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| Alguns aspectos da fascinante cultura mexicana... | ||||||||||||
| DIA DE LOS MUERTOS | ||||||||||||
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| CAVALERA Dia de Los Muertos No M�xico contempor�neo, temos um sentimento especial diante do fen�meno natural que � a morte. A morte � como um espelho que reflete como vivemos e nossos arrependimentos. Quando a morte chega nos ilumina a vida. Se nossa morte precisa de sentido, t�o pouco sentido teve a vida, "diga como morre e te direi como �". Fazendo uma compara��o com os cultos pr�-hisp�nicos e a religi�o crist�, se sustenta que a morte n�o � o fim natural da vida, se n�o uma fase de um ciclo infinito. Vida, morte e ressurei��o s�o os estados do processo que nos ensina a religi�o crist�. O desprezo, o medo e a dor que sentimos diante da morte unem-se ao culto que profetizamos. A morte pode ser uma vingan�a da vida, porque nos liberta daquelas vaidades em que vivemos e nos converte, no final , a todos por igual como somos, um monte de ossos. Ent�o a morte vem, jocosa e ir�nica, a chamamos de "esqueleto", "ossuda", "dentona" , "a magricela", "la parca". Ao ato de morrer damos defini��es como "petatearse", "esticar as canelas", "fugir", morrer. Estas express�es s� permitem brincar e criar mais brincadeiras com refr�es e versos. Nossos jogos est�o presentes nas caveiras de a�ucar, recortes de papel, esqueletos coloridos, pi�atas de esqueletos, marionetes de esqueletos e quando fazemos caricaturas ou historinhas. Fonte: www.comidamexicana.hpg.ig.com.br/diamuertos.htm |
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