José na casa de Potifar
- Prof. Anísio Renato de Andrade
Texto: Gn. 39.1-23
Introdução:
A realidade de José era bem diferente dos seus
sonhos, mas ele continuava fiel ao Senhor.
1- José demonstrou compromisso pessoal
com Deus.
Estando longe da sua terra e da sua família,
José não tinha quem o vigiasse no que
se refere ao seu comportamento, mas ele continuava fiel,
pois tinha uma experiência pessoal com Deus.
2- José viveu uma contradição:
um servo de Deus servindo a um ímpio.
Isto pode parecer inaceitável, contrário
à expectativa e ao conceito de prosperidade,
mas José não reclamou. No futuro tudo
seria corrigido pois ele se tornaria governador.
3-
José foi um escravo exemplar.
Ele poderia viver revoltado e fazer as coisas de qualquer
maneira, mas trabalhava com excelência (Ef.6.5-8).
O servo de Deus precisa fazer o melhor onde quer que
esteja: na escola, no trabalho, em casa, etc. Quem é
fiel no pouco será fiel no muito (Lc.16.10).
4-
José foi um escravo próspero.
Isto não combina com alguns conceitos de prosperidade.
Ser próspero é ser bem sucedido, mesmo
que não sejamos ricos. José seria também
um prisioneiro próspero e exemplar.
5-
José resistiu à tentação.
O pecado poderia colocar tudo a perder. José
poderia morrer antes de chegar ao governo. Mas isto
não aconteceu. Ele resistiu. Sendo homem, fugiu
de uma mulher. Isto é contrário à
mentalidade mundana. Hoje, sua masculinidade seria questionada.
José foi fiel a Deus.
6-
José sofreu uma injustiça.
Ele foi acusado de adultério e Deus não
interferiu para impedir sua prisão injusta. É
provável que ele tenha orado, mas Deus não
respondeu. Por quê? A prisão fazia parte
do caminho para o palácio.
7-
Deus estava com ele.
Este foi o segredo da vitória de José.
Caminhando com Deus, José chegou ao palácio
do Egito. Precisamos andar com Deus para alcançarmos
vitória e chegarmos ao céu.
Anísio
Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
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