: bunda descoberta é um convite jamais recusado pelos
totalitários.
Resumindo: a batata quente sobrou para nós, cidadãos comuns. Você, eu, pais e
mães cujas famílias que irão sufocar sob o gadanho da demência
comuno-totalitária.
Sozinhos somos zeros à esquerda.
Unidos com amigos confiáveis, em grupos de discussão e conscientização, podemos
começar a haurir forças e buscar soluções. Já há gente inteligentemente
responsável se agrupando. Precisamos mais e mais grupos ativos.
Pode pensar sobre isso?
Abs
M.
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Fonte: Brasil Acima de
Tudo
O mal na política
14 de março de 2007
O ditador nazista Adolf Hitler também foi subestimado em seu tempo.
Por Jeffrey Nyquist (*)
Resumo: E se o mundo tivesse reconhecido a maldade de Hitler ainda em 1933?
Quantas vidas teriam sido salvas? Quanta destruição, perda e sofrimento teriam
sido evitados? Isso somente demonstra que não aprendemos nada com o século XX.
© 2007 MidiaSemMascara.org
As pessoas imaginam saber o que é o mal. Mas é engraçado como elas
freqüentemente deixam de identificá-lo corretamente, ou o subestimam quando ele
está bem em sua frente. Fazem um julgamento melhor só mais tarde, quando todos
vêem o que aconteceu e os detalhes já se tornaram inquestionáveis. O mal em
Hitler não foi reconhecido imediatamente pela sociedade. Levou tempo para as
pessoas verem o que ele era. Nos anos 30, quando Hitler estava em ascensão,
somente uma minoria atenta conseguiu enxergar com antecedência o que ele
representava e no que daria. E mesmo quando seus crimes foram mostrados ao
mundo, muitos se negaram a acreditar que eles haviam sido cometidos, ou que
Hitler tivesse conhecimento deles. Temos o caso recente do historiador
britânico, David Irving, e toda a escola dos "revisionistas" e negadores do
Holocausto.
O que é mais interessante, creio eu, é que Hitler escreveu e falou sobre seus
planos com antecedência portanto, qualquer curioso, qualquer um que se desse ao
trabalho de estudar seus pronunciamentos, poderia ver o que ele pretendia.
Obviamente, Hitler dizia muitas mentiras e se protegia com afirmações enganosas
para despistar as pessoas. Mas o cerne de sua filosofia foi exposta claramente.
Ele prometeu erradicar os judeus da Europa. Falou sobre a tomada de terras no
Oriente. Acreditava na vitória do mais forte. Ao mesmo tempo, era comprometido
com uma interpretação conspiratória da história (enquanto toda sua carreira foi
um estudo sobre conspiração). O fanatismo, nascisismo e demagogia de Hitler,
combinados com um conjunto específico de idéias irracionais e alegações falsas,
levaram diretamente a uma guerra mundial em que mais de 50 milhões de pessoas
foram mortas. Esse homem foi a epítome do mal. Exemplificou com precisão o
padrão da ambição distorcida, o que é reconhecido por quase todos ao ponto da
banalização.
Uma interessante biografia de Hitler foi compilada pelos soviéticos no final da
Segunda Grande Guerra. Eles haviam capturado seus asseclas mais próximos e os
interrogado minuciosamente. Desses interrogatórios, montaram um retrato do homem
e o repassaram a Stálin. Esse livro não tinha como finalidade o público. Foi
escrito somente para Stálin e revelava a psicologia do ditador impiedoso. Hitler
foi uma pessoa incrivelmente egoísta com um enorme desejo de poder. Foi um ator,
uma fraude, assassino e neurótico. O livro acaba de ser publicado e traduzido
para o inglês como “The Hitler Book: The Secret Dossier Prepared for Stalin from
the Interrogations of Hitler's Personal Aides” [O Livro de Hitler: O Dossiê
Secreto Preparado para Stálin a partir dos Interrogatórios dos Assistentes
Pessoais de Hitler].
Considero interessante o fato de Hitler eventualmente expressar sua admiração
por Stálin. Ele admirava especialmente a forma como Stálin fazia com que sua
burocracia cumprisse ordens. Todos sabemos, evidentemente, que Stálin governava
através do medo. Ele providenciou muitas execuções. Enviou milhões para campos
de trabalho forçado. Stálin tinha espiões observando seus espiões e possuía
informações sobre o que todos faziam. Assim, as pessoas tinham de fazer o que
ele mandava, senão arriscavam morrer. Stálin era, portanto, como um deus. Sabia
tudo. Pelo menos em teoria, o sistema lhe permitia saber mais do que qualquer
outra pessoa. O sistema stalinista conseguiu, desta forma, atingir e manter
certos objetivos. Não era economicamente eficiente, no sentido de uma sociedade
livre, mas tinha eficiência administrativa. E a competição entre empresas
estatais, quando permitida, tornou possível aos russos produzir ótimos
armamentos em grandes quantidades, inclusive a bomba atômica. Nada mais natural
que Hitler admirasse os métodos de Stálin. Richard Overy nos informa, no
Prefácio a “The Hitler Book”, que Stálin admirava o expurgo que Hitler havia
feito na SA em 1934 (a chamada "Noite das Facas Longas"). "Hitler", disse Stálin
com um suspiro, "que grande homem! Essa é a forma de se lidar com os oponentes
políticos" (ou seja, matá-los). E podemos ver, depois dos assassinatos de
Alexander Litvinenko e Anna Politkovskaya, no final do ano passado, que esse
ponto de vista é compartilhado pelo atual ocupante do Kremlin.
Stálin acreditava que ele e Hitler teriam feito um par invencível. No final da
Segunda Guerra Mundial, quando Hitler estava começando a aceitar que havia
cometido muitos erros, diz Overy que Hitler considerou "o que os dois homens
poderiam ter feito em conjunto" se, ‘com um realismo implacável’, tivessem
tentado construir uma "entente duradoura'". Basta olhar o atual "Tratado da
Amizade" sino-russo para perceber que assassinos ainda sabem como cooperar.
Moscou e Pequim aprenderam a lição da Segunda Guerra Mundial. A parceria
totalitária entre os dois grandes países pode conseguir muitas coisas porque
todos temem um novo e desagradável confito. O Ocidente não consegue imaginar uma
guerra contra uma poderosa combinação como essa entre a Rússia e a China. Ainda
mais significante, eles juntaram a Índia e o Brasil à sua aliança e estão
envolvidos em uma guerra econômica contra os Estados Unidos.
Está claro também que o Ocidente não está preparado para fazer nada realmente
sério para conter as afrontas do presidente russo, Vladimir Putin. O
posicionamento de uns poucos mísseis anti-balísticos na Polônia e na República
Tcheca não ajuda em nada. Só deu ao presidente russo um pretexto para se rearmar
e romper com o Tratado de Não-Proliferação. Devido a essa inútil arregimentação
de foguetes interceptadores parcialmente desenvolvidos, Putin culpa os EUA e a
OTAN pelo que fez em seguida. "Estão nos provocando", diz ele. "Estão ameaçando
a Rússia". A capacidade militar da OTAN está um caos. Não pode realmente ameaçar
ninguém. Seus membros estão divididos e há problemas de orçamento militar.
Apesar disso, Putin diz que ela é um grande bicho papão e anuncia a necessidade
da Rússia se rearmar. Depois de seu país receber centenas de bilhões em ajuda e
empréstimos do Ocidente, inclusive em assistência técnica e alimentos,
arregimentar uns poucos mísseis de defesa na fronteira oriental da OTAN se
transforma em uma súbita justificativa para grandiosos preparativos de guerra. E
adivinhem quem tornou esses preparativos possíveis? Quem forneceu à Rússia os
instrumentos para se rearmar? Ah, sim, o Ocidente está pronto para pegar a
Rússia. Então por que o Ocidente desenvolveu o poderio russo nos últimos 15
anos?
Ao desenvolver seu poderio, Hitler e Stálin compreenderam que seus oponentes
estavam em desvantagem. O Ocidente quer paz. Acredita na liberdade. Os países
democráticos abrigam socialistas e militantes pacifistas. O governante
totalitário assassina seus rivais e críticos. Não há movimento pela paz na China
e na Rússia. Pensem nisso por um minuto. É muito significativo. O Ocidente se
prende a controvérsias enquanto o governante totalitário segue em segredo com
seus preparativos militares. Você esperaria que o povo se insurgisse e esmagasse
um tirano. George Bush esmagou a tirania de Saddam Hussein, mas agora Bush virou
um vilão, não um herói. Pensem nisso também. E deveríamos nos perguntar o que
aconteceu em Pequim quando as pessoas se insurgiram para protestar contra o
regime comunista, há cerca de duas décadas. Tanques passaram por cima dos que
protestavam. E o que aconteceu depois? O mesmo que no Terceiro Reich. Hitler
matou seus opositores, destruiu a constituição democrática da Alemanha e
governou sem lei. E o que as potências ocidentais fizeram? Stálin matou os
kulaks de fome, providenciou o assassinato de Kirov e fez um expurgo no Exército
Vermelho. Mas as pessoas fecharam os olhos. Negaram a seriedade do problema. Se
Hitler e Stálin não tivessem se virado um contra o outro, o Ocidente não teria
sobrevivido.
A triste verdade é que nós nos recusamos a reconhecer o mal porque não queremos
a responsabilidade e o risco inerentes ao seu combate. Enxergarmos um grande mal
nos torna responsáveis por fazer alguma coisa. A escolha moral é clara. Se você
vir um bebê engatinhando para um abismo, você tem a responsabilidade de tirá-lo
do perigo. Que tipo de gente diria que a segurança do bebê não é de sua
responsabilidade? Todos sabemos o que se espera de nós sob tais circunstâncias,
e o problema de um grande mal político nos leva para o domínio da
responsabilidade. E acredito que seja para evitar essa responsabilidade que
temos tanto gosto em confundir as questões morais insistindo nos erros dos
governos ocidentais enquanto ignoramos o Oriente totalitário. Esquecemos o que
significa o totalitarismo?
Que tal centenas de milhões de mortos pela fome, pela guerra e trabalhos
forçados? Vejam Saddam Hussein, por exemplo. Seus dois heróis principais eram
Hitler e Stálin. Matou centenas de milhares de pessoas e a única razão de não
ter matado dezenas de milhões foi a pequena dimensão de seu país e a falta de
oportunidade. No entanto, cometeu atos de agressão militar contra dois países
vizinhos. Usou armas químicas contra civis. Seu povo sofreu por décadas sob um
regime de prisões arbitrárias, tortura e assassinato. E então, quando os
americanos chegam e colocam roupas femininas em prisioneiros iraquianos,
dizem-nos para lamentar o horror do poderio americano. Saddam não forçou homens
a usar vestidos. Cortou seus testículos ou os eletrocutou. Desculpem-me pelo
realismo, mas devemos dizer essas coisas às crianças adultas de nossa época. Há
escalas de comparação e há idiotas demais que não sabem dar o peso devido às
coisas.
E se o mundo tivesse reconhecido a maldade de Hitler ainda em 1933? Quantas
vidas teriam sido salvas? Quanta destruição, perda e sofrimento teriam sido
evitados? Isso somente demonstra que não aprendemos nada com o século XX.
Estamos preparados para repetir todos os nossos velhos erros – da Grande
Depressão e mesmo das guerras mundiais. O presidente dos EUA sabe, lá dentro,
que seu "parceiro" russo é um ditador que mata jornalistas, que usa
radioatividade para envenenar os críticos no Ocidente e, mesmo assim, Bush se
recusa a dizer que Putin é um ditador. Bush não dirá que os líderes chineses são
assassinos que massacraram seu próprio povo na Praça da Paz Celestial. Não pode
dizer isso, pois o que manda é a conciliação e a popularidade de George W. Bush
anda muito baixa. Os Estados Unidos comprometeram seu sistema econômico e,
conseqüentemente, seu sistema político.
Goethe disse uma vez que, "apesar de todas as forças que nos cercam, devemos nos
manter erguidos". E, agora mesmo, há forças se aproximando. Estão cercando o
mundo livre. Querem erradicar a liberdade. Estão entre nós, nas nossas próprias
universidades. Essas forças estão firmemente entrincheiradas nas capitais
estrangeiras – em Moscou, em Pequim, Teerã e Havana. E essas forças reconhecem
umas às outras e percebem que há uma causa comum entre elas. Ouça o que essas
pessoas estão dizendo e perceba de onde vêm. Há vozes hoje em dia, assim como em
1936. Há fascistas ambientalistas, socialistas, racistas minoritários e os que
odeiam os Estados Unidos. Recordamos ainda o que essas vozes significam?
Prometendo liberdade, nos darão seu exato oposto.
Percebemos o perigo? Não. Estamos ocupados, presos ao nosso estilo de vida
superior. Queremos aproveitar as coisas boas. Gastamos dinheiro que não temos.
Tomamos emprestado e estimulamos em nossos jovens a mentalidade do "direito
adquirido". Perdemos a temperança. Não acreditamos mais no dever. E agora não
temos o tempo e a energia para reconhecer os inimigos (externos e domésticos).
Para os que pensam que os EUA estão jogando no "grande" tabuleiro internacional,
tenho um notícia. Na realidade, os EUA não estão jogando. Os EUA não têm uma
estratégia coerente e não possuem instituições com a capacidade de criar uma.
Estamos em uma guerra "contra o terror" enquanto os grandes inimigos, com os
grandes batalhões, nos preparam para a matança. Os EUA não são tão poderosos
como as pessoas geralmente pensam. O poderio militar é geralmente
mal-compreendido devido à sua complexidade. Mesmo que a Rússia e a China sejam
mais fracas que os Estados Unidos (e isso é questionável), sua crueldade lhes dá
um tipo de poder que não conseguimos dominar. É o poder do qual todo o ditador
se aproveita.
A Segunda Guerra Mundial iniciou-se com um pacto entre duas grandes ditaduras.
Em 1939, Hitler e Stálin se uniram para destruir a Polônia. Não é possível que a
próxima guerra mundial envolva um pacto semelhante entre ditadores?
As pessoas não lêem história como deveriam e não reconhecem o padrão da tirania,
os comportamentos clássicos de um tirano. Olham para alguém como o presidente
americano e não gostam do que ele está fazendo, ou pensam que "as empresas
petrolíferas malvadas" estão por trás dele, ou outros absurdos, e imaginam que
estão vendo o mal de sua época em ação. Mas essa visão não faz sentido moral ou
estratégico. A esquerda totalitária existe em todos os países e existe também
nos Estados Unidos. A única coisa que as empresas petrolíferas fazem é nos
trazer energia barata, enfrentando a crescente resistência de grupos
ambientalistas.
Você acha que as políticas ruins de Washington são o mal? É realmente
lamentável. Como os alemães antes de Hitler, estamos tão ocupados em vilipendiar
Weimar que não conseguimos ver a ascensão da suástica negra e da estrela
vermelha. A república americana é imperfeita e suas políticas não são o que
deveriam ser. Mas isso não significa que não há políticas piores por aí e países
piores. Há pouco tempo o porta-voz de defesa dos conservadores britânicos, Liam
Fox, disse à Câmara dos Comuns que a Rússia estava se rearmando rapidamente
enquanto "os olhos do Ocidente olham para outro lugar". Consideremos agora a
quem deveríamos agradar. E também o que significa essa ação da Rússia.
© 2007 Jeffrey R. Nyquist
Publicado por Financialsense.com
Tradução: Caio Rossi