Cavar
é preciso - Prof. Anísio Renato
de Andrade
Texto: Gn. 26.17-22
Introdução:
O valor da água no Oriente Médio, uma região
seca.
Podemos comparar a água às bênçãos
que precisamos, sejam espirituais ou naturais.
1- Fontes opcionais.
Deus poderia ter enviado Isaque para morar à margem
de algum rio. Poderia tê-lo enviado a uma região
de chuvas constantes, mas Deus lhe enviou para um lugar árido.
A facilidade não gera experiência (Rm.5.3-4)
nem contribui para o desenvolvimento de habilidades ou do
próprio caráter.
Filhos que sempre têm tudo fácil podem se tornar
pessoas acomodadas e relativamente incapazes.
2-
Fontes profundas.
Naquela terra havia água, mas estava em grande profundidade.
Deus não deseja que sejamos superficiais. Precisamos
buscar ao Senhor (Mt.7.7), conhecê-lo e ter intimidade
com ele. A vida cristã exige envolvimento, compromisso,
imersão total.
3-
Fontes difíceis.
Para encontrar água era necessário muito esforço.
Antes de achar água era preciso enfrentar muita terra
seca. Era preciso cavar e depois lutar pelos poços.
Existem dificuldades naturais e inimigos espirituais. Precisamos
trabalhar com esforço e perseverança, seja na
vida natural ou espiritual (jejum, oração, obediência,
etc). O poço de Abraão não foi suficiente.
Isaque precisou cavar seu próprio poço. A experiência
alheia, mesmo dos próprios pais, pode ser útil,
mas não será suficiente.
4-
A vitória da perseverança.
O nome dos poços trazem significados interessantes:
Eseque significa "luta". Sitna significa "luta".
Reobote significa "espaços largos". A luta
é constante mas não é eterna.
Antes de alcançarmos "espaços largos"
precisaremos passar por caminhos apertados e portas estreitas.
Anísio
Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
http://www.geocities.com/anisiorenato/
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