Banda: Zoltar
Título: "Into the Dephths To Burnt"
Gravadora/Selo: Tumba Records 
País: Brasil / Estado: São Paulo
Site oficial: não tem
Nota: 8.0
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     "Into the Dephts To Burn" é o debut desta banda que já foi e é elogiadíssima nas rodas do underground e em muitas revistas especializadas, seja pela pegada que a banda possui e registrou em suas demos, seja pela atitude totalmente negra que a banda usa, seja pela postura no palco que somente quem viu (como eu) pode dizer, só sei que ao ver este trabalho, realmente me deu uma vontade muito louca de ouvi-lo inteirinho,o que realmente aconteceu e aqui estou eu, resenhando honradamente este play desta que é uma das maiores e melhores bandas do underground nacional: Zoltar. O CD já alegra com a excelente arte gráfica apresentada, o que demonstra que este CD é para mostrar a que o Zoltar veio. A primeira faixa é uma intro muito legalzinha: "Ancestral Vengeance", que realmente lembra e dá impressão que algo meio Manowar vem por aí, mas engana que arrisca antes de "molhar o bico" pois a segunda mesmo : "Kill me Angel". que o bicho começa à pegar! Puta faixa caprichada, como diz a banda com o mais puro Death/Speed Metal, peso excelentíssimo na bateria e que realmente juntamente do baixo formam uma cozinha interessante e competente na parte deles, casando muito bem com deliciosos solos de guitarra, porém não posso citar informações dos artistas desta ótima banda pois o Cd não informa. Só sei que são excepcionais e o CD realmente empolga, faixas seqüenciais como "The Night Unholy Archangel" e "Evil Chucher" demonstram o mais puro peso Death com as blasfêmia perfeita das grandes bandas do antigo Black Metal, além destas já citadas, ainda grito com excelência por mais 8 faixas, onde o peso é total e a destruição e ódio aos cristão são espalhados em todo ambiente! Destaque destas? então vai aí: "Inocence of Death", ouça e veja se não vai polgar como louco, pois nesta faixa se encontra os solos mais mirabolantes e criativos do CD, coisa rara e muitos trabalhos que são considerados como toscos pelo peso usado !!! Uma faixa curiosa e cada vez mais comum em obras do metal extremo é a curtíssima "War, Fire & Domination", que é toda feita com alguns violões eruditos. Porém na minha opinião é desnecessária, pois se o CD em seu peso e proposta já está ótimo, acredito eu que coisas assim não vão melhorar nem piorar! Resultado da análise? 100% Ácido, perfeito para ser tocada nos dias de hoje, em que a guerra parece ter voltado e está presente na vida dos humanos! Hail Brazilian Underground! Hail Zoltar... 

Vinícius Botti Vidal

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