A reunião teve inicio às 18 horas no Chalé
Kalu, com a presença de Regina Helena de Oliveira Pedroso,
Pedro Paulo Peixoto Duarte, Antonio Carlos Pavinatto, Antonio
Carlos Teixeira Blaia, Eliana Sader Souza, Roberto Correa Guedes,
Nelson Kravo Yoshimoto, Miriam Pereira Barreto e outros moradores.
A presidente abriu a reunião reafirmando seu objetivo
que era a preparação da Assembléia Geral
que se realizará em 15 de novembro . Decidiu-se haver distribuição
de tarefas na Assembléia, ficando um grupo responsável
pela inscrição de novos associados e outro pela
cobrança de mensalidades.
Discutiu-se sobre quem teria direito a votar. Levantou-se a possibilidade
de permitir que todos os presentes votassem, como forma de estímulo
à participação. Finalmente decidiu-se que
será permitido que votem as pessoas que se associarem no
dia além dos já associados. Não será
exigido que os sócios estejam com as mensalidades em dia
visto que não está havendo regularidade na cobrança
ainda, principalmente a bancária.
Dando continuidade a reunião, o Secretário Antonio
Carlos leu o Plano de Trabalho sugerido na reunião anterior
pela Presidente. Durante a leitura, a presidente pediu um aparte,
lendo um email encaminhado pelo Conselheiro Luigi, sugerindo incluir
no Plano a colocação de guias e sarjetas.
Neste momento da reunião houve um aparte de um dos presentes,
ainda não associado, questionando o papel da ASCAPRI quanto
à questão da segurança no bairro, tendo em
vista o fato do assalto ocorrido com um dos moradores, em frente
à sua casa.
Houve então uma grande discussão sobre a segurança
com os seguintes focos:
· O quanto a segurança é prioridade para
todos os associados;
· O quanto segurança é de responsabilidade
da ASCAPRI.
Pedro Paulo (Cipó) falou na condição de
responsável pela segurança e não como vice-presidente.
Apresentou uma proposta de construção de uma guarita
na ponte da rua Pavão e o fechamento da rua Benedito Alvarenga
(lateral da Padaria Sete Mares).
Segundo ele, a Associação foi criada para cuidar
da segurança e da limpeza das ruas e por conta disto apresenta
uma proposta de colocação da segurança como
prioridade no Plano de Trabalho da ASCAPRI.
A presidente esclarece que exercer a segurança não
faz parte dos propósitos da ASCAPRI em seu Estatuto; entende
sim que cabe a associação discutir a questão
segurança, com profundidade, discutindo mais do que a construção
de guarita e colocação de correntes. O problema
é mais amplo, passa até pela seleção
do pessoal contratado para vigilante, sua preparação,
quantidade de pessoal necessário para "cobrir"
todo o bairro, custo disto tudo, etc. Regina lembrou ainda que
não se pode fechar ruas sem a anuência de todos os
moradores, principalmente aqueles que serão atingidos pela
medida: basta que um deles diga não e a medida não
poderá ser tomada sob pena da ASCAPRI responder judicialmente
por isto.
Foi solicitado ao Pedro Paulo que explicasse a situação
da empresa dele ao que declarou não se tratar de uma empresa
mas sim de uma corporação de vigilantes. Ele declarou
ser necessário que a ASCAPRI solicite aos moradores o pagamento
da segurança porque os recursos atuais são insuficientes.
Chegou a propor que a ASCAPRI cobrasse mais como mensalidade incluindo
aí os recursos a serem repassados para a empresa de segurança.
A presidente declarou que para que a ASCAPRI possa discutir com
profundidade as questões relativas à segurança
será necessário conhecer a situação
real da empresa, número de empregado, salários,
quantos vigilantes seriam necessários. Se assim não
for, mesmo que se construa uma nova guarita, não haverá
pessoal suficiente para assumir o serviço.
Todos concordaram que a segurança é importante
e que o assunto deve ser levado à Assembléia Geral
mas que deve-se discutir muito bem as responsabilidades da Associação
e da empresa de segurança.
Eliana disse não concordar que o dinheiro das mensalidades
da Associação seja empregado para a segurança.
Esta deve ser paga separadamente pelos proprietários.
Ficou decidido que na Assembléia Geral, se houver a concordância
dos presentes em se votar o Plano no dia seguinte, será
aberta a discussão para a questão da segurança,
comprometendo-se Pedro Paulo a levar todos os dados necessário
para a discussão.
Ao final, os presentes aprovaram o Plano de |Trabalho como está
para ser apresentado à Assembléia Geral. Nada mais
havendo a tratar, foi encerrada a reunião às 20:30
horas. Eu, Eliana Sader Souza, secretariei e transcrevi a presente
reunião.
Caraguatatuba, 08 de Novembro de 2002