"Fechar Janela"


       Com quase 7 anos de formação, o OPERA está na estrada desde o fim de 1994. Tudo começou com mais uma banda de garagem com o sonho de virar gente grande no cenário metal brasileiro e internacional. Depois de muitas dificuldades, como falta de dinheiro e vários problemas pessoais que a banda teve que enfrentar, o OPERA hoje está conseguindo entrar no cenário nacional.

       Enquanto passava os anos batalhando para conseguir equipamentos e um lugar apropriado para os ensaios, a banda foi ganhando popularidade tocando não só na cidade de São Paulo como também no Rio de Janeiro, Poços de Caldas, Vitória, Americana, Diadema, Tietê, Vinhedo, Sorocaba e Londrina. Já dividiu o palco com bandas como Angra e Dr Sin e já tocou diversas vezes em lugares como Victoria Pub, Black Jack, Woodstock, Fofinho, Manifesto e outras casas noturnas.

       Enquanto trabalhava na divulgação da banda, o OPERA foi avançando nas composições do seu primeiro trabalho, que ilustra as diversas tendências musicais que a banda teve durante este longo período de gestação do álbum, com lançamento previsto para o fim de 2001.

       O OPERA busca uma linha onde o peso serve de fundo para temas melódicos, porém sinistros, trabalhados na técnica, mas também no feeling. A banda tem influências de Judas Priest, Dream Theater, Heloween, Pantera, Megadeth, Metallica, Iron Maiden, Deep Purple, Pink Floyd, Death, Machine Head, Korzus, Testament, Sepultura e outros, mas cada um de seus integrantes se inspira também em estilos que vão da Música Clássica ao Trash Metal, passando pelo Jazz, Blues, Flamenco e diversas variações do Rock e da Música Popular Brasileira.
       Todas as letras da banda são em Inglês, idioma adotado pelo fato de ser o mais entendido ao redor do planeta, além de ser a língua nativa do Heavy Metal.
A formação da banda é quase a mesma da origem. O tecladista Eduardo Tolezani e entrou no OPERA em 1996, enriquecendo o trabalho do grupo. O baixo passou por algumas mudanças ao longo dos anos. Depois de Alan Korosue, Luiz Berenguer e Fernanda Czarnobai, hoje o posto conta com a presença de Ayres Narita.

 

Formação:

Eduardo Tolezani. - Teclados e Violões
Fabiano Amato - Bateria e Percussão

Paulo Coutinho - Guitarras e Violões

Marcello Nunes - Vocais e Vioões

Ayres Narita - Baixo
Fabio Azevedo -Guitarras e Violões

Contatos:


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