O Castelo de Santarém Veja este site também em http://es.geocities.com/atoleiros |
|
|
|
|
Castelo de Santarém - Vista Geral No alvorecer do século V, diante da invasão da Hispânia pelos bárbaros (Alanos, Vândalos), a povoação foi dada a Sunerico-. Os Suevos se apossaram sem grande dificuldade da povoação (), no que foram sucedidos posteriormente, no século VII pelos Visigodos, altura em que era denominada como Sancta Irena. No início do século VIII, ocupada pelos Muçulmanos, que a designavam como Chantirein ou Chantarim, manteve-se a sua estrutura urbana e fortaleceu-se a sua vocação agrícola, comercial e administrativa. No contexto da Reconquista cristã da península, Santarém foi por diversas vezes alvo das investidas dos reis asturo-leoneses, época em que as suas fortificações devem ter sido sucessivamente reparadas e reforçadas pelos Muçulmanos. Entre o final do século XI e o início do século XII, a posse da praça alternou-se estes e os cristãos, ao sabor dos avanços e recuos da fronteira. D. Afonso Henriques conquista o Castelo À época da Independência de Portugal, diante do avanço para o Sul das forças portuguesas sob o comando do rei D. Afonso Henriques (1112-1185), o Castelo de Santarém foi conquistado, em 15 de Março de 1147, de surpresa em um assalto nocturno. Nessa ocasião, o soberano teria assegurado todas as igrejas na povoação à Ordem dos Templários. Em termos de historiografia, uma importante fonte documental sobre o assalto a Santarém é o manuscrito "De expugnatione Scalabis", redigido por monges do Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra para assinalar o feito do soberano. A povoação e seu castelo encontravam-se no caminho da investida do califa almoáda Abu Ya'qub Yusuf I, sendo atacados em 1171. As forças muçulmanas, na ocasião, foram dispersadas pelas tropas de Fernando II de Leão, genro de D. Afonso Henriques, que na ocasião se encontrava em Santarém. Um novo ataque muçulmano se materializa em 1181, encontrando-se na cidade o infante D. Sancho, tendo os assaltantes recuado diante de uma contra-ofensiva dos defensores.
|
|
| |
|
|