CAPÍTULO XX
Resumo:
O programa financeiro. O imposto progressivo. Percepção
progressiva em selos. Caixa de fundos em valores-papel e estagnação
do dinheiro. Tribunal de contas. Abolição da
representação. Estagnação dos
capitais. Emissão de dinheiro. O câmbio do ouro.
O câmbio do custo do trabalho. O orçamento. Os
empréstimos do Estado. A série de títulos
ao juro de 1%. As ações industriais. Os governantes
dos cristãos: os favoritos; os agentes dos franco-maçons.
FALAREMOS
agora sobre o programa financeiro que reservei para o fim
de meu relatório como o ponto mais difícil,
culminante e decisivo de nossos planos. Abordando-o, lembrar-vos-ei
que já vos disse, em forma de alusão, que a
soma de nossos atos se resume em uma questão de cifras
(1).
Quando nosso reinado chegar, nosso governo absoluto evitará,
para sua própria defesa, sobrecarregar muito as massas
populares de impostos, não esquecendo seu papel de
pai e protetor. Mas, como a organização governamental
custa caro, é preciso, entretanto, obter os meios necessários
para isso.Por isso devemos preparar cuidadosamente o equilíbrio
financeiro.
No nosso governo, o rei possuirá a ficção
legal da propriedade legal de tudo o que houver no Estado,
o que é fácil de realizar; poderá, portanto,
recorrer ao confisco legal de todas as somas em dinheiro que
julgar necessárias para regular a circulação
de capitais no Estado(2). Vê-se por aí que a
taxação deve consistir principalmente num imposto
progressivo sobre a propriedade. Desse modo, os impostos serão
percebidos, sem agravo e sem ruína, numa proporção
de percentagem relativa à posse. Os ricos devem compreender
que seu dever é por uma parte de seu supérfluo
à disposição do Estado, porque este lhes
garante a segurança do resto e o direito de um ganho
honesto, digo honesto, porque o controle da propriedade acabará
com toda a pilhagem legal.
Essa reforma social deve vir de cima, porque seu tempo chegou
e é necessário como um penhor de paz. O imposto
sobre os pobres é uma semente de revolução
e é prejudicial ao Estado, que perde grande lucro correndo
atrás de pequenos proveitos(3).
Independentemente disso, o imposto sobre os capitalistas diminuirá
o crescimento das riquezas das pessoas privadas, em cujas mãos
nós a concentramos atualmente para contrabalançar
a força governamental dos cristãos, isto é,
as finanças do Estado.
Um imposto progressivo dará muito mais forte renda
do que o imposto proporcional de hoje, que só nos é
útil para excitar agitações e descontentamentos
entre os cristãos (4).
A força sobre que nosso rei se apoiará será
o equilíbrio e a garantia de paz. É necessário
que os capitalistas sacrifiquem pequena parte de seus rendimentos
para assegurar o funcionamento da máquina governamental.
As necessidades do Estado devem ser pagas por aqueles a quem
suas riquezas permitam fazer isso sem sacrifício (5).
Tal medida destruirá o ódio do pobre contra o
rico, no qual aquele verá uma força financeira
útil ao Estado, sustentáculo da paz e da prosperidade,
pois que é o rico quem provê aos recursos necessários
para a obtenção desses bens. Para que os pagadores
das classes inteligentes não se entristeçam demasiado
com esses novos pagamentos, ser-lhes-ão entregues prestações
de contas do destino dessas quantias, excetuando-se, bem entendido,
as somas que forem aplicadas às necessidades do trono
e das instituições administrativas.
A pessoa reinante não possuirá propriedade pessoal,
porque tudo o que exista no Estado é dela, senão
uma coisa contradiria a outra: os recursos pessoais anulariam
o direito de propriedade sobre as posses de todos.Os parentes
da pessoa reinante, exceto seus herdeiros, que são igualmente
mantidos à custa do Estado, devem se colocar nas fileiras
dos servidores do Estado ou trabalhar para adquirir o direito
de propriedade: o privilégio de pertencer à família
real não deve servir de pretexto para pilhar o Tesouro.
A compra duma propriedade, a aceitação duma
herança serão taxadas com um imposto de selo
progressivo. A transmissão duma propriedade em dinheiro
ou de outra forma, não declarada nesse imposto de selo,
necessariamente nominal, será gravada com uma taxa
de tanto por cento por conta do antigo proprietário,
da data da transferência até o dia em que a fraude
for descoberta.Os títulos de transferência deverão
ser apresentados todas as semanas ao Tesouro local, com a
designação do nome próprio, do de família
e do domicílio do antigo e do novo proprietários.
Esse registro só será obrigatório a partir
duma quantia fixa que exceda os preços comuns de compra
e venda do necessário, sendo os outros passíveis
unicamente dum imposto em selo bastante mínimo, para
cada unidade.
Calculai quanto esses impostos farão exceder a nossa
renda sobre a dos Estados cristãos. A caixa de fundos
do Estado deverá conter certo capital de reserva, devendo
tudo o que exceder a esse capital ser posto em circulação.Organizar-se-ão
com essas reservas públicas. A iniciativa desses trabalhos
resultando dos recursos do Estado ligará fortemente
a classe operária aos interesses do Estado e às
pessoas reinantes. Parte dessas somas será atribuída
a prêmios para invenções e à produção.
De modo algum é preciso, fora das somas fixadas e largamente
contadas, reter, mesmo que seja uma simples unidade, nas caixas
do Estado, porque o dinheiro é feito para circular e
toda a estagnação de dinheiro tem perniciosa repercussão
sobre o funcionamento do mecanismo do Estado, cujas engrenagens
ele deve azeitar: a falta de óleo pode parar a marcha
regular da máquina (6).
A substituição duma parte do dinheiro por valores
em papel justamente produziu essa estagnação.
As consequências de tal fato já são suficientemente
sensíveis.
Teremos também um Tribunal de Contas e o governante encontrará
em todo o tempo nele uma prestação completa de
contas, com as receitas e despesas do Estado, excetuando-se
as contas do mês ainda não terminado e do mês
anterior ainda não entregue.
O único indivíduo que não tem interesse
em pilhar as caixas do Estado é seu proprietário,
o governante (8). Por isso, seu controle tornará impossíveis
os prejuízos e os desperdícios. A representação,
que toma precioso tempo ao governo com as recepções
exigidas pela etiqueta, será suprimida, a fim de que
ele tenha tempo de controlar e de refletir. Seu poder não
ficará mais à mercê dos favoritos que rodeiam
o trono para lhe dar brilho e pompa, porém que não
defendem os interesses do Estado e sim os próprios.
As crises econômicas tem sido produzidas por nós
entre os cristãos, com o único fim de retirar
dinheiro de circulação.Capitais enormes ficaram
estagnados, retirando dinheiro dos Estados, que foram obrigados
a recorrer a esses mesmos capitais, a fim de ter dinheiro. Esses
empréstimos sobrecarregaram as finanças dos Estados
com o pagamento de juros, escravizando-os ao capital (9). A
concentração da indústria nas mãos
dos capitalistas que mataram a pequena indústria, absorveu
todas as forças do povo, e, ao mesmo tempo, as do Estado...
(10).
A atual emissão de dinheiro em geral não corresponde
à cifra do consumo por cabeça, e, por conseguinte,
não pode satisfazer todas as necessidades dos trabalhadores.
A emissão de dinheiro deve estar em relação
com o crescimento da população, no qual devem
ser computadas as crianças, porque consomem e gastam
desde que nascem (11).
A revisão da cunhagem das moedas é uma questão
essencial para o mundo inteiro. Sabeis que o câmbio ouro
foi pernicioso para os Estados que o adotaram, porque não
pode satisfazer o consumo de dinheiro, tanto mais que retiramos
da circulação a maior quantidade de ouro possível.
(12).
Devemos criar uma moeda baseada sobre o trabalho, seja de papel
ou de madeira. Faremos uma emissão de dinheiro de acordo
com as necessidades normais de cada súdito, aumentando-a
conforme os nascimentos e as mortes.
Cada departamento, cada distrito terá suas estatísticas
para esse efeito. A fim de que não haja demora na entrega
de dinheiro para as necessidades do Estado, as quantias e as
datas de sua entrega serão fixadas por um decreto do
governo. Assim, será destruído o protetorado do
ministério das Finanças, que não poderá
favorecer uma região em detrimento de outras.
Apresentaremos essas reformas que projetamos fazer de modo a
não alarmar ninguém. Mostraremos a necessidade
das reformas em consequência do caos a que chegaram as
desordens financeiras dos cristãos.A primeira desordem,
diremos, consistiu em decretar um simples orçamento que
cresce todos os anos pela seguinte razão:
vai-se com esse orçamento até o meio do ano; depois
pedem-se créditos suplementares que se gastam em três
meses; depois novos créditos suplementares, e tudo acaba
por uma liquidação. E, como o orçamento
do ano seguinte é calcado sobre o total do orçamento
geral, a diferença anual normal é de 50% e o orçamento
anual triplica de dez em dez anos. Graças a tais processos,
aceitos pelo descuido dos Estados Cristãos, suas caixas
estão sempre vazias. Os empréstimos que vieram
em consequência devoraram os restos e levaram todas as
nações a bancarrota.
Todo empréstimo demonstra fraqueza do Estado e incompreensão
dos direitos do Estado. Os empréstimos, como a espada
de Dâmocles, estão suspensos sobre a cabeça
dos governantes que, em lugar de tomar aquilo de que necessitavam
aos seus súditos por meio dum imposto temporário,
estendem a mão, pedindo esmola aos nossos banqueiros.
Os empréstimos externos são sanguessugas que,
em caso algum, se podem arrancar do corpo do Estado, salvo se
o largarem por si ou se ele as extirpar radicalmente. Mas os
Estados cristãos não os arrancam e continuam a
por outros, embora tenham de perecer com essa sangria voluntária.(14)
Na realidade, o que é o empréstimo senão
isso, sobretudo o empréstimo externo? O empréstimo
é uma emissão de letras de câmbio do governo,
contendo uma obrigação a certa taxa de juros,
proporcional ao total do capital empregado. Se o empréstimo
for taxado em 5%, em vinte anos o Estado terá pago, sem
utilidade alguma, tanto de juros quanto o capital, em quarenta
anos o dobro da dívida, em sessenta o triplo e a dívida
sempre por pagar.
Vê-se assim, que, sob a forma de imposto individual, o
Estado toma os últimos centavos dos pobres contribuintes
para pagar aos ricos estrangeiros, aos quais tomou dinheiro
emprestado, ao invés de ajuntar suas riquezas para prover
suas necessidades, sem o peso dos juros.
Enquanto os empréstimos foram internos, os cristãos
somente transferiam o dinheiro do bolso dos pobres para o dos
ricos. Mas, quando nós compramos as pessoas necessárias
para transportar os empréstimos para o estrangeiro, todas
as riquezas dos Estados passaram para nossas caixas e todos
os cristãos começaram a pagar um tributo de sujeição.
Se a leviandade dos governos cristãos, no que concerne
aos negócios de Estado, se a corrupção
dos ministros ou a falta de inteligência financeira dos
outros governantes sobrecarregaram seus países de dívidas
que não podem re-embolsar, é preciso que saibais
que isso nos custou muito dinheiro e esforço!...
Não permitiremos a estagnação do dinheiro.
Por isso, não consentiremos que haja apólices
do Estado, excetuando-se uma série a 1%, a fim de que
os juros não entreguem a força do Estado à
sucção das sanguessugas.
O
direito de emitir títulos ficará unicamente reservado
às companhias industriais, que não farão
grande sacrifício, pagando juros com seus lucros, enquanto
que o Estado não retira do dinheiro que toma emprestado
o menor lucro, pois que o gasta e não realiza com ele
operações frutuosas.(16)
As ações industriais serão adquiridas pelo
próprio governo, que, de tributário de impostos,
como é agora, se transformará em emprestador por
cálculo. Tal medida fará cessar a estagnação
de dinheiro, o parasitismo e a imprensa, que nos eram úteis
quando os cristãos viviam independentes, mas que são
indesejáveis no nosso regime.
Como é evidente a falta de reflexão puramente
animal dos cérebros cristãos! Eles nos pediam
dinheiro emprestado com juros, sem refletir que precisariam
tomar esse mesmo dinheiro, acrescido de juros, nas arcas do
Estado, para nos pagar! Que de mais simples do que ir buscar
o dinheiro de que precisavam no bolso dos contribuintes?
Isso prova a superioridade geral de nosso espírito, que
soube apresentar-lhes a questão dos empréstimos
de tal forma que nela somente viram vantagens para eles(17).
Os cálculos que apresentamos, esclarecidos, quando for
oportuno, pela luz das experiências seculares, cuja matéria
nos foi fornecida pelos Estados cristãos, distinguir-se-ão
por sua clareza e segurança, mostrando a todos, evidentemente,
a utilidade de nossas inovações. Acabarão
com os abusos, graças aos quais temos os cristãos
em nosso poder, mas sem admití-los no nosso reino(18).
Estabeleceremos tão bem nosso sistema de contas que,
nem o governante, nem o mais ínfimo funcionário
poderão desviar a menor soma de seu destino sem que isso
seja notado. Também não lhe poderão dar
outro destino fora do indicado, de uma vez por todas, dentro
de nosso plano de ação.
Não é possível governar sem um plano
definido. Os próprios heróis que seguem um rumo
certo, porém sem reservas determinadas, perecem a meio
caminho. Os chefes cristãos, a quem outrora aconselhamos
que se distraíssem dos cuidados do Estado com recepções
representativas, com o protocolo dos divertimentos, não
passavam de biombos de nosso governo oculto. As prestações
de contas dos favoritos que os substituíam à
frente dos negócios públicos eram feitas para
eles pelos nossos agentes e satisfaziam todas as vezes os
espíritos clarividentes com as promessas de futuras
melhoras e economias... Que economias?...Novos empréstimos?...Poderiam
perguntar isso e não perguntavam aqueles que liam nossas
prestações de contas e nossos projetos...Sabeis
a que ponto os levou esse pouco caso, a que desordem financeira
chegaram, a despeito da admirável atividade de seus
povos(19).
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Notas
e comentários
(1)Na opinião dum técnico, Jules Sevérin,
Secretário do Congresso Monetário Internacional,
no seu trabalho "La tyrannie de l'or et les juifs qui l'accaparent",
o domínio judaico sobre o ouro é que lhe dá
a força para conquistar o mundo.
De longa data, através dos centenários, os judeus
vinham amontoando o ouro; mas o grande açambarcamento
do precioso metal data, em verdade, de 1816, logo após
a queda de Napoleão, quando o judeu Lord Liverpool propõe
ao Parlamento Britânico e consegue que seja aprovada a
lei do padrão-ouro para as dívidas internacionais.
Depois disso, Jules Sevérin estuda minunciosamente como,
através da política monetária judaico-britânica
e das lições dos economistas alugados a Israel,
o ouro subiu de valor e serviu ao judaísmo para predominar
mundialmente. Citemos um trecho do livro que elucida o caso:
"O câmbio das moedas foi transferido para a bolsa
de Londres (depois de 1873) e lá variou de nação
a nação e de dia a dia. Logo, a Inglaterra conseguiu
a adesão da Holanda e dos Estados Unidos ao padrão-ouro
único para as dívidas internacionais. Em 1878,
Léon Say, na renovação da convenção
monetária com a Itália, a Suíça,
a Bélgica e a Grécia, proibia a cunhagem em prata,
portanto, a circulação, para o pagamento a potências
estrangeiras.
Sendo
a prata recusada por oito grandes nações, foi
por água abaixo; e as nações que só
tinham prata viram suas dívidas dobradas, triplicadas
e quadruplicadas, conforme a moeda baixava ou se esgotava. Mas,
como sempre valia nos países onde era cunhada, servia
para comprar ouro, pelo mesmo preço, o duplo ou o triplo
de mercadorias, as quais, revendidas em ouro às grandes
nações, edificaram primeiro as grandes potências
mundiais e, finalmente, provocaram baixas de preços formidáveis
a todas em todas as potências. A prata baixa, diziam;
mas a prata não baixara.
O
ouro só é, que muito procurado e açambarcado,
subia. Os Index Numbers do sr. Shauerbeck, de Londres, demonstravam
que a prata continuava ao par com as mercadorias. E era o ouro
que subia, conforme confessava a Gold and Silver Commission..."
(2) É o que os reis Lenin e Stalin, pseudônimos
da tribo judaica Kaganovitch, isto é, os filhos de
Cohen, têm feito na Rússia infeliz...
(3) Por isso os paus mandados do judaísmo e da maçonaria,
às vezes inconscientemente, no legislativo e no executivo,
não fazem outra coisa senão aumentar impostos.
Essa tem sido a regra geral dos pecos financistas liberais.
Vê-se aqui a quem aproveita.
(4) Confere e concorda em gênero, número e caso...
(5) Assim era no Estado Corporativo Cristão; assim
é no Estado Corporativo Moderno. Os judeus, entretanto,
combateram aquele e combatem este...
(6) Todavia, todo o trabalho dos economistas e financistas
inspirados por Israel é contrariar essa regra tão
sábia. Todos os pretextos são bons para diminuir
o numerário em circulação e, às
vezes, como no Brasil, o diminuem de tal forma que o dinheiro
falso se derrama no país e corre normalmente, tal a
falta de troco no interior...
(7) Refere-se à imobilização de somas
imensas em apólices e títulos de renda, que
enchem os cofres dos bancos e não passam de capitais
estagnados e parasitários. Vá alguém
lembrar-se de aventar a troca dessa papelada que rende juros
por dinheiro corrente e os banqueiros, os economistas, os
financistas porão mãos à cabeça.
Que enormidade! É com esses e outros preconceitos que
vão fazendo, contra os povos, o joguinho de Israel...
(8)V. Antonio Sardinha, "Ao ritmo da ampulheta": é
esse o conceito que o grande sociólogo lusitano faz do
rei cristão: o pastor que cuida bem do seu rebanho. A
voz do povo reconhecia isso quando pedia socorro: "Aquí
d'El-Rei ! ". O Rei era o protetor nato da sua grei. Por
isso o judaísmo destruiu os reis. Mas quer impor um dia
o Rei de Israel e a esse dá o que tirou ao Rei cristão.
Está conforme...
(9) Calixto de Wolski, "La Russie Juive", edição
de Albert Savine, Paris, 1887. Nesse formidável e documentadíssimo
livro sobre os judeus, publicado quase vinte anos antes dos
"Protocolos", lê-se isto à pág.
25: "A Europa está enfeudada ao domínio de
Israel. O judeu gravou todos os Estados com uma nova hipoteca
que eles jamais poderão pagar com suas rendas(!).
O
domínio universal que tantos conquistadores sonharam
está nas mãos dos judeus. O Deus da Judéia
cumpriu a palavra dada aos profetas. Jerusalém impôs
tributo aos Impérios. A melhor parte da renda pública
de todos os Estado, o produto mais direto do trabalho de todos
passa para a bolsa dos judeus sob o nome de juros da dívida
nacional."
Leia-se o livro "Brasil - Colônia de banqueiros",
do comentador destas notas, e se verá como esse quadro
é verdadeiro em relação ao nosso pobre
país.
(10) Como os "Protocolos" previram essa concentração
industrial verificada por todos os especialistas modernos no
assunto. Dom de adivinhação ou plano bem elaborado?...
O leitor escolha a solução que melhor lhe convier...
(11) No Brasil, por exemplo: três milhões de contos
para quarenta e dois milhões de habitantes. A questão
foi estudada em "Brasil - Colônia de banqueiros".
O mundo inteiro sofre da falta de circulação de
dinheiro, enquanto que os grandes bancos de Nova York, Paris,
Londres e Amsterdam estão abarrotados de ouro. E o ouro,
como não tem o que fazer, viaja...
(12) É o que acabou de citar acima Jules Sevérin.
(13) O que aí se pinta é ou não o que se
passa na realidade? Que hidde hand, que mão secreta,
que mão oculta manobra tudo isso? (**época da
crise mundial**).
(14) É a maior crítica feita ao delírio
dos empréstimos com que o judaísmo envenenou as
nações. Partindo de quem parte, devemos aceitá-la.
Pelos empréstimos, realizados através dos bancos
judaicos, - como escrevia Dostoiewski, membro da loja maçônica
"Luiz Sinarro", segundo o "Boletim del Gran Oriente
Español", de 10 de outubro de 1912, os judeus "são
agora donos de tudo, na Europa, da instrução,
da civilização, do socialismo, sobretudo do socialismo,
por meio do qual arrancarão o cristianismo e a civilização."
Quem diz empréstimo diz escravização.
(15) Vide "Brasil - Colônia de banqueiros".
(16) Entretanto, todos os financistas atualmente inspirados
por Israel dizem o contrário e fomentam a corrida às
emissões de apólices até com sorteios,
transformadas em verdadeiras loterias, como as de vários
Estados do Brasil. Os estadistas goyim tem muito talento...
(17) Por isso diz o código de leis judaicas "Schulan
Aruch", no Iore-dea, 159,1, tirado do tratado "Baka
Metzio", do Talmud, 70: "É proibido emprestar
dinheiro a um judeu com juros pesado, mas é permitido
emprestar dinheiro a um akum ou a um judeu convertido em akum,
exigindo juros de usura. Porque a Escritura diz: ajudarás
o teu irmão a viver. Mas o akum não é teu
irmão."
O que é o akum? É o gentio, o impuro, o goi, o
cristão. Akum é a abreviação das
palavras hebraicas: aboda Kohabin umazzaliot, isto é,
o adorador dos astros, o infiel. Conforme diz o Rabino Kalisch,
"Commentáires au Schoulan Arouch". O cristão
é chamado de várias formas pelos judeus: goi e
o plural goyim, cuja significação já vimos;
akum, que acabamos de ver; abodazara, como escrevia o célebre
rabino Maimônedes, isto é, os pagãos; minim,
segundo o rabino talmudista Meir, que quer dizer os heréticos;
nochri, os nazarenos, conforme o tratado "Aboda Zara",
sobre as religiões estrangeiras, 6,a . kutim, ou samaritanos;
enfim, amme haaretz koalam ou itan kaaretz, a turba, a plebe,
a gente da terra...
(18) Naturalmente. Porque a nação judaica é
distinta das outras. "Por cima das fronteiras - afirmou
o judeu Goldman, um dos organizadores do último Congresso
Judaico Universal - nós formamos uma única nação".
O judeu Luiz D. Brandeis, membro da Suprema Corte de Justiça
dos Estados Unidos, escreve: "Reconheçamos que,
nós, judeus, somos uma nação distinta,
da qual cada judeu é necessariamente membro, sejam quais
forem seus países de origem, sua posição
ou sua crença.". Na "Jewish Cronicle"
("Crônica judaica") de 8 de outubro de 1911,
se lê este pedacinho de ouro: "Os judeus que pretendem
ser ingleses, franceses ou americanos patriotas e bons judeus
não passam de mentiras vivas.
O
patriotismo inglês, francês ou americano do judeu
é um simples disfarce que adota para agradar aos habitantes
do país". No "Jewish World" ("O Mundo
judaico"), de 22 de outubro de 1915, este outro: "Ninguém
se lembraria de pretender que o filho de um japonês ou
dum hindú seja inglês só porque nasceu na
Inglaterra; o mesmo raciocínio se aplica aos judeus."Ainda
outro artigo no mesmo jornal judaico de 14 de dezembro de 1922:
"O judeu continua judeu mesmo mudando de religião;
um cristão que se convertesse à religião
judaica não se tornaria judeu, porque a qualidade de
judeu não depende da religião, mas da raça
e um judeu livre-pensador ou ateu continua tão judeu
quanto qualquer rabino". E afinal, as palavras do judeu
Felix Allouche, no "Réveil Juif" ("O despertar
do judeu"), de 27 de novembro de 1931: "O povo judeu
forma um povo só por maior que seja o número de
seus pedaços espalhados pelo mundo e a distância
que os separe."