|
“Quem nestes vossos dias, compreende plenamente o esplendor da Minha Cruz? Bem poucos a compreendem. E é por isso que Eu venho, através de ti, a instruir o mundo com paixão. Na Minha sede pelas almas e na Minha agonia por vê-los cair no fogo eterno, eu chamo cada um, neste mundo, à conversão e a preparar-se para o Meu glorioso Reinado do Reino sobre a terra, em que a Minha Divina Vontade passa a ser a essência da vossa vida quotidiana e a insígnia na vossa fronte”
|
|
(Carta de um leigo ao Pároco da Igreja) Belo
Horizonte, Dezembro de 2002
Caro Sr. Pároco
da Igreja Nossa Senhora Mãe da Igreja.
1
Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por intermédio de homem
algum, mas sim por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os
mortos), 2
e todos os irmãos que estão comigo, às igrejas da Galácia: 3
Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo, 4
o qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século
mau, segundo a vontade de nosso Deus e Pai, 5
a quem seja a glória para todo o sempre. Amém. 6
Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou
na graça de Cristo, para outro evangelho, 7
o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem
perverter o evangelho de Cristo. 8
Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além
do que já vos pregamos, seja anátema. 9
Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar
outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema. 10
Pois busco eu agora o favor dos
homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar
aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de
Cristo.
(Gl 1, 1-10)
*OBS: A comunhão na mão
é uma das maiores ofensas que se pode fazer Enviado pelo irmão Antonio Carlos Pereira - Belo Horizonte/MG ********** Antes de prosseguir para o anexo que completa este texto acima vamos à: Algumas observações importantes: O PAPA JOÃO PAULO II não é a favor da Comunhão na mão. Na Carta "Dominicae Cenae" (24-Fevereiro de 1980) diz-nos o Papa: "Tocar as Espécies Sagradas, fazer a distribuição com as próprias mãos é um privilégio dos ordenados". E, para que ninguém interpretasse de forma diferente estas palavras, três meses depois, perante as câmaras da televisão francesa, negou a Comunhão na mão à esposa do Primeiro Ministro francês, Giscard D´Estaing. No mesmo ano, declarou em Fulda (Alemanha) que não estava de acordo com o Documento que autorizava neste País esta forma de comungar (cfr. "Vox Fidei", nº 10-1981; "Chiesa Viva", nº 112; e S"ol de Fátima", nº 82). Por que motivo, depois desta data, deu a Comunhão em determinados locais desta forma? Porque foi submetido a fortes pressões, fazendo-o acreditar que seria escandaloso para os fiéis proibir agora o que de forma tão fraudulenta foi autorizado, ou para evitar ir contra o que certas Conferências Episcopais haviam aprovado. Também Moisés permitiu o divórcio pela dureza do coração dos Israelitas (Mt. 19, 8). A MADRE TERESA DE CALCUTÁ manifestou que o pior mal do mundo era o rito da Comunhão na mão? Tal é lógico, pois se se trata de um rito desadequado, torna-se causa de profanação e dessacralização. Deste modo perdem-se as graças. "Se a Graça do Senhor vale mais do que a vida" (Ps 62, 4) e a Eucaristia é "a Vida do mundo" (Jn. 6, 51), o rito aludido é um mal de primeira grandeza (cfr. "The Wanderer", 23-3-89; e "The Fatima Crusader", 3º Trim. 89). Você tem
conhecimento que: NÃO EXISTEM FUNDAMENTOS NA TEOLOGIA TRADICIONAL que
justifiquem a Comunhão na mão?: São Tomás de Aquino, o "Doutor
Angélico", ensina-nos que: "Por reverência a este Sacramento,
nenhuma coisa entra em contato com Ela (a Eucaristia) a não ser que se
encontre consagrada; por esse motivo é consagrado não só o corporal como
também o Cálice, incluindo as mãos do Sacerdote, para tocar Este
Sacramento. Daqui se deduz que a mais ninguém é lícito tocar na
Eucaristia (Suma Teológica, III Q, 82, a, 3). Sabia que CRISTO está presente nas partículas que se desprendem da Sagrada Eucaristia? Tal é Doutrina da Tradição Eclesiástica ("Obra Mestra do Espírito Santo"), com fundamentação filosófica e teológica, desde os Santos Padres (Orígenes, Tertuliano, S. Anastasio, S. Cirilo de Alexandria, S. Cirilo de Jeusalém, S. Efrén, S. Jerónimo, S. Tomás de Aquino,...), passando por Concílios como os de Florença e Trento, até aos nossos dias. Por essa razão, na liturgia atual, encontra-se ordenado que ao receber a Sagrada Comunhão se deve utilizar a Bandeja ou Patena dos fiéis: "Aquele que comunga responde Amém e recebe o Sacramento, tendo a Patena debaixo da boca" (Missal Romano, nº 117). Ver
o anexo que complementa a carta ao Pároco do início da página |
|
Envie mensagem a [email protected] com perguntas ou comentários sobre este site da
Web.
|