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O SAL E A LUZ
<> �V�s sois o sal da terra. Se o sal perde o sabor, com que lhe ser� restitu�do o sabor? Para nada mais serve sen�o para ser lan�ado fora e calcado pelos homens.
V�s sois a luz do mundo. N�o se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha, nem se acende uma luz para coloc�-la debaixo do alqueire, mas sim para coloc�-la sobre o candeeiro, afim de que brilhe a todos os que est�o em casa�. (Mt 5,13-15 ; Mc 4,21-22 ; Lc 8,16 ; 11,33 ; 14,34-35)

Sentido da par�bola: O modo de agir, de dizer e de reagir, s�o para os outros um reflexo de Deus. S�o estes que d�o o sabor � vida e iluminam o caminho.

A CASA SOBRE A ROCHA E SOBRE A AREIA
<> �Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as p�e em pr�tica � semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. Caiu  a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, por�m, n�o caiu, porque estava edificada na rocha. Mas aquele que ouve as minhas palavras e n�o as p�e em pr�tica � semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa sobre na areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ru�na�. (Mt 7,24-27 ; Lc 6,47-49)

Sentido da par�bola: S� as palavras n�o bastam. � preciso  agir em conformidade com as palavras que Cristo nos comunicou.

O VELHO E O NOVO
<>Prop�s-lhes tamb�m esta compara��o: �Ningu�m rasga um peda�o de roupa nova para remendar uma roupa velha, porque assim estragaria uma roupa nova. Al�m disso, o remendo novo n�o assentaria bem na roupa velha. Tamb�m ningu�m p�e vinho novo em odres velhos; do contr�rio, o vinho novo arrebentar� os odres e entornar-se-�, e perder-se-�o os odres; mas o vinho novo deve-se por em odres novos, e assim ambos se conservam. Demais, ningu�m que  bebeu do vinho velho quer j� do novo, porque diz: O vinho velho � melhor�. (Lc 5,36-39 ; Mt 9,16-17 ; Mc 2,21-22)

Sentido da par�bola: �O vinho velho�, o Senhor explica deste modo a grande dificuldade que encontravam os seus ouvintes em aceitar os seus novos ensinamentos, apegados como estavam a costumes antigos.

O SEMEADOR
<> E seus discursos foram uma s�rie de par�bolas. Disse ele:� Um semeador saiu a semear. E, semeando, parte da semente caiu ao longo do caminho; os p�ssaros vieram e a comeram. Outra parte caiu em solo pedregoso, onde n�o havia muita terra, e nasceu logo, porque a terra era pouco profunda. Logo, por�m, que o sol nasceu, queimou-se, por falta de ra�zes. Outras sementes ca�ram entre os espinhos: os espinhos cresceram e as sufocaram. Outras, enfim,  ca�ram em terra boa: deram frutos, cem por um, sessenta por um, trinta por um�. (Mt 13,3-8 ; Mc 4,3-8 ; Lc 8,5-8)

Interpreta��o:  �Ouvi, pois, o sentido da par�bola do semeador: quando um homem ouve a palavra do Reino e n�o a entende, o Maligno vem e arranca o que  foi semeado no seu cora��o. Este � aquele que recebeu a semente � beira do caminho. O solo pedregoso em que ela caiu � aquele que acolhe com alegria a palavra ouvida, mas n�o tem ra�zes, � inconstante: sobrevindo uma tribula��o ou uma persegui��o por causa da palavra, logo encontra uma ocasi�o de queda. O terreno que recebeu a semente entre os espinhos representa aquele que ouviu bem a palavra, mas nele os cuidados do mundo e a sedu��o das riquezas a sufocam a palavra e a tornam infrutuosa. A terra boa semeada � aquele que ouve a palavra e a compreende, e produz fruto: cem por um , sessenta por um, trinta por um�. (Mt 13,18-23 ; Mc 4,14-24 ; Lc 8,11-15)

O JOIO
<> Jesus prop�s-lhes outra par�bola: �O reino dos c�us � semelhante a um homem que tinha semeado boa semente em seu campo. Na hora, por�m, em que os homens repousavam, veio o seu inimigo, semeou joio no meio do trigo e partiu. Trigo cresceu e deu fruto, mas apareceu tamb�m o joio. Os servidores do pai de fam�lia vieram e disseram-lhe: Senhor, n�o semeaste bom trigo em teu campo? Donde vem, pois, o joio? Disse-lhes ele: Foi um inimigo que fez isto! Replicaram-lhe: Queres que vamos e o arranquemos?  N�o, disse ele; arrancando o joio, arriscais a tirar tamb�m o trigo. Deixai-os crescer  juntos at� a colheita. No tempo da colheita, direi aos ceifadores: arrancai primeiro o joio e atai-o em feixes para o queimar. Recolhei depois o trigo no meu celeiro�. (Mt 13,24-30)

Explica��o:  Ent�o despediu a multid�o. Em seguida, entrou de novo na casa e seus disc�pulos agruparam-se ao redor dele para perguntar-lhe: Explica-nos a par�bola do joio no campo. Jesus respondeu:� O que semeia a boa semente � o Filho do homem. O campo � o mundo. A boa semente s�o os filhos do Reino. O joio s�o os filhos do Maligno. O inimigo que semeia, � o dem�nio. A colheita � o fim do mundo. Os ceifadores s�o os anjos. E assim como se recolhe o joio para jog�-lo no fogo, assim ser� no fim do mundo. O Filho do homem enviar� seus anjos, que retirar�o de seu Reino todos os esc�ndalos e todos os que fazem o mal e os lan�ar�o na fornalha ardente, onde haver choro e ranger de dentes. Ent�o, no Reino de seu Pai, os justos resplandecer�o como o sol. Aquele que tem ouvidos, ou�a�. (Mt 13,36-43)
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