As Últimas Misericórdias de Deus - Ordem de Apóstolos MSM/OAFT

“Quem nestes vossos dias, compreende plenamente o esplendor da Minha Cruz? Bem poucos a compreendem. E é por isso que Eu venho, através de ti, a instruir o mundo com paixão. Na Minha sede pelas almas e na Minha agonia por vê-los cair no fogo eterno, eu chamo cada um, neste mundo, à conversão e a preparar-se para o Meu glorioso Reinado do Reino sobre a terra, em que a Minha Divina Vontade passa a ser a essência da vossa vida quotidiana e a insígnia na vossa fronte”

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Novamente o Arcebispo

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DE NOVO O ARCEBISPO...

Primeiramente vamos a...

Transcrição integral do texto publicado no Jornal “Correio do Povo”, do dia 20 de julho de 2003.

Pessoas e estruturas

VOZ do PASTOR, Dom Dadeus Grings 

(Arcebispo de Porto Alegre RS)

 

Diante da problemática das reformas, posicionaram-se diferentemente os conservadores, que as julgam perniciosas; os progressistas, que as promovem; e os revolucionários, que as impedem para implodir todo o sistema. Mas, além dessas posições ideológicas, temos posições pessoais favoráveis ou desfavoráveis. E as razões são múltiplas. Ficamos tristes quando constatamos que, nos anos passados, muitas reformas que se faziam necessárias não obtiveram aprovação por interesses pessoais de busca do poder. É o famoso jogo de favores. A questão alarga-se para os grupos e categorias. Assim como há pessoas que se opõem às reformas para não perderem privilégios, também existem organizações que boicotam qualquer mudança para não perderem seus ‘direitos adquiridos’, que muitas vezes não passam de abusos prolongados.

Por que as reformas não andam? Por que há tantas resistências? A razão é complexa. Nem sempre deve ser debatida à má vontade ou a interesses particulares. Aliás, gostaria que nunca fosse essa a razão dos impasses. Houvesse sempre um empenho pelo bem comum e pela verdade acima das paixões partidárias e bem mais elevado que as vantagens pessoais ou de grupo. As questões que dizem respeito ao bem comum são complexas. Assim, por exemplo, se na Igreja alguém tentasse forçar uma reforma nos dogmas de fé, certamente enfrentaria uma reação intransponível, que provém da própria identidade cristã. Trata-se de um depósito que deve ser resguardado de qualquer invectiva e que tem, como garantia, não só o sangue dos mártires, mas uma assistência especial de Deus aos seus pastores, tornados infalíveis, quando dirimem definitivamente questões de fé e de moral. Trata-se de um tema que envolve a própria verdade e unidade da Igreja.

Mas, nas questões práticas, das estruturas e da organização, das medidas a serem tomadas, entram fatores que não se dirimem pelos ditames da verdade. Entram critérios que necessitam opções entre o bom e o melhor; entre dois bens possíveis; entre o mal e o pior; entre um mal maior e um mal menor... Quem e como decidir?

Tomemos novamente um exemplo da prática eclesial: a distribuição da Sagrada Comunhão: será melhor dá-la na boca ou nas mãos? De pé ou ajoelhado? Sob uma ou duas espécies? Em linha de princípio, todos esses métodos são válidos. Se, porém, alguém teima em receber a comunhão de joelhos, na boca e exclusivamente do sacerdote, certamente seria conservador – no sentido de procurar manter uma prática pré-conciliar e não atual modo de proceder, de pessoas que regularmente vêm em procissão e recebem a hóstia na mão – atrapalha e se torna reacionário. Não sente com a igreja local nem se conforma com seu modo normal de proceder.

Assim acontece com as pessoas que são contra as reformas. Umas por preconceito, sendo difícil ou até impossível um diálogo; outras por comodidade, tornando infrutífero qualquer esclarecimento; outros por interesse pessoal ou de grupo, impossibilitando qualquer acordo; outros por convicções fundadas nas exigências do bem comum, contribuindo eficazmente, assim, para o aprimoramento das estruturas e não deixando que se façam reformas impensadas e prejudiciais.

Diante da realidade, quando há muitas opções, não é fácil decidir. A moral estabelece alguns princípios para assegurar a responsabilidade em caso de dúvida. Os cristãos, principalmente os que militam na política e que carregam o peso da representatividade de seus eleitores, muitas vezes trepidam diante das reformas, bem como diante das grandes decisões e votações, para dirimir questões atinentes ao bem comum.

Para ajudar nesses momentos cruciais está, de um lado, a prudência, que leva a consultar pessoas mais entendidas e fazer um estudo sério antes de decidir; e, de outro lado, está a ousadia, que não se acovarda diante das dificuldades e das reações em contrário. Não vai na onda do mais fácil ou da pressão de grupos avessos ao bem comum. Serve de modelo São Luís IX, rei da França. Teve a sorte de viver e reinar no tempo da Universidade de Paris, em seu máximo fulgor, com a presença dos maiores teólogos da Idade Média como São Tomás de Aquino e São Boaventura. Mas também teve a sabedoria de ouvi-los amiúde e de não tomar nenhuma grande decisão sem recorrer ao aval dos sábios orientadores. E hoje? (fim)


“Velai sobre o rebanho de DEUS , que vos é confiado. Tende cuidado dele, não constrangidos, mas espontaneamente; não por amor de interesse sórdido, mas com dedicação; não como dominadores absolutos sobre as comunidades que vos são confiadas, mas como modelos de vosso rebanho. E, quando aparecer o supremo Pastor, recebereis a coroa imperecível de glória.” (1Pd. 5, 2-4)

 

Hoje.. lamentavelmente, estamos passando do estágio de preocupados, para escandalizados. Vejamos o porquê?

Há algumas semanas atrás, conforme artigo neste portal, “A desobediência escancarada de um Arcebispo Católico”, de 09/07/2003, que se encontra no endereço http://www.portalanjo.com/cruz/escandalo.htm fomos surpreendidos pela atitude do arcebispo de Porto Alegre, Dom Dadeus Grings, que, ignorando as orientações da Santa Sé, resolveu, em uma atitude clara de desobediência, impactando a Igreja, participar de uma reunião dos dirigentes da maçonaria.

Agora, recentemente, em artigo de 20.07.2003, no Jornal Correio do Povo, página 18, transcrito acima, o referido Arcebispo, mais uma vez, ao exprimir sua posição, neste caso sobre o modo de os fiéis receberem a JESUS Eucarístico, novamente contradiz a Santa Sé, a qual, temos absoluta certeza, deve ser fiel. Pois então, vamos direto ao 4.º parágrafo do texto acima, para não nos alongarmos:

“... se, porém, alguém teima em receber a Comunhão de joelhos, na boca e exclusivamente do sacerdote...

         Nesta afirmativa o Sr. Arcebispo faz juízo de valor da atitude dos fiéis que preferem ter o máximo de respeito e adoração, quando comparecem junto ao seu DEUS e Senhor, em Corpo, Sangue, Alma Divindade e Espírito, para recebê-lo, julgando-os teimosos... Pergunto-me:

1.º - Será que Nosso Senhor JESUS CRISTO pensa o mesmo, sendo ELE manso e humilde de coração?

2.º - Ocupando Dom Dadeus o cargo de maior autoridade da Igreja Católica no RS, supõe-se que sua espiritualidade deva reconhecer que nosso Salvador e Redentor é pleno em Sua santa e augusta presença Eucarística, apenas escondendo a humanidade de Seu Corpo glorioso sob o véu das Sagradas Espécies; portanto não seria ELE merecedor de todo o nosso amor, adoração, devoção e respeito?

3.º - Será atitude de um filho de DEUS grato, ir ao encontro d’Aquele que se imolou por nós na Cruz, e assim reabriu as portas do Paraíso, tendo satisfeito a Justiça Divina, com indiferença, frieza e sem um forte ato de fé, como se nada de sublime e especialíssimo estivesse ocorrendo naquele momento?

 

“... para que ao nome de JESUS se dobre todo joelho no Céu, na terra e nos infernos.” (Fl. 2,10).

 

E mais, esses chamados teimosos estão plenamente de acordo com as orientações do Vaticano, pois a Sagrada Congregação para os Sacramentos e o Culto Divino nos diz na “Instrução – Inaestimabile Donum – sobre algumas normas relativas ao Culto da Santíssima Eucaristia, o seguinte:

  

Parágrafo 9

A comunhão Eucarística

“A comunhão é um dom do Senhor que é dado aos fiéis por intermédio do ministro deputado para isso. Não se admite que os fiéis tomem eles próprios o pão consagrado e o cálice sagrado, e muito menos se admite que os fiéis os passem uns aos outros.”

Parágrafo 11

“A Igreja exigiu sempre dos fiéis respeito e reverência para com a Santíssima Eucaristia, no momento em que a recebem. Quanto ao modo de se apresentar à Comunhão, esta pode ser recebida pelos fiéis tanto de joelhos, como de pé...”

Acabamos de ver, através dessa Instrução oficial do Vaticano, que não existem teimosos, como acusa o Arcebispo. Porém que existem desobedientes, ah!... Quanto a isso não há dúvidas e tragicamente para o futuro da Igreja e sua fidelidade ao Céu, não são poucos... ou seria rebeldia... ou ainda, apostasia... Vejamos o que diz o parágrafo 18 da mesma instrução da Santa Sé:

Parágrafo 18

Como é sabido, há várias tarefas que a mulher pode desempenhar na assembléia litúrgica, entre as quais, a leitura da Palavra de DEUS e a proclamação das intenções na oração dos fiéis.

Porém, não são permitidas às mulheres as funções de servir ao altar como acólito(coroinha).

E o que diremos das ministras da Eucaristia que, em muitas paróquias, estão hoje a conduzir, do alto do presbitério, celebrações (?) apóstatas? Disso os senhores eclesiásticos nada reclamam...

Em tempo: Também o Diretório Litúrgico, páginas 272 e 273 (Igreja no Brasil – CNBB-1999) não condena como teimosos esses fiéis que assim procedem, pois afirma no parágrafo 7: “Jamais se obrigará algum fiel a adotar a prática da Comunhão na mão. Deixar-se-á a liberdade de receber a Comunhão na mão ou na boca.”

Até porque se dissesse o contrário, estaria opondo-se à Santa Sé.

 

Na continuação do texto do Arcebispo é dito: ... – no sentido de procurar manter uma prática pré-conciliar...”.

Queremos dizer a Dom Dadeus que ele está equivocado, pois o Concílio Ecumênico Vaticano II, não alterou a prática de receber a Eucaristia pelos fiéis. Inclusive, deixamos bem claro que a comunhão na mão foi uma PERMISSÃO, nunca uma ALTERAÇÃO para substituir a prática da comunhão na boca. O que houve, na realidade, foi uma pressão de alguns membros do clero na Alemanha, Bélgica, Holanda e França, para que o Papa Paulo VI, após o Concílio, autorizasse a prática da Comunhão na mão, que estava estendendo-se sem nenhuma autorização, numa atitude abusiva de indisciplina e individualismo. Inclusive em fevereiro de 1965, a Santa Sé criou um Conselho para colocar em andamento as recomendações litúrgicas conciliares. Esse órgão pediu em carta (12/10/1965) ao Cardeal Alfrink, que a Holanda conservasse o modo tradicional de distribuir a Santa Comunhão, qual seja, na boca.

Diante das incompreensões e contínuas pressões, lamentavelmente, a Sagrada Congregação para os Sacramentos e o Culto Divino concedeu a permissão para que na Alemanha (06/07/1968) e na Bélgica (11/07/1968) fosse adotada a nova prática da comunhão na mão. Porém, devido a protestos daqueles que sabem a importância de manter a Sacralidade no Culto a DEUS dentro de Sua Igreja, o Papa Paulo VI suspendeu tal concessão em 25/07/1968. Mesmo sendo essa uma decisão papal, os “desobedientes” continuaram com sua insistência na prática da comunhão na mão, o que levou o Sumo Pontífice a realizar uma pesquisa mundial de opinião entre o Episcopado, em 12 de março de 1969, com o seguinte resultado:

 

·        Contrários à comunhão recebida na mão: 1233 bispos

·        Favoráveis à comunhão recebida na mão:  567 bispos

 Saiba mais um pouco sobre o que não lhe dizem, fazendo de você também um desobediente:

 

• Em 24 de fevereiro de 1980, na carta “Dominicae Cenae”, o Papa João Paulo II pediu perdão pelos abusos litúrgicos que vinham acontecendo até então. (Desgraçadamente, nestes últimos 23 anos, constatamos que eles só aumentaram).

          

 São Tomás de Aquino (o doutor Angélico) nos deixou escrito a respeito da Eucaristia: “Por reverência a esse Sacramento, nenhuma coisa entre em contato com Ela, a não ser que esteja consagrada, para a qual não se consagram somente o corpo, mas também o Cálice e, mesmo assim, as mãos do sacerdote, para tocar esse Sacramento. De onde se deduz que a ninguém é lícito tocá-lo.” (Sum. T.III Q.82, a, 3)

• Disse São Francisco de Assis: “Somente eles (os sacerdotes) devem administrá-lo (Sacramento da Eucaristia), e não outros.” (Segunda carta a todos os fiéis, 35).

• Também Santo Agostinho tinha advertido: “Seria loucura insolente discutir o que se há de fazer quando toda a Igreja universal (Católica Apostólica Romana pelo mundo) já tem uma prática estabelecida...” (Carta 54, 6 a Jenaro)

 • São Bernardo escreveu: “Quando JESUS está presente corporalmente em nós, ao nosso redor montam guarda de amor, os Anjos...

• Disse Santa Margarida Maria Alacoque: “Sinto um tal desejo da Santa Comunhão, que se fosse necessário caminhar com os pés nus por uma estrada de fogo, a fim de conseguí-la, eu o faria com indizível alegria...

 

• Santa Catarina de Sena segredou a seu confessor: “Quando não posso receber o Senhor, vou à igreja e lá fico olhando para ELE... continuo a olhar.., e isso me sacia...”

• São João Batista de La Salle aconselhava: “Aproximai-vos da Sagrada Mesa com as mesmas disposições que quereríeis ter para entrar no Céu, pois não se há de ter um respeito menor para receber a JESUS CRISTO, do que para ser recebido por ELE...

• Afirmou o Papa Pio X: “a pessoa pode esperar em pé por símbolos e promessas, mas a realidade que é DEUS presente na Eucaristia, a pessoa deve receber com carinho e de joelhos.”

 • “Aquele que comunga responde ‘Amém’, e recebe o Sacramento tendo a patena abaixo da boca.” (M. Romano, N. 117)

Conforme recomenda o Missal Romano, lembramos da importância também do uso da patena, pois todos os fiéis têm que manter a convicção da presença real de JESUS Eucarístico em toda a Sua plenitude, na mais ínfima das partículas consagradas, inclusive naquelas que, na maioria das vezes, não enxergamos. Alguns ainda a mantém, pois ao comungarem na mão, saem lambendo a sua palma... Se você comungar na boca, mesmo que o sacerdote tenha “aposentado” a patena, poderá reduzir o risco de jogar ao chão, para ser pisoteado, nosso Senhor Eucarístico, além de não precisar mais sair lambendo a mão...

 

• Madre Tereza de Calcutá, que em breve será beatificada, em uma visita à Igreja de Santa Inês, em Nova York, após participação na Santa Missa matinal, foi convidada por Frei George William Rutler, para uma longa conversa:

         “De repente, perguntei a ela, conta Frei George:

         - Madre Tereza, para a Senhora, qual é o maior problema do mundo?

         E comecei a relacionar os piores que entendia: fome, miséria, crises familiares, rebelião contra DEUS, corrupção da mídia, ameaça nuclear, e outros... Sem me interromper um segundo, disse ela:

         - Onde quer que eu entre, no mundo inteiro, o que me faz triste é assistir as pessoas recebendo a Comunhão na mão...

 

• Em junho de 1980, em viagem à França, na Basílica de Notre Dame, em Paris, o Santo Padre, Papa João Paulo II, negou a comunhão na mão à esposa do então presidente da França, Giscard D’Estaing.

 

• O Papa Pio X descreve no grande catecismo, capítulo 10, parágrafo 4: “a maneira digna de receber a Sagrada Comunhão é de joelhos e na língua.”

 

• O Papa Paulo VI lembra na encíclica “Mysterium Fidei”: “não se altere, seja no que for, o modo de conservar a Eucaristia, ou de receber a Sagrada Comunhão, segundo foi estabelecido pelas Leis eclesiásticas, ainda em vigor.”

 

• Leia e reflita sobre o desabafo que Nosso Senhor JESUS CRISTO fez a Sua escolhida, Santa Maria Josefa Menendez, religiosa, no dia 02/03/1923: (Para desespero dos céticos oficialistas de plantão, perseguidores das Aparições de Nossa Senhora e das Revelações de Nosso Senhor, ela foi canonizada em 30/10/2000. Portanto, caros doutores da lei contemporâneos, não se trata de nenhuma louca, visionária ou vigarista, como os “sapientíssimos” senhores vivem acusando os profetas de hoje):

 

... Contemplando então todas as almas que se alimentariam do Pão Divino, vi ao mesmo tempo as ingratidões de tantas almas consagradas... de tantos sacerdotes... e que tristeza para Meu Coração! Vi as que, pouco a pouco, se haviam de abandonar à rotina... e pior ainda... ao fastio, ao tédio e à tibieza... (...) Ah! Que dor aguda para o Meu Coração, quando me sinto forçado a dizer: As almas do mundo ferem-Me as Mãos, os Pés e mancham-Me a Face. Mas as almas escolhidas, as Minhas escolhidas, as Minhas esposas, os Meus sacerdotes, despedaçam e rasgam Meu Coração... Quantos sacerdotes depois de terem restituído a graça a muitas almas estão, eles próprios, em estado de pecado? Quantos assim celebram..., assim Me recebem... vivem... e morrem assim?

 

• Em recente “Instrução acerca de algumas questões sobre a colaboração dos fiéis leigos no sagrado ministério dos sacerdotes”, de 13.08.1997, o Santo Padre João Paulo II aprovou e ordenou a promulgação dos artigos a seguir, que fazem parte do texto:

 

Artigo 8 – O ministro extraordinário da Sagrada Comunhão

 

§ 1. A disciplina canônica sobre o ministro extraordinário da sagrada comunhão deve, porém, ser corretamente aplicada para não gerar confusão. Ela estabelece que ministros ordinários da sagrada comunhão são o bispo, o presbítero e o diácono, enquanto é ministro extraordinário o acólito instituído ou o fiel para tanto escolhido conforme a norma do canon 230, § 3.

 

§ 2. Para que o ministro extraordinário, durante a celebração eucarística, possa distribuir a sagrada comunhão, é necessário ou que não estejam presentes ministros ordinários ou que esses, embora presentes, estejam realmente impedidos. Pode igualmente desempenhar o mesmo encargo quando, por causa da participação particularmente numerosa dos fiéis que desejam receber a Santa Comunhão, a celebração Eucarística se prolongar excessivamente por causa da insuficiência de ministros ordinários. Esse encargo é supletivo e extraordinário e deve ser exercido segundo a norma do direito. Para não gerar confusão deve-se evitar e remover algumas práticas que há algum tempo foram introduzidas em algumas igrejas particulares, como por exemplo:

-         o uso habitual de ministros extraordinários nas Santas Missas, estendendo arbitrariamente o conceito de numerosa participação;

-         são revogadas as leis particulares e os costumes vigentes que sejam contrários a esta norma, como igualmente quaisquer eventuais faculdades concedidas “ad experimentum”  pela Santa Sé, ou por qualquer outra autoridade a ela subalterna.

 

Procurou-se até aqui deixar bem claro, sem sofismas, que nestes tempos da grande apostasia, exaustivamente profetizados, o dever do verdadeiro fiel é o de buscar a verdade, que como a verdade é única, absoluta, e para isso ser alcançado é imperativo o estado de graça e a oração. Também é muito triste ter de chamar a atenção para aqueles eclesiásticos que já não estão mais seguindo as determinações do Papa e da Santa Sé.

Devemos de agora em diante, deixando de lado o respeito humano e um comodismo subserviente, ter plena consciência do que seguir, pois todos nós, um dia, quando chegarmos na presença do Justo Juiz, disso seremos cobrados, podemos todos ter absoluta certeza. E que ninguém iluda-se ao imaginar que poderá transferir ou eximir-se de sua responsabilidade por ter seguido orientações equivocadas, mesmo que sejam de eclesiásticos.

Para encerrar estas considerações, nada melhor que o sucessor de Pedro, aquele que liga a terra ao Céu, o Papa João Paulo II. Disse ele em Dublin, a 29 de setembro de 1979:

“A Eucaristia, na Missa e fora da Missa, é o Corpo e o Sangue de JESUS CRISTO e merece, portanto, a adoração que se tributa ao DEUS vivo e somente a ELE. Assim, cada ato de reverência, cada genuflexão que fazeis diante do Santíssimo Sacramento é importante, porque é um ato de fé em CRISTO, um ato de amor a CRISTO.”

 

De todos os lados espalharam-se idéias que contradizem a verdade que foi revelada e sempre ensinada. Verdadeiras heresias foram divulgadas nos domínios do dogma e da moral, suscitando dúvidas, confusão e rebelião. A própria liturgia foi violada.`Mergulhados numrelativismo” intelectual e moral, os cristãos são tentados por um “iluminismo” vagamente moralista, por um cristianismo sociológico, sem dogma definido e sem moralidade objetiva.” (Homilia do Papa, em 06/02/1981)

 

“Porque está escrito: Por minha vida, diz o Senhor, diante de Mim se dobrará todo joelho, e toda língua dará glória a DEUS (Is. 45, 23). Assim, pois, cada um de nós dará conta de si mesmo a DEUS. (Rm. 14, 11-ss)

 

Observação:

Quanto às demais acusações que constam acima, na coluna do arcebispo, tais como atrapalhadores, reacionários, insensíveis, inconformados, etc. (grifados), creio que foram todas respondidas pelo conjunto deste texto. Mais detalhes, o futuro, não muito distante, se encarregará de explicitar. Quem viver, verá! A leitura do masterplano (plano cavalo de tróia) lhes ajudará a entender melhor o que vem acontecendo com nossa Igreja, pelo menos nos últimos 40 anos, com as tais “reformas modernizantes”, em sua grande maioria secularistas, apóstatas, profanadoras e até, em alguns casos, herejes.

 

Nota final:

Se você já não segue as orientações da Bíblia, dos Papas, da Santa Sé, dos Santos, dos doutores da Igreja e de sua milenar tradição, não será motivo suficiente para profunda e longa reflexão? Principalmente sendo avisado que vivemos os tempos proféticos da apostasia? Depois poderá ser tarde...Não diga que não foi avisado...

 

 Leigos católicos fieis as tradições da Santa Igreja e ao Papa João Paulo II, em 19/08/2003.

 

Mais informações: www.portalanjo.com

Veja também: O Masterplano, o plano para destruir a Igreja.
                Acesse: http://www.portalanjo.com/cruz/masterplano1.htm

 

 

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