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A COLHEITA OU O GR�O QUE GERMINA SOZINHO
<> �O Reino de Deus � como um homem que lan�a a semente � terra. Dorme, levanta-se, de noite e de dia, e a semente brota e cresce, sem ele o perceber. Pois a terra por si mesma produz, primeiro a planta, depois a espiga e, por �ltimo, o gr�o abundante na espiga. Quando o fruto amadurece, ele mete-lhe a foice, porque � chegada a colheita�. (Mc 4,26-29)

Sentido da par�bola: O Reino de Deus vai crescendo em n�s sem que o percebamos, pelo poder de Deus.

O CREDOR E OS DEVEDORES
<> �Um credor tinha dois devedores: um lhe devia quinhentos den�rios e o outro, cinq�enta. N�o tendo eles com que pagar, perdoou a ambos a sua d�vida. Qual deles o amar� mais�? Sim�o respondeu: A meu ver aquele a quem ele mais perdoou. Jesus replicou-lhe: �Julgaste bem.
�Por isso te digo: seus numerosos  pecados lhe foram perdoados, porque ela (mulher pecadora) tem demonstrado muito amor. Mas ao que pouco se perdoa, pouco ama�. (Lc 7,41-43.47)


O BOM SAMARITANO
<> �Um homem descia de Jerusal�m a Jeric�, e caiu nas m�os de ladr�es, que o despojaram; e depois de o terem maltratado com muitos ferimentos, retiraram-se, deixando-o meio morto. Por acaso desceu pelo mesmo caminho um sacerdote, viu-o e passou adiante. Igualmente um levita, chegando �quele lugar, viu-o e passou tamb�m adiante. Mas um samaritano que viajava, chegando �quele lugar, viu-o e moveu-se de compaix�o. Aproximando-se, atou-lhe as feridas, deitando nelas azeite e vinho; colocou-o sobre a sua pr�pria montaria e levou-o a uma hospedaria e tratou dele. No dia seguinte, tirou dois den�rio e deu-os ao hospedeiro, dizendo-lhe: Trata dele e, quanto gastares a mais, na volta to pagarei. Qual destes tr�s parece ter sido o pr�ximo daquele que caiu nas m�os dos ladr�es�? Respondeu o doutor: Aquele que usou a miseric�rdia para com ele. Ent�o Jesus disse: �Vai, e faze tu o mesmo�. (Lc 10,30-37)

Sentido da par�bola: O verdadeiro �pr�ximo � � aquele que presta aux�lio a quem dele necessita, mesmo a quem acaba de ofend�-lo.

O AMIGO QUE ACABA CEDENDO
<> � Se algu�m de v�s tiver um amigo e for procur�-lo � meia-noite, e lhe disser: Amigo, empresta-me tr�s p�es, pois um amigo meu acaba de chegar � minha casa, duma viagem, e n�o tenho nada para lhe oferecer; e se ele responder l� de dentro: N�o me incomodes; a  porta j� est� fechada, meus filhos e eu estamos deitados; n�o posso levantar-me para te dar os p�es; eu vos digo: no caso de n�o se levantar para lhe dar os p�es por ser seu amigo, certamente por causa da sua importuna��o se levantar� e lhe dar� quantos p�es necessitar�.
�E eu vos digo: pedi, e dar-se-vos-�; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-�. Pois todo aquele que pede, recebe; aquele que procura, acha; e ao que bater, se lhe abrir�. (Lc 11,5-10)

Sentido da par�bola: Devemos apresentar confiantes as nossas necessidades e n�o devemos perder o �nimo, se o tempo passa e a resposta tarda a vir.

O RICO INSENSATO
<> �Havia um homem rico cujos campos produziam muito. E ele refletia consigo: Que farei? Porque n�o tenho onde recolher a minha colheita. Disse ent�o ele: Farei o seguinte: derrubarei os meus celeiros e construirei maiores; neles recolherei toda a minha colheita e os meus bens. E direi � minha alma: � minha alma, tens muitos bens em dep�sito para muit�ssimos anos; descansa, come, bebe e regala-te. Deus, por�m, lhe disse: Insensato! Nesta noite ainda exigir�o de ti a tua alma. E as coisas, que ajuntaste, de quem ser�o? Assim acontece ao homem que entesoura para si mesmo e n�o � rico para Deus�. (Lc 12,16-21)

A VIGIL�NCIA OU OS SERVOS VIGILANTES
<> �Estejam cingidos os vossos rins e acesas as vossas l�mpadas. Sede semelhantes a homens que esperam o seu senhor, ao voltar de uma festa, para que, quando vier e bater � porta, logo lha abram. Bem-aventurados os servos a quem o senhor achar vigiando, quando vier! Em verdade vos digo: cingir-se-�, f�-los-� sentar � mesa e servi-los-�. Se vier na segunda ou se vier na terceira vig�lia e os achar vigilantes, felizes daqueles servos! Sabei, por�m, isto: se o senhor soubesse a que hora viria o ladr�o, vigiaria sem d�vida e n�o deixaria for�ar a sua casa. Estai, pois, preparados, porque, � hora em que n�o pensais, vir� o Filho do homem�.
Disse-lhe Pedro: Senhor, prop�e esta par�bola s� a n�s ou tamb�m a todos? �O Senhor replicou: Qual � o administrador s�bio e fiel que o senhor estabelecer� sobre os seus oper�rios para lhes dar a seu tempo a sua medida de trigo? Feliz daquele servo que o senhor achar procedendo assim, quando vier! Em verdade vos digo: confiar-lhe-� todos os seus bens. Mas, se o tal administrador imaginar consigo: Meu senhor tardar� a vir, e come�ar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo vir� no dia em que n�o o esperar e na hora em que ele n�o pensar, e o despedir� e  o mandar� ao destino dos infi�is. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu ser� a�oitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor fizer coisas repreens�veis ser� a�oitado com poucos golpes. Porque, a quem muito se deu, muito se exigir�. Quanto mais se confiar a algu�m, dele mais se h� de exigir�. (Lc 12,35-48 ; Mt 24,45-51)
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