Oferta de Formação a Distância
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1. Título - Curso de Pedagogia em EaD – Habilitação em Tecnologia Educacional. 2. Público-alvo - formação para profissionais com atuação em espaços sociais e educacionais. 3. Número de vagas - 50 para cada nova turma 4. Duração - 4 anos, dividido em 8 semestres 5. Carga horária - 3864 horas 6. Processo seletivo - Prova presencial, de conhecimentos básicos ( língua portuguesa, matemática, redação e língua estrangeira, química, física, geografia, história e filosofia). 7. Justificativa: A iniciativa da Coordenação busca apresentar uma proposta de criação da unidade de cursos de formação, na União Educacional de Minas Gerais – UNIMINAS, e a implantação de cursos a distância, insere-se em um contexto de profundas alterações nas relações produtivas e socioculturais e comunicacionais das sociedades contemporâneas. A linguagem contemporânea, baseada nas tecnologias, utiliza interatividade, multimídia, ambientes virtuais de aprendizagem, conectividade, redes de elaboração e tele-trabalho, com base nesse itens, acenam para a necessidade de inovação na área de educação, formando novos profissionais, inovadores e transformadores de opinião. 8. Objetivos: A Proposta apresentada busca Qualificar, Estruturar e Credenciar a UNIMINAS, na utilização das Novas Tecnologias da Comunicação e da Informação, buscando contribuir para a compreensão do processo educativo em suas múltiplas inter-relações: pedagógicas, históricas, sociais, econômicas, políticas, e culturais, para o domínio de fundamentos teóricos básicos das ciências que integram o currículo do curso, visando a formação de um número maior de cidadãos em cursos de nível superior.
9. Diretrizes pedagógicas: Tem a finalidade de definir os princípios norteadores das políticas institucionais do Centro Universitário, voltado para o ensino, a pesquisa, a extensão e as ações comunitárias, foram elaboradas as seguintes diretrizes:
10. Diretrizes curriculares
11. Metodologia ou funcionamento (presencial e a distância) Fase presencial: 20%
Fase EaD: 80% · Atividades de estudo individual apoiadas em material didático auto-instrucional, utilizando-se dos recursos da Internet; · Encontros agendados com os Orientadores Acadêmicos, para a discussão de pontos considerados polêmicos, a serem encaminhados aos Professores Especialistas, ou resolvidos através do sistema de comunicação disponibilizado (e-mails e fóruns de discussão).
12. Material didático:
Texto-base: Os textos-base têm como objetivo não só de garantir o desenvolvimento do conteúdo básico indispensável ao curso, mas também de oportunizar o processo de reflexão-ação-reflexão por parte dos alunos, na medida que, dialogicamente, propõe reflexões sobre sua prática em relação às teorias estudadas. Além disso, há nos textos sugestões de tarefas e pesquisas, com o objetivo de aprofundamento teórico na área de conhecimento trabalhada. Os textos dos fascículos são compreendidos, também, no contexto curricular do curso, como sinalizadores dos recortes de conteúdo feitos nas áreas de conhecimento e das abordagens metodológicas propostas. Livros: Os livros indicados pelos autores dos textos base, como leitura obrigatória e complementar estará à disposição dos alunos na biblioteca da unidade de formação. Artigos de Revista e Jornais: Os coordenadores e orientadores acadêmicos devem selecionar artigos de revistas e jornais relativos aos temas estudados e disponibilizá-los aos orientadores acadêmicos e alunos do curso, oportunizando, assim, uma maior dinamicidade na construção do currículo. Além dos textos sugeridos pelos coordenadores de área, os alunos serão incentivados a buscarem outros textos, principalmente via internet. Textos Audiovisuais: Serão utilizados no curso os vídeos recomendados pelos autores dos fascículos como material complementar. Além disso, a Coordenação Acadêmica estará indicando e incentivando leituras de vídeos que ampliem as possibilidades de compreensão e aprofundamento dos conteúdos trabalhados. Vislumbra-se a organização de uma videoteca na unidade de formação, com vídeos educativos considerados indispensáveis pelos autores dos textos e pelos professores do curso. Textos Orais: Farão parte também da dinâmica curricular, palestras e conferências proferidas por ocasião da realização dos seminários presenciais e veiculados através de videoconferência, especialmente para os alunos do curso. Textos dos Alunos: À medida que os alunos vão produzindo seus textos, resultados dos estudos e pesquisas realizados, eles serão colocados em disponibilidade na biblioteca na unidade de formação para Leitura. 13. Requisitos mínimos Acesso à internet. 14. Orientação acadêmica e comunicação (sistema de tutoria) : A orientação acadêmica do curso de Pedagogia não é compreendida apenas como uma peça de um sistema, cuja função principal é possibilitar a mediação entre o estudante e o material didático do curso, ou, ainda, como um facilitador de aprendizagem ou animador. Ela é compreendida, isto sim, como um dos elementos do processo educativo que possibilita a (res) significação da educação à distância, principalmente em termos de possibilitar, em razão de suas características, o rompimento da noção de tempo / espaço da escola tradicional: tempo como objeto, exterior ao homem, não experiencial. Se o tempo e o sujeito constituem-se mutuamente, o tempo é o tempo do sujeito (Neder, 1999). A orientação acadêmica traz a possibilidade de se garantir o tempo como o tempo de cada um, na perspectiva do respeito às diversidades e singularidades de grupos e/ou indivíduos. Os especialistas são professores ativos da UNIMINAS. Por sua vez, os orientadores acadêmicos serão professores das redes estaduais, federais e privadas de ensino, colocados a disposição da UNIMINAS, e que estarão envolvidos no projeto. Serão escolhidos através de um processo de seleção que levará em conta alguns critérios. O candidato deverá: a) Residir na região onde se desenvolve o curso; b) Possuir licenciatura; c) Apresentar disponibilidade para se dedicar, em tempo exclusivo, ao cumprimento das tarefas que compõem a sua atividade; d) Demonstrar possuir conhecimentos básicos exigidos de um orientador acadêmico. e) Aceitar participar, de uma Especialização Latu-Sensu em-Orientação Acadêmica. O Orientador desempenhará funções no âmbito do processo de ensino-aprendizagem e da avaliação curricular. Com relação à primeira dimensão, o orientador acadêmico terá como funções: a) Auxiliar os educandos na análise e entendimento dos objetivos do curso e de estruturação (educação aberta e a distância); b) Orientar os educandos individualmente ou em pequenos grupos, identificando as suas dificuldades de aprendizagem e auxiliando-os na superação das mesmas; c) Orientar os educandos na utilização da biblioteca na unidade de formação; d) Incentivar os educandos a consultar bibliografia complementar aos textos didáticos de base; e) Detectar problemas de aprendizagem dos educandos que afetem seu desempenho nos cursos e auxiliar na busca de soluções para os mesmos; f) Realizar, em conjunto com seus pares, atividades que contribuam para o desenvolvimento do curso; g) auxiliar os educandos em sua auto-avaliação; h) participar do processo de avaliação de desempenho dos educandos; i) em conjunto, organizar e manter em ordem os registros acadêmicos, o patrimônio e a biblioteca; j) participar da organização e desenvolvimento dos Seminários Temáticos e Atividades Práticas de Ensino. Com relação ao processo da avaliação curricular, o orientador acadêmico terá como funções: a) avaliar, com base nas dificuldades dos alunos, os materiais instrucionais utilizados no curso; b) indicar falhas na orientação acadêmica e na orientação dos especialistas, sugerindo estratégias para a melhoria de sua eficácia; c) sugerir apoios complementares não previstos no projeto; d) participar do processo de avaliação do curso. 15. Sistemática de avaliação (da aprendizagem, do Curso, mínimo necessário, TCC) O processo de avaliação de aprendizagem na Educação a Distância, embora possa, segundo Neder (1996), se sustentar em princípios análogos aos da educação presencial, requer tratamento e considerações especiais em alguns aspectos: Primeiro um dos objetivos fundamentais da EAD é de obter dos alunos não só a capacidade de reproduzir idéias ou informações, mas sim a capacidade de produzir conhecimentos, analisar e posicionar-se criticamente frente as situações concretas que se lhes apresentem. Segundo, no contexto da EAD o aluno não conta, comumente, com a presença física do professor. Por este motivo, faz-se necessário desenvolver métodos de trabalho que oportunizem ao aluno: buscar interação permanente com os professores, coordenadores e orientadores acadêmicos todas as vezes que sentir necessidade; obter confiança frente ao trabalho realizado, possibilitando-lhe não só o processo de elaboração de seus próprios juízos, mas também do desenvolvimento de sua capacidade de analisá-los. O trabalho do professor especialista, ao organizar o material didático básico para orientação do aluno, deve contribuir para que todos questionem aquilo que julgam saber e, principalmente, para que questionem os princípios subjacentes a esse saber. Nesse sentido, a relação teoria-prática coloca-se como imperativo no tratamento do conteúdo selecionado para o curso, e fundamental a relação intersubjetiva, dialógica, professor/aluno, mediada por textos. O que interessa, portanto, no processo de avaliação de aprendizagem é analisar a capacidade de reflexão crítica dos alunos frente a suas próprias experiências, a fim de que possam atuar dentro de seus limites, sobre o que os impede de agir para transformar aquilo que julgam limitado em termos do projeto político pedagógico da escola. Para tanto, é estabelecida uma rotina de observação, descrição e análise contínua da produção do aluno que, embora se expresse em diferentes níveis e momentos, não deve alterar a condição processual da avaliação. Num primeiro nível, busca-se observar e analisar como se dá o processo de estudo do aluno: se estiver acompanhando as abordagens e discussões propostas no material didático; quais os graus de dificuldades encontradas na relação com os conteúdos trabalhados; como é seu relacionamento com a orientação acadêmica; como desenvolve as propostas de aprofundamento de conteúdos; qual sua busca em termos de material de apoio, sobretudo bibliográfico; se mantém um processo de interlocução permanente com professores e orientadores; como se relaciona com outros alunos do curso; se tem realizado as tarefas propostas em cada área de conhecimento; se tem utilizado diferentes canais para sua comunicação com a orientação acadêmica e com os professores; se é capaz de estabelecer relações entre o conhecimento trabalhado e sua prática pedagógica; se tem feito indagações e questionamentos sobre as abordagens propostas, se tem problemas de ordem pessoal ou profissional interferindo no seu processo de aprendizagem. O acompanhamento nesse nível se dá através da orientação acadêmica, com descrição em fichas individuais e com critérios para análise do envolvimento do aluno no processo. Cada orientador acadêmico se responsabiliza por um grupo de 15 - 25 alunos em média para que possa acompanhar individualmente cada aluno. Caso o aluno não apresente um desempenho satisfatório em termos de compreensão dos conteúdos trabalhados, ele é aconselhado a refazer seu percurso, aprofundando e ampliando suas leituras. Somente depois de atender as exigências desse nível, o aluno é aconselhado a participar do nível seguinte. Num segundo nível, busca-se observar em que medida o aluno está acompanhando o conteúdo proposto em cada uma das áreas de conhecimento: se for capaz de posicionamentos crítico-reflexivos frente às abordagens trabalhadas e frente a sua prática docente. Nesse nível, o aluno realiza avaliações formais, com proposições, questões e temáticas que lhe exijam não só um nível de síntese dos conteúdos trabalhados, mas também a produção de textos escritos, com nível de estruturação que um texto acadêmico exige. Essas questões ou proposições são elaboradas pelos professores especialistas responsáveis pelas áreas de conhecimento, com a participação do orientador acadêmico. Este nível de avaliação é também descrito e registrado nas fichas individuais do aluno. Caso o aluno não tenha o desempenho desejado, ele é aconselhado a refazer alguns percursos de estudo, aprofundando mais suas leituras. Num terceiro nível, o aluno realiza estudos ou pesquisas, a partir de proposições temáticas relacionadas a questões educacionais, sobretudo ligadas ao cotidiano. Os resultados desses estudos são apresentados nos seminários temáticos, precedidos de planejamento e orientação. A preocupação neste nível é de oportunizar o aluno elementos para a produção de um trabalho de análise crítico-reflexiva frente a uma determinada temática ou situação de seu cotidiano escolar. A realização do seminário temático oportuniza, ainda, uma abordagem integradora entre os conteúdos das diferentes áreas de conhecimento. Resumindo, a postura de avaliação assumida no ensino-aprendizagem pressupõe por um lado, uma compreensão do processo de construção do conhecimento e, por outro, a compreensão da ação de avaliar como processo pedagógico de interação contínua entre aluno / conhecimento / professor. Embora a avaliação se dê de forma contínua, cumulativa, descritiva e compreensiva, é possível particularizar três momentos no processo:
Somente após a realização e participação nesses três níveis de avaliação é que é feita a valoração final do desempenho do aluno, traduzida em número por exigência de normas institucionais.
16. Infra-estrutura de apoio: Instituição credenciada ao MEC com disponibilidade de materiais de apoio, disponibilidade de ferramentas ao computador, site de instruções e biblioteca.
17. Equipe multidisciplinar
18. Levantamento financeiro O pagamento do curso será realizado através de boleto bancário.
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