| A NOVA ALIAN�A |
| "Dias vir�o - or�culo do Senhor - em que firmarei com a comunidade de Israel - e a comunidade de Jud� - uma nova alian�a. Ser� diferente da alian�a que firmei com seus pais quando os tomei pela m�o para faz�-los sair da terra do Egito. Eles romperam minha alian�a; eu, por�m, continuo sendo o dono deles - or�culo do Senhor. Eis pois, a alian�a que firmarei com a comunidade de Israel depois desses dias - or�culo do Senhor - : eu depositarei minha instru��o do seu �ntimo, inscrevendo-a em seu cora��o: eu me tornarei Deus para eles, eles se tornar�o um povo para mim. J� n�o ensinar�o uns aos outros, cada um a seu irm�o, repetindo: Aprendei a conhecer o Senhor! , pois todos, pequenos e grandes, me conhecer�o - or�culo do Senhor. Eu perd�o o seu crime; n�o mais mencionarei sua falta." (Jr 31,31-34 ; Hb 8,8-13) Durante a refei��o, Jesus tomou o p�o e, depois de ter pronunciado a ben��o, ele o partiu;depois, dando-o aos disc�pulos, disse: "Tomai, comei, isto � o meu corpo". A seguir, tomou uma ta�a e, depois de ter dado gra�as, deu-a a eles, dizendo "Bebei dela todos, pois isto � o meu sangue, o sangue da Alian�a, derramado em prol da multid�o, para o perd�o dos pecados. Eu, vos digo: doravante n�o beberei deste fruto da videira at� o dia em que o beber, de novo, convosco no Reino do meu Pai." (Mt 26,26-29 ; Mc 14,22-25 ; Lc 22,15-20 ; 1Cor 11,23-26) Com toda evid�ncia, v�s sois uma carta de Cristo confiada ao nosso minist�rio, escrita n�o com tinta, mas com o Esp�rito de Deus vivo, n�o em t�buas de pedra, mas em t�buas de carne, nos vossos cora��es. Tal � a certeza que n�s temos, gra�as ao Cristo, diante de Deus. N�o � por causa de uma capacidade pessoal, que poder�amos atribuir a n�s mesmos, � de Deus que vem a nossa capacidade. Foi ele que nos tornou capazes de ser ministros de uma Alian�a nova, n�o da letra, mas do Esp�rito; pois a letra mata, mas o Esp�rito vivifica. Ora, se o minist�rio de morte gravado em letras sobre a pedra foi de tal gl�ria que os israelitas n�o podiam fixar os olhos no rosto de Mois�s por causa da gl�ria - no entanto passageira - desse rosto, quanto mais glorioso ainda ser� o minist�rio do Esp�rito. Com efeito, se o minist�rio da condena��o foi glorioso, quanto mais ainda ser� o minist�rio da justi�a! N�o, mesmo o que ent�o foi tocado pela gl�ria j� n�o o �, diante desta gl�ria incompar�vel. Pois, se o que era passageiro foi assinalado pela gl�ria, quanto mais o ser� o que permanece? Fortalecido por tal esperan�a, n�s estamos cheios de seguran�a; n�o fazemos como Mois�s, que punha um v�u sobre o rosto para evitar que os israelitas percebessem o fim de um resplendor passageiro. Mas a intelig�ncia deles de obscureceu! At� o dia de hoje, quando se l� o Antigo Testamento, este mesmo v�u permanece. Ele n�o � retirado, pois � em Cristo que desaparece. (2Cor 3,3-14) Diferen�as entre as duas alian�as: Antiga Alian�a Nova Alian�a t�buas de pedra cora��es de carne minist�rio da Nova Alian�a a letra mata o esp�rito vivifica minist�rio da morte minist�rio do Esp�rito minist�rio de condena��o minist�rio de justi�a passageiro o que permanece AT lido como um v�u ilumina��o do conhecimento gl�ria tempor�ria da gl�ria de Deus sobre o rosto de Mois�s sobre a face de Cristo Est� escrito que Abra�o teve dois filhos, um da criada, um da mulher livre; mas o filho da criada nascera segundo a carne, enquanto o filho da mulher livre o era em virtude de promessa. H� nisso uma alegoria: essas mulheres s�o, com efeito, as duas alian�as. Uma, a que vem do monte Sinai, gera para a servid�o: � Hagar - pois o monte Sinai fica na Ar�bia. E Hagar corresponde � Jerusal�m atual, visto ser ela escrava com seus filhos. Mas Jerusal�m do alto � livre, e ela � a nossa m�e, pois est� escrito: Alegra-te, � est�ril, tu que n�o davas � luz; rompe em gritos de alegria, � tu que n�o conheceste as dores; porque mais numerosos s�o os filhos da abandonada do que os filhos daquela que tem esposo. E v�s, irm�os, como Isaac, sois filhos da promessa. Mas, assim como ent�o, o que nascera segundo a carne perseguia o que nascera segundo o Esp�rito, assim acontece ainda agora. Pois bem! Que diz a Escritura? Expulsa a criada e seu filho, pois n�o conv�m que o filho da criada herde como o filho da mulher livre. Assim, pois, irm�os, n�s n�o somos filhos de uma escrava, mas da mulher livre. (Gl 4,22-30) Eis por que ele � mediador de uma nova alian�a, de um testamento novo; tendo a sua morte intervindo para o resgate das transgress�es cometidas sob a primeira alian�a, os que s�o chamados podem receber a heran�a eterna j� prometida. Pois onde h� testamento, � preciso que se verifique a morte do testador. Um testamento s� de torna v�lido em caso de morte; n�o surte efeito enquanto o testador est� vivo. Por isso mesmo, a primeira alian�a n�o foi instaurada sem efus�o de sangue. Depois que Mois�s proclamou a todo povo cada mandamento segundo a lei, tomou o sangue dos novilhos e dos bodes, depois �gua, l� escarlate e hissopo, e com eles aspergiu o pr�prio livro e todo o povo, dizendo: Isto � o sangue da alian�a que Deus ordenou para v�s; a seguir, tamb�m aspergiu com sangue a tenda e todos os utens�lios do culto, e � com sangue que, segundo a lei, se purifica quase tudo, e sem efus�o de sangue, n�o h� remiss�o. Se, pois, as imagens do que est� nos c�us s�o purificadas mediante esses ritos, � mister que as pr�prias realidades celestes o sejam por sacrif�cios bem melhores. (Hb 9,15-23) |
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