First Portuguese Version by Evaldo Bazeggio (Brazil)

Os Baseggio na Veneza antiga.

Esta � uma transcri��o de extratos de documentos hist�ricos preparados a� pelo ano de 1970, por um monge veneziano.

Baseggio

Dal "Cappellari""Campidoglio Veneto".

 

Parece que a fam�lia Baseggio est� entre uma das mais antigas de Veneza, e sua origem � t�o antiga que ela esta par e passo com a funda��o da cidade. De acordo com o padre Irineo (da cruz), da congrega��o dos Carmelitas descal�os , na sua hist�ria de Trieste, essa fam�lia tem uma origem clara dos famosos Basilia de Roma, do qual derivaram os Basilidi, Basilici, Bacilissi, Basilli e Basiliani, com outros nomes derivados da orgem Basilio, que prosperaram em Roma, Constantinopla e em outros lugares. De Roma, com outras ilustres fam�lias, os Basilis se transferiram para a col�nia de Trieste, como esse mesmo autor afirma, e de l� eles difundiram em Capodistria com o nome de Basegi, e em Gradisca com o nome de Basello. Assim os venezianos Basilis rechonheceram sua origem da nobreza de roma, e que daquela grande metr�polis eles foram para Veneza, � tamb�m mencionado por Lorenzo Longo, frade, em sua hist�ria com esses versos:

Huc cottae Rheno Constantinique Nigrique, Venere, et Metti Basiliique simul.

[As joias Aur�lia ("Cottae") vieram para c� (Veneza) pelo Rhine (rio) e por Cirta (A cidade mais tarde chamada de Constantina, atualmente na Tunisua, Norte da �frica) e pela nig�ria e ent�o criaram as gemas Metia e a gemas Basilia].

Ingone Torelli, nas anota��es da hist�ria mencionada mostra que aquelas fam�lias que de certa forma fundaram Veneza mantiveram seus antigos nomes, pelas seguintes anota��es:

Aliae vero familiae, ac gentes Venetae, Nomina gentilitia retinent, ut Cornelii, Memii, Valerii, Veturii, Amulii, Lollii, seu Lollini, Metii, Basilii et alii.

[De fato, outras fam�lias, e sempre fam�lias veneziadas, mantiveram os nomes antigos, tal como os Cornelii, Memii, Valerii, Veturii, Amulii, Lolii os Lollini, Metii, Basilii e outros.]

Sobreviveram em Trieste, alguns Basilis, do qual derivou Baseio e Basei, e eles sempre preservaram suas primeiras caracter�sticas, mas eles foram extintos em 1625 na pessoa de Giovanni Baseio , mas Andrea Rapiccio, bispo de Triestre, em seus manuscritos, alega que de Capo d’Istria estiveram em Trieste em 1295 e essas s�o sua palavras:

Anno 1295 familia de Baulo seu Baxeo ex iustinopoli in urbe migrasse constat.

[� certo que no ano de 1295, a fam�lia de Baulo o Baxeo se transferiram de Iustinopoli para a cidade (de Trieste)]

O mencionado padre Irineo tem a impress�o que eles foram para Veneza. De qualquer forma isso n�o significa que dos antigos Basilis de Roma, esses de Veneza n�o puderam reconhecer sua descend�ncia, e a posse, nunca mais interrompida, da Nobreza de Origem, os quais gozaram em tempos primitivos, e isto justifica a clareza do seu sangue (origem).

Malfatti e outro cr�nico Veneziano, dizem que de Torcello e do Velho Malamocco eles foram para Rialto , no local o qual eles primeiramente se estabeleceram e Fresco, anotando Malfatti, escreveu que esta casa foi chamada entre os Tribunos de Torcello e deu-se o in�cio como daquele de Veneza, onde com raz�o somou-se doze (casas) as quais cooperaram na edifica��o deste Dom�nio, e os quais fundaram a unidade dos Nobres Patr�cios, e tamb�m foi um dos doze deputados em 697, para criar o primeiro Doge , de fato alguns escriv�os afirmam que ele foi desta fam�lia.

Naqueles tempos remotos tamb�m chamado pelo nome de Mastalitia, como todos os autores concordam mas de Mastalitia, pelas raz�es aqui mencionadas, fizemos este resumo particular.

Logo, os Basilis, chamados mais tarde de Basegis, exerceram importantes fun��es nos Tribunais de Malamocco, de Torcello e de outras ilhas isoladas. Fizeram construir a Igreja de Santa Maria das Virgens e a de S. Basilio., comumente chamada de S. Baseio, por causa do titular da Casa (Baseio).

Eles se estenderam tamb�m na constru��o da Paroquia de S. Maur�cio e com grandes somas de dinheiro, cooperaram na constru��o da torre do sino de S. Marco com a doa��o tamb�m de algumas de suas pr�prias casas, onde ela (a torre) est� constru�da. As antigas personalidades, para usar a frase de velhos manuscritos, foram s�bios homens, de poucas palavras mas de grande proeza.

 

Origem do Bras�o:

 

Um antigo e original bras�o desta casa foi um c�rculo de prata numa esfera de ouro; mas na conquista de Constantinopla, Giovanni, outras dizem Giacomo Baseggio, foi honrado pelo marqu�s de Montferrat com tr�s ossos de ouro numa esfera azul, colocou numa fila acima da outra, para que Baldovino de Fiandra, eleito imperador de Constantinopla, adicionasse a coroa de ouro em cima destes

M�rio de Baseggio disse que na casa do seu tio-av� Sauro tem uma c�pia do bras�o com a seguinte mensagem embaixo:

"de Baseggio, fam�lia que teve a mesma origem dos decendentes fam�lias fundadoras da p�tria veneziana. Com S.R.� em 27 de outubro de 1822, Nicol� Mattio de Giorgio teve a nobreza confirmada que foi reconhecida com D.P. em 10 de novembro de 1927 para Giulio, doutor em ci�ncia negocial, e cavalheiro da coroa da It�lia, nasceu em Mil�o em 20 de novembro de 1871, de Georgio, de Nicolo e de Lucrezia Copettini"

 

 

REFER�NCIAS E DATAS:

 

480 Teod�sio Basilio, Tribuno de Malamoco, do qual tem-se mem�ria no ano de 480, como referido pelo padre Irineo na hist�ria de Trieste, pg. 678.

828 Basilio. Tribuno no ano de 828 lembrado como do Doge Giustinian Participatio.

836 Trasimondo Basilio, de acordo com Labarella no Galba, foi um dos nobres que n�o estava sendo capaz de tolerar a viol�ncia de Doge Carosio, no ano de 836 cospirou contra ele, resultando que ele foi deposto, cegado e banido.

860 A fam�lia Basegio, junto com os Gisustiniani e os Polani, tiveram muitas discord�ncias graves com os Barbolani, Selii, e Sceveli, fam�lias que naqueles tempos eram muito podereosas. As discord�ncias duraram muito tempo, com mortes m�tuas, debaixo da guerra civil, com v�rias batalhas em v�rias partes da cidade, at� que os Barbolani foram expulsos de Veneza e logo ap�s permitidos a voltar, atrav�z da interven��o do imperador Ludovico, a quem haviam recorrido.

905 A fam�lia Basegio, em 905 construiu a igreja de S. Basilio, titular da casa.

1090 Giovanni Basegio, viveu naqueles anos e teve como esposa Paola, filha de Giovanni Sabatino, um nobre veneziano que (??) Basilio.

1122 Basilio Basegio, filho de Giovanni, em 1122 testemunhou o privil�gio de assun��o da doa��o pelo Doge Domenico Micheli e seu conselho para a cidade encontrada de Bari e ent�o em 13 de junho de 1134 foi feito um procurador de S. Marco.

1122 Bonfiglioulo, Domenico Giudice, Giovanni e Orio Basegio, em 1122 estavam todos os 4 entre os nobres do Conselho, o qual testemunhou o j� mencionado privil�gio.

1153 Giovanni Basegio, dos limites da circunscri��o de S. Giovanni Grisostomo filho do procurador Basilio, para quem, e para cujo irm�o Pietro em 1153 Doge Domenico Moresini, e os Nobres do Conselho fizeram "quietanza"como um resultado de um certo "stabile" como aparece no Instrumento conforme Bernardin de Pozzo Nodaro. Mais tarde em 1177 ele foi capit�o do batalh�o na armada mandada pela Rep�blica em favor do Papa Alessandro III, contra o imperador Frederico Barbarossa, em 1192 ele foi almirante de batalh�es e seis navios, com outros barcos, contra os Pisans, invasores de Polo em Istria, que ele recuperou derrotando o inimigo, com muita gl�ria para seu nome; em 1202 ele foi com Doge Dandolo recuperar Zara e conquistar Constantinopla, onde do Marqu�s de Montferrar, e do imperador Balduino, ele foi recompensado com o bras�o j� mencionado, de fato, Ranusio afirma que ele foi um dos eleitores daquele mesmo imp�rio, por quem ele foi cavalheiro. Em 1205 ele foi um dos eleitores de Doge Pietro Zani, e em 9 de abril do mesmo ano foi eleito procurador de S.Marco. Ele (??) Andrea e Basilia, esposa de Leone Quirini.

1153 Pietro Basegio, irm�o de Giovanni, com quem em 1153 ele interviu no ato j� mencionado, tornou-se procurador de S. Marco, como escreve Zabarella6 no trabalho intitulado "O magnifico", e foi pai de Maria, mulher de Doge Pietro Zani.

1153 Domenico, Giovanni, Marco, Ottore e Vitale Basegio, est�o todos os cinco encontrados entre os Nobres do Vonselho.

1178 Marco Basegio, em 1178 foi um dos eleitores do Doge Orio Malipiero.

 

Bases da Realeza

 

1200 Marino Basegio, de acordo com o padre Irineo da Cruz, tinha como esp�sa uma filha de Tancredi, rei da Sic�lia, e com este casamento ele passou "sangue Azul" (sangue real) para a sua posteridade.

1205 Maria Basegio, filha do procurador Pietro, foi princesa de Veneza, por causa do seu marido Pietro Zani, coroado Doge em 1205.

1205 Giacomo Basegio, em 1205 foi um dos eleitores do Doge Pietro Zani, em seguida em 1206 virou Almirante do mar, liberado do porto de Famagosta, em Genova e conduziu para sua p�tria como trof�us de vit�rias, 12 barcos de inimigos com prisioneiros; depois perseguido na ilha de Candia Arrigo, onde ele selou a paz, fazendo-se tamb�m um parente, casando uma de suas filhas com Almiano Bendino, seu sobrinho

1210 Giovanni Basegio. Podest� de Chioggia, foi em 1210 para o salvamento da P�tria, contra Padovani, e ele comportou-se t�o bravamente que os Chioggioti foram liberados dos Angarie.

1213 A fam�lia Basegio, em 1213, restaurou a antiga igreja de S. Basilio, hom�mino da casa, que foi fundada pelos seus ancestrais.

1222 Basilio Basegio de S. Giovanni Grisostomo, foi um dos nobres que em 1222 passaram com a segunda Colonia Veneta, em Candia.

1229 Giacomo Basegio, em 1229 foi um dos eleitores do Doge Giacomo Tiopolo, e em 1249 foi eleitor do Doge Marin Moresini.

1258 Rafaelli Basegio, em 1258 transferiu de Constantinopla para Veneza o corpo de Santa B�rbara, que foi colocado na Igreja de Crociferi (Cruz de Ferro), no momento dos Jesuitas.

1268 Giacomo Basegio, em 1268, foi um dos eleitores do Doge Lorenzo Tiepolo.

1275 Nicol� Basegio, em 1275 foi um dos eleitores do Doge Giacomo Contarini.

 

1276 Andrea Baseggio, Capo d’Istria tendo rebeli�es, foi em 1276 com uma grande armada mandado como capit�o para a reconquista do territ�rio, o que fez com distin��o, o qual mereceu que Antonio Stella, na sua elei��o, fizesse ilustres cita��es sobre ele.

1278 Giovani Basegio, capit�o da armada apaziguou a rebeli�o de Capo d’istria em 1278, como escreveu Giovanni Battista Contarini na primeira parte da sua "Hist�ria de Veneza".

1290 Pietro Basegio, em 1290 foi embaixador em Friuli, pelo Patriarca de Aquileia, para a paz daquela prov�ncia, e em 1291 foi um dos comiss�rios eleitos para negociar com os senhores representantes de "Camino", que colocou-se sobre a prote��o da Rep�blica; em seguida como capit�o de seis ex�rcitos contra o Genovesi, resolveu tamb�m as diferen�as com os Padovani.

 

Bases da Nobreza

 

1297 Domenico Basegio, no fechamento do Grande Consilho em 1297, foi com toda posteridade, inclu�do entre os "Patritii" .

1298 Marco Basegio Capit�o do 25o. Ex�rcito contra Genovesi, em 1298 foi, derrotado vergonhosamente pelo inimigo no estreito de Gallipoli, perto de Helesponto. For�ado a fugir e retornar a Veneza, foi condenado como covarde e tamb�m por inexperi�ncia, confinado � pris�o, onde morreu, como disse o padre Contarini6 em seu Giardino.

1310 Francesco Basegio, em 1310 foi um dos conspiradores, com os Tiepolis e os Quirinis contra a liberta��o da p�tria, mas a conspira��o foi dissolvida, ele escapou da puni��o que merecia e foi confinado em Cremona.

1312 Giovani Basegio, em 1312 foi um dos eleitores do Doge Giovanni Soranzo e em seguida foi o primeiro embaixador do Papa Giovanni XXI (Jo�o XXI).

1333 Andrea Basegio, encontrando-se em Trau de Dalmazia, como escreveu Giovanni Lucio, em 1333 foi a testemunha presente no momento do tratado de paz entre Mudino de Clissa e os Traurini, em seguida foi embaixador para a corte da Fran�a, onde morreu.

1342 A fam�lia Basegio, em 1342 reconstruiu a igreja S. Basilio, que foi destru�da por um terr�vel terremoto.

1355 Marco Basegio, filho de Homobon, em 1355 foi um dos eleitores do Doge Giovanni Grandenigo.

1367 Andrea Basegio, irm�o de Marco, em 1367 foi um dos doze embaixadores mandados para acompanhar Andrea Contarini, � Veneza, onde foi eleito Doge.

1370 Giacomo Basegio, filho de Marco, viveu nesses anos, e foi pai de Roberto e de Madalena, esposa de Pietro Zabarella o grande cavalheiro Padovano.

1379 Nobres desta casa, que no ano de 1379 contribu�ram para o "Estimo" da comunidade , conforme segue:

  • Andrea Basegio de s. Marco: 1000

    Andrea Basegio de s. Sofia: 500

    Daniel Basegio de s. Giustina: 5000

    Elena Basegio de s. Sofia: 500

    Foscarina de Basegio de s. Salvatore: 2500

    Marco de Basegio da s. Giovanni Crosostomo: 11000

    Nicol� Basegio de s. Antonin: 5000

    Nicol� Basegio de s. Salvadore: 4000.

  • 1422 Nicol� Basegio, filho de Pietro, em 1422 foi Podest�17 e Capit�o em Napoli da Rom�nia, em 1423 foi eleitor dos eleitores Ducal, e em 1427 foi Podest� e Capit�o de Trevigi.

    1481 Marco Basegio, em sua fun��o de escriv�o, em 12 de abril de 1481, estipulou o testamento de Franceschina Sanuto, esp�sa de Andrea Dandolo.

    1509 Andrea Basegio, filho de Nocol�, na �poca da Liga de Cambrai (ano de 1509) sendo governador da Brisigherra, brigou com as pessoas da Igreja, machucado e vencido, ele refugiou-se na Rocca, mas caiu com o mesmo sob o poder dos inimigos.

    1510 Paolo Basegio, na guerra de Friuli, deu ilustres evid�ncias do seu valor, quando em 1510, guardando a Cividale d’Austria no rio Natisone, corajosamente defendeu-se contra as for�as do Duque Brunsvich, um general Cesariano, que a tinha invadido. Ele se destacou em outras ocasi�es ; depois em 1519, enquanto estava guardando o importante forte da igreja, ele foi chamado para um servi�o na cidade de Lucca, tendo permiss�o da Rep�blica para ir. Alguns chamavam ele de Paolo Bas�lio de Ferrara, mas Palladio6 na segunda parte da hist�ria de Friuli, p�gina 14, chamava-o de Paolo Basegio, nobre veneziano.

    1550 Giovanni Battista Basegio, filho de Giovanni Francesco, teve duas esposas que foram, a primeira, filha de Nicol� Pastoli, que tive uma filha, esp�sa de Constantin Micheli; a segunda filha de Giovanni Bembo, teve Giovanni Pietro, Giovanni Domenico, Giovanni Battista, e uma filha que se casou com Domenico Zane.

    1594 Giovanni Battista Basegio, filho de Giovanni Battista, em 1594 foi Podesta e capit�o de Belluno.

    1620 Giovanni Battista Basegio, filho de Giovanni Pietro, casou em 1607 com Marieta, filha de Giovanni Moro, e tiveram Pietro, Giovnni, Francisco, Pellegrin e uma filha que em 1620 foi esp�sa de Carlo Contarini; em 1652 ele foi chefe da Criminal Quarantina e Vice-Conselheiro.

    1645 Giovanni Basegio, filho de Giovanni Battista, na guerra de C�ndia, sendo comandante do navio, foi em 1645 mandado para ajudar Canea, mas tendo protestado a execu��o da miss�o, foi chamado de volta a Veneza e condenado. Depois de 1651 foi um "auditore Novo".

    1648 Pietro Basegio, irm�o de Giovanni, em 1648 foi Podesta de Cittadella, onde ele foi honrado com a escolha na elei��o seguinte.

    Pietro Basilio Praetori, viro cum animi praestantia tam aeteris corporis dotibus undequaque conspicuo, ac in primis iustitiae cultori. Annoneque vigilantiss.; ab eius in se praecipua liberalitatem expertam, Rectori optimo merito Notariorum caetus alacriter cunctis sufragiis, ponendum curare nil laesitavit. M.DC.XLVIII.

    [Prefeito Pietro Basilio, um homem com um excelente intelecto, um corpo celestial e formid�vel em todos os sentidos (foi) um primeiro ministro guardi�o da justi�a. E muito, muito sol�cito; Ele com um raro senso de generosidade, como reitor com grande m�rito e unanimidade na elei��o com todos os votos, nunca foi ofendido.1648]

    1669 Pellegrin Basegio, irm�o de Pietro, exerceu v�rios cargos magistrados na p�tria, porque nos anos de 1669 e 1681 foi o "Auditor Novo", em 1685 e 1690 foi o "Nov�ssimo Auditor" e morreu em 1696 com 73 anos.

    1702 Iseppo Basegio, filho de Pelegrino, em 1702 foi o Novo Auditor, e foi eleito 4o. Novo Auditor Civil, em 1709 foi Podesta e Capit�o em Coneglian, em 1711 criou "Justitia Vechia"24 e em 1712 Consul; em seguida em 1716 ele foi Podest� e Capit�o da "Cividal"de Friuli.

    1706 Giovanni Battista Basegio, irm�o de Iseppo, em 1706 foi o cabe�a do "Formento a Rialto"; em 1708 foi eleito para o Piovege, em 1709 para o "Velho Tribunal", em 1711 Consul, em 1712 Forastier, e em 1714 para o "Velho Tribunal", e em 1716 foi eleito para a 40 C.N.

    1706 Giovanni Basegio, irm�o de Giovanni Battista, em 1706 foi Massaro para Zecca dall’Oro, em 1711 eleito para 40 Old Civil., em seguida em 1712 e 1715 para 40 NC.

    1706 Giovanni Battista Basegio, filho de Giovanni no ano de 1706 e 1707 era Conselheiro em Capodistria.

    1707 Giovanni Battista Basegio, filho de Francesco, em 1707 foi eleito Visdominio para a Fontiga dos Tedesco, em 1709 para a paz, em 1710 foi Cavalheiro da "Notte Civil", em 1711 para o Intrado, em 1712 para Doana, em 1714 novamente cavalheiro da "Notte Civil" e em 1715 outra vez para a paz, em 1716 cavalheiro da "Notte Civil".

    1707 Antonio Basegio, filho de Pellegrin, em 1707 era Camerlengo para Verona, em seguida foi eleito para o Novo Tribunal (em 1709) e em 1714 para a Provedoria de Clissa.

    1709 Andrea Basegio, irm�o de Antonio, foi do corpo de Quarantie, do qual tamb�m em 1709, foi eleito para a 4a. Ordem, em 1710 para a 4a. Ordem Cicil Nova e em 1712, a 10a. Savi, em 1713 no 4a. Ordem Civil Nova, como tamb�m em 1715.

     

     

     

    Informa��es Pitorescas

     

    Veneza foi governada pelas fam�lias nobres. Existiram quatro tipos de fam�lias nobres. As "Case Vecchie" - Casa Velha, as "case nuove": - Casa Nova, as "Case Nov�ssima" - Casas Nov�ssimas e as "Case fatte per soldi"- Casas feitas por causa do dinheiro. Da Casa Velha eram as fam�lias que j� eram consideradas nobres antes do s�culo IX, e eram provavelmente descendentes de tribos mar�timas. Existiam 27 dessas "Case Vecchie"e uma dessas a fam�lia Baseggio. Fonte: "Pal�cios Venezianos"por Alvize Zorzi e Paolo Marton, publicado por Rizzoli em 1990.

    Pietro (Pedro) Baseggio foi um dos arquitetos do Pal�cio do Doge em Veneza. Apesar de existir outros antes dele, seus nomes n�o foram lembrados e registrados. Fonte: A mesma acima.

    Nicolo de Baseggio foi prefeito (ou Governador) de Capodistria em 1797, quando Veneza cedeu-a para Austria. Fonte: :"Capodistria" por Baccio Ziliotto.

    Nos dias atuais encontramos descendentes da fam�lia no Brasil, Argentina, Canad�, Estados Unidos, Slov�nia, Sui�a e, � claro na It�lia.

     

    Os Baseggio no Brasil

     

    Os ramos da fam�lia at� agora identificados no Brasil s�o denonimados de Treviso I, Treviso V e Treviso VI, visto que s�o de componentes da fam�lia que sa�ram da regi�o de Treviso, na It�lia.. Chegaram ao Brasil entre 1850 e 1900 e se fixaram no Rio Grande do Sul.

    Do ramo denominado Treviso I, provavelmente Augusto, que viveu entre 1872 e 1960, veio ao Brasil, embora n�o tenhamos informa��es seguras sobre isso. Seu filho Adele, que viveu entre 1902 e 1994, nasceu no Brasil.

    Quanto ao ramo Treviso VI, sabe-se de Antonio, que deve ter nascido aproximadamente em 1860, tendo se casado com C�ndida Sberguen (�ustria), seu filho Mansueto estabeleceu-se em Conc�rdia Santa Catarina. Mansueto e seus descendentes est�o, at� hoje, na mesma regi�o, onde desenvolveram neg�cios em agricultura e com�rcio (Hotel e Restaurante).

     

    Dos filhos de Paulo, a maioria continua trabalhando na agricultura, sendo que alguns foram morar na cidade e trabalham em com�rcio ou servi�os.

    Meu pai Ant�nio Bazeggio Neto, o primog�nito de Paulo, nasceu em Ca�ador, em 17/01/36, casou-se em 20/07/1957 com Eliza Pirolli e teve 7 filhos, dos quais eu sou o primog�nito. Ele dedicou a maior parte da sua vida �s atividades de professor, pelo que se aposentou. Ao mesmo tempo tamb�m teve uma pequena propriedade rural, situada �s margens da estrada geral para Taquara Verde, eu nasci em 03/04/1958.

    Casei-me, inicialmente com M�rcia Cavalheiro, tive tr�s filhas que s�o Evelise, Ana Paula e D�bora.

    Atualmente tenho uma noiva maravilhosa que se chama Marilsa (Tchu)

     

    Varia��es do Sobrenome

    Al�m de todas as j� relatadas, recentemente o sobrenome Baseggio sofreu novas varia��es, principalmente Bazeggio e Basegio.

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