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João
Pessoa PB - |
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DOENÇAS
As
chances de peixes ornamentais ficarem doentes são muito pequenas, desde que
providencias de prevenção sejam tomadas, tais como: Higiene no aquário,
trocas parciais obrigatórias, observar bem os peixes na hora da compra e
comprar em lojas de higiene e de confiança com procedência. Mesmo assim,
peixes estão sujeitos a adquirir uma doença e aí tentamos relatar as mais
comuns doenças de Peixes Ornamentais, quais sintomas e providencias a serem
tomadas.
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Escolha
a letra abaixo: (as
doenças estão em ordem alfabética)
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A
ACIDOSE
Muitas
espécies de peixes convivem bem em águas ácidas, outros preferem águas
alcalinas (pH > 7.0) ou neutras. Daí a importância de conhecermos o pH
ideal de cada espécie e mantermos monitorizado o aquário quanto ao pH. Grandes
acidoses podem levar à morte lenta ou rápida dos peixes que não convivem em
meio ácido. Os peixes morrem em posição natural, muitas vezes escondidos
entre as plantas. Sinais: observamos aumento na frequência respiratória,
boquejamento, opacificação e depósitos de cor cinza nas brânquias,
vegetações e secreção mucosa (de muco) nas brânquias, escamas eriçadas,
nadadeiras fechadas, pele avermelhada e peixes que nadam em círculos.
ASCITE
INFECCIOSA
A doença é própria
dos ciprínideos: Barbus, Brachydanio, Danio, Tanichthys. Sinais: olhos
saltados ou olhos fundos, ânus avermelhado e prolapsado (deslocado do seu
lugar habitual, caído), líquido amarelado (em alguns casos aquoso ou claro) na
cavidade abdominal, fígado amarelado ou castanho-amarelado ou cinza-esverdeado,
inflamação do intestino e bexiga natatória.
TRATAMENTO:
Devemos criar condições
para uma boa resistência e imunidade e as boas condições de higiene decidem o
curso da doença. Isolar o peixe doente.
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C
COSTIA
Causado
por três protozoários (Chilodonella, Costia (ichtybodo) e Cyclochaeta (Trichodina))
afetando a pele causando um embaçamento das cores, produção excessiva de
muco e debilidade. Em estágios mais avançados atingem as guelras causando a
morte do animal. O surgimento desta doenças ocorre devido a quedas de
temperaturas na água. Tratamento com remédios apropriados .
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F
FERIMENTOS
Em meio
natural, as lesões traumáticas resultam geralmente de ataques de predadores.
Essa lesões cicatrizam facilmente, a não ser que exista uma infecção
secundária na lesão. No aquário, os ataques de predadores ocorrem por
incompatibilidade entre as espécies ou lutas pelo território quando se
introduz um peixe novo. As lutas entre machos da mesma espécie são bem
conhecidas (Bettas, Ciclídeos africanos) ou por falta de adaptação de peixes
em geral, sofrem lesões na pele como hematomas , hemorragias, nadadeiras destruídas.
TRATAMENTO:
Isolar o peixe em
aquário hospital, Permanganato de potássio a 2%, pincelar o ferimento com
Tintura de iodo, oferecer pouco alimento.
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HHEXAMITA
O agente
etiológico da doença é o Hexamita, protozoário flagelado. O nome
"Parasita do Disco". Existe uma doença chamada "Hole-in-the-head"
(dç. do Buraco na cabeça), frequentemente observada em Discos, Acarás, Oscar
e outros Ciclídeos, associando-se a presença do Hexamita, bem como a infecções
bacterianas, desnutrição, aquário sujo, além do uso de carvão ativado. Em
muitos peixes a infecção é inaparente, acometendo espécimes jovens. Por
isso, quando observarmos um peixe muito emagrecido devemos pensar, além dos
distúrbios alimentares, primeiro em Tuberculose e depois em Hexamita. Outro
sinal observado na doença é o escurecimento da pele.
TRATAMENTO:
A prevenção faz-se
através da boa alimentação, a qual evita lesões intestinais. Manter limpo e
higiênico seu aquário. A doença tem cura e deve ser adquirida seu medicamento
em lojas especializadas...
HIDROPSIA
Doença
causada por uma bactéria, Aeromonas Punctatos, o peixe fica com o abdome muito inchado, pára de se alimentar. nada em
círculos, pode ficar com escamas
eriçadas, destruição de nadadeiras, manchas vermelhas em todo o corpo. Muito difícil
a cura, ainda não é conhecida um remédio realmente eficaz para essa
doença.
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I
ICTIO
Causada por um
parasita chamado Ichthyophthirius multifiliis, provoca o
aparecimento de pequenos pontos brancos espalhados por todo o corpo
do peixe como se fossem pequenos grãos de açúcar, fazendo com que o
animal se esfregue no fundo do aquário ou nas rochas de decoração,
provocando pequenas lacerações que podem servir como porta de
entrada para outras doenças.
No tratamento
devemos utilizar um parasiticida.
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N
NADADEIRAS
DEGENERADAS
Causada, geralmente, por bactérias do
tipo Aeromonas ou Pseudomonas que provocam o
apodrecimento das nadadeiras, fazendo com que elas quase se
desfaçam. O pH muito ácido favorece o aparecimento e desenvolvimento
dessas bactérias. Portanto, é aconselhável que, antes do inicio do
tratamento se faça a correção do PH do aquário.
No tratamento, utilizamos antibióticos de
largo espectro encontrado nas lojas especializadas.
Uma das
causas desta doença é a alteração de pH, geralmente ácido.
Outro fator, mais preocupante, é a falta de higiene e a qualidade
do alimento oferecida, causando má condição da água e
desnutrição, respectivamente. Estes fatores podem ainda serem
portas de entrada para outras doenças.
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O
Oodium
 Causada por
parasitas unicelulares dinoflagelados que provocam uma camada
brilhante nas escamas e nadadeiras, como se fosse um veludo,
variando do amarelado ao dourado. Esse parasita faz com que os
peixes muitas vezes se esfreguem no fundo do aquário, percam o
apetite e fiquem com a respiração mais acelerada. Após o
aparecimento desses sinais, o tratamento deve ser iniciado o mais
rápido possível, pois essa doença pode matar os peixes infectados
num curtíssimo espaço de tempo.
No tratamento
devemos elevar a temperatura do aquário por alguns dias e usar uma
combinação de fungicidas de largo espectro e parasiticidas, ambos
encontrados nas lojas de aquarismo
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P
PARASITA
DO DISCO
É um
protozoário presente no intestino nas espécies de Disco. Dissemina-se
lentamente para outros peixes. Sinais: causa doença inflamatória intestinal. O
parasita é detectado pelo exame microscópico do animal sacrificado.
TRATAMENTO:
Metronidazol pode
ser eficaz.
PROTOZOÁRIOS

EXCESSO DE MUCOSIDADE NA PELE
Causada por
vários protozoários parasitas, como por exemplo
Ichthyobodo/Costia, Trichodina e Chilodonella.
Provoca a perda do apetite e aparecimento de manchas
esbranquiçadas na pele dos peixes, como se fosse um muco branco,
normalmente mais visível nas áreas de pigmentação escura.
No tratamento,
devemos utilizar um parasiticida.
"DOENÇA DO
BURACO NA CABEÇA"
Causada pelo
protozoário flagelado Hexamita, e que como o próprio nome já
diz, causa o aparecimento de pequenas ulcerações na cabeça dos
peixes, especialmente nos ciclídeos (acarás disco e acarás
bandeira). É uma doença com baixo grau de contaminação e de
morte.
No tratamento,
devemos utilizar rações medicadas e medicamentos a base de
Dimetridazole e Metronidazole.
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S
STRESS
O stress
é a reação fisiológica que um animal trata de manter ou restabelecer
seu metabolismo normal frente a agentes externos. As reações de stress são
geralmente por reações hormonais e nervosas. O stress esta ligado diretamente
as condições de ambiente, resistência, adaptação, e fase de agonia
quando o peixe não tiver adaptação. O stress e suas reações
desencadeiam uma série de reações químicas no peixe.
As causas
mais comuns de afetar o peixe ao stress são: Compostos Nitrogenados,Temperatura,
Ph, Dh incorreto ao peixe. Transporte, sustos excessivos ao animal. Alimentação
pobre em vitaminas e nutrientes, pois podem perder a resistência da noite para
o dia, o que era tolerável pode se transformar em stress. O espaço mínimo
para o peixe viver. As moléstias de outras espécies. Condições gerais da água.
Idade do Peixe.
O stress
determina uma queda na imunidade, fazendo que haja aparecimento de infecções
oportunistas. Quase toda a alteração de comportamento habitual do
peixe é sinal de "stress" . Cada espécie reage de forma distinta ao
"stress", uns ficam na superfície, outros preferem a profundidade,
outros nadam sem parar, enquanto outros ficam parados. Mas de modo geral
descreveremos alguns sinais mais comumente observados: o peixe sobe a superfície
na tentativa de conseguir mais oxigênio, boquejamento, observamos esse
comportamento nas condições de baixa de Oxigênio, nas intoxicações da água
por compostos nitrogenados e nas doenças que acometem as guelras. Outro sinal
observado é que, o peixe não se alimenta ou se alimenta muito pouco. Alguns
peixes sob "stress" ficam tímidos e se escondem. Se o peixe apresenta
nadadeiras roídas ou feridas sobre o corpo, poderá estar sendo alvo de
agressores maiores. E também sabemos bem que o "stress" da mesma
forma que desencadeia doenças, é desencadeado na vigência desta. Portanto a
maioria das doenças tanto químicas como infectoparasitárias desencadeiam
"stress" no peixe. Teremos que saber dosar todos estes fatores e
programar a inserção de espécies, assim como , cuidar da qualidade da água,
da alimentação e de todas as condições do sistema para que não haja o
stress e futuras doenças e mortes.
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T
TUBERCULOSE
Esta doença
é simplesmente uma das mais temidas, pode acabar com um aquário inteiro caso não
diagnosticado rapidamente, o peixe fica magro, com falta de apetite, destruição
das nadadeiras, deformação da coluna, nado obliquo, o peixe fica desgovernado,
Até o momento não se tem cura, devemos sacrificar o peixe sem dó, pois a doença
pode ser transmitida facilmente pela alimentação e pode-se correr o risco de
perder o aquário.
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