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“Quem nestes vossos dias, compreende plenamente o esplendor da Minha Cruz? Bem poucos a compreendem. E é por isso que Eu venho, através de ti, a instruir o mundo com paixão. Na Minha sede pelas almas e na Minha agonia por vê-los cair no fogo eterno, eu chamo cada um, neste mundo, à conversão e a preparar-se para o Meu glorioso Reinado do Reino sobre a terra, em que a Minha Divina Vontade passa a ser a essência da vossa vida quotidiana e a insígnia na vossa fronte”
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As Últimas
Misericórdias de Deus: Mensagem
de Nosso Senhor Jesus Cristo – 21/02/2002 O
Purgatório -
Meu
filho, estás Me sentindo forte no teu coração? Sentes a minha Presença? -
Sim,
Senhor. -
E
o que achas disto? -
É
muito bom sentir o Senhor junto de mim, Senhor; mas não mereço tal
sentimento, Senhor! -
Falas
a verdade, não mereces mesmo, mas quis que hoje fosse assim. Pela tua miserável
pequenez, agradeça-Me... Continua a oração do terço. -
Sim,
Senhor. -
Meu
filho, te entrega em Meus Braços; agora, tirarei tua alma da carne e andarás
Comigo; dobra-te com o rosto no chão... -
Mas,
Senhor. -
Meu
filhinho, Me obedeça... -
Sim,
Senhor. (quando
Jesus falou-me em tirar a alma do corpo, me deu um sentimento indescritível,
tipo de medo, felicidade e remorso, por saber que não era merecedor; preocupação,
com o grande compromisso de ver o que Jesus iria me mostrar; era um sentimento
assim, tudo junto) -
Onde
estamos, Senhor... Senhor? (Nesse
momento chegamos ao lugar pesado, pessoas tensas; um lugar assim, neutro, não
era claro, nem escuro, não tinha sol, parecia um dia de cerração fechado,
onde a visão para mim não era muito boa). -
Calma,
filho, não te preocupes, este é lugar
onde muitas almas purificam-se, para depois ganharem a Glória eterna. -
Senhor!
Eu conheço aquele... Mas Senhor, eu era criança quando ele faleceu; fazem
mais de 20 anos! (Então,
a primeira alma que vi, foi de alguém que há muitos anos não lembrava mais,
e também não tinha tido muito
contato com ela, quando vivia, somente ouvia falar que era uma pessoa
mal-humorada e muito cruel.) -
É,
Meu filho, por isso todos deveriam proceder diferente... -
Senhor,
pobres almas, o que me pedem, tão humildemente, com os rostos tão sofridos,
que não ouço, senhor? (eu
via os seus rostos com um olhar sofrido, arrependido, um rosto de pessoas que
precisavam da minha ajuda. Via eles mexerem com a boca, porém não ouvia o
que falavam, porque estava longe deles e Jesus não permitia que eu me
aproxima-se.) -
Pedem
que tu rezes e intercedas por elas. -
Senhor... -
Não
chores, pequenino, não as ajudarás chorando, e sim, rezando e fazendo com
que mais gente reze por elas. -
Senhor...
Senhor... e estes jovens... (Vi
muitos e muitos jovens, mas o olhar deles era mais triste ainda, parecia que
tinham consciência que não mereciam estar ali, que não eram dignos de estar
ali.) -
Estes,
a maioria, estão ai por Minha Misericórdia e pelas orações das mães
deles, porque eles mesmo, não rezaram quase nada... -
Quem
são estes, Senhor? E por que sofrem mais? Ah!... Já vi... São Sacerdotes...
Senhor... todos daqui em diante são... (chegou a me dar muito medo, era um
lugar muito triste, mesmo; muitos estavam de cabeças baixas e chorando
desesperadamente, choravam com mais desespero, do que uma mãe quando perde o
filho. Era um grande lamento; estavam passando por uma purificação intensa e
muito dolorosa; eu não via a hora de poder sair dali... cheguei a pensar que
teria de ficar ali, também...) -
Sim,
filhinho, todos são Sacerdotes. -
Mas,
Senhor então é assim... Eu tenho medo, Senhor... -
Este
é o Purgatório que os teus irmãos não acreditam... -
Senhor,
esta parte é só de evangélicos...? (Então,
cheguei em um local onde eram só almas de não católicos e eles parecia, que
diziam para mim avisar aos outros, para não caírem no erro de sair da
verdadeira Igreja de Cristo; estavam com um olhar de desânimo, e seus rostos
parecia que diziam: - “Ficaremos aqui por muito tempo, porque ninguém
lembra de rezar por nós; por isso será muito tempo de sofrimento.”) -
Sim,
todos; e agora só sairão daqui com as orações e intercessões dos Cristãos
católicos, porque a religião que pertenciam lá na terra, não acredita na
Minha Misericórdia. -
Senhor,
prometo que vou me empenhar mais e mais. O que é isto, Senhor...? Meus olhos
não enxergam... Que luz é essa, Senhor...? Ah!... Nossa Senhora...! Que
linda...! Que linda...! Que linda...! Senhor, o que Ela faz lá, Senhor...? (No
momento em que vi a Luz, no meio dessa fortíssima claridade, vi a pessoa, nem
sei como me referir a Ela, a Dama, a Senhora mais linda que meus olhos já
viram. Ela estava de costas para mim e levava as almas do Purgatório em direção
ao Paraíso; elas subiam flutuando. Ela deu-me um olhar muito breve e um
sorriso bem pequeno, mas o suficiente para ser invadido por uma emoção, um
sentimento e um choque para tão forte, que não consegui olhar muito para
Ela. Bateu-me
uma forte repreensão mental, pois me sentia totalmente indigno de lhe dirigir
o olhar, joguei-me de face no chão e não tive mais coragem de olhar para
Ela, somente observava que levava as almas, pela mão, flutuando para cima;
ia, voltava e levava somente uma por vez. A
roupa das almas que Nossa Senhora levava ao Paraíso, era uma túnica branca
de um brilho nunca visto, um branco não existente na terra; uma luz fortíssima
envolvia essas almas. Usavam algo parecido com um cinto, sem fivela, amarrado
na cintura, sem nada nos pés. Aparentavam ser todas jovens, com a mesma
idade. Tinham um brilho nos cabelos, como se tivessem saído de um ótimo
cabeleireiro. Estavam felizes e emocionadas.) -
É
a Minha Bendita Mãe que faz questão de levar as almas, que completam a
purificação, a glória do, Céu. -
Senhor,
ela me viu...! Sorriu, para mim..., Senhor, eu não mereço tanto amor... -
Não
chores... pequenino, Eu sei que tu não mereces... Não é questão de tu
mereceres... Te dei a conhecer tudo isto, não só para ti, mas para que o
mundo saiba da importância das orações. -
Senhor... -
Não
chores pequenino, pode levantar a cabeça, filho. Te levarei ao teu corpo, de
novo. -
Sim,
Senhor; eu o amo muito, Senhor! -
Eu
sei, pequenino chorão! Tuas lágrimas nos agradam; teus sentimentos são
puros; teu proceder é justo. Agora, continua a rezar, Meu filho, ainda tens
que escrever mais. -
Obrigado,
Senhor; obrigado, Senhor; obrigado Senhor. Agora, Senhor, o meu compromisso
dobra, pois vi o Purgatório e vi Nossa Senhora, Senhor! -
Não
chora, pequenino, escreva a não chores. Tua consciência é teu guia. -
Meu
filho, tu sabes o compromisso que tens nas mãos, não larga mais o terço da
mão. Meu filho, reza, enxuga o rosto e reza. -
Sim,
Senhor. -
Meu
filhinho, estava esperando que terminasses o terço, agora te digo, Meu filho,
sejas sempre assim, humilde e nunca esqueças que pela Minha Graça, para a
Minha Glória e para a Salvação das almas, é que tu escreves; também para
que todos os corações conheçam
as Palavras que vem do Céu e que a volta do Filho do homem está chegando. Não
foi por tu mereceres, pois não és merecedor de nada; não é mérito nenhum
ser um profeta, e sim, um compromisso muito sério e uma mudança de vida
radical e rápida. Estás ciente disso, filho? -
Sim,
Senhor. Mas peço que o Senhor me ajude, pois eu só por mim, não consigo
dar, nem sequer, m passo. -
E
isso mesmo, filho. Agora recomeça a oração; reza o Terço da Misericórdia,
quando terminares, Me manifestarei de novo. -
Sim,
Senhor. -
Sou
Jesus. Nota
do Confidente Laerte: Quando
Jesus falou-me durante o caminho e por onde “andamos”, em nenhum momento
eu vi Jesus, somente ouvia a Sua voz em meu coração, sabia que estava junto,
sentia que estava junto de mim, mas em nenhum momento, eu o vi. Peço
a todas as pessoas que tomarem conhecimento de mais esta Misericórdia de
Nosso Senhor Jesus Cristo, que tomem consciência da vontade de Jesus, para
cada pessoa, todos os dias, analisar-se, corrigir-se, melhorar a qualidade e a
quantidade de suas orações e lembrar, sempre, de rezar pelas almas do Purgatório. Quando
nos esquecermos de nós e lembrarmos dos outros, o valor de nossas orações
triplica, também a nosso favor. Muito alegra a Jesus e Nossa Senhora, quando
nos lembrarmos de rezar pelos outros, principalmente por aqueles que nos
ofendem, maltratam, caluniam e são injustos conosco. Peço ainda, se não for
muito, que incluam o meu nome, todos os dias, em suas orações, pois também
muito preciso das suas orações. Para
finalizar, confesso que muitas vezes falava: - “Se eu for para o Purgatório,
já está ótimo!” Hoje, não penso mais assim, prefiro passar todo o tipo
de trabalho e dificuldade aqui, porque todos os sofrimentos passados aqui, na
terra, não chegam, nem perto, dos sofrimentos no Purgatório. Peço também
em nome de Jesus e da Virgem Maria, para aqueles que não forem tocados por
essa mensagem, não criticarem, nem zombarem, pois ofenderá a Deus,
prejudicará sua alma e ajudará ao satanás, com essa atitude. Com
muito carinho, do vosso irmão em Cristo. Laerte de Vargas.
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