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A FLAGELA��O

Os soldados levaram Jesus � casa do sumo sacerdote Caif�s, onde estavam reunidos os doutores da lei e de religi�o.
Come�aram o interrogat�rio procurando uma mentira nas respostas de Jesus, para conden�-lo � morte.
Eles apresentaram v�rias hist�rias mentirosas sobre Jesus, mas n�o conseguiram respostas.
Ent�o chamaram duas testemunhas que disseram:
-- Este homem declarou que poderia destruir o
templo de Deus e construir de novo em tr�s dias.
Caif�s perguntou a Jesus:
-- Qual a sua resposta? 
Ele permaneceu calado.
Depois fez outra pergunta:
-- Voc� � Cristo, o Filho de Deus?
Ent�o Jesus respondeu:
-- �Sim. Tamb�m eu digo que voc�s ver�o o Filho do Homem sentado � direita de Deus�.
Ent�o Caif�s rasgou suas vestes e disse:
--Que necessidade temos ainda de provas? Voc�s acabaram de ouvir a ofensa a Deus! Qual o vosso parecer?
Eles responderam:
-- Merece a morte!
E eles cuspiram no rosto de Jesus e bateram nele. Debochavam dizendo:
-- Advinha, Cristo, quem foi que bateu em voc�?
Depois levaram Jesus para o governador Pilatos, que perguntou:
-- Voc� � o rei dos Judeus?
--�Sim�, respondeu Jesus.
Jesus, ent�o, foi acusado pelas mesmas pessoas que
estavam na casa de Caif�s, por�m Ele ficou calado.
Pilatos disse:
-- N�o est� ouvindo todas estas provas que apresentam
contra voc�? 
Jesus permanecia calado.
Na festa da P�scoa, era costume que o governador soltasse um preso a pedido do povo. Naquela ocasi�o estava preso uma ladr�o muito conhecido, chamado Barrab�s.
Pilatos perguntou ao povo:
-- Qual dos dois devo soltar, Barrab�s ou Jesus?: 
A esposa de Pilatos, que tinha sido atormentada em sonho por causa de Jesus, mandou dizer a seu marido que n�o fizesse nada contra esse homem justo.  Mas os principais chefes e doutores do conselho incitaram o povo para  que pedisse a liberta��o de Barrab�s e a morte de Jesus.
O governador Pilatos perguntou outra vez:
-- Qual dos dois devo soltar? 
O povo respondeu:
-- Barrab�s. 
Pilatos perguntou:
-- Que farei ent�o de Jesus, que � chamado o Cristo?
Todos responderam:
-- Seja crucificado!
O governador tornou a perguntar:
-- Que mal fez ele?
E gritaram ainda mais forte:
-- Seja crucificado!
Pilatos viu que nada adiantava, pois o tumulto crescia. Ent�o lavou as m�os diante do povo e disse:
-- Sou inocente do sangue deste homem. A responsabilidade � de todos voc�s.
O povo respondeu:
-- Caia o seu sangue sobre n�s e sobre nossos filhos!
Pilatos soltou Barrab�s, mandou chicotear Jesus e depois o entregou para ser crucificado. (Mt 26,57.59-68 ; 27,11-26 ; Mc 14,53.55-65 ; 15,1-15 ; Lc 22,66-71 ; 23,1-25 ; Jo 18,13.19-24.28-40)
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