Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Junho 2007
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14/07/07
• A mão que afaga é a mesma que apedreja - Graça Salgueiro
----- Original Message -----
From: M
Sent: Thursday, June 14, 2007 1:09 AM
Subject: : A mão que afaga é a mesma que apedreja - Graça Salgueiro
Amigo/a.
Turbinado por uma seqüência de fatos - concretos e comprovados - este
artigo de Graça Salgueiro é um dos mais contundentemente esclarecedores,
desde muito tempo. É um forte facho de luz sobre sobre uma realidade
cuidadosamente oculta nas sombras de um planejamento criptocomunista, que
até agora se desenvolve a todo pano, envolvendo a ingerência em nossa
terra de forças criminais estrangeiras atuando livremente com o apoio e
beneplácito da canalha lula-petista no poder.
Tais fatos têm imensa gravidade.
M.
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Sede da Loja Daslu: um dos alvos das operações espetaculares da PF,
que não se repetem contra as FARC no Brasil.
A mão que afaga é a mesma que apedreja
por Graça Salgueiro em 14 de junho de 2007
Resumo: As operações espetaculares movidas pelo governo que atingem
empresários e políticos não se repetem quando se trata de combater a
presença e atuação de organizações criminosas internacionais no Brasil,
como as FARC.
© 2007 MidiaSemMascara.org
O Departamento de Polícia Federal vem realizando um trabalho
extraordinário de desbaratar quadrilhas, sonegadores de impostos,
contrabandistas e mafiosos de todos os tipos. Segundo o site oficial do
PT, em matéria veiculada em 25 de maio p.p., a PF prendeu 5 mil pessoas
desde 2003, sendo mil funcionários públicos.
De fato, temos visto as espetaculosas batidas e apreensões do respeitado
órgão, sobretudo a realizada na elegante loja Daslu, com direito a
helicópteros, holofotes, ação e uma muito ciosa de seu dever de informar,
Rede Globo de Televisão, dando ampla cobertura ao evento. Vimos também as
operações Navalha, Furacão, Vampiro, Anaconda, Sanguessuga, Themis e
finalmente a Xeque-Mate que envolve até o irmão do presidente Lula, o Vavá.
Todas muito bem realizadas e edificantes para o país, afinal, lugar de
bandido é na cadeia.
Segundo esta mesma matéria do site do PT, “Desde 2003, a PF prendeu cerca
de mil servidores e ex-servidores públicos suspeitos de corrupção:
parlamentares, magistrados, procuradores e funcionários do Executivo
federal, estadual e municipal, incluindo prefeitos e governadores, entre
outros. Ao todo, 350 operações resultaram na prisão de mais de 5 mil
pessoas, segundo dados da PF”.
“No período em questão, 2006 foi o ano com o maior número de operações:
167, que levaram cerca de 2,5 mil pessoas para a cadeia – mais de dez
vezes mais que em 2003, quando 223 suspeitos foram detidos em 16 ações.
Nos quase cinco meses de 2007, já houve 61 operações e cerca de 880
prisões (incluindo a Navalha)”. Fantástico! Entretanto, o site não informa
que os “presos” em tantas operações esquentam os bancos das delegacias e
penitenciárias por não mais que 72 horas, sobretudo os parlamentares, que
continuam exibindo-se lépidos e fagueiros, rindo da cara do povo, conforme
todo o país presencia através dos noticiários de televisão. A Polícia
prende e a Justiça solta.
No dia 28 de maio, com informações da Agência Brasil, leio que a PF inicia
uma nova operação denominada “Operação Ouro Negro” (que apesar do nome não
tem nada a ver com o petróleo) cujas investigações começaram em outubro de
2005, tendo como alvo uma quadrilha de contrabandistas que atuava na
fronteira com o Paraguai. Na operação foram apreendidos R$ 2,3 milhões em
mercadorias que eram escondidas em fundos falsos de bolsas e transportadas
através de barcos e balsas até o porto brasileiro. A nota não diz que tipo
de mercadoria foi apreendida mas presumo que não foram armas, senão teriam
citado textualmente. Nesta operação já foram presas 22 pessoas, segundo
informa a PF.
É necessário que a sociedade veja que este governo trabalha em prol da
ética, da moralidade e do combate à sonegação e à corrupção desenfreada
que assolam o país, e a PF tem contribuído de forma nunca dantes vista ou
imaginada pelo cidadão brasileiro. Mas eu não quero me ater a essas
conhecidas operações porque toda a mídia nacional e internacional está
dando ampla cobertura e seria repetitivo reportar-me a elas também.
Quero falar de “outras” operações que são interrompidas e graciosamente
silenciadas porque, enquanto o povão se entretém (há quem se divirta
esperando a próxima fofoca ou golpe) com a podridão diária despejada nas
telas da tv, criminosos terroristas das FARC passeiam livres em nosso solo
pátrio com o conhecimento desta mesma PF, dos órgãos de Inteligência e do
Governo Federal que apedrejam sonegadores, estelionatários, bicheiros,
bingueiros etc., enquanto afagam e dão asilo político a criminosos de alta
periculosidade como são os integrantes das FARC.
As histórias são antigas. No dia 30 de outubro de 2005, o jornal Correio
Braziliense publicou uma longa matéria sobre a atuação das FARC em
território brasileiro que foi posteriormente divulgada no site do
Ministério das Relações Exteriores[¹]. A matéria dá conta de que este
bando narco-terrorista dá cursos de treinamento de guerrilha urbana e
rural a elementos do MST e que “Relatórios sigilosos em poder de
autoridades brasileiras e paraguaias registram a ocorrência de pelo menos
três cursos sobre técnicas de guerrilhas destinados a brasileiros,
realizados este ano – em maio, julho e agosto – na região de Pindoty Porã,
departamento de Canindeyú, no Paraguai, cidade fronteira com o Mato Grosso
do Sul e o Paraná”. Mais adiante diz a matéria: “Os relatórios trocados
entre Brasil e Paraguai garantem existir grande interesse das FARC em
brasileiros, que nos últimos anos têm sido parceiros da guerrilha em
atividades ilícitas como o tráfico de drogas e de armas. Eles confirmam
também que os cursos ministrados pelas FARC são destinados a entidades
civis organizadas e citam nominalmente o Movimento dos Trabalhadores Sem
Terra (MST). Nos documentos existem fartas informações sobre os
instrutores dos treinamentos, que se escondem sob o manto de codinomes”
(Grifos meus). Entretanto, o Governo do Sr. Lula confraterniza, recebe em
Palácio, inclusive usando o boné, continua passando a mão pela cabeça e
oferecendo quantias milionárias a uma entidade que, por esperteza ou má fé
calculada, não existe juridicamente e por isso não é punida por seus
incontáveis crimes, inclusive de morte.
No dia 25 de julho de 2006, novamente o Correio Braziliense[²] publica uma
matéria sobre as FARC e suas atividades ilícitas no Brasil, inclusive com
provas documentais da presença do “novo” chanceler, considerando que
naquela ocasião o então porta-voz para o Cone Sul, Francisco Cadena
Collazos, conhecido como “padre” Oliverio Medina encontrava-se preso na
Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
Orlay Jurado Palomino, conhecido como Comandante Hermes, passou a ser o
chanceler preenchendo as vagas deixadas pelo pseudo-padre Oliverio Medina
e por Rodrigo Granda, detido em 2004 na Venezuela e extraditado para a
Colômbia. Segundo um agente colombiano, Hermes era “o braço direito de
Granda”. Hermes vive em São Paulo e se movimenta livremente entre Brasil,
Paraguai, Venezuela e Argentina e foi acusado de participar do seqüestro e
assassinato de Cecília Cubas em março de 2005, depois de 6 meses de
cativeiro, filha do ex-presidente do Paraguai, Raúl Cubas.
Oliverio Medina recebeu do Comitê Nacional para Refugiados (CONARE), órgão
pertencente ao Ministério da Justiça, o status de refugiado político,
mesmo não satisfazendo uma cláusula constante do Art. 3º da Lei 9.474 de
julho de 1997, que diz: “Não se beneficiarão da condição de refugiado os
indivíduos que tenham cometido crime contra a paz, crime de guerra, crime
contra a humanidade, crime hediondo, participado de atos terroristas ou
tráfico de drogas”. Medina é acusado em seu país (Colômbia) de ter
comandado ataque a uma unidade do Exército em 1991, ocasião em que dois
militares foram mortos e outros 17 seqüestrados, por terrorismo,
assassinato, seqüestro e extorsão, portanto, não poderia ter recebido o
status, conforme prevê o Estatuto do próprio órgão que o concedeu, o
CONARE.
Muito esperto, Oliverio Medina escreve uma carta ao CONARE[³] prometendo
romper suas relações com as FARC. Em carta de próprio punho, entregue em
sigilo ao CONARE, Oliverio Medina garantiu que não fará mais contato com a
guerrilha e se manterá afastado de qualquer questão envolvendo o conflito
armado em seu país, afirmando que, a partir de agora, “seu único desejo
seria lutar pela família”, uma vez que é casado com uma brasileira com
quem tem uma filha de 3 anos. O “gesto” comoveu os membros do CONARE que
concederam o refúgio no dia 14 de julho de 2006, por seis votos contra um
e em 21 de março de 2007, foi finalmente liberado da prisão. Vale
salientar que, historicamente, todos os guerrilheiros (ou agentes de
serviços secretos comunistas – vejam o caso do ex-agente da KGB
assassinado ano passado em Londres) que tentaram abandonar a guerrilha por
vontade própria foram “justiçados”, ou seja, assassinados, para que mais
adiante não revelassem segredos da organização, como ocorreu com os
guerrilheiros do Araguaia e com Marcio Leite Toledo, da ALN.
Entretanto, no computador de Oliverio Medina os agentes da PF encontraram
mensagens endereçadas por ele aos Comandantes Hermes, Raúl Reyes e Rodrigo
Granda, cappos das FARC, em que Medina relata em 24 de março de 2004 o
encontro que tivera com líderes do partido Pátria Libre (PL) do Paraguai
que ele chama de “cuenta chistes” (contador de piadas), em Brasília, para
traçar os planos do seqüestro e assassinato de Cecília Cubas.
No fac-símile do jornal pode-se ler a mensagem que reproduzo (traduzida):
“Camaradas Raúl, Ricardo e Hermes, saudação comunista para todos.
Tive uma reunião com o “cuenta chistes” em Brasília. Consultados sobre as
condições no Paraguai para a estadia de um camarada nosso, (que sabemos
será o Camarada Hermes) me disseram que iam estudá-las cuidadosamente”.
Trechos de e-mail trocados entre Hermes, Rodrigo Granda (que aparece como
Ricardo) e Raúl Reys, e outro do Oliverio Medina.
Medina anexa uma carta às FARC assinada por Juan Arrom (secretário-geral
do PL), Anuncio Martí e Victor Colman, que estão vivendo sob asilo
político no Brasil desde 2003. Em 12 de julho Granda avisou a Raúl Reyes
que o planejamento do seqüestro de Cecilia Cubas estava pronto,
acrescentando que Hermes faria a inspeção do cativeiro e daria dicas sobre
“a melhor maneira de negociar e cobrar” e que depois “poderia voltar ao
Brasil”. Quer dizer, um seqüestro (com extorsão de US$ 800 mil que foi
pago pela família), seguido de morte e ocultamento de cadáver foi
planejado em território nacional brasileiro, com o apoio e conivência de
Oliverio Medina que primeiro recebe o indulto como “refugiado político” e
depois a liberdade total, com o apoio da CNBB, do PT, do PSB, do PcdoB e a
conivência até do Supremo Tribunal Federal e tudo isto com o conhecimento
da PF!
Cópia da carteira de identidade falsa equatoriana usada pelo Comandante
Hermes e apreendida pela PF.
Como se não bastasse, segundo informa o Correio Braziliense, a Polícia
Federal segue os passos do Comandante Hermes desde abril de 2006, sabe que
ele vive em São Paulo, tem cópia de sua carteira de identidade falsa, como
equatoriano (ver foto) mas: aonde está este guerrilheiro hoje? Atrás das
grades? Foi deportado para a Colômbia? Por que a PF ainda não divulgou
para a imprensa a captura e prisão deste guerrilheiro assassino? Por que
estas informações não são dadas ao povo brasileiro mas apenas as que
envolvem compras de votos e consciências, casos de adultério de
parlamentares, corrupção banal? A ABIN tem conhecimento disto, o
Ministério das Relações Exteriores tem conhecimento disto, o Departamento
de Polícia Federal tem conhecimento disto e, por extensão, o Ministério da
Justiça tem conhecimento disto, o Exército Brasileiro também tem
conhecimento disto, como provam os links onde tais matérias foram
reproduzidas, mas, por que o povo brasileiro não sabe nem pode saber
destes crimes que são cometidos dentro do seu próprio país e contra ele
próprio, e porquê nada se faz contra estes criminosos?
Porque o presidente Lula e seu partido são amigos e parceiros das FARC
através do Foro de São Paulo do qual são membros e porque o PT do sr. Lula
comprometeu-se com o Foro de São Paulo, assinando uma resolução, a
considerar como “terrorismo de Estado” não os crimes praticados pelas FARC,
mas todo aquele (povo ou Governo) que se opuser às suas ações criminosas.
Querem a prova disto? Na reeleição do sr. Lula, Raúl Reyes, um dos cappos
das FARC, enviou uma saudação da qual destacamos alguns trechos: “(...)
Laços históricos nos unem ao povo brasileiro”. (...) “Aproveitando este
momento singular e histórico que estão vivendo o Governo e o Povo do
Brasil, manifestamos-lhe a disposição de nos mantermos abraçados em nossa
Política de Fronteiras...” (...) “Para o qual queremos contar com o apoio
do Governo e do Povo do Brasil...” (http://www.farcep.org/?node=2,2428,1).
Querem a prova de que as FARC são membros fundadores do Foro de São Paulo
e continuam pertencentes até hoje? No XII Encontro do Foro de São Paulo,
ocorrido em 16 de janeiro deste ano em El Salvador, Raúl Reyes envia uma
carta de saudação e reafirma sua pertinência até a presente data. Alguns
trechos da carta: “(...) Companheiros e companheiras delegados e delegadas
do XII Foro, recebam nossa carinhosa e bolivariana saudação, muitos êxitos
em suas deliberações”. “(...) Por não podermos estar presentes em tão
importante evento entregamos a vocês este documento com nossos pontos de
vista, e agradecemos de antemão tê-lo em conta nas deliberações”. “(...)
Cremos oportuno manifestar nossa inquietação e desagrado pela posição de
alguns companheiros que de forma e sob responsabilidade pessoal, dizem
publicamente que as FARC não podem participar do Foro por ser uma
organização alçada em armas”. (...) “Aos companheiros que pensam que não
podemos participar, fraternalmente os convidamos a que nos acompanhem..”
(http://www.farcep.org/?node=2,2513,1).
Em 26 de março de 2007, as FARC dizem que “esperam de Lula e de Chávez o
reconhecimento e ajuda na organização guerrilheira”. “... esses dois
ilustres presidentes não só podem nos ajudar, podem fazer muito mais que
isso. São governos que, de maneira soberana, podem reconhecer em um dado
momento que em um determinado país surgiu uma nova realidade política”
(http://www.eldiarioexterior.com/noticia.asp?idarticulo=13643).
E, finalmente, em 30 de abril de 2007, Raúl Reyes escreve uma “Carta
Aberta” endereçada ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao
Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), à Comissão Brasileira de
Justiça e Paz, aos ilustres Ministros do Supremo Tribunal Federal e à
Procuradoria Geral da República para agradecer pela liberação de Oliverio
Medina. Diz ele: “Com alegria recebemos e aplaudimos a liberação do padre
Oliverio Medina no passado 21 de março, quando na magna Audiência o
Ilustríssimo Supremo Tribunal declarou extinto o processo de Extradição
que havia contra ele, em uma histórica votação de nove a um”. (...) “Em
tal Audiência brilharam o decoro e o respeito com que são acatados os
Tratados Internacionais dos quais o Brasil é signatário; a soberania na
tomada de decisões; o sentido de justiça em defesa da vida,...”
(http://www.farcep.org/?node=2,2852,1).
Ficou claro porquê nosso maior problema, que envolve a gravíssima questão
do narcotráfico que tem levado à morte 50 mil brasileiros por ano é
encoberto do público, quando não jogado para baixo do tapete? Ficou claro
porque a PF não pode agir com independência e corretamente para acabar com
a criminalidade que envolve traficantes dos bandos PCC, CV, MST e
assemelhados? Há profissionais competentes e que honram seus distintivos
na PF e na ABIN mas há também muitos a serviço do Partido-Estado e não da
Nação, além de a maioria estar de mãos atadas porque, em última instância,
obedecem ordens diretas do ministro da Justiça, antes o sr. Márcio Tomás
Bastos e agora o sr. Tarso Genro, o primeiro simpático aos comunistas e o
segundo trotskista membro do PT, portanto, também signatário das
deliberações do Foro de São Paulo.
Não me interessam as falcatruas de políticos com empreiteiras, ou filhos
adúlteros de parlamentares mas sim, quando a Polícia Federal vai prender
os terroristas das FARC comodamente instalados em nosso país. Este sim, é
o nosso maior e mais grave problema e o povo brasileiro não pode mais
continuar na ignorância, sendo ludibriado com cortinas de fumaça enquanto
o crime prospera impune debaixo do seu nariz.
NOTAS:
1. Matéria do Correio Braziliense só disponível para assinantes,
reproduzida pelo site do Ministério das Relações Exteriores
http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe.asp?ID_RESENHA=176513
2. O link que levava ao jornal Correio Braziliense só está acessível para
assinantes, porém a matéria foi reproduzida no site do Ministério das
Relações Exteriores
http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe.asp?ID_RESENHA=247097
e também no site do Exército Brasileiro
http://www.exercito.gov.br/resenha/resenha%20anterior%20word/julho/resenha%2025%20Jul%2006.doc.
3. A matéria relativa a esta declaração pode ser lida no site do
Departamento de Polícia Federal, Divisão de Comunicação Social do DPF
http://www.dpf.gov.br/DCS/clipping/2006/Julho/27-07-2006NAC.htm e
também
no site do EB
http://www.exercito.gov.br/resenha/resenha%20anterior%20word/julho/resenha%2027%20Jul%2006.doc,
uma vez que pelo site do Correio Braziliense só está acessível a
assinantes do mesmo.
Graça Salgueiro é jornalista independente, estudiosa do Foro de São Paulo
e do regime castro-comunista e de seus avanços na América Latina,
especialmente em Cuba, Venezuela, Argentina e Brasil. É articulista do
Mídia Sem Máscara, onde também colabora como tradutora e revisora,
correspondente brasileira do site La Historia Paralela da Argentina,
articulista do jornal "Inconfidência" de Belo Horizonte e proprietária do
blog Notalatina.