| O NASCIMENTO |
| O NASCIMENTO Ora, naquele tempo, foi publicado um edito de C�sar Augusto, mandando recensear o mundo inteiro. Esse primeiro recenseamento teve lugar na �poca em que Quirino era governador da S�ria. Todos iam se fazer recensear, cada qual em sua pr�pria cidade; Jos� tamb�m subiu da cidade de Nazar�, na Galil�ia, � cidade de David, que se chama Bel�m, na Jud�ia, porque era da fam�lia e da descend�ncia de David, para se fazer recensear com Maria, sua esposa, que estava gr�vida. Ora, enquanto l� estavam, chegou o dia em que ela devia dar a luz; ela deu � luz o seu filho primog�nito, envolveu-o em faixas e o deitou em uma manjedoura, porque n�o havia lugar para eles na sala de h�spedes. Havia na mesma regi�o pastores, que viviam nos campos e montavam guarda durante a noite junto a seu rebanho. Um anjo do Senhor se apresentou diante deles, a gl�ria do Senhor os envolveu de luz e eles ficaram tomados de grande temor. O anjo lhes disse: "N�o tenhais medo, pois eis que eu venho anunciar-vos uma boa nova, que ser� uma grande alegria para todo o povo: Nasceu-vos hoje, na cidade de David, um Salvador, que � o Cristo Senhor; e eis o sinal que vos � dado: achareis um rec�m-nascido envolto em faixas e deitado numa manjedoura". De repente, apareceu uma multid�o da mil�cia celeste que cantava os louvores de Deus e dizia:"Gl�ria a Deus no mais alto dos c�us e sobre a terra a paz para os seus bem-amados". Ora, quando os anjos os deixaram, indo para o c�u, os pastores disseram entre si: "Vamos, pois, at� Bel�m e vejamos o que aconteceu, o que o Senhor nos deu a conhecer". Eles foram para l� apressadamente e encontraram Maria, Jos� e o rec�m-nascido, deitado na manjedoura. (Lc 2,1-16) O BATISMO Eu (Jo�o Batista) vos batizo na �gua, em vista da convers�o; mas aquele que vem depois de mim � mais forte do que eu: eu n�o sou digno de tirar-lhe as sand�lias; ele vos batizar� no Esp�rito Santo e no fogo. Traz na m�o a p�, vai joeirar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas o refugo, ele o queimar� no fogo que n�o se extingue. Ent�o chega Jesus, vindo da Galil�ia ao Jord�o, junto a Jo�o, para fazer-se batizar por ele. Jo�o quis opor-se a isto: Eu � que preciso ser batizado por ti, dizia, e �s tu que vens a mim? Mas Jesus replicou-lhe: "Deixa, agora � assim que nos conv�m cumprir toda a justi�a". Ent�o, ele o deixa fazer. Logo que foi batizado, Jesus saiu da �gua. Eis que os c�us se abriram, e ele viu o Esp�rito de Deus descer como uma pomba e pairar sobre ele, e eis que uma voz vinda dos c�us dizia: "Este � o meu filho bem-amado, aquele que me aprouve escolher". (Mt 3,11-17 ; Mc 1,7-11 ; Lc 3,16-17.21-22 ; Jo 1,26-27.29-34) A INSTITUI��O DA EUCARISTIA No primeiro dia dos P�es sem fermento, em que se imolava a P�scoa, seus disc�pulos lhe dizem: Onde queres que vamos fazer os preparativos para que tu comas a P�scoa? E Ele envia dois disc�pulos seus e lhes diz: �Ide � cidade; um homem vir� ao vosso encontro, carregando uma bilha com �gua. Segui-o e, no lugar onde entrar, dizei ao propriet�rio: �O Mestre diz: Onde est� a minha sala, em que vou comer a P�scoa com meus disc�pulos? E ele vos mostrar� uma pe�a do andar superior, vasta, mobiliada, completamente aparelhada; a� � que fareis os preparativos para n�s�. Os disc�pulos partiram e foram � cidade. Encontraram tudo como Ele lhes dissera e prepararam a P�scoa. Durante a refei��o, Jesus tomou o p�o e, depois de ter pronunciado a ben��o, ele o partiu; depois, dando-o aos disc�pulos, disse: "Tomai, comei, isto � o meu corpo". A seguir, tomou uma ta�a e, depois de ter dado gra�as, deu-a a eles, dizendo: "Bebei dela todos, pois isto � o meu sangue, o sangue da Alian�a, derramado em prol da multid�o, para o perd�o dos pecados. Eu, vos digo: doravante n�o beberei deste fruto da videira at� o dia em que o beber, de novo, convosco no Reino do meu pai." (Mt 26,17-19.26-29 ; Mc 14,12-16.22-25 ; Lc 22,7-20 ; 1Cor 11,23-26) |
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