Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Julho 2007
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25/07/07
• Obscenidades e o protesto dos mortos-vivos - Gerson Faria (Brilhante análise!)
----- Original Message -----
From: M
Sent: Wednesday, July 25, 2007 2:32 PM
Subject: Obscenidades e o protesto dos mortos-vivos - Gerson Faria (Brilhante
análise!)
Gerson de Faria aponta uma vez mais os viéses perceptuais
de uma nação em vias de suicídio.
Deixa entrever, na contundência do texto, a angústia impotente de um lúcido ante
a postura ovina dos vitimizados.
Uma pá de fatos alicerça esta atitude néscia. Entre estes, a incapacidade de
perceber-se que comuno-petistas e esquedopatas em geral, não atuam por
princípios e valores comuns à sociedade em geral.
Visam o - e atuam pela - consecução de poder totalitário.
Só.
Este 'só' significa:
tão somente o poder;
não mais que o poder;
meramente o poder;
unicamente o poder;
exclusivamente o poder;
apenas o poder, para sempre e o povo que se dane.
Na ótica monstruosa desta sub-humanidade, o poder é o valor máximo, cultuado
como divindade. Tudo o mais se lhe subordina.
Assim, tudo que possa levá-los até lá é, a priori, por princípio, bom - o Bem. É
este o sentido de seu mote predileto: Os fins justificam os meios, uma total
alforria quanto ao sadios limites da moral, ética, justiça...
Portanto, é de uma estupidez abissal esperar ética, senso de justiça ou
sensibilidade compassiva de bípedes que mentem, enganam, corrompem, roubam e
assassinam sem mínimos pruridos de consciência. Estão acintosamente destruindo
junto com os valores que formam a alma brasileira, as instituições que garantem
os mais básicos direitos do cidadão. E isto corresponde a um projeto político em
execução.
Planejado. Deliberado.
Assim...
Não peça humanidade a um comunista. Ele não a tem, ou sequer a conhece.
Porque ele não é como vc.
Não espere piedade de lobos famintos - eles irão diretos à sua garganta.
Por que são seres diferentes de vc.
Não espere senso de equilíbrio do sociopata, ele é incapaz.
Porque embora tendo braços, pernas, corpo e cabeça, ele não é como vc.
O paralelo mais próximo do comunista é o criminal.
( Alguém sabe por que tais obviedades não alcançam entrar na mente de nossa
gente? )
Existe um único meio de pará-los.
Um.
Único:
A FORÇA.
Esta mesma que dá efetividade às leis. Esta que se faz violenta com criminais
violentos. Que põe loucos em camisas de força. Que oculta e silente nas
corporações policiais e militares, assegura os direitos básicos de cada um de
nós, cidadãos.
Sem a Força que o defenda - se necessário, com violência - não há Estado de
Direito. Ou sequer um Estado.
Esta violência - tão temida pelos esquedopatas - determina seu empenho no
desarmamento da população; é a razão das campanhas "pela paz" visando
desarmar-nos - também moralmente - ao forçar a aceitação da pseudo-igualdade
violência = crime.
O bisturi corta carnes, tira sangue - e salva vidas. Sendo violento.
O policial que atira e mata um criminoso permite segurança a nós e nossos
filhos. Pela violência.
O soldado que explode o invasor garante nossa liberdade soberana. Violentamente.
Hoje, esta Força capaz de mudar estas condições degradantes existe apenas nas
nossas Forças Armadas, cujas lideranças - ao que parece - estão em mãos de
'melancias' - verdes por fora, vermelhos por dentro.
Determinante? Impeditivo?
A mesma dinâmica que faculta a subordinados hierárquicos apear do poder uma
cúpula governamental, permite fazê-lo às cúpulas militares. O processo é o
mesmo.
Generais depõem presidentes.
Coronéis, majores, capitães 'aposentam' generais. E presidentes.
O necessário: inteligência, liderança autêntica e culhões.
E estes três itens ainda existem em verde-oliva.
Abs
M.
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Fonte:
MidiaSemMascara.
Indecência, obscenidade. Esses foram os termos utilizados pela mídia ao descrever os gestos feitos por Marco Aurélio Garcia e seu assessor, quando da declaração da TAM no Jornal Nacional, relativa a um problema técnico na aeronave de trágico fim. Marco Aurélio Top Top Garcia foi prontamente assessorado por Bruno Gaspar com um gesto caricato-sexual seguido de um incontido “FDP”.
Os petistas, de modo geral, utilizam-se de metáforas pornográficas como “relaxa e goza”, “encontrar o ponto G” e afins, para se esquivar de situações para as quais uma resposta plausível não se apresenta a seu horizonte mental. Quem conhece esquerdista sabe muito bem que eles mantêm uma relação erótica com o poder. “O poder é afrodisíaco”, dizem os impotentes. Daí talvez o uso excessivo dessa linguagem pelos petistas.
Agora vejamos o seguinte parágrafo, da lavra do mesmo Marco Aurélio Garcia:
(...) Um novo pensamento crítico não negará o passado, aprenderá com seus erros, mas sobretudo saberá resgatar nas experiências das revoluções desses últimos séculos, as esperanças, a generosidade e o brilho que iluminou mesmo as noites mais escuras. Se esse novo horizonte buscado ainda se chama comunismo, está na hora de sua refundação.
A linguagem comunista é sempre crítica, sendo necessária alguma explicação. Ele se refere aos 150 anos do Manifesto Comunista, de Marx e Engels. As ‘noites mais escuras’ são as noites escuras do Comunismo, seus impasses e seus reveses. O brilho, obviamente, é o brilho do intelectual comunista. Quando fala em generosidade e esperança, quer dizer para com os companheiros daquele movimento e daquele momento.
É exigível de um Marco Aurélio Garcia que seja decente, na acepção pequeno-burguesa do termo? Poderia até ser, pro forma democrática, mas não há a menor importância nisso, dada a monstruosidade de suas posturas políticas. Embora seja inegável que o gesto filmado mostre sua satisfação em ter como relativizar a tragédia, já se foi o tempo de preocupar-se com a decência ou não das ações dessa gente. A exigência não deve ser essa para uma sociedade que queira escapar ao suicídio.
Eric Voegelin, citando Carl Amery em Hitler and The Germans (The Collected Works of Eric Voegelin-Vol 31), chama o apego a essa postura de “decência burguesa como virtude secundária, eclipsando as virtudes primeiras”. Como virtudes primeiras entende-se a fé, a humildade, a caridade, o ascetismo, a busca pela verdade, a coragem. Ora, Adolf Hitler tinha seus sapatos bem engraxados, respeitava e prezava suas secretárias e sua cadela e diz-se, tinha um zelo excessivo com a saúde física.
No Brasil de hoje, estamos sofrendo verdadeiras enxurradas de apelos à decência e ao bom-mocismo, para sermos sensíveis, compreensivos e benevolentes para com o banditismo comum, o banditismo organizado, o banditismo social e o partidarizado. Para com a propaganda pró-gay, pró-pedofilia e anticristã. Para com os abortistas. Para com os invasores dos espaços públicos e privados.
E, como era de se imaginar,
qual foi a reação pública de parte da população após o acidente do Airbus da
TAM? Vitimizaram-
Ora, o ato teatral não é nem um pouco isento de significado. É ele mesmo a revivescência do real por meio de uma representação simbólica. No aspecto político, não poderia ter havido maior nonsense. Onde já se viu um protesto no qual você se finge de morto? Isso não é protesto de forma alguma, é a aceitação, a reafirmação de um estado de entrega completa, de incapacidade de reação à altura. A mensagem que é passada com tal manifestação é:
“Clemência, Vossa Autoridade! Olhe para isto, estamos mortos! Faça algo por nós! Tende Piedade!"
E Sua Autoridade poderia simplesmente responder:
“Ora vejam, vocês já estão mortos! Querem que faça o quê? Aliás, esse papel lhes cai muito, muito bem!”
Um outro modelo de manifestação nacional, seguido até hoje, é o dos caras-pintadas, criado pelo PT. Já seu aperfeiçoamento, com o uso dos narizes de clown, a população aprendeu por si só.
Não me recordo de algum protesto do MST em que esses se façam de vítimas (bem ao contrário) ou que utilizem os patéticos narizes. Aos aprendizes de manifestante: protesto sem ameaça é tão inócuo quanto apagar o incêndio de um Airbus com centenas de copos de água mineral, “sem gás, por favor”.
O simples apelo à “decência”
nos atos públicos e na administração, pelo qual clama o povo brasileiro, é o
último refúgio, a arma de papel, o escudo de faz-de-conta de um povo
violentado e autoviolentado diariamente, completamente tonto e inconsciente
quanto ao seu possível futuro próximo.