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¤ Sobre Mim
Meu nome é Gabriela mais conhecida
como Gabi, tenho 18 anos e moro em Brasília. Pseudo-clubber de passado obscuro
(hihihi). Faço o terceiro ano e pretendo um dia ser jornalista, ou então largar
tudo e fazer faculdade de moda!!
Não esqueçam do meu niver dia 15 de
agosto!!
Olhar para traz as vezes faz bem
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Posts
27 de outubro de 2004
Eu,
que adoro filmes, estava imaginado. Em que tipo de roteiro em me encaixo?
Existem
vários: romance, suspense, drama, terror, aventura, comédia...
Mas
como nossas vidas não são nada simples, eu vivo um pouco de cada um.
Tem
horas que a minha vida vira um Romance, daqueles bem água com açúcar, com direito
de Kiss me ao fundo. O final feliz ainda não aconteceu. Mais lindas historinhas
já surgiram.
Em
outras, tudo vira um Suspense. A ansiedade, as dúvidas, a espera, dignas de
perder o sono, deixando todos em volta vidrados.
Tem
seus momentos de Drama também, já chorei mares de lágrimas, passei por momentos
muito complicados, afinal, é muito difícil amadurecer.
Até Terror
já teve. Aquele medo de gelar a espinha, sensações estranhíssimas, vultos
esquisitos. Mas na maioria eram medos de uma criança.
Aventura,
essa já teve muita.Algumas deram certo, outras nem tanto. Mas sempre na companhia
de bons amigos, uma idéia que estranhamente só faz sentido para os envolvidos e
horas livres. Com esses ingredientes já saiu cada coisa.... Algumas eu até já
narrei por aqui. Nunca será esquecido o dia que o carro entalou!
No
final tudo é uma grande Comédia! Muita risada, cenas engraçadas, chegando a ser
pastelão às vezes. Tudo extremamente divertido! Isso que dá ter amigos como os
meus. Até ir ao supermercado se torna divertido! E sempre com uma câmera à mão,
é claro!
25 de outubro de 2004
Durante minhas inúteis, porém
divertidas, aulas de Artes foi criada uma verdadeira tese de mestrado de
psicologia.
O exibicionismo
masculino!
Se vocês repararem hoje vivemos a
Revolução Masculina, ao contrário da feminista, eles aceitam sua feminilidade. E
para provar isso eu criei um pequeno diálogo de um leitor (homem) ao dar de
cara com esse meu comentário.
-Ta
bom, agora vem essa frustrada me chamar de gay!
Não, de forma alguma desse que esses
homens são gays. Eles só assumiram a sua metrossexualidade.
-Que
mane metrossexualidade, isso é coisa de jogador de futebol veado!
Prestando bem atenção quantos homens à
sua volta assumiram que são vaidosos. Usam brincos, pulseiras, anéis e estão
sempre preocupados com seus topetes esculpidos à base de muito gel?
-Ah...
Mais isso é normal....
Não é tão normal assim, a duas gerações
mais ou menos o homem não tinham essa vaidade toda! Ainda valia a lei do másculo!
Tudo dominado com a testosterona. Hoje não, eles assumem o seu lado sensível,
choram, tiveram que se tornar mais educados, prestativos. Muitos até usam de
tratamentos estéticos.
-E
você ta reclamando do quê guria?
Eu não estou reclamando! Só quero que
tantos homens parem de torcer o nariz quando eu falo isso. E pra dar
embasamento para minha tese eu tenho até os argumentos de onde veio tudo isso!
-Ahhh
isso eu duvido!!
Depois da libertação feminina nós
deixamos de sermos tão passivas e começamos a competir no mercado de trabalho,
escolher nossos parceiros (ou até parceiras) sexuais. Saindo de casa e indo pra
rua. O homem oprimido com o que acontecia, buscou um jeito de evoluir também.
Deixou um pouco de lado a atitude de caçador, provedor e se voltou um pouco
para o seu interior, se conhecendo melhor. E sabia que eu gosto disso? Imagina
como era viver a vida todo com um troglodita!
Ah nessa hora o meu amigo imaginário já
calou a boca. Porque homem que é homem não assume que é metrossexual!
Uma pequena explicação antes de terminar: O amigo imaginário foi inspirado nas vitimas da minha tese! É claro que minha essência feminista não ia deixar isso passar em branco né?? (hauhauha)
17 de outubro de 2004
Eu nasci na década errada, deveria ter
nascido nos anos 50, para em 65 usar toda a moda que eu sou apaixonada, na época
que as mulheres começavam a ter sua independência, subir um pouquinho às saias
sem perder sua feminilidade. Ser uma das primeiras a usar calça, ver os Beatles
tocarem na época que a banda existia. Curtir os últimos anos de inocência, o
nascimento do rock´and roll e dançar o twist. Só sonho mesmo!!
Eu nasci na década errada, devia ter
nascido nos anos 70, para em 85 estar aqui em Brasília, quando isso era
realmente a cidade do rock.Andar de preto feito punk, montar uma banda, ou pelo
menos, ser groupie das melhores bandas da cidade. Viver o que as músicas que eu
tanto gosto fala. Ver os pegas na Asa Norte, as festas malucas que rolavam, a
turma da colina se reunir. E ter uma queda pelo meu vocalista-quarentão-preferido,
quando ele ainda era um adolescente. Só sonho mesmo!!
Eu nasci no meio da década de 80, mais
precisamente em 86, em 2001 vi o auge do pop, todas a Boys band´s , o
alastramento da música eletrônica, a libertação da moda horrorosa do anos 90, o
nascimento da Internet, a era digital e virtual.... Tá não é exatamente um
sonho, mas não é tão ruim assim!
08 de outubro de 2004
Completamente
ocupada por esses dias... E levando os estudos muito a sério... Mais já
já acaba.
Eu
estava pensando sobre o fim do meu acesso ilusório (leia-se: minha paixão
repentina e sem nexo) e acabei escrevendo uma coisa:
Música
Dedilhar
ao vento
o
vaizio que restou,
ver
a solidão desafinar
Musicar
o tempo
em
que você ficou,
nomeu
coração
uma
canção
para
apagar
Hoje
ouço a ilusão
são
só notas pelo ar.
Procuro
a voz da razão
que
eu tive a te amar.
02 de outubro de 2004
Um pouco sumida do blog... Faltava vontade
de escrever.
O BMF passou. Foi maravilhoso, dançamos
até de manhã. É incrível como a música tem a capacidade de aliviar todas as
tenções que eu carrego, parece que tudo vai embora com a transpiração.
Brasília virou um inferno, cada dia mais
quente e mais seco. Agora as cigarras voltaram, felicidade para as criancinhas
que grudaram as suas casacas nas roupas, e incomodo para as pessoas, que como
eu, andam a pé embaixo das árvores, ou pior, tem uma árvore bem na janela do
quarto! Aqueles seres barulhentos vão entrar voando e ficar presa na cortina...
Já de pra perceber que eu detesto esse clima né?
Sobre minha paixonite: É, realmente
passou. Ainda mais depois de certas coisas que aconteceram. Finalmente eu percebi
que tudo foi uma idealização, projetei nele algo que não existia e pouco a
pouco fui notando que ele não é como eu imaginei... Mas no fim tudo deu certo,
na verdade nem deu muito... O importante é que eu saí disso tudo ilesa. Foi
divertido enquanto durou!
Estou pronta para a próxima! Dessa vez
espero que pelo menos role algo de verdade hauhauhaua... Só eu pra fazer piada
da minha própria desgraça.
Pra terminar a atualização uma das
frases que eu mais gosto:
“Enquanto o homem certo não aparece, eu
vou me divertindo com os errados!”