| CURA DE UM CEGO DE BETSAIDA <> Eles chegam a Betsaida; trazem-lhe um cego e suplicam-lhe que o toque. Tomando o cego pela m�o, ele o conduziu para fora da aldeia. P�s-lhe saliva sobre os olhos, imp�s-lhe as m�os e perguntava-lhe: �V�s alguma coisa�? Depois de abrir os olhos, ele dizia: Percebo as pessoas, vejo-as como �rvores, mas caminham. Em seguida, Jesus lhe p�s novamente as m�os sobre os olhos e o homem viu claramente; estava curado e via tudo distintamente. Jesus o mandou para casa, dizendo-lhe: �Nem sequer entres na aldeia�. (Mc 8,22-26) CURA DE UMA MULHER NO DIA DE S�BADO (MULHER ENCURVADA) <> Jesus estava a ensinar numa sinagoga, num dia de s�bado. Havia l� uma mulher possessa de um esp�rito que a tornava enferma fazia j� dezoito anos, ela estava toda curvada e n�o podia endireitar-se completamente. Vendo-a, Jesus lhe dirigiu a palavra e disse: �Mulher, eis que est�s liberta da tua enfermidade�. Imp�s-lhe as m�os: imediatamente ela ficou ereta e se p�s a dar gl�ria a Deus. O chefe da sinagoga, indignado por Jesus ter feito uma cura no dia de s�bado, tomou a palavra e disse � multid�o: H� seis dias para trabalhar. � pois nestes dias que deveis vir para vos fazer curar, e n�o no dia do s�bado. O Senhor lhe respondeu: �� esp�ritos pervertidos, acaso no dia de s�bado cada um de v�s na desata da manjedoura o seu boi, ou o seu burro, para lev�-lo a beber? E esta mulher, filha de Abra�o, que Satan�s tinha ligado j� faz oito anos, n�o � no dia do s�bado que era preciso desat�-la desse liame�? (Lc 13,10-16) CURA DE UM HIDR�PICO NUM S�BADO <> Ora, Jesus entrara na casa de um dos chefes dos fariseus num dia de s�bado para a� tomar uma refei��o; eles o observavam, e justamente um hidr�pico se achava diante dele. Jesus tomou a palavra e disse aos legistas e aos fariseus: �� permitido ou n�o curar um doente no dia de s�bado�? Mas eles ficaram em sil�ncio. Ent�o Jesus, tomando o doente, curou-o e despediu-o. Depois ele lhes disse: �Qual dentre v�s, se seu filho ou seu boi cair num po�o, n�o o retirar� da� imediatamente em pleno dia de s�bado�? E eles a isso nada puderam objetar. (Lc 14,1-6) CURA DE DEZ LEPROSOS <> Ora, como Jesus caminhasse para Jerusal�m, passou atrav�s da Samaria e Galil�ia. Ao entrar numa aldeia, dez leprosos vieram a seu encontro. Eles pararam a dist�ncia e elevaram a voz para lhe dizer: Jesus, mestre, tem piedade de n�s. Vendo-os, Jesus lhes disse: �Ide mostrar-vos aos sacerdotes�. Ora, enquanto iam, foram purificados. Um dentre eles, vendo que estava curado, voltou dando gl�ria a Deus em altas vozes. Lan�ou-se de rosto em terra aos p�s de Jesus, rendendo-lhe gra�as; ora, era um samaritano. Ent�o Jesus disse: �Acaso os dez n�o foram todos purificados? E os outros nove, onde est�o? N�o se achou ningu�m entre eles para voltar e dar gl�ria a Deus; a n�o ser este estrangeiro�! E ele lhe disse: �Levanta-te, vai. A tua f� te salvou�. (Lc 17,11-19) A ORELHA DE MALCO <> Vendo o que ia acontecer, os que cercavam Jesus lhe disseram: Senhor, devemos ferir com a espada? E um deles feriu o servo do Sumo Sacerdote e lhe decepou a orelha direita. Mas Jesus tomou a palavra: �Deixai fazer, at� isto� disse ele; e tocando-lhe a orelha, o curou. (Lc 22,49-51 ; Mt 26,51-52 ; Mc 14,47-48) CURA DO FILHO DO FUNCION�RIO DE CAFARNAUM <> Jesus, volta, pois, a Can� da Galil�ia onde mudara a �gua em vinho. Havia l� um oficial r�gio, cujo o filho estava doente em Cafarnaum. Tendo ouvido dizer que Jesus chagava a Galil�ia, vindo da Jud�ia, veio ter com ele e rogava-lhe que descesse para curar o seu filho que estava morrendo. Jesus lhe disse: �Se n�o virdes sinais e prod�gios nunca crereis�! O oficial lhe disse: Senhor, desce, antes que o meu filho morra! Jesus lhe disse: �Vai, teu filho vive�. Aquele homem acreditou na palavra que Jesus lhe dissera e se p�s a caminho. Enquanto descia, os seus servos vieram ao encontro e disseram: O teu filho vive! Ele lhes perguntou em que hora tinha melhorado, e lhe responderam: Foi ontem, na s�tima hora, que a febre o deixou. O pai constatou que nessa mesma hora Jesus lhe dissera: �O teu filho vive�. Desde este momento creu, tanto ele como todos de sua casa. Tal foi o segundo sinal que Jesus realizou ao voltar da Jud�ia para a Galil�ia. (Jo 4,46-54) |
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