As Últimas Misericórdias de Deus - Ordem de Apóstolos MSM/OAFT

“Quem nestes vossos dias, compreende plenamente o esplendor da Minha Cruz? Bem poucos a compreendem. E é por isso que Eu venho, através de ti, a instruir o mundo com paixão. Na Minha sede pelas almas e na Minha agonia por vê-los cair no fogo eterno, eu chamo cada um, neste mundo, à conversão e a preparar-se para o Meu glorioso Reinado do Reino sobre a terra, em que a Minha Divina Vontade passa a ser a essência da vossa vida quotidiana e a insígnia na vossa fronte”


(Carta de um leigo ao Pároco da Igreja)

Belo Horizonte, Dezembro de 2002

                                   Caro Sr. Pároco da Igreja Nossa Senhora Mãe da Igreja.

                        Após muita relutância e até  certo medo, resolvi enviar-lhe esta carta , de conteúdo não muito agradável ,  pois com certeza irá de encontro àquilo que está sendo praticado nessa Paróquia, e infelizmente,em muitas outras espalhadas pelo Brasil. O  próprio  artigo  que  estou  enviando-lhe  em  anexo, do arcebispo D. Eugênio Sales, que nada mais é do que um “referendum” ao Papa J. Paulo II, por si só já se auto-explica.
Mas vamos aos fatos:
- Sou, ou melhor, era um freqüentador da Igreja Nossa Senhora Mãe da Igreja, até o domingo de 17 de novembro último. Já há pelo menos uns dois anos estava descontente com o rumo que a celebração da Santa Missa estava tomando.  Muito me espantava o excesso de cânticos em detrimento de uma oração mais elevada e condizente com o verdadeiro Ritual Católico. Fundo musical na hora da Consagração, acompanhado por violão, incorrendo em uma total falta de respeito ao Santíssimo Corpo de Cristo, e o que é pior, as consagrações não têm sido feitas de maneira totalmente estranha àquela que deve ser feita e o senhor com Padre, bem sabe qual é.
Agora o pior: a comunhão está sendo distribuída por leigos (vide orientação do Santo Padre em anexo), *entregue na mão da pessoa, em pé, e o que é pior, por mulheres, sendo que nem a SANTÍSSIMA VIRGEM MARIA, mesmo sendo a MÃE DE DEUS, jamais distribuiu a comunhão a quem quer que fosse.
- O que realmente é mais espantoso, é que homens e mulheres  leigos distribuem a Hóstia Consagrada, mas o Padre fica sentado apenas olhando.

Mas  a  gota d’água que me fez realmente me sentir muito mal a ponto de até desistir de participar da Eucaristia , foi a missa de 17 de novembro último,das 9:00h da manhã, onde o Padre colocou um punhado de moedas em cima do altar, e na hora da homilia dá um grito jogando as tais moedas no chão. Como é possível, um Padre colocar dinheiro sobre um altar, onde  terá lugar uma Celebração Eucarística.  E afinal, estaria a Santa Missa virando palco de teatro, com já vi na missa das crianças de sábado há uns dois anos atrás, a missa sendo interrompida para que fosse encenado um teatro, inclusive com músicas de “rock”.
Por isso, pedi muito a Jesus e acabei sendo encaminhado por uma outra pessoa ao Mosteiro de São Bento, onde aí sim, temos um Celebração Eucarística de respeito e de acordo com os ensinamentos de Jesus Cristo.
Sei que isso em nada irá mudar a maneira como vem sendo conduzida a Santa Missa, em sua Paróquia, Sr. Pároco, já que infelizmente esse modelo e o outros até piores (vide anexo) têm sido adotado como normais em várias Paróquias do nosso Brasil, infelizmente com a aprovação dos Bispos das respectivas dioceses, com algumas poucas exceções(vide anexo).
Mesmo assim, fica aqui a observação desse que talvez seja o maior dos pecadores dessa  Paróquia , pois me sentava sempre  no último ou penúltimo banco, pois julgo-me o último de seus paroquianos. Quem sou eu, para dar lições a um Padre, mas não sou eu que vo-lo digo(vide anexo), eu apenas tomei coragem para expressar minha tristeza em ver tanto descaso e desrespeito com a figura de NOSSO SENHOR JESUS CRISTO.
Realmente, eu poderia ficar quieto e não enviar-lhe essa carta, mas o próprio SENHOR nos adverte:

1 Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por intermédio de homem algum, mas sim por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos),

2 e todos os irmãos que estão comigo, às igrejas da Galácia:

3 Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo,

4 o qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de nosso Deus e Pai,

5 a quem seja a glória para todo o sempre. Amém.

6 Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho,

7 o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo.

8 Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema.

9 Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.

10 Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo. (Gl 1, 1-10)

           *OBS: A comunhão na mão é uma das maiores ofensas que se pode fazer ao SENHOR durante a Santa Missa.
No diretório litúrgico está escrito o seguinte na página 281 (ano 2001):
"Jamais se obrigará algum fiel a adotar a prática da comunhão na mão. Deixar-se-á a liberdade de receber a comunhão na mão ou na boca."

 Enviado pelo irmão Antonio Carlos Pereira - Belo Horizonte/MG

**********

Antes de prosseguir para o anexo que completa este texto acima vamos à:

Algumas observações importantes:

O PAPA JOÃO PAULO II não é a favor da Comunhão na mão. Na Carta "Dominicae Cenae" (24-Fevereiro de 1980) diz-nos o Papa: "Tocar as Espécies Sagradas, fazer a distribuição com as próprias mãos é um privilégio dos ordenados". E, para que ninguém interpretasse de forma diferente estas palavras, três meses depois, perante as câmaras da televisão francesa, negou a Comunhão na mão à esposa do Primeiro Ministro francês, Giscard D´Estaing. No mesmo ano, declarou em Fulda (Alemanha) que não estava de acordo com o Documento que autorizava neste País esta forma de comungar (cfr. "Vox Fidei", nº 10-1981; "Chiesa Viva", nº 112; e S"ol de Fátima", nº 82). Por que motivo, depois desta data, deu a Comunhão em determinados locais desta forma? Porque foi submetido a fortes pressões, fazendo-o acreditar que seria escandaloso para os fiéis proibir agora o que de forma tão fraudulenta foi autorizado, ou para evitar ir contra o que certas Conferências Episcopais haviam aprovado. Também Moisés permitiu o divórcio pela dureza do coração dos Israelitas (Mt. 19, 8).

A MADRE TERESA DE CALCUTÁ manifestou que o pior mal do mundo era o rito da Comunhão na mão? Tal é lógico, pois se se trata de um rito desadequado, torna-se causa de profanação e dessacralização. Deste modo perdem-se as graças. "Se a Graça do Senhor vale mais do que a vida" (Ps 62, 4) e a Eucaristia é "a Vida do mundo" (Jn. 6, 51), o rito aludido é um mal de primeira grandeza (cfr. "The Wanderer", 23-3-89; e "The Fatima Crusader", 3º Trim. 89).

Você tem conhecimento que: NÃO EXISTEM FUNDAMENTOS NA TEOLOGIA TRADICIONAL que justifiquem a Comunhão na mão?: São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", ensina-nos que: "Por reverência a este Sacramento, nenhuma coisa entra em contato com Ela (a Eucaristia) a não ser que se encontre consagrada; por esse motivo é consagrado não só o corporal como também o Cálice, incluindo as mãos do Sacerdote, para tocar Este Sacramento. Daqui se deduz que a mais ninguém é lícito tocar na Eucaristia (Suma Teológica, III Q, 82, a, 3).
Por isso disse São Francisco de Assis: "Só eles (os Sacerdotes) devem administrá-lo e não outros" (Carta 2ª a todos os fiéis, 35). E Santo Agostinho advertiu: "Seria loucura insolente discutir o que se deve fazer quando toda a Igreja Universal tem já uma prática estabelecida..." (Carta 54, 6; a Jenaro). O "Doutor supremo", o Papa Pio XII, 15 séculos mais tarde, mantinha a mesma postura: "Deve ser reprovada de forma severa a ousadia temerária daqueles que introduzem intencionalmente novos costumes litúrgicos ou fazem renascer ritos já fora de uso e que não estejam de acordo com as leis e as rubricas vigentes" (Mediator Dei, 17). O Sínodo de Rouén (anos 649-653), proíbe a Comunhão na mão, mas já séculos antes - no IV e talvez no II, com o Papa S. Sixto I (115-125) já havia sido retirado em vários locais. Estas proibições são mantidas pelo Concílio Dogmático de Trento. E, o próprio Concílio Vaticano II oferece-nos doutrina para desqualificar a prática da Comunhão na mão: "Apesar de cada um dos Prelados, por si só, não possuir a prerrogativa da Infalibilidade, ainda assim, todos eles, que se encontram dispersos por todo o mundo, mantém o vínculo de comunhão entre si e com o Sucessor de Pedro, convergindo num mesmo parecer como Mestres autênticos, expondo uma Doutrina definitiva, nas coisas de Fé e de costumes, anunciando deste modo, infalivelmente a Doutrina de Cristo" (L. G. 5). E a verdade é que a maioria dos Bispos concluiu que a Comunhão na mão seria prejudicial para a Igreja. Mas, apesar disso, acabou por romper-se com a tradição da Igreja.

Sabia que CRISTO está presente nas partículas que se desprendem da Sagrada Eucaristia? Tal é Doutrina da Tradição Eclesiástica ("Obra Mestra do Espírito Santo"), com fundamentação filosófica e teológica, desde os Santos Padres (Orígenes, Tertuliano, S. Anastasio, S. Cirilo de Alexandria, S. Cirilo de Jeusalém, S. Efrén, S. Jerónimo, S. Tomás de Aquino,...), passando por Concílios como os de Florença e Trento, até aos nossos dias. Por essa razão, na liturgia atual, encontra-se ordenado que ao receber a Sagrada Comunhão se deve utilizar a Bandeja ou Patena dos fiéis: "Aquele que comunga responde Amém e recebe o Sacramento, tendo a Patena debaixo da boca" (Missal Romano, nº 117).

Ver o anexo que complementa a carta ao Pároco do início da página
Clique para ler

www.portalanjo.com

 

Envie mensagem a [email protected] com perguntas ou comentários sobre este site da Web.
Copyright © 2004 MOVIMENTO SACERDOTAL MARIANO
Última modificação: 26 agosto, 2004
Hosted by www.Geocities.ws

1