Curiosidades sobre regras do altletismo e movimentos musculares
CONFEDERA��O BRASILEIRA DE ATLETISMO
REGRA 173 - SALTO EM DIST�NCIA
A COMPETI��O
1. A ordem em que os competidores devem efetuar suas tentativas deve ser sorteada. 2. Quando houver mais de oito competidores, cada um ter� direito a tr�s tentativas e os oito competidores com os melhores saltos v�lidos ter�o direito a mais tr�s tentativas, em ordem inversa a da classifica��o ao final das tr�s primeiras tentativas. No caso de empate em oitavo lugar, este ser� resolvido de acordo com a Regra 146.3. Quando houver oito competidores, ou menos, ser� permitido a cada competidor seis tentativas. 3. Depois de iniciada a prova, os competidores n�o devem ter permiss�o para usar o corredor para efetuar tentativas experimentais. 4. Um competidor falha se:(a) tocar o solo al�m da linha de medi��o com qualquer parte do corpo, quer passe correndo sem saltar ou no ato de saltar; ou
(b) der impulso ao lado da t�bua de impuls�o, seja � frente ou atr�s do prolongamento da linha de medi��o; ou
(c) no ato da queda, tocar o solo fora da caixa de areia em um ponto mais pr�ximo da t�bua de impuls�o do que a marca feita na caixa; ou
(d) ap�s completar o salto, caminhar de volta pela caixa de areia; ou
(e) usar qualquer forma de salto mortal.
NOTA.- N�o � falta se o atleta corre por fora das linhas brancas que delimitam o corredor de saltos, n�o importa em que ponto.
5. Exceto como mostrado em 4 (b) acima, se um competidor toma impuls�o antes de alcan�ar a t�bua , isso n�o ser� contado como uma falta. 6. Todos os saltos devem ser medidos a partir do ponto de queda mais pr�ximo da t�bua, feito por qualquer parte do corpo na caixa de areia, at� a linha de medi��o ou seu prolongamento.A medi��o deve ser perpendicular � linha de medi��o ou ao seu prolongamento.
7. A cada competidor ser� creditado o melhor de todos os seus saltos, incluindo aqueles feitos na decis�o de um empate para primeiro lugar.
O CORREDOR
8. O comprimento m�nimo para o corredor ser� de 40 metros. O corredor dever� ter uma largura m�nima de 1,22 metros e um m�ximo de 1,25 metros. Ele ser� marcado com linhas brancas de 5cm de largura. Onde as condi��es permitirem, o comprimento m�nimo ser� de 45 metros.
9. O m�ximo permitido para a inclina��o lateral da pista � de 1:100 e, para a inclina��o global na dire��o da corrida, de 1:1000.
10. Marcas - um competidor pode usar uma ou duas marcas (fornecidas ou aprovadas pelo Comit� Organizador) para auxili�-lo em sua corrida para a impuls�o. Se tais marcas n�o forem supridas um competidor pode usar fitas adesivas, mas n�o giz ou subst�ncia similar ou algum outro que deixe marcas permanentes.
T�BUA DE IMPULS�O
11. A t�bua de impuls�o deve estar enterrada ao n�vel da pista e da superf�cie da caixa de areia. A borda que fica mais pr�xima da caixa de areia � chamada "linha de medi��o". Imediatamente � frente dessa linha, estar� colocada uma t�bua indicadora de "plasticina" como aux�lio para os �rbitros.
Se n�o for poss�vel colocar o dispositivo acima descrito, se adotar� o seguinte processo: imediatamente � frente da linha de medi��o e ao longo de todo o comprimento da t�bua coloca-se terra fofa ou areia com uma largura de 10cm, elevando-se com um �ngulo de 30� com a horizontal.
12. A dist�ncia entre a t�bua de impuls�o e o fim da caixa de areia ser� de pelo menos 10 metros.
13. A t�bua de impuls�o ser� colocada entre 1 e 3 metros da borda mais pr�xima da caixa de areia.
14. A t�bua de impuls�o ser� retangular, feita de madeira ou outro material r�gido adequado e deve medir 1,21 a 1,22m de comprimento, por 20cm (�2mm) de largura e 10cm de altura. Dever� ser pintada de branco.
15. T�bua Indicadora de "Plasticina" - Consistir� em uma t�bua r�gida com 10cm de largura (�2mm) e de 1,21 a 1,22m de comprimento feita de madeira ou outro material apropriado. A t�bua dever� estar montada em uma depress�o feita no corredor logo ap�s a t�bua de impuls�o e do lado da caixa de areia. A superf�cie se elevar� desde o n�vel da t�bua de impuls�o a uma altura de 0,7cm (�1mm). As bordas da t�bua indicadora de "plasticina" dever�o estar em um �ngulo de 30� estando a borda mais pr�xima ao corredor coberta por uma camada de 1mm de altura de "plasticina" em toda a sua extens�o (ver Diagrama 1) ou ser�o cortados de tal modo que a depress�o, quando cheia de "plasticina" forme um �ngulo de 30� (ver Diagrama 2) Assim colocado, esse conjunto deve ser suficientemente r�gido para suportar todo o peso do impulso do p� do atleta.
A superf�cie da t�bua de "plasticina" dever� ser de um material ao qual se agarrem os "pregos" das sapatilhas, n�o podendo ser escorregadio.
A camada de "plasticina" poder� ser alisada por meio de um rolo ou esp�tula de forma adequada para remover as marcas deixadas pelos p�s dos competidores.
NOTA: � aconselh�vel que haja v�rios conjuntos dos acima citados para evitar que os competidores tenham que aguardar o conserto das marcas deixadas anteriormente.
�REA DE QUEDA
16. A �rea de queda deve ter a largura m�nima de 2,75m e m�xima de 3m e a pista deve, se poss�vel, estar localizada de forma que seu centro, quando prolongado, coincida com o centro da caixa.
NOTA: Quando o eixo do corredor n�o estiver em linha com o centro da �rea de queda, dever� ser colocada uma fita, ou se necess�rio, duas, no prolongamento da �rea de queda de modo que se possa alcan�ar o descrito anteriormente.
17. A �rea de queda dever� ser cheia com areia molhada e fofa, com a superf�cie nivelada com a t�bua de impuls�o.
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