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| Como as Águias
Tere Penhabe |
| Olho para o tempo
ele exige explicações que eu não tenho eu não procurei saber. Ele sempre correu na frente como criança peralta e desobediente não segurou minha mão. Tentei acompanhar chegar junto abrir portas para o amor da solidão me desvencilhar. E tudo que eu consegui uma janela de onde eu olho a vida agora passando lá fora, indo embora. Fecho os olhos e tento inventar uma história de amor para ao mundo contar não há quem acredite, jamais. Meu coração tão cheio de ilusão agora só um corredor sem fim onde ninguém mora, ninguém vive. Mas não há porque chorar, sofrer amor é paz não pousará em lágrimas jamais amor é a liberdade de viver, sorrir. E só precisa de um minuto, nada mais só um minuto para viver, ser grande, renascer marcar para sempre dois seres. Depois voar... O amor sempre voa... como as águias... Itanhaém, 05/01/2004_00:49hs www.amoremversoeprosa.com |