Soneto

Soneto



Ao meu primeiro filho nascido morto com sete meses incompletos

Agregado infeliz de sangue e cal, Fruto rubro de carne agonizante, Filho da grande for�a fecundante De minha br�nzea trama neuronial, Que poder embriol�gico fatal Destruiu, com a sinergia de um gigante, Em tua morfog�nese de infante A minha morfog�nese ancestral ?!... Por��o de minha pl�smica subst�ncia, Em que lugar ir�s passar a inf�ncia, Tragicamente an�nimo, a feder?!... Ah! Possas tu dormir, feto esquecido, Panteisteicamente dissolvido Na noumenalidade do N�O SER !

Voltar
Hosted by www.Geocities.ws

1