O mel � uma mistura n�o muito complexa. Por�m, para chegar at� o ponto certo para o consumo ( da colm�ia, claro!) as abelhas d�o “duro”.

            Um dia na vida dessas eternas oper�rias n�o � f�cil. As flores t�m o papel de atra�-las com o n�ctar, pois assim, fazem com que as abelhas e muitos outros animais e insetos espalhem o p�len e as fecundem.

            A comunica��o das abelhas � com movimentos entre elas. Ou seja , quando encontram o n�ctar nas flores, elas voltam � colm�ia e dan�am na entrada da mesma para guiar as outras abelhas, informando a dire��o e a quantidade de flores a serem trabalhadas.

            Nada ego�sta, as abelhinhas sugam, sugam e sugam quantidades grandes de n�ctar
(3 partes do seu peso) e saem voando de volta � colm�ia. Elas carregam o n�ctar numa bolsinha e chegando na porta de casa, abelhas mais novas as esperam para recolher o material colhido. Depois, levam para os quartos da casa, colocam nas paredes internas, os favos, que j� est�o prontinhos para guardar a subst�ncia.

            Nesse troca-troca, muitas outras subst�ncias da pr�pria abelha s�o adicionadas ao n�ctar, e, lentamente, a �gua vai sendo liberada. Quando o mel est� dentro dos favos, ele continua perdendo �gua, pois as oper�rias batem as asas, criando um sistema de ventila��o especial. Assim que chega no ponto, o favo � fechado e o suprimento guardando para as �pocas de falta de alimento ou para uma refei��o limitada.

            Estas sobras de Mel guardadas � que o apicultor retira das colm�ias para nosso uso.

                                                                                                          

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