LEITURAS

propostas pelos

professores Maria Carlos e Fernando Almeida

 

 

 

 

 

 

 

Título: Rapariga com Brinco de Pérola  (ver pintura a óleo)

Autor: Tracy Chevalier

Suporte: Livro                    Editora: Temas e Debates

 

 

     

 Palavras para dizer:

 

  • Como cor e luz podem criar/guardar/expandir mistérios;

 

  • Amor, paixão, contenção, desmesura, câmara escura...

 

  • Vidas, vidas cruzadas, paralelas, solitárias, interrompidas, frustradas, contidas, excessivas, perdidas...

 

  • Que a esperança e o sonho são reféns da História, que é tão generosa com certas gerações e tão pouco com outras...

 m.c.  27/05/05

 

      

Com este livro:

  • Temos uma oportunidade para (re)visitar a obra não muito conhecida do pintor Johannes Vermeer.

 

  • Fazemos uma detalhada viagem pelas casas, pelas ruas, praça e mercado de Delft no séc. XVII.

 

  • Assistimos à evolução da narradora, à perda gradual da sua inocência, à conquista da sua liberdade e ao seu crescimento extraordinariamente rápido, feito de várias rupturas afectivas.

 

  • Apercebemo-nos como a subtileza e simplicidade revelam sentimentos sufocados...

 

  • Verificamos quanto a repreensão e a servidão podem ser, ao mesmo tempo, dolorosas e fonte de "prazer"!...

 

f.m. 07/06/05

 

 

 

 

 

 

 

 
OUTRAS PROPOSTAS:

 
DATA TÍTULO AUTOR/REALIZADOR SUPORTE
       

20/05/05

Parabéns Hubble (Pública, 24/04/05);

 Hubble Celebra Aniversário (Público, 25/04/05)

Teresa Firmino

Jornal (fotografias)

       

06/05/05

E=mc2: A Biografia da Equação Mais Famosa do Mundo

David Bodanis Livro
       
20/04/05 Albert Einstein Teresa Firmino Revista Pública (13/03/2005)
       
04/04/05 O Triunfo dos Porcos George Orwell Livro
       
24/02/05 O Estranho Caso do Cão Morto Mark Haddon Livro
       
11/02/05 Se Isto é um Homem Primo Levi Livro
       
21/01/05 Norte Jorge Palma CD
       
14/01/05 Mar (Antologia) Sophia de Mello B. Andresen Livro
       
07/01/05 Alice do Outro Lado do Espelho Lewis Carroll Livro
       
03/12/04 Alice no País das Maravilhas Lewis Carroll Livro
       
19/11/04 Einstein & Newton Alan Lightman periódico - in Scientific American
       
08/11/04 Ser e Ter Nicolas Philibert DVD - 104 m (selecção de Cannes 2002)
       

 

 

 

 

 

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TOPO

 

 

Título: Ser e Ter              (selecção de Cannes 2002)

Realizador: Nicholas Philibert

Suporte: DVD - 104m

  

 Descobrir:

 

·         O que há de comum entre uma escola e uma tartaruga;

 

·      O significado de crescer – aprender que há ritmos diferentes dos desejos individuais e ganhar autonomia;

 

·    Que co-habitar implica cedências e não anulação, porque exige que cada um aprenda a partilhar, a ajudar, a negociar, a trocar pontos de vista, a reconhecer o erro, a avaliar, a corrigir, superar;

 

·         Que o outro é um ser humano e por isso merece uma atenção especial porque cada um tem uma história de vida diferente;

 

·         A diferença entre autoridade e autoritarismo.

m.c.  08/11/04

 

  

 “Ser e Ter”

 

·       Ver ser, ver para ser...

 

·     Porque provavelmente passamos a existir de um outro modo!

 

·        Porque a vida aqui é real, simples, feita de conquistas e descobertas.

  

·      Pelos momentos em que reconhecemos as origens e as circunstâncias de cada novo pulsar, se ele ocorre.

 

·      Porque assistimos à criação de uma nova realidade, todos os dias, que resolve e assimila cada um dos impulsos, cada uma das circunstâncias da natureza humana.

 

 

 

F.A. 08/11/04

 

   
 

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Título: Einstein & Newton

Autor: Alan Lightman

Suporte: Periódico - in Scientific American, Brasil,

Ano 3 – n.º 29 Out. 04, pp. 102-103

 

 Descobrir:

 

  • O que partilham como homens;

 

  • Os contributos da respectiva genialidade à humanidade: da teoria à prática;

 

  • Que a realidade não se deixa ler a partir de um único sistema: o universo teórico einsteiniano não substituiu o newtoniano;

 

  • Que a certeza deu lugar à probabilidade;

 

  • A importância do critério de beleza nas respectivas criações teóricas.

 

m.c.  19/11/04

 

 

 “Einstein & Newton”

 

  • Porque é preciso “começar a inventar”

 

  • Porque o tempo flui. E nós, por onde nos deixamos ir?

 

  • Porque por vezes será necessário sermos “viajantes solitários” se pretendemos ir mais além…

  

  • Porque é fundamental questionar e primordial procurar respostas

 

  • Porque é necessário saber que a grandiosidade e a simplicidade podem coabitar.

 

 

 

F.A. 19/11/04

     
 

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Título: Alice no País das Maravilhas

Autor: Lewis Carroll

Suporte: Livro                        (disponível em várias editoras)

 

 Descobrir:

 

·         É uma boa forma de tropeçar no sentido e aprender a investigar os seus segredos;

 

·         É um meio excelente para descobrir a “adição” da espécie humana ao binómio causa-efeito;

 

·         É uma boa oportunidade para vestir a pele de detective e descobrir, no meio da barafunda, conceitos matemáticos;

 

·         É um óptimo momento para perguntar se fará sentido exigir que tudo faça sentido;

 

·         É uma oportunidade excelente para sonhar acordado, entrar num mundo louco, e mandar às malvas a “lógica mandona “ que governa o nosso quotidiano.

 

m.c.  03/12/04

 

 

 “Alice no País das Maravilhas”

 

·         Porque eu sou ... aquilo que eu quiser ser!...

 

 

·         Pelo fascínio do percurso...  num mundo delirante...

 

 

·         Pelo domínio do absurdo e pelo absurdo do domínio...

 

 

·        Pela capacidade de se navegar levado pelos ventos da imaginação.

 

 

·         Pela lógica, não lógica?!...

 

 

 

 

F.A. 09/12/04

     
 

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Título: Alice do Outro Lado do Espelho

Autor: Lewis Carroll

Suporte: Livro                        (disponível em várias editoras)

 

  

 É uma boa oportunidade para descobrir que:

 

·      frequentemente também atravessa o “espelho”, acordado ou dormir, e navega  ao sabor de uma “lógica ilógica”, particularmente divertida;

·          a simetria levanta problemas de orientação; a ausência de regras provoca desorientação; o óbvio nem sempre tem o mesmo significado para todos;

·         dizer que é preciso correr para ficar no mesmo lugar só aparentemente é um paradoxo, como bem o mostram os teóricos da evolução;

 

perguntar:

 

·          se a ordem dos acontecimentos é arbitrária (pense na entropia!);

·          o que significa ter estatuto de objecto.

 

m.c.  07/01/05

   

  

 Para se questionar...

 

·       onde fica o limite do que faz sentido?

 

·       se no mundo real também será fácil iludir?...

 

·       se não haverá por aí coisas sem sentido muito sérias?!...

 

E...

 

·       pela lógica do sentido versus o sentido da lógica.

 

·       pelo acto de “libertação” que pode constituir a transposição da fronteira entre o que tem e o que não tem sentido.

 

 

 

 

F.A. 07/01/05

     
 

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Título: Mar (Antologia)

Autor: Sophia de Mello Breyner Andresen

Suporte: Livro                                        Editorial Caminho

  

 É uma oportunidade, diria quase única, para:

 

·          Ouvir falar o silêncio;

 

·         Descansar o olhar sobre a magia do instante e da sua irrepetibilidade. Como são diferentes os segundos que contam as nossas vidas!

 

·          Dizer a alma com metáforas que cheiram a maresia;

 

·         Experienciar a paz, a distância, a saudade, a aventura, a vertigem, a vida, que lhe (e nos) desenham a individualidade da existência;

 

·         Cada um se aproximar, dentro dos limites da sua sensibilidade, do imperativo desejo que a levou a escrever:

        “Quando eu morrer voltarei para buscar

         Os instantes que não vivi junto ao mar

 

 m.c.  14/1/05

 

  

 

 

·       Porque

        “...de tudo quanto vejo me acrescento...”

 

·       Porque Sophia nos leva para longe... sobre as ondas:

       “ Quando eu morrer voltarei para buscar  

           os instantes que não vivi junto ao mar”

 

·      Pela poesia como acontecimento, pela celebração das  coisas elementares.

 

·       Pela língua mãe tão simples, tão vibrante e tão nua.

 

·      Pela cumplicidade  que será  partilhar com Sophia  o mar , as ondas , o luar , a brisa , o azul , o branco , a Grécia , os deuses , a luz , o jardim , o lugar , o clamor , a música , a liberdade , o silêncio , a  beleza , a inteligência....

 

 f.m. 14/01/05

     
 

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Título: Norte

Autor: Jorge Palma

Suporte: CD

  

 

A globalização está aí. O modelo pode, e deve, ser outro.

 

É bom  ouvir..., dançar ...e pensar (obrigada Jorge Palma) que o sonho, a criatividade, só submergem se cada um desistir:

 

  • de construir um amor comprometido,  escrito com rotinas, fracassos e invenções reparadoras;

  • de estar na vida com um optimismo céptico;

  • de indagar a sociedade invisível, e às vezes tão visível, que sorrateiramente seca a liberdade individual;

  • de correr riscos para procurar, sem cedências, o Norte, ousando adoptar como bússola um ideal;

  • de ser um demitido.

 

 

 m.c.  21/01/05

 

 

 

Ouvindo o Jorge Palma...

 

sentimos a sua inquietação....

 

      “... as voltas que já dei para me encontrar...”

 

... e a sedução de tudo o que se constrói...

 

“... saboreei o que a vida me ofereceu.”

 

 Jorge Palma é um homem de entrega e paixão.

 

   Um trovador errante...

 

                “... vou continuar a estratégia da cigarra

                      cantando o Inverno a chegar.”

 

 ... escuto-o porque não estou DEMITIDO...

“.. e a dependência é uma besta que dá cabo do desejo e a liberdade é uma maluca que sabe quanto vale um beijo...”

f.m. 21/01/05

     
 

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Título: Se Isto é um Homem

Autor: Primo Levi

Suporte: Livro                      (disponível em várias editoras)

  

 

  É urgente reflectir para compreender e/ou perguntar:

 

  • como é possível transformar um ser humano em nada;

  • como é possível resistir, em condições tão adversas, sem matar a solidariedade;

  • que o sonho de Hitler foi cumprido por gente normal,  tão normal como cada um de nós..., que democraticamente lhe concedeu o poder;

  • que o progresso é um conceito  estranho à história das civilizações porque a barbárie é sempre uma possibilidade;

  • que a humanidade é um privilégio de alguns porque nunca saberemos, antecipadamente, se resistiremos a vender a alma por um “prato de lentilhas”!

                             m.c.  11/02/05

 

  

 

É obrigatório ler!.... Só assim saberemos, e nos questionaremos sobre as atrocidades cometidas pelo Homem ao próprio Homem!!!...

 

·      Como foi possível?

 

·      Pode alguém ter sido um Homem em Auschwitz?

 

·      Depois dos sobreviventes quem perpetuará a memória?

 

“Não somos nós, os sobreviventes, as verdadeiras testemunhas (..) Nós, os sobreviventes, somos uma minoria anómala para além de exígua: somos aqueles que, por prevaricação, habilidade ou fortuna não tocaram o fundo (..) Nós falamos em vez deles, por delegação”

 

 ·      Será que o Homem aprendeu?!.... 

 ·      Esquecer é um crime...

 

f.m. 24/02/05

     
 

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Título: O Estranho Caso do Cão Morto

Autor: Mark Haddon

Suporte: Livro                        Editorial Presença

  

   Imagine..., imagine que uma manhã ao acordar:

 

·         o olhar, o sorriso, o rosto dos outros são indecifráveis e o  mundo dos números é de uma transparência cristalina;

 

·         as palavras são lisas, sem espessura e de interpretação literal,

 

·         reage com violência quando é agarrado;

 

·         habita a ditadura das cores que, de forma impiedosa, determinam o futuro;

 

·         um cão, morto, faz o milagre de desafiar os horizontes de segurança que, até aí,  coincidiam com o fundo da rua...

 

Talvez não seja capaz de imaginar o que acabou de ler, talvez pense que não tem paciência para jogos de imaginação... Mas, se aceitou o desafio, acabou de abrir uma janela para compreender o autismo*, uma deficiência que afecta alguns seres humanos!

                             m.c.  11/02/05

* Um caso real: National Geographic, Março de 2005, pp. 22-23

 

  

 

·        Sinto-me seguro... hoje passei por 4 carros vermelhos de seguida!...

 

·        «No dia seguinte, vi quatro carros amarelos quando ia a caminho da escola, o que fez com que o dia fosse um Dia Negro, por isso não comi nada ao almoço e fiquei todo o dia sentado no canto da sala, a ler o meu manual de admissão de matemática (...), não falei com ninguém e, durante toda a tarde, fiquei sentado no canto da biblioteca a gemer (...), isso fez-me sentir calmo e seguro.»

 

·     Existem outros mundos à nossa volta, onde a rotina, o medo, a resistência, e o isolamento comandam... existem pessoas submersas nesses mundos...

 

·       É preciso olhar, saber olhar, pressentir e sentir os mundos paralelos que nos rodeiam...

 

·       E de repente... um cão morto, o Wellington... e eis que se transpõem barreiras... e uma caminhada se inicia... Vamos acompanhá-la!...

 

 

 

f.m. 24/02/05

     
 

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Título: O Triunfo dos Porcos

Autor: George Orwell

Suporte: Livro                      Editorial Presença

  

A clarividência é a essência da boa metáfora e Orwell colocou-a ao serviço da denúncia do logro de um sonho. Se a quer conhecer siga de perto o porco branco, de seu nome Belo Willingdon, apesar de agora ser mais conhecido por Velho Major, que:

  • um dia sonha com a liberdade e lança as sementes de revolta contra os humanos;

  • internacionaliza a revolta através da acção de agitadores que divulgam a boa nova junto de animais de outras quintas;

  • habilmente cala/anula diferenças em nome da igualdade num mundo em que pretensamente todos passam a ser iguais;

  • habilmente instala um sistema de privilégios e corrompe;

  • cria uma sociedade em que todos são iguais, só que uns mais iguais do que outros...

O muro de Berlim desapareceu em 1989 e, de forma preocupante, a metáfora de Orwell ainda se aplica a muitas democracias..., formais e não só...

                           m.c.  4/03/05

 

  

 

 

Viva a Revolução!...

 

Liberdade  ,  Igualdade  ,  Fraternidade .... ?

 

O Triunfo dos Porcos... a revolução que não libertou !!!...

A liberdade como afirmação.... 

A liberdade como negação...

A liberdade reduzida ao arbítrio, aniquila-se, corrói-se:

 Todos somos iguais, mas alguns são mais iguais do que os outros...

 Não existem sonhos gratuitos...

 Pelo simples facto de sonhar o Homem muda o seu destino?...

 

 

 

 

 

f.m. 4/04/05

     
 

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Título: Albert Einstein

Autor: Teresa Firmino

Suporte: Revista Pública (13/03/2005)                

  

      Num tempo:

  • feito de famosos fúteis e descartáveis é um privilégio conhecer alguém cuja fama apresenta credenciais sólidas: publicação de 5 artigos em 1905 que mudaram a nossa percepção do mundo;

  • de gurus é bom saber o que pode fazer a autonomia do pensamento;

  • de do pronto a levar/consumir é bom saber que os génios se alimentam de uma curiosidade insaciável por um mundo cujos mistérios superam, por vezes, a ficção;

  • de arautos da verdade é bom saber que o génio nos ensina que as verdades são provisórias porque “A única diferença entre a estupidez e o génio é que o génio tem limites”;

  • de racismos, nacionalismos e outras intolerâncias, é bom saber que Einstein se assumiu como cidadão do mundo e que não se vergou perante a infâmia porque, como dizia, “Só há duas coisas infinitas: o Universo e a estupidez humana. E sobre o Universo, não tenho a certeza!”

 

m.c.  08/04/05

 

  

             Ler... interrogar... e descobrir...  que:

  • por detrás de um grande cientista temos um homem comprometido com o seu tempo;

  • um génio na realidade é um ser humano como todos nós;

  • os génios não se explicam, mas podem ser melhor compreendidos se analisados à luz de suas contradições tão humanas;

  • o valor do homem encontra-se naquilo que ele dá e não naquilo que ele recebe;

  • alguém que esteve bem adiante de seu tempo, perseguiu a liberdade ao agir e pensar de uma forma independente.

 

  

 

 

f.m. 20/04/05

     

 

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Título: E=mc2 : A Biografia da Equação Mais Famosa do Mundo

Autor: David Bodanis

Suporte: Livro                             Gradiva

     

É interessante saber que:

 

  • A adversidade pode ser transformada em oportunidade;

  • Conceitos familiares, como o de energia, são surpreendentemente recentes; outros sofrem clarificações, como o de massa; outros guardam a memória da língua, como o c presente na fórmula, que vem da palavra latina celeritas que significa rapidez;

  • A ciência resulta de um esforço conjunto, descubra-o lendo a biografia da fórmula;

  • A realidade da ciência é cada vez mais contra-intuitiva e é um fascínio levantar o véu, abeirar-se do mundo de Einstein;

  • As verdades absolutas “cheiram a Pai Natal”. O leitor ainda ousa acreditar nelas? Então cuide-se, está perigosamente em risco de ser excluído da compreensão do mundo em que vive!

 

   m.c. 22/04/05

 

      

Perceber:

 

·      Que a cultura da Física passa sempre pela sua expressão numa linguagem.

      Entender essa linguagem é entender tudo;

·      Que a linguagem da Física é sem qualquer dúvida, a Matemática. E assim poderemos apreciar verdadeiramente a Física, os seus princípios e as suas conclusões;

·      Que compreender algumas ideias fundamentais da Física é compreender o nosso tempo;

·      Como é que os factos fundamentais da energia, da massa e da velocidade da luz  foram estabelecidos ao longo dos séculos e... depois... Einstein...;

·      Como a equação mais famosa do mundo, E=mc2, é descodificada, e se torna clara a espantosa sequência de descobertas e consequências que a equação tornou possível.

 

f.m. 06/05/05

     
 

TOPO

 

Título: Parabéns Hubble (Pública, 24/04/05);

         Hubble Celebra Aniversário (Público, 25/04/05)

Autor: Teresa Firmino

Suporte: Jornal   (fotografias)

     

Parabéns Hubble:

 

  • Por seres os nossos olhos no espaço, permitindo-nos contemplar a sua beleza;

  • Pelos  mistérios que tens ajudado a desvendar e pelos que tens criado;

  • Pela evidência que nos deste de que nascer, crescer e morrer não são conceitos exclusivamente biológicos: estar aqui, tal como em qualquer parte do universo, será sempre uma contingência;

  • Pelo “regresso a casa”, às origens, que proporcionas a cada ser humano;

  • Por nos ajudares a perceber que, afinal, somos filhos das estrelas. Elas foram as grandes fábricas da matéria que nos constitui. E a receita até parece simples, desafiando contudo a nossa compreensão: 99% de hidrogénio, oxigénio, carbono e azoto, mais umas colherinhas de sais minerais e, para finalizar, umas pitadas de ferro, cromo, cobre e outros metais!

 

Nota: O Hubble está em apuros, necessita de reparação. É necessário juntar esforços para o manter activo até 2011, altura em que será rendido. Participe na petição a favor da sua reparação em www.savethehubble.com           

m.c.  06/05/05

 

 

O futuro não tem limites...

 

  • O Hubble deu-nos uma visão muito clara e nítida do universo. Foi possível contemplar o céu estrelado... gozar a beleza do espectáculo!...

  • Hoje o Espaço já não é algo totalmente desconhecido, embora ainda exista bastante por conhecer pois...

  • Nem tudo o que os nossos olhos vêem é exactamente como a gente o vê! E...

  • Para onde se expande o Universo? O que é que está para lá desse "limite"?...

  • Seguir-se-ão novas metas, ao ritmo do engenho humano, novos objectivos serão alcançados e novos "mundos" serão conhecidos pois o Futuro não tem limites e passa indubitavelmente pelo Espaço...

 

 

f.m. 20/05/05

     

 

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