Meu nome é Andréa Borba Pinheiro, tenho 16 anos, nasci em Amambai - MS - Brasil, no dia 12 de julho de 1990.
Atualmente moro em Santa Maria - RS - Brasil , sou acadêmica do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Maria, toco violão e guitarra, gosto de cantar, e escrevo poesias.
Escrever para mim é como um banho de água quente no final de um dia tumultuado, relaxa e faz com que eu esqueça dos problemas.
A poetisa que mais me influencia é Bruna Lombardi, por escrever
de uma forma forte, mas ao mesmo tempo com palavras sutis.
A sensação ao terminarmos de ler algum poema dela é impressionante!
Ela é muito "massa"!!!
Também sou fã incondicional de Marta Medeiros, pois as crônicas dela também são muito "massa"!!! Procuro acompanhar tudo o que ela escreve.
Adoro cinema, ver um filmezinho com os amigos, passear em dia de sol, ouvir o barulho da chuva caindo, ler livros de poesias e é claro, MÚSICA!
Gosto de pipoca bem salgada, meu prato predileto é macarrão e massas em geral, isso sem esquecer do bom e velho chocolate, pois sou meio chocólatra...


Beijo 
 Andréa Borba Pinheiro

Quando os lábios se tocaram, não restou dúvidas,
não restou razão, sobrou emoção e amor.
A aproximação tímida, tornou-se íntima,
convidativa, irrecusável.

Toda as dúvidas e apreensões de ambos evaporaram.
Corpos próximos, coração acelerado,
respiração entrecortada,
olhos fechados.

Línguas em uma suave carícia,
linda, lenta, interminável.
Medo, satisfação, loucura.
O definido confundiu-se,
e o confuso, definiu-se.

Era tudo incerto,
nublado, embaçado.
Todavia, correto.
Feio? Pecado? Vulgar?
Não...nada disso...era amar!!...



Nostálgica Canção
 Andréa Borba Pinheiro

Ouvi-a novamente:
Aquela música,
aquela melodia,
aquela harmonia...

As notas combinavam-se tão perfeitamente...
Parecia até não ser real.
À cada acorde tocado,
eu sentia uma facada de nostalgia.

Lembranças vieram assim...em vão!
Expressões brincavam em meu rosto,
dependendo do pensamento que me ocorria,
dependendo da dor que me abatia!

No compasso da música, comecei a escrever.
Escrevi, errei, apaguei e reescrevi.
Nada me fez sentido!
Parecia inconseqüente...sem chão.

Parecia vazio, buraco de sentimentos.
Guardei a caneta e a borracha, mas não rasguei a folha...
Queimei-a com o fogo dos olhos,
escutando sempre ao longe, em um ruído,
o ressonar daquele expressivo violão!...


 

Visite o site da autora:

www.familiaborbapinheiro.com



 

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