May Lee
Nome:
May Jinju Lee
Aparência: Moça de 16 anos, descendente de coreanos, olhos negros e cabelos azul bem escuro. Atraente, estatura e peso normais (156 cm, 49 kg).
Poderes: Altera as probabilidades a seu favor, e contra a de quem estiver perto dela!
Atributos Básicos:
ST: 10 GPD: 1D-2 / Bal.: 1D
DX: 13 Deslocamento: 7 / Esquiva: 7 / Aparar: 10
IQ: 10 DP e RD: 0
HT: 11 Reação: +3, 0 quando faz coisas de doida varrida!
Vantagens:
+ 5 Aparência: Atraente
+ 15 Reflexos em Combate
+ 30 Serendipidade
+ 15 Sorte do Demônio
+ 60 Sorte Ridícula
+ 100 Super-Sorte
+ 10 Voz Melodiosa
Desvantagens:
-60 Aziago
-15 No Limite
Peculiaridades:
-1 Adora tudo relacionado à
Korea
-1 Autoconfiante
-1 Extravagante (é patricinha!)
-1 Fã de K-Pop, adora cantar em karaokê!
Perícias:
Alemão (0) 10 (língua nativa)
Canto (1) 13
Corrida (0,5) 8
Culinária (0,5) 9
Dança (0,5) 11
Esqui (0,5) 10
Intimidação (2) 10
Koreano (1+1) 9 (fala e escreve)
Lábia (2) 10
Leitura Corporal (2) 9
Maquiagem (0,5) 9
Natação (0,5) 12
Operação de Computadores (0,5) 9
Primeiros Socorros (0,5) 9
Sex Appeal (2) 10
Tae Kwon Do (40)
Karate (8) 14
Karate Sport (4) 13
Saltos (2) 14
Savoir-Faire [Dojo] (4) 12
Acrobacias (1) 11
Leis de Torneio [TKD] (1) 10
Judo (0,5) 10
Chute-Gancho (1) 14
Chute-Giratório (1) 14
Chute-Machado (2) 14
Chutes (2) 14
Coice (2) 14
Cotovelada (0,5) 13
Rasteira (1) 14
Voadora (2) 14
Chute Acrobático (6) 11
Super-Voadora (2) 12
TOTAL: 250 PONTOS
Histórico:
May Jinju Lee nasceu na Suíça em 24 de maio de 1990, mais
especificamente em Altdorf. Filha de imigrantes coreanos de Ulleung-do, foi
criada
como uma criança suíça normalmente. Aprendeu alemão na escola, e falava
um pouco de coreano em casa. Não chamava atenção por boas notas, mas
mais pela destreza e inteligência corporal. Fazia (as famigeradas e quase
obrigatórias para meninas...) aulas de balé e jazz com desenvoltura.
Nessa época a expressão dos poderes dela passava em branco por ela,
apenas ela percebia que seus pais eram ‘muito azarados’... seu pai bateu de
carro (com gravidades variadas, mas nada muito sério) umas 12 vezes
(era conhecido como o TERROR das seguradoras ahahhaa) e sua mãe se queimou
umas 30 vezes na cozinha. E quase tocou fogo na casa umas 7 vezes. Ah,
ela também era a campeã das apresentações de balé. Por alguma razão, as
meninas que eram melhores que ela em dança faziam uma performance ruim,
ou se acidentavam, alguma coisa acontecia que May, além de quase sempre
competir sem rivais de peso, ainda fazia danças espetaculares. Até os
oito anos, ela morou na Suíça, quando, por direção da Samsung (onde seus
pais trabalhavam, ele com Tecnologia da Informação e ela em
Administração) eles então voltariam para a Coréia.
Os sete anos seguintes foram uma imersão na cultura asiática que
mudaram ela para sempre. Nessa época de formação, crucial e determinante no
caráter e hábitos/costumes, ela mergulhou de cabeça em todos os aspectos
do que significa a Coréia. Já com alguns hábitos de casa normais para
os coreanos, ela ainda teve que passar por um período de climatização.
Na escola, algumas vezes era maltratada por ter sotaque pelas outras
crianças, mas ela felizmente na maioria das vezes ignorava tudo. Querendo
continuar as aulas de dança, que não havia na Coréia, acabou escolhendo
as classes de Tae Kwon Do. Mexia o corpo e se exercitava mais ou menos
como em dança e devia ser legal sair dando aqueles chutes maneiros por
aí! Dito e feito, mais uma vez ela chamava atenção pela facilidade com
que aprendia as técnicas e golpes, chamando bastante atenção dos
professores e colegas. Nas competições a mesma história do balé e jazz.
VENCIA TODAS. Ela, apesar de ser muito boa, não era considerada
extraordinária nem nada, haviam garotas melhores que ela sim, e ela derrotava
todas
na hora do vamos ver com golpes espetaculares. Inclusive foi
televisionado um golpe quase que mágico dela, quando derrotou a, na época
campeã
mirim de TKD, com um chute duplo aéreo de 720º. Isso. Ela girou o corpo
duas vezes no ar e acertou um golpe insano no rosto da garota, que
apagou na hora e está até hoje sem saber o que aconteceu. Todas essas
vitórias deram a ela uma grande auto-confiança. Essas sortes não aconteciam
somente nas artes marciais. Na vida amorosa era um negócio de louco.
TODO garoto que ela gostava vinha se arrastando pra ela. Por acaso ela
não era muito ´Love Junkie´, mas namorou só os caras mais gatos da escola
e da rua. As notas iam bem também, ela não era de estudar loucamente,
mas nas provas caíam sempre o que ela tinha memorizado. Impressionante.
Nos karaokê ela também era famosa, tinha lugar que ninguém queria
competir com ela. Ela tem uma linda voz sim, mas cantava magistralmente
quando queria, como adulta.
A essa altura, já com seus 13, 14 anos, ela já tinha notado que algo
acontecia com ela, provavelmente ela tinha alguma bênção, alguma coisa
que a protegia. Ficou muito claro para ela nos dois episódios seguintes.
Um ano atrás, ao acompanhar seu pai ao banco, este estava sendo
assaltado e quando entraram haviam dois caras que os renderam na hora.
Simplesmente um deu um tiro acidental no próprio pé e o outro escorregou na
frente dela. Ela acertou de jeito o que estava no chão perto dela e este
apagou. O que eles não sabiam é que havia outro na agência, com uma
metralhadora. Troca de olhares. Ele prepara a arma e ela avança
desesperadamente em sua direção. Ao atirar rajadas, NENHUMA pegou nela, e ela
acertou um golpe baixo que o derrubou, caindo de cabeça na quina da mesa
desmaiando na hora. Era mais ou menos 0,1% de acontecer o que aconteceu.
Seu pai ficou olhando estarrecido a cena. Dias depois, outros comparsas
dos sujeitos acima citados tentaram dar uma emboscada no carro da
família, com May e sua mãe. O que iria atirar em sua mãe acertou ela feio,
mas o projétil atravessou o corpo dela, passou sem tocar May e acertou o
braço do outro, que iria acertar na garota. E depois disso a arma do
primeiro elemento travou na hora. Pra fechar com chave de ouro, três
carros da polícia viraram na rua neste momento. É muita sorte (pelo menos
pra ela... pois sua mãe ficou paralítica no acidente...). Com medo de
outras desforras de marginais, os pais de May pediram que voltassem à
Suíça, onde estão morando há quase um ano.
Ah sim. Os acidentes domésticos continuam. Anteontem seu pai bateu o
Hyundai pela 33º vez.