Antecedentes da EaD

  • No século XVIII, nos Estados Unidos, um professor de taquigrafia publicou um anúncio em um jornal , no qual propunha ensinar a matéria por correspondência.

  • Em 1840, Pitman deu início ao primeiro curso regular de taquigrafia por correspondência. Por ter inserido em seu modelo elemento bidirecional de comunicação, ele é considerado o primeiro a pratica a EaD nesta modalidade.

  • A partir do séc. XIX, os cursos que utilizavam os correios tornaram-se populares, principalmente nos EUA, Canadá, Austrália e Europa. Em 1920, a União Soviética inovou e  ampliou a abrangência de EaD, utilizando uma estrutura semi-presencial nos cursos técnicos e superiores regulares.

  • No Brasil, o Instituto Rádio Monitor (1939) e o Instituto Universal Brasileiro (1941) foram os pioneiros a disponibilizar cursos por correspondência.

  • Durante muito tempo a educação a distância foi considerada "estepe". Se o sistema educacional convencional falhava, então a educação a distância era chamada para suprir esta lacuna.

  • Na busca de novas ferramentas para a propagação da EaD, surgi a Internet. Esta relação começa a ser vista como uma alternativa para reduzir custos e/ou permitir  a rápida atualização de conteúdos sem os altos custos de reimpressão e distribuição do material impresso.

  • A EaD via Internet pode ajudar a superar uma  de suas maiores barreiras. A educação a distância convencional está no chamado "isolamento" do estudante, que não conta com o apoio e estimulo de um grupo de pessoas que estão nas mesmas condições que ele. Ora, com a Internet, pode-se organizar os alunos em turmas, tal como no ensino presencial, e isto certamente tem reflexos positivos sobre a motivação do estudante.

  • Embora a "parceria" entre Internet e a EaD esteja rendendo bons frutos (no ano passado mais de 159.366 brasileiros fizeram cursos de graduação e pós a distância no Brasil), hoje ainda estamos muito aquém de nossas necessidades em peopleware (recursos humanos), em professores e alunos capazes de ensinar e aprender on-line, isto é, falta gente capacitada e especializada em educação on-line.

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