RECICLAGEM:
O que � coleta seletiva, reciclagem e minimiza��o de res�duos.

Muita gente fica na d�vida e n�o sabe direito o que � reciclagem, o que � coleta seletiva, o que quer dizer minimiza��o de res�duos.

Para evitar confus�es, colocamos abaixo uma pequena descri��o de cada um dos termos:

Coleta seletiva

� a atividade de separar o lixo, para que ele seja enviado para reciclagem. Separar o lixo � n�o misturar os materiais pass�veis de serem reaproveitados ou reciclados (usualmente pl�sticos, vidros, pap�is, metais) com o resto do lixo (restos de alimentos, pap�is sujos, lixo do banheiro) .

A coleta seletiva tanto pode ser realizada por uma pessoa sozinha, que esteja preocupada com o montante de lixo que estamos gerando (desde que ela planeje com anteced�ncia para onde vai encaminhar o material separado) , quanto por um grupo de pessoas (condom�nio, escola, cidade, etc.). Organizar um programa de coleta seletiva n�o � t�o complicado, MAS EXIGE PLANEJAMENTO CUIDADOSO.

Reciclagem - � uma atividade - na maior parte dos casos, industrial - que transforma os materiais j� usados em outros produtos que podem ser comercializados.
Atrav�s da reciclagem, pap�is velhos transformam-se em novas folhas ou caixas de papel�o; os vidros se transformam em novas garrafas ou frascos; os pl�sticos podem se transformar em vassouras, potes, camisetas; os metais tranformam-se em novas latas ou recipientes.

Minimiza��o de res�duos:

� um conceito que abrange mais do que a simples coleta seletiva e envio do lixo para reciclagem.
Pressup�es tr�s regrinhas b�sicas que devem ser seguidas :

Primeiro: pensar em todas as maneiras de REDUZIR o lixo.

Segundo: REAPROVEITAR tudo o que for poss�vel.

Terceiro: s� depois pensar em enviar materiais para RECICLAR.

Essa forma de atua��o � chamada de 3 R, que � a letra inicial de cada uma das palavras-chave.
O que se pode reciclar?


Papel
Os pap�is podem ser classificados da seguinte maneira:
� pap�is de escrever- cadernos, pap�is de escrit�rio em geral;
� pap�is de impress�o - jornais, revistas;
� pap�is de embalagem - pap�is de embrulho em geral, papel de seda, etc.;
� pap�is para fins sanit�rios - pap�is higi�nicos, papel toalha, guardanapos, len�os de papel;
� cart�es e cartolinas -caixas de papel�o e cartolinas em geral;
� pap�is especiais - papel kraft, papel heliogr�fico, papel filtrante, papel de desenho.

N�O SERVEM PARA RECICLAR:
� papel vegetal;
� papel celofane,
� pap�is encerados ou impregnados com subst�ncias imperme�veis;
� papel-carbono;
� pap�is sanit�rios usados;
� pap�is sujos, engordurados ou contaminados com alguma subst�ncia nociva � sa�de;
� pap�is revestidos com algum tipo de parafina ou silicone;
� fotografias;
� fitas adesivas e etiquetas adesivas.
Os pap�is recobertos com outro tipo de material, como o pl�stico (pap�is plastificados) ou alum�nio (pap�is laminados) s�o de dif�cil reaproveitamento, portanto s�o tamb�m considerados n�o-recicl�veis. Um caso distinto, com rela��o a pap�is em v�rias camadas, � o das embalagens cartonadas tipo longa vida, cujo material � formado por tr�s tipos diferentes de mat�rias-primas (papel, alum�nio e pl�stico). Sua reciclagem � poss�vel, por�m dificultada pela exist�ncia de poucas plantas industriais que atuam no reprocessamento e pelas condi��es impostas por essas empresas para sua coleta (exige-se que o material esteja limpo, prensado e em grande tonelagem).
A reciclagem do papel apresenta muitas vantagens, como a preserva��o de recursos naturais, economia de �gua e energia e menor custo da mat�ria-prima. A manuten��o das florestas naturais, com a redu��o de �reas reservadas ao plantio de esp�cies pr�prias para a produ��o de papel � um importante fator de manuten��o do equil�brio ecol�gico do planeta e redu��o dos poluentes atmosf�ricos. Por outro lado, a qualidade do papel produzido com aparas � inferior � do material produzido com mat�ria-prima virgem, desvantagem que tem sido paulatinamente solucionada, por conta das inova��es tecnol�gicas.
O Brasil reciclou, no ano de 1998, cerca de 35% do papel existente. Considerando-se que uma parcela do papel n�o � mesmo recicl�vel e que parte desse material � utilizado para fins n�o descart�veis (como livros e documentos, por exemplo), essa porcentagem � muito significativa.
O papel � um material de f�cil encaminhamento para reciclagem, quando segregado em programas de coleta seletiva, pois tem sido sempre poss�vel encontrar um catador aut�nomo, uma institui��o beneficente ou mesmo um sucateiro interessado em retir�-lo. Isso se deve ao interesse econ�mico da ind�stria produtora de papel em absorver todo o material coletado, pois a adi��o de aparas reduz sensivelmente o custo de produ��o.
O papel apresenta tamb�m a possibilidade de reciclagem artesanal, em pequenas oficinas, processo que n�o exige equipamentos caros nem complexos e pode funcionar como uma laborterapia. Por esse motivo, existem atualmente muitos grupos, principalmente ligados a entidades de aux�lio a popula��es carentes, deficientes f�sicos ou com problemas mentais, produzindo artigos de papelaria feitos artesanalmente, o que resulta em uma importante fonte de recursos econ�micos e de emprego para esses indiv�duos.


Pl�sticos
O pl�stico � um material proveniente de resinas geralmente sint�ticas e derivadas do petr�leo. Ambientalmente o uso do pl�stico � considerado problem�tico pela sua alta durabilidade (estima-se que a degrada��o natural do pl�stico necessita de muitos s�culos para ocorrer) e grande volume na composi��o total do lixo (que vem aumentando assustadoramente).
No munic�pio de S�o Paulo, os pl�sticos s�o o segundo elemento mais encontrado no lixo , correspondendo a 23% do peso total dos res�duos encaminhados para os aterros sanit�rios, o que significa uma parcela muito importante, considerando-se que o pl�stico � um elemento extremamente leve e de grande volume.
O consumo de pl�sticos praticamente dobrou no Brasil, em apenas 7 anos (1991-1998).
Quando depositados em lix�es, os pl�sticos apresentam risco pela queima indevida e sem controle, que pode resultar em emana��es t�xicas na atmosfera. Quando colocado em aterros sanit�rios, esse material dificulta a compacta��o do material e prejudica a decomposi��o dos elementos biologicamente degrad�veis.
A reciclagem do pl�stico � dificultada pela exist�ncia de in�meros tipos diferentes de resinas pl�sticas que s�o incompat�veis entre si e n�o podem ser misturadas no processo de reciclagem, sob pena de perderem suas qualidades de flexibilidade, resist�ncia ou transpar�ncia, entre outras. Por esse motivo, os recicladores de pl�sticos utilizam-se quase que exclusivamente de mat�ria-prima advinda de res�duos industriais, pois esse tipo de res�duo � normalmente constitu�do por um s� tipo de resina e n�o apresenta sujeira ou contamina��o.
O lixo dom�stico � formado por todo tipo de resinas pl�sticas, uma vez que as embalagens e artigos descartados s�o produzidos com a resina que mais se adequa �s suas necessidades espec�ficas de cada produto. Outro elemento complicador para a reciclagem do pl�stico � o fato de que � muito dif�cil reconhecer os diferentes tipos de resinas pl�sticas a olho nu, impossibilitando a separa��o dos res�duos por leigos. Acrescentem-se a esses fatores o custo muito baixo da mat�ria-prima virgem e a carga de impostos (que recai em dobro sobre o material a ser reciclado, em compara��o com a resina virgem) e o resultado � o seguinte: � quase imposs�vel encaminhar para reciclagem os pl�sticos separados, pois h� pouco interesse econ�mico da ind�stria em colet�-los e adquir�-los.
Se voc� quer reciclar seus pl�sticos, verifique antes ONDE vai lev�-los e SE o local aceita todos os tipos de pl�stico ou s� alguns. N�o vale a pena separar todo seu pl�stico e depois acabar enviando tudo para o lixo normal, n�o � mesmo?
Pl�sticos recicl�veis:
� todos os tipos de embalagens de xampus, detergentes, refrigerantes e outros produtos dom�sticos;
� tampas pl�sticas de recipientes de outros materiais;
� embalagens de pl�stico de ovos, frutas e legumes;
� utens�lios pl�sticos usados, como canetas esferogr�ficas, escovas de dentes, baldes, artigos de cozinha, etc.
Pl�sticos n�o-recicl�veis:
� pl�sticos (tecnicamente conhecidos como termofixos), usados na ind�stria eletro-eletr�nica e na produ��o de alguns computadores, telefones e eletrodom�sticos;
� pl�sticos tipo celofane;
� embalagens pl�sticas metalizadas, por exemplo, de alguns salgadinhos;
� isopor.


Vidro
O vidro � um material proveniente basicamente de mat�rias-primas como areia, barrilha, calc�rio e feldspato. � utilizado para a produ��o de embalagens, vasilhames, vidros planos lisos ( vidro de janelas), cristais, panelas, l�mpadas, miolo de garrafas t�rmicas e muitos outros artigos.
O vidro apresenta a vantagem de poder ser reutilizado, pois possibilita sua esteriliza��o, com alto grau de seguran�a. O uso de embalagens de vidro reutiliz�veis foi uma pr�tica ambientalmente adequada muito difundida at� poucos anos atr�s, quando come�ou a ser substitu�da pelas embalagens pl�sticas ou mesmo de vidro, por�m descart�veis.
N�O S�O RECICL�VEIS:
� espelhos;
� vidros de janelas;
� vidros de autom�veis;
� l�mpadas,
� tubos de televis�o e v�lvulas;
� ampolas de medicamentos,
� cristal;
� vidros temperados planos ou de utens�lios dom�sticos .
Os demais vidros s�o 100% recicl�veis, isto �, os cacos de uma garrafa podem transformar-se em outra garrafa nova igual, sem perda de material.
S�O RECICL�VEIS:
(Todos os vidros, exceto os descritos acima. Exemplo:)
� garrafas de bebida alco�lica e n�o-alco�lica;
� frascos em geral ( molhos, condimentos, rem�dios, perfumes, produtos de limpeza);
� potes de produtos aliment�cios;
� cacos de qualquer dos produtos acima.
Na pr�tica, a reciclagem do vidro � restrita devido ao pouco interesse econ�mico demonstrado pela ind�stria vidreira em adquirir os vidros descartados. As exig�ncias para coleta do vidro s�o muitas (exige-se a armazenagem de um volume muito grande para retirada) e o pre�o de comercializa��o � muito baixo.
O desinteresse econ�mico na coleta de vidros para reciclagem � dif�cil de ser compreendido, se levarmos em conta que a inclus�o do caco na produ��o reduz sensivelmente os custos , exigindo menor uso de �leo combust�vel e eletricidade, sem contar as vantagens ambientais da redu��o da retirada de mat�rias-primas da natureza, redu��o na emiss�o de gases na atmosfera, economia de espa�o nos aterros.
Se voc� quer reciclar seus vidros, tente contatar um catador que passe por sua rua, ou ent�o consulte as nossas listas: � poss�vel vender seus vidros, se voc� puder levar at� uma companhia vidreira ou a postos de troca da SPAL-PANAMCO.


Metais
Os metais s�o classificados em dois grandes grupos: os ferrosos (basicamente ferro e a�o) e os n�o-ferrosos (alum�nio, cobre, chumbo, etc.). Os metais mais presentes no lixo domiciliar s�o aqueles utilizados para embalagens de produtos aliment�cios e tampas de recipientes de vidro. Em menor quantidade encontram-se outros produtos de uso dom�stico, como panelas, esquadrias, restos de equipamentos de cozinha, etc.
As embalagens met�licas de produtos destinados ao consumo dom�stico dividem-se em dois tipos principais:
� folha-de-flandres (a�o revestido com estanho) - Ex. : latas de �leo, sardinha, creme de leite, etc.;
� alum�nio - latas de refrigerantes, cerveja, ch�s.
reciclagem do metal � ambientalmente muito interessante, pois evita a retirada de min�rios do solo, minimizando o impacto ambiental acarretado pela atividade mineradora, al�m de reduzir em muito o volume de �gua e energia necess�rios para a produ��o de novos artigos.
Esse princ�pio vale para todos os tipos de metal, entretanto h� maior interesse reciclador na ind�stria produtora de embalagens de alum�nio, o que determina aumento no valor de venda do material. Por esse motivo, (e tamb�m devido � situa��o atual de desemprego) o Brasil � atualmente um dos campe�es mundiais na reciclagem de alum�nio, coletadas na sua maior parte por catadores aut�nomos, que reviram os sacos de lixo da popula��o em busca do material para revenda.
Embora a folha-de-flandres domine o mercado de embalagens no Brasil (s�o fabricadas anualmente 7 bilh�es de latas), o �ndice de reciclagem desse material � de apenas 35%, enquanto que cerca de 75 a 80% das embalagens de alum�nio produzidas no Brasil s�o recicladas .
Voc� com certeza encontrar� facilidade em vender seus res�duos de alum�nio (latinhas, etc.), mas vai achar dificuldade em encaminhar para reciclagem as embalagens de a�o.


Lixo org�nico
A reciclagem tanto pode ser aplicada aos res�duos j� citados quanto aos res�duos org�nicos (restos de frutas, legumes, alimentos em geral, folhas , grama, gravetos, etc.), desde que esse lixo seja processado, de maneira a serem transformados em adubo org�nico. Essa transforma��o chama-se compostagem.
O resultado final da compostagem pode ser adicionado ao solo para melhorar suas caracter�sticas, sem oferecer amea�a para o meio ambiente, como acontece com os adubos qu�micos. A compostagem de res�duos org�nicos pode vir a ter grande import�ncia na redu��o do volume do lixo do pa�s, pois a parte org�nica constitui-se habitualmente na maior parcela na composi��o dos res�duos domiciliares municipais (cerca de 62%, em m�dia) .
� poss�vel reciclar o lixo org�nico em quintais, escolas, empresas e at� em apartamentos. Entre em contato com o GEA atrav�s do telefone ou e.mail, para saber mais detalhes. O resultado da compostagem � um adubo com grande capacidade de reposi��o de sais minerais e vitaminas, que certamente vai ajudar suas plantas, jardins e hortas a ficarem mais fortes e bonitos.


L�mpadas de merc�rio
As l�mpadas que emitem gases, como as l�mpadas de vapor de merc�rio, de vapor de s�dio, de luz mista e as l�mpadas fluorescentes (mais conhecida como luz "fria") cont�m subst�ncias nocivas ao meio ambiente, como metais pesados, onde se sobressai o merc�rio met�lico.
Enquanto est�o inteiras, as l�mpadas n�o oferecem riscos, mas quando quebradas liberam o merc�rio na atmosfera, podendo causar problemas na sa�de dos seres humanos (quando ingerido ou inalado, o merc�rio ataca o sistema nervoso, podendo causar de les�es leves at� a vida vegetativa ou a morte). O merc�rio liberado pelas l�mpadas fluorescentes podem causar graves problemas ambientais, contaminando o solo e a �gua.
Existe uma empresa que recicla essas l�mpadas, nas proximidades de S�o Paulo, separando os componentes met�licos, o vidro e o merc�rio, para encaminhamento ao mercado. Entretanto esse processo � mais caro que o valor dos produtos obtidos, portanto a empresa exige pagamento para desenvolv�-lo.
Nosso conselho �: no ambiente dom�stico deve ser tomado todo o cuidado para que a l�mpada n�o se quebre e, se isso ocorrer, evitar respirar pr�ximo � l�mpada. Se poss�vel, guarde as caixas de papel�o da embalagem para recoloc�-las de volta, no momento do descarte.
Empresas e outros locais onde o descarte de l�mpadas fluorescentes � muito grande deveriam envi�-las para reciclagem, embora arcando com os custos dessa atitude em benef�cio do meio ambiente.


Pilhas e baterias
As baterias de celular n�o devem ser colocadas no lixo, pois cont�m componentes t�xicos, como c�dmio, chumbo e merc�rio. Todos eles afetam o sistema nervoso central, o f�gado, os rins e os pulm�es. J� existem muitas possibilidades de encaminhamento dessas baterias para reciclagem (ver a lista de locais e formas de envio), sob responsabilidade dos fabricantes.
As pilhas comuns, embora contenham tamb�m subst�ncias t�xicas, n�o contam ainda com um sistema de recolhimento organizado pelos fabricantes. Portanto, a �nica solu��o, por enquanto, � jog�-las no lixo. Evite acumular pilhas j� esgotadas em sua casa, pois pode ocorrer contamina��o do local.
Em S�o Paulo e nos locais onde h� aterros sanit�rios, o problema da contamina��o do solo e da �gua pelos metais liberados pelas pilhas e baterias � um pouco minimizado, pois os aterros possuem sistemas de prote��o. Nas cidades onde o lixo � encaminhado para lix�es, todas as subst�ncias t�xicas liberadas pelas pilhas e baterias s�o carreadas para o solo e len��is d�gua subterr�neos, pela a��o da chuva, e contaminam a flora, a fauna e a �gua utilizada pelos moradores desses munic�pios.


Outros materiais
Entulho
Entulho � o res�duo resultante das atividades relacionadas � constru��o civil, constitu�do por fragmentos ou restos de tijolos, argamassa, a�o, madeira, azulejos, etc.
O entulho forma uma parcela importante na composi��o do lixo das cidades. No munic�pio de S�o Paulo s�o geradas diariamente 4.000 toneladas, segundo dados do LIMPURB (IPT/CEMPRE, 2000). Esse volume, entretanto, pode ser na realidade muito maior, pois grande parte desses res�duos � coletado clandestinamente e disposto em terrenos baldios, vias p�blicas, margens de rios, etc., causando graves problemas ambientais.
O entulho pode ser transformado, atrav�s da reciclagem, em um produto a ser utilizado na pavimenta��o de estradas, constru��o de guias e sarjetas, obras de drenagem, cal�adas ou outros usos pr�prios da constru��o civil.
A reciclagem do entulho, como dos demais materiais, exige participa��o da popula��o (para que n�o haja contamina��o do material inerte com res�duos org�nicos, por exemplo) e coleta diferenciada.
Pneus
Os pneus causam problemas quando descartados e misturados ao lixo comum, pois n�o podem ser colocados em aterros sanit�rios, uma vez que tendem a subir e sair � superf�cie. Os pneus, por n�o serem recolhidos pela coleta municipal, costumam ser dispostos inadequadamente pela popula��o, assoreando rios e lagos e constituindo-se em focos de inc�ndios ou prolifera��o de insetos transmissores de doen�as.
H� diversas possibilidades de reciclagem de pneus, como por exemplo para transforma��o em produto para pavimenta��o de estradas ou para utiliza��o como combust�vel na gera��o de energia. � poss�vel tamb�m sua reutiliza��o na engenharia civil, para a constru��o de quebra-mares, barreiras de conten��o ou acostamento de estradas. No Brasil, entretanto, a reutiliza��o desse material � muito limitada e a reciclagem praticamente inexiste A utiliza��o dos pneus como combust�vel para queima em fornos de cimento est� sendo experimentada, embora em pequena escala.
Associa��o de Popula��es Vulner�veis - "APV"
MATERIAIS RECICL�VEIS:
VIDRO
PL�STICO
METAL
Minhas informa��es:
Nome: Associa��o de Popula��es Vulner�veis - "APV"
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