Blog do M
(Márcio Del Cístia)
Agosto 2007
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02/08/07
• A ordem é morrer calado e ficar de luto em silêncio
----- Original Message -----
From: M
Sent: Thursday, August 02, 2007 1:46 PM
Subject: A ordem é morrer calado e ficar de luto em silêncio
O horror que se constela sob
comando comuno-petista-sindicalista empilha mais cadáveres. Mais uma quantidade
de pessoas de bem foi sacrificada para que o paredão de cinismo, do
não-sei-de-nada e da arrogante impunidade, continue atuando.
Até quando vamos morrer calados, ocultar os lutos, permanecer como babacas
inertes ante os desmandos desta quadrilha de canalhas?
Até quando vamos engolir esta vergonha, esperando de cabeças baixas, o novo e
inevitável escândalo, o desastre seguinte, a próxima traição ao país, sempre
seguidos da lenga-lenga populista do canalhinha desdedado jogando culpas pra
longe de si e de seus imundos partido e partidários?
Nosso país está sendo deliberadamente destruído. E tomado por canalhas
comunistas.
Passo a passo, em obediência a planos estabelecidos no Foro de São Paulo.
De forma lenta, mas continuada e, principalmente, segura.
Eles aprenderam de '64. Não arriscam agressão maior à Constituição porque sabem
que nossas Forças Armadas ainda estão aí. Sabem que não obstante a infiltração
de 'agentes de influência' e a venalidade dos maus-caracteres fardados, ainda
existem núcleos saudáveis e lideranças éticas e valentes, Soldados às deveras,
dispostos a fazer o que for preciso.
Por isso, o cuidado. Dois passos à frente, um pra trás, sempre que aconselhável.
O inimigo, com o lula-petismo à frente dos esquerdopatas, joga com duas
realidades:
1. - sabe que os militares - não havendo tentativa explicita de golpe, vale
dizer, desde que se mantenha uma aparência de democracia - só intervirão
mediante apelo massivo do povo;
2. - mas sabe também, que como resultado das táticas gramscianas no
aparelhamento das instâncias formadoras de opinião, este povo não percebe a
ideologia comunista e totalitária do inimigo, nem tem consciência clara da
armadilha prestes a se fechar, não tem lideranças éticas que o mobilize e o
unifique em uma força ativa e, como também não tem voz, não fará apelo algum.
Aqueles brasileiros com maior consciência sobre estas circunstâncias, que já se
dão conta que não se pode parar a invasão comuno-petista por vias eleitorais e
que ainda tentam se opor aos seus planos de domínio,
estão a braços com a bobeira ignorante e a alienação irresponsável de uma massa
de cidadãos que preferem enterrar as cabeças na areia a ter que enfrentar a
monumental ameaça sobre suas cabeças.
Os tontos, os covardes e os comodistas existem e são um peso morto. Ao lado
destes há que se encontrar os valorosos, os que peitam o esforço em conhecer e a
luta que daí decorre - estes podem multiplicar o grito de apelo às Forças
Armadas.
Elas são nossa última esperança contra o comunismo hegemônico que se apoderou do
Estado e engole a Nação.
É crucial que entendamos isto e que se difunda o apelo
NÃO AO COMUNISMO!
REEDITE-SE '64. TANQUES ÀS RUAS JÁ!
M.
P.S. - Que nas passeatas
não se façam pedidos às "autoridades". Este lixo pré-humano usa
rir-se destas ingenuidades submissas.
O tal 'minuto de silêncio' é asneira inócua. Se suficientemente profundo,
ouviremos nos bastidores as gargalhadas da canalha. Pergunte-se, inclusive, qual
a verdadeira intenção do imbecil que faz tal proposta.
Que se façam denúncias, brados de indignação, acusações claras e duras:
"Fora comuno-petistas" - "Fora comunistas" - "Canalha
comuno-petista: FORA!"
Eles já mostram o medo ao povo em mal veladas ameaças nos discursos do imbecil
desdedado, no latir de bocas CUTistas: querem intimidar-nos.
Conheço este lixo de perto e por dentro: são covardes como todo mau caráter.
Debaixo de um cacete firme, irão ganir com o rabo entre as pernas.
Não se deixe intimidar. Peite-os.
E cruciais: apelos pela intervenção de nossos Soldados. Eles fervem de
indignação e esperam apenas que o povo se manifeste.
Valor. Força. Coragem.
M.
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Fonte: Blog do Reinaldo
Azevedo
A ORDEM É MORRER CALADO E FICAR DE LUTO EM SILÊNCIO
O que vocês esperam? Que alguém venha a público dizer que o agora maior acidente
aéreo brasileiro (o nosso último "maior" tinha apenas 10 meses) foi causado,
entre outros fatores, pela pista inadequada, sem as devidas ranhuras? Isso não
vai acontecer. Até hoje, na tragédia dos 154 mortos da Gol, não se deu o devido
peso à coisa mais óbvia do mundo: o Boeing tinha comunicação com a torre, e
sabia-se que o Legacy poderia estar na contramão. Bastava ordenar então ao avião
da empresa brasileira: "Suba, desça ou vá para o lado". E aquelas pessoas
estariam vivas. Em vez disso, as responsabilidades se diluem nas repisadas
"múltiplas causas" que provocam um acidente aéreo. O estado sempre livra a
própria cara.
Reitero o que escrevi ontem em muitos posts: ainda que se venha a provar — é o
que está para acontecer — que o piloto praticou uma barbeiragem, a Infraero
demorou 50 minutos para divulgar o nº do vôo. Não! Não se tratava de uma
informação que estava presa em algum filtro, em algum mecanismo de controle. Era
desconhecimento mesmo. Tanto é assim, que se chegou a divulgar que o vôo era o
de nº 5018. Em seguida, outra informação: seria uma pequena aeronave, não um
avião grande. E, finalmente, quase uma hora depois, a informação correta do vôo
ao menos.
Ora, isso é indício de um estado de coisas, não fosse suficiente a balbúrdia que
se verifica diariamente nos aeroportos em razão da falta de comando, da
infra-estrutura precária, de um controle aéreo completamente rendido à
militância sindical. Lula tem alguma coisa com isso? Ele também deve achar que
sim, não é? Ou não teria reunido o tal "Gabinete da Crise". Reunião para quê?
Julio Redecker
Evidentemente, estou consternado com a tragédia. A imagem da mulher desfalecendo
no aeroporto ao saber que dois filhos seus estavam no avião é dessas coisas sem
par. Como pai, pressinto a extensão dessa dor. Ademais, conhecia o deputado
Julio Redecker (PSDB-RS), líder da minoria na Câmara, com quem tinha um
relacionamento cordial, amigo. Era um político dedicado, trabalhador, de caráter
— um excelente quadro do tucanato, pessoa hoje rara no Brasil, que tinha mais
futuro político do que passado.
É o aspecto sempre apavorante das tragédias: vidas interrompidas que, por sua
vez, interrompem outras vidas. Os familiares colhidos por esses acontecimentos,
não raro, sentem-se roubados, traídos, abandonados. Minha solidariedade às
famílias de todos os mortos, em particular à mulher e aos filhos de Redecker. Os
que perdem entes queridos em situações como essa têm dificuldades até mesmo para
viver o luto, que está presente em todas as culturas e que é uma necessidade.
Soma-se a essa consternação pelo conjunto e à tristeza em particular por
Redecker um outro e enorme desconforto: eu detesto aviões. Todas as certezas
muitos racionais e muito científicas sobre "o mais seguro meio de transporte"
podem até me convencer, mas não me pacificam. Não consigo deixar de considerar
que se trata de um "tudo ou nada". Sei que o número de acidentes é ínfimo se
levarmos em conta os pousos e decolagens no mundo. E só se chegou a esse
desempenho, entendo, justamente em razão daquele "tudo ou nada". Todas as áreas
envolvidas com o vôo passaram por revoluções tecnológicas consideráveis. O medo,
quando é virtuoso, pode gerar ciência e prudência. O meu medo de voar não tem
nada de virtuoso. Só me causa contratempos e sensações desagradáveis. E é pior
quando viajo com a família. Gosto é de ficar aqui, quieto, no meu canto. A
rotina me basta.
Civilização
Por mais experiente que seja o viajante, noto sempre, há em todo passageiro um
quê de desafio no olhar. Por algumas horas, dezenas de pessoas partilham de um
destino. Com raras exceções, o clima nos aviões é de certa camaradagem
complacente; as pessoas fazem algum esforço para ter uma risonha confiança —
desconfiada, acho eu — no futuro. Temos a noção de que aquilo é mesmo um
atrevimento e tanto. Confiamos nosso destino à expertise dos pilotos, das
empresas aéreas, das torres de comando. Entregamos, enfim, nossa vida ao
conhecimento acumulado que faz com que voemos, que nos mantém no ar, que nos
devolve à terra, à nossa rotina, ao nosso destino: seres feitos para caminhar
sobre duas pernas.
A tragédia com o avião da TAM, dez meses depois do acidente da Gol, provocou um
estranho misto de incredulidade misturada a frieza até mesmo nos jornalistas que
estavam de cara para as chamas. Durante alguns minutos, via-se a cauda de um
avião enterrado no depósito — sim, era, inequivocamente, a cauda de um avião —,
e os repórteres falavam no "incêndio do prédio". No máximo, mesmo com aquele
rabo da tragédia exposto, especulava-se sobre um "possível" acidente. Um avião
derretia numa impressionante bola de fogo, e ninguém queria acreditar.
Mas não era daquelas resistências sofridas diante da tragédia. Talvez fosse
outra coisa. Talvez fosse a manifestação de uma descrença generalizada na
lógica. Ora, dados nove meses de caos, quanto tempo demoraria para que um novo
acidente nos assombrasse? A perplexidade fria, creio, tinha a ver justamente com
isto: a gente se dava conta de que, vejam só, é mesmo verdade; se fizermos as
coisas erradas, colheremos desastres. Na aviação ou em qualquer lugar.
Morrer calados
Os petistas logo ficaram assanhados. Aqueles mesmos que estão certos de que
César Maia organizou a vaia contra Lula logo correram para decretar: "Lula não
tem nada com isso". Mais: resolveram me botar na sua rede de demonização,
afirmando que eu estava explorando politicamente a tragédia. Explorando
politicamente?
São os tempos petistas. Chegou a hora de morrer calado. Chegou a hora de sofrer
em silêncio. O curioso é que o próprio Lula, a despeito do que dizem os seus
puxa-sacos, sentiu à distância o calor das chamas e se apressou em reunir o tal
gabinete de crise. É claro que ele sabe ter tudo a ver com isso. Com isso o quê?
Com a tragédia? Em certa medida, sim. Os brasileiros passaram a voar com muito
menos segurança no seu governo. E as respostas ficaram todas entre a inércia e o
cinismo.
Não, eu não inventei que a pista estava insegura. É o que pilotos estão dizendo
ao se comunicar com a torre. Sem as tais ranhuras para escoar a água — e estava
chovendo em São Paulo —, as aterrissagens são muito mais perigosas. Anteontem,
um avião já havia rodado na pista.
Mas os petistas não querem que falemos nada. Afinal, eles não querem saber, como
é mesmo?, da classe média que vaia Lula em estádio e protesta contra o governo
nos aeroportos. Se depender da ministra do Turismo, devemos "relaxar e gozar".
Se depender do ministro da Fazenda, devemos é lhe ser gratos: ele acha que é o
preço que se paga pela pujança da economia. Se depender de José de Alencar,
devemos ter não mais do que paciência.
Cobram de nós que morramos calados; que vivamos nosso luto em silêncio. Sugiro a
vocês que leiam os comentários dos colunistas petralhas quando o garoto João
Hélio foi barbaramente assassinado. A síntese era esta: "Só estão fazendo esse
barulho porque era um menino de classe média". No Brasil de Lula, a classe média
não tem direito nem de chorar os seus mortos. Nas ruas ou nos aviões. Nos
estádios, é para aplaudir.
Atenção!
É puro raciocínio místico a suposição de que, havida esta tragédia, outra não
pode acontecer. Pode, sim. Em primeiro lugar porque o fato de o governo Lula ser
tão incompetente não quer dizer que o imponderável, que está em todos os
lugares, tenha nos abandonado. Esse imponderável é sempre menor quanto maior é a
capacidade de resposta técnica, é fato. Essa nossa capacidade de resposta, no
setor aéreo, nunca foi tão precária. Tudo o mais constante — incluindo o
silêncio dos inocentes —, mais acidentes virão. É matemático.
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E Deus é poderoso para fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que, tendo
sempre, em tudo, toda a suficiência, abundeis em toda boa obra. II Coríntios,
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