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A FIGUEIRA ANUNCIADORA DO VER�O
<> �Compreendei isto pela compara��o da figueira: quando seus ramos est�o tenros e crescem as folhas, pressentis que o ver�o est� pr�ximo. Do mesmo modo, quando virdes tudo isto,  sabei que o Filho do homem est� pr�ximo, � porta�. (Mt 24,32-33 ; Mc  13,28-29 ; Lc 21,29-32)

AS DEZ VIRGENS
<> �Ent�o o Reino dos c�us ser� semelhante a dez virgens, que sa�ram com suas l�mpadas ao encontro do esposo. Cinco dentre elas eram tolas e cinco, prudentes. Tomando suas l�mpadas, as tolas n�o levaram �leo consigo. As prudentes, todavia, levaram de reserva vasos de �leo junto com as l�mpadas. Tardando o esposo, cochilaram todas e adormeceram. No meio da noite, por�m, ouviu-se um clamor: Eis o esposo, ide-lhe ao encontro. E as virgens levantaram-se todas e prepararam suas l�mpadas. As tolas disseram �s prudentes: Dai-nos de vosso �leo, porque nossas l�mpadas se est�o apagando. As prudentes responderam: N�o temos o suficiente para n�s e para v�s; � prefer�vel ides aos vendedores, a fim de o comprar para v�s. Ora, enquanto foram comprar, veio o esposo. As que estavam preparadas entraram com ele para a sala das bodas e foi fechada a porta. Mais tarde, chegaram tamb�m as outras e diziam: Senhor, senhor, abre-nos! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo: n�o vos conhe�o! Vigiai, pois, porque n�o sabeis nem o dia e nem a hora�. (Mt 25,1-13)
(Esta par�bola refere-se a um costume judaico. As n�pcias eram celebradas em geral durante a noite e as mo�as, companheiras da nubente, formavam um cortejo diante do esposo que elas ent�o acompanhavam at� o lugar do banquete).

Sentido da par�bola: Os seguidores de Jesus devem manter-se sempre prontos, pois o seu retorno ser� inesperado. A prepara��o  � uma tarefa individual, que n�o se pode conseguir pedindo emprestado aos outros.

OS TALENTOS
<> �Ser� tamb�m como um homem que, tendo de viajar, reuniu seus servos e lhes confiou seus bens. A um deu7 cinco talentos; a outro, dois; e a outro um, segundo a capacidade de cada um. Depois partiu. Logo em seguida, o que recebeu cinco talentos negociou com eles; f�-los produzir, e ganhou outros cinco. Do mesmo modo, o que recebeu dois, ganhou outro dois. Mas, o que recebeu apenas um, foi cavar a terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
Muito tempo depois, o senhor daqueles servos voltou e pediu-lhes contas. O que recebeu cinco talentos, aproximou-se e apresentou outros cinco: Senhor, disse-lhe, confiaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco que ganhei. Disse-lhe seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; j� que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor. O que recebeu dois talentos, adiantou-se tamb�m e disse: Senhor, confiaste-me dois talentos; eis aqui os dois outros que lucrei. Disse-lhe seu senhor: Muito bem, servo bom e fiel; j� que foste fiel no pouco, eu te confiarei muito. Vem regozijar-te com teu senhor.
Veio, por fim, o que recebeu s� um talento: Senhor, disse-lhe, sabia que �s um homem duro, que colhes onde n�o semeaste e recolhes onde n�o espalhaste. Por isso, tive medo e fui esconder teu talento na terra. Eis aqui, toma o que te pertence. Respondeu-lhe seu senhor: Servo mau e pregui�oso! Sabia que colho onde n�o semeei e que recolho onde n�o espalhei. Devias, pois, levar meu dinheiro ao banco e, � minha volta, eu receberia com juros o que � meu. Tira-lhe este talento e dai-o ao que tem dez. Dar-se-� ao que tem e ter� em abund�ncia. Mas ao que n�o tem, tirar-se-� mesmo aquilo que julga ter. E a esse servo in�til, jogai-o nas trevas exteriores; ali haver� choro e ranger de dantes�. (Mt 25,14-30 ; Lc 19,12-27)

Sentido da par�bola: Nosso futuro depende  do modo como empregamos os dons recebidos nesta vida.

AS OVELHAS E OS CABRITOS OU O JU�ZO FINAL
<> Quando o Filho do Homem vier em sua gl�ria acompanhado de todos os anjos, ent�o ele se assentar� em seu trono de gl�ria. Diante dele ser�o reunidas todas as na��es, e ele separar� os homens uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Ele colocar� as ovelhas � sua direita e os cabritos � sua esquerda. Ent�o o rei dir� aos que estiverem � sua direita: Vinde, benditos do meu Pai, recebei em heran�a o Reino que foi preparado para v�s desde a funda��o do mundo. Porque eu tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; eu era estrangeiro e me acolhestes; estava nu e me vestistes; doente e me visitastes; na pris�o, e vistes a mim. Ent�o os justos lhe responder�o: Senhor, quando � que nos sucedeu ver-te com fome e alimentar-te, com sede e dar-te de beber? Quando sucedeu ver-te estrangeiro e acolher-te, nu e vestir-te? Quando � que nos sucedeu ver-te doente ou na pris�o e irmos a ti? E o rei lhe responder�: Em verdade eu vos declaro, todas as vezes que o fizestes a um destes mais pequenos, que s�o meus irm�os, foi a mim que fizestes. Ent�o ele dir� aos que estiverem � sua esquerda: Retirai-vos para longe de mim, malditos, para o fogo eterno que foi preparado para o diabo e para seus anjos. Pois eu tive fome e n�o me destes de comer; tive sede e n�o me destes de beber; eu era estrangeiro e n�o me acolhestes; estava nu e n�o me vestistes; doente e na pris�o, e n�o me visitastes. Ent�o eles tamb�m responder�o: Senhor, quando � que nos sucedeu ver-te com fome ou com sede, estrangeiro ou nu, doente ou na pris�o sem ir dar-te assist�ncia? Ent�o ele lhes responder�: Em verdade eu vos declaro, cada vez que n�o o fizestes a um destes mais pequenos, a mim tamb�m n�o o fizestes. E ir�o estes para o castigo eterno, mas os justos ir�o para a vida eterna." (Mt 25,31-46)

Sentido da par�bola: No ju�zo, Deus leva em conta o modo como tratamos os outros nesta vida. Conforme a par�bola, os cabritos s�o punidos por n�o terem feito o que deviam fazer.
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