CURA DE UM LEPROSO <> Eis que um leproso aproximou-se e, prostrando diante dele, dizia: Senhor, se queres, podes purificar-me. Ele estendeu a m�o, tocou nele e disse: �Quero, s� purificado�! No mesmo instante ele ficou purificado de sua lepra. (Mt 8,2-3 ; Mc 1,40-42 ; Lc 5,12-13)
CURA DO SERVO DO CENTURI�O <> Estava Jesus entrando em Cafarnaum, quando um centuri�o se aproximou dele e lhe suplicou nestes termos: Senhor, o meu servo est� deitado em casa, paralisado, e sofrendo terrivelmente. Jesus lhe disse: �Irei eu cur�-lo? Mas o centuri�o prosseguiu: Senhor, eu n�o sou digno que entres sob o meu teto; dize somente uma palavra e meu servo ser� curado. Tamb�m eu estou sujeito a uma autoridade, tendo soldados sob as minhas ordens, e digo a este: Vai e ele vai, �quele: Vem e ele vem, e ao meu escravo: Fazei isto e ele o faz. Ao ouvi-lo, Jesus encheu-se de admira��o e disse aos que o seguiam: �Em verdade, eu vos digo, em ningu�m de Israel encontrei tamanha f�. Ora, eu vos digo, muitos vir�o do nascente e do poente tomar lugar no festim com Abra�o, Isaac e Jac� no reino dos c�us, ao passo que os herdeiros do Reino ser�o lan�ados na s trevas, l� fora, onde haver� choro e ranger de dentes�. E Jesus disse ao centuri�o: �Volta para casa! Como acreditaste, assim te seja feito�. E o servo ficou curado naquela hora. (Mt 8,5-13 ; Lc 7,1-10)
CURA DA SOGRA DE PEDRO <> Ao entrar na casa de Pedro, Jesus viu a sogra dele acamada, com febre. Tocou-lhe a m�o, e a febre a deixou; ela se levantou e p�s-se a servi-lo. (Mt 8,14-15 ; Mc 1,30-31 ; Lc 4,38-39)
CURAS E EXORCISMOS <> Ao anoitecer, trouxerem-lhe numerosos endemoninhados. Ele expulsou os esp�ritos pelas palavras e curou todos os doentes, para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isa�as: Foi ele quem levou as nossas enfermidades e carregou sobre si as nossas doen�as. (Mt 8,16-17 ; Mc 1,32-34 ; Lc 4,40-41)
OS DOIS ENDEMONINHADOS GADARENOS <> Tendo ele chegado ao outro lado, na regi�o dos gadarenos, vieram a seu encontro dois endemoninhados que sa�am dos t�mulos, t�o perigosos que ningu�m podia passar por aquele caminho. Eis que se puseram a gritar: Que h� entre n�s e ti, Filho de Deus? Ser� que vieste c� para atormentar-nos antes do tempo? Ora, havia a certa dist�ncia uma grande vara de porcos que pastavam. Os dem�nios suplicavam a Jesus, dizendo: Se nos expulsas, manda-nos para o rebanho de porcos. Ele lhes disse: �Ide�! Eles sa�ram e foram para os porcos; e todo o rebanho se precipitou, do alto da escarpa, no mar, e morreram na �gua. Os guardas fugiram, foram para a cidade e contaram tudo, bem como o epis�dio dos endemoninhados. Ent�o, toda a cidade saiu ao encontro de Jesus; apenas o avistaram, suplicaram-lhe que abandonasse o seu territ�rio. (Mt 8,28-34 ; Mc 5,1-15 ; Lc 8,27-35)
CURA DE UM PARAL�TICO <> Eis que lhe traziam um paral�tico estendido numa padiola. Vendo-lhes a f�, Jesus disse ao paral�tico: �Confian�a, meu filho, os teus pecados est�o perdoados�. Ora, alguns escribas disseram a si mesmos: Este homem blasfema! Sabendo o que eles pensavam, Jesus disse: �Por que ter maus pensamentos em vossos cora��es? Que � mais f�cil? Dizer: Teus pecados est�o perdoados ou dizer: Levanta-te e anda? Pois bem! Para que saibais que o Filho do Homem tem autoridade na terra para perdoar os pecados � diz ent�o ao paral�tico: Levanta-te, toma tua padiola e vai para casa�. O homem levantou-se, e foi para casa. Vendo isto, as multid�es foram tomadas de temor e deram gl�ria a Deus que d� tamanha autoridade aos homens. (Mt 9,2-8 ; Mc 2,3-12 ; Lc 5,18-25) |