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4ª Dinastia ( Página em construção)

 
 
João IV
 
 
D. João IV do seu casamento com D. Leonor de Gusmão teve 8 filhos, D. Teodósio ( 1634-1653), D. Ana ( 1635-1635), D. Joana (1635-1653), D. Catarina (1638-1705), D. Manuel ( 1640-1640), D. Afonso VI que herdou a coroa, D. Pedro II que lhe sucedeu. 
 
De mãe desconhecida teve uma filha, D. Maria (1644-1693) que se dedicou à vida religiosa e está sepultada no Convento de S. João dos Carmelitas Descalços.
 

 

Afonso VI

 
D. Afonso VI, casou em 1666 com D. Maria Francisca de Isabel de Sabóia, mas não teve descendência.
 
Na vida desregrada de D. Afonso VI entrou uma D. Ana de Moura, freira de Odivelas, o que fazia que o rei visitasse muito o mosteiro e organizasse cavalgadas e touradas no seu pátio.  
 

Pedro II

 
D. Pedro II  que nasceu em Lisboa em 6 de Janeiro de 1668 e faleceu no Palácio de Palhavã a 21 de Outubro de 1690, foi casado primeiramente com a sua cunhada D. Maria Francisca Isabel de Sabóia de quem teve uma filha D. Isabel Luísa Josefa ( 1668-1690)
 
Casou depois com D. Maria Sofia de Newburg ( 1666-1699) de quem teve 8 filhos: D. João (1688-1688), D. João V que herdou o trono, D. Francisco Xavier José António Bento Urbano ( 1691.1742), D. António Francisco Xavier José Bento Teodósio Leopoldo Henrique (1695-1757), D. Teresa Maria Francisca Xavier Josefa Leonor (1696-1704), D. Manuel José Francisco António Caetano Estevão Bartolomeu ( 1697-1736), D. Francisca Josefa ( 1699-1736.
 
 
Foram amantes de D. Pedro II:
 
 D. Maria da Cruz Mascarenhas, de quem teve uma filha D. Luisa ( 1679-1732 que casou primeiramente com D. Luís e depois com D. Jaime de Melo, respectivamente, 2º e 3º duques do Cadaval. 
 
Ana Armanda du Verger francesa teve um filho D. Miguel (1703-1756), reconhedido com irmão por D. João V e que casou com D. Luísa Casimira de Nassau e Ligne, herdeira da casa de Arronches.
 
 D. Francisca Clara da Silva teve um filho, D. José ( 1703-1756) que foi doutor em Teologia e Arcebispo de Braga.
 

 

João V

 
D. João V  casou em 1708 com D. Ana de Austria Arquiduquesa de Áustria,  filha do imperador Leopoldo I de Áustria e da imperatriz D. Leonor Madalena. 
 
Teve seis filhos, entre os quais a infanta D. Maria Bárbara (que viria a casar com D. Fernando de Espanha), D. Pedro (que casaria com D. Maria I) e D. José (que seria rei de Portugal).
 
 
Foram amantes de D. João V:
 
D. Luísa Clara de Portugal, casada com D. Jorge de Menezes, e que pertencia à casa da Flor da Murta, e que ficou como a galante alcunha da amante real de quem teve uma filha D. Maria Rita monja do Convento de Santos. 
 
D. Madalena Máxima da Silva  Miranda Henriques, de quem teve um filho D. Gaspar pela crisma e Manuel pelo baptismo(1716-1789) que foi o segundo "Menino de Palhavã". Foi arcebispo de Braga. O povo chamava aos filhos de D.João V, os meninos de Palhavã por residirem no palácio com esse mesmo nome.
 
D. Luísa Inês Antónia Machado Monteiro, de quem teve um filho D. António, muito dedicado à música.
 





Oratório Madre Paula
A Madre Paula 
 
Esta freira portuguesa que se destacou como a amante mais célebre do rei D. João V, chamava-se Paula Teresa da Silva e Almeida, e nasceu em Lisboa em 30 de Janeiro de 1718. Era neta de João Paulo de Bryt, de nacionalidade alemã, que fora soldado da guarda estranjeira de Carlos V, e se estabelecera em Lisboa como ourives. Paula entrou para o convento de Odivelas aos dezassete anos de idade, e ali professou, apó um ano de noviciado. 
D. Joao V, frequentador assíduo do convento de Odivelas, onde mantinha vários amantes que ia substituindo conforme lhe parecia, ao topar com a jovem Paula ficou loucamente apaixonado por ela. Nessa altura, já a famosa freira se havia tornado amante de D. Francisco de Portugal e Castro, conde de Vimioso, e que pouco antes tinha sido agraciado com o título de marquês de Valenças. 
 
O soberano não teve problemas, chamou o fidalgo e disse-lhe: " Deixa a Paula, que eu te darei duas freiras à tua escolha". Assim se fez, e soror Paula passou a ser amante do rei que era trinta anos mais velho do que ela. A influência de Madre Paula sobre o rei foi imensa. 
 
Quem carecesse de uma mercê do soberano já sabia que a maneira mais segura de a conseguir, seria recorrer às valiosa protecção da madre Paula que o soberano visitava todas as noites. A astuta freira que sabia muito bem aproveitar-se do rei, transformou-se em pouco tempo. numa verdadeira Pompadour. 
 
Das numerosas amantes de D. João V, foi a madre Paula a única que o soube dominar até à morte. O rei foi extremamente generoso não só com ela como com a sua família, chegando o pai de Paulo a ser agraciado com o grau de cavaleiro da Ordem de Cristo e a receber uma tença de doze mil reis e outros benefícios que lhe permitiram viver à larga. 
 
O luxo em que vivia Paula no convento de Odivelas, foi bem reproduzido num, documento da época, por Ribeiro Guimarães no seu Sumário de Vária História, onde descreve a magnificência asiática dos aposentos da madre Paula e sua irmã. Para a servir tinha a madre Paula nove criadas. 
 
Destes amores nasceu um menino que foi baptizado com o nome de José, como o príncipe herdeiro, que foi chamado o mais jovem "Menino de Palhavã" e veio a exercer as funcões de inquisidor geral. Mais tarde nos tempos de Pombal, numa discussão, atirou-lhe com a cabeleira à cara e foi desterrado para o Buçaco.
 
A vida desregrada do rei escandalizava, não só a corte, mas até os súbditos mais humildes, mas ninguém se atrevia a repreender o régio devasso. Para se fazer uma ideia da moralidade desse tempo, bastará recordar o que disse a abadessa D. Feliciana de Milão, às damas da raínha que não se levantaram, como lhes competia à sua passagem. "..Não se levanta de graça quem se deita por dinheiro..."
 
Após a morte do rei que lhe deixou uma mesada principesca, continuou no seu recolhimento, recebendo os grandes que ainda se lhe aproximavam. Assim se conservou ainda durante trinta e cinco longos anos, com a altivez de uma soberana em exílio. Faleceu com 67 anos de idade, e foi sepultada na Casa do Capitulo do Convento de Odivelas
 
( Condensado de Enciclopédia Portuguesa Brasileira ).

José I

 
Foram amantes de D. José I

 D. José I era casado com Mariana Vitoria de Borbón, princesa espanhola, e tinha 4 filhas. Apesar de ter uma vida familiar alegre, (o rei adorava as filhas e apreciava brincar com elas e levá-las em passeio),

A Amante Fatal

D. José I teve uma amante : Teresa Leonor, mulher de Luís Bernardo, herdeiro da família de Távora, o que deu origem ao famoso "Processo dos Távoras", devido à tentativa de regicídio contra D. José. e à execução extremamente bárbara dos condenados por esse atentado. Bárbaro para a nossa época, mas muito comum na altura, em todos os países da Europa e outros. Leia-se por exemplo o livro biográfico "Maria Antonieta" de Stefan Zweig, para ler os suplícios que se aplicavam aos condenados no século XVIII.

Os detractores de Pombal, dizem que tudo não passou de uma mentira inventada por ele, para amedrontar e castigar a alta nobreza, que deve ter sido um assalto comum, por assaltantes que nem sabiam quem ia na carruagem.

Mas no seu livro "Portugal ao tempo do Terramoto"  Suzanne Chantal,, descreve em pormenor tudo aquilo que realmente deve ter passado, e que o Marquês apenas aproveitou para castigar a alta nobreza, que não o tolerava, e que ofensivamente o tratava por Sebastião José ! Leia-se também o livro "Sebastião José" de Agustina Bessa Luís.

 
 

Maria I

 
 
 

João VI

 
Foram amantes de D. João VI
 
 

Pedro IV

 
Foram amantes de D. Pedro IV

D. Domitila de Castro Canto e Melo, Marquesa de Santos:

De quem teve  um rapaz (1823), nado morto, e :

Isabel Maria de Alcântara Brasileira, (1824 - 1898) Duquesa de Goiás; Pedro de Alcântara Brasileiro, (1825 - 1826) Maria Isabel de Alcântara Brasileira, (1827), Duquesa do Ceará (que morreu com um ano de idade);

Maria Isabel II Alcântara Brasileira (1830 - 1896), que se tornaria condessa de Iguaçu pelo casamento com Pedro Caldeira Brant.

Com a francesa Noémi Thierry teve:

  • O menino Pedro, falecido antes de completar um ano.

Com Maria Benedita Bonfim, futura baronesa de Sorocaba e irmã da marquesa de Santos, teve:

Com a uruguaia María del Carmen García teve uma criança nati morta.

De sua amante francesa Clémence Saisset teve:

  • Pedro de Alcântara Brasileiro.

Com a monja portuguesa Ana Augusta teve outro menino de nome Pedro.

 
 

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